Marcelo Nova - o Galope do Tempo

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Cidade literária: descubra Recife a partir de seus livros

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Recife já foi cenário de diversas histórias da literatura (Natália Dantas/Divulgação)

Recife já foi cenário de diversas histórias da literatura (Natália Dantas/Divulgação)

A capital pernambucana oferece diversas experiências que aproximam seus habitantes da literatura

Publicado na Superinteressante

As ruas, pontes, os rios e casarios do Recife têm vocação literária – já foram cenário ou personagem nas obras de escritores e poetas consagrados na literatura nacional. João Cabral de Melo Neto, Ascenso Ferreira, Raimundo Carrero, Manuel Bandeira, Clarice Lispector e Marcelino Freire são só alguns dos muitos que já escreveram sobre a cidade. Que tal conhecer mais sobre esse Recife literário através do #hellocidades, projeto da Motorola que quer reconectar você ao lugar onde vive?

Sentada ao lado dos seus livros, no Cais da Alfândega, no Bairro do Recife, a estátua do poeta Ascenso Ferreira, imortalizado pelo escultor Demétrio Albuquerque, observa o curso do Rio Capibaribe e o passar dos dias. Autor dos versos de “Noturno”, Ascenso declama:

“Sozinho de noite

Nas ruas desertas

Do velho Recife

Que atrás do arruado

moderno ficou…

Criança de novo

Eu sinto que sou”

Parando ao lado do poeta, na beira do rio, é possível ler esses versos escritos no passado e, ainda hoje, sentir a conexão entre as palavras de Ascenso Ferreira e o Recife. O escritor e poeta Marcelino Freire deixou a cidade há 26 anos, quando se mudou para a São Paulo. Mas, ainda hoje, sente a forte presença do Recife nos seus escritos.

“Dizem que eu não sou mais pernambucano. Deixei o Recife faz 26 anos. Meu sotaque tomou fumaça. Daí minha Recife é a da ruptura. Da distância melancólica. Da mágoa sem rancor. Escrevi um livro só para falar da saudade que sinto. Chama-se ‘Rasif’. É o nome do Recife em árabe. Eu nasci nesse lugar distante. Escrevi esse livro de contos para dizer que carrego o Recife ainda comigo. É um caso de amor perdido. Ambos perdemos. Recife nos meus textos, a exemplo do Recife que aparece em meu romance ‘Nossos Ossos’, é sempre uma cidade perdida”, conta o escritor.

Escritor Marcelino Freire deixou o Recife há mais de duas décadas, mas continua resgatando a cidade em suas obras (Marcelino Freire/Divulgação)

Escritor Marcelino Freire deixou o Recife há mais de duas décadas, mas continua resgatando a cidade em suas obras (Marcelino Freire/Divulgação)

Ao ser questionado sobre a vocação literária da capital pernambucana, Freire aponta para uma ‘evocação’ na relação entre o Recife e seus poetas e escritores. “A cidade está parada. Quem dá movimento à cidade somos nós. Ouvimos a cidade e escrevemos o que escutamos. A cidade é prédio e viaduto. As pessoas são minha geografia”, diz.

O jornalista e editor da literária Revista Vacatussa, Thiago Corrêa, acredita no potencial literário da cidade. “Por um certo tempo até achei que o Recife era pouco ‘cantado’ na nossa ficção, achava estranho quando encontrava o Recife nas histórias. Mas, depois que me aprofundei no assunto, vi que não, que ele foi bem problematizado na obra de Osman Lins, Gilvan Lemos, Hermilo Borba Filho, Mauro Mota, Josué de Castro, Carneiro Vilela, Ascenso Ferreira… Talvez hoje esse ímpeto tenha diminuído um pouco, só aparecendo com frequência nos livros de Ronaldo Correia de Brito e Raimundo Carrero”, avalia.

Lançada em 2004, a Revista Vacatussa foi criada por um grupo de ex-alunos da Oficina de Criação Literária comandada pelo escritor Raimundo Carrero, com a ideia de produzir, divulgar e discutir literatura. Às vésperas da sua 14ª edição, a publicação traz os textos de novos talentos e escritores que atuam de forma independente da chancela das grandes editoras. As novidades sobre a Revista Vacatussa podem ser acompanhadas pelo site.

Para o projeto #hellocidades, o escritor e editor da Revista Vacatussa destaca o conto ‘Catana’, que está no livro Retratos imorais de Ronaldo Correia de Brito. “O que me chama a atenção nele é a perspectiva que Ronaldo usa para falar de um período importantíssimo para o Recife, que é o Carnaval”, diz Thiago Corrêa.

Já Marcelino Freire dá uma lista de nomes essenciais para conhecer melhor o Recife dos livros: “Miró da Muribeca é o corpo do Recife. A ponte que caiu, a lama dos córregos, o lixo dos bares. João Cabral me mostrou os caranguejos e me mostrou os coveiros dos cemitérios. Luna Vitrolira e Cida Pedrosa soltam o verbo de Vênus-Veneza. Feridas abertas. Jomard Muniz de Britto é puro atentado — palavra desarmorial, do jeito que eu gosto. Fred Caju é vivo e diz do Recife vivo, longe da naftalina que toma conta dos livros. Carrero é a música disto tudo”, indica.
Ruas literárias do Recife

Além dos livros, o Recife da literatura também pode ser desvendado através do celular. O aplicativo Ruas Literárias do Recife, idealizado pelo cineasta Eric Laurence, busca aproximar o Recife de seus habitantes e visitantes a partir da ótica de diferentes escritores, de diversas épocas, mostrando que a relação com a cidade pode ter outros acessos.

Aplicativo permite uma exploração da cidade por meio de autores e suas histórias (Ruas Literárias do Recife/Divulgação)

Aplicativo permite uma exploração da cidade por meio de autores e suas histórias (Ruas Literárias do Recife/Divulgação)

Por meio do mapeamento das ruas da cidade, a plataforma, que pode ser baixada no seu Android pela Play Store, possibilita um roteiro literário e poético, no qual os recifenses e visitantes podem descobrir como as ruas e suas edificações foram descritas e representadas por escritores pernambucanos.

Entre os autores estão Raimundo Carrero, Ronaldo Correia de Brito, Joaquim Cardozo, Clarice Lispector, Luzilá Gonçalves, Manuel Bandeira, Carlos Pena Filho, Micheliny Verunschy, Paulo Mendes Campos, Antônio Maria, e mais. Nas localizações pesquisadas estão, entre outros, os endereços da Avenida Guararapes, Estrada dos Remédios, Rua da Concórdia, Cais da Alfândega e a Rua Nova, no Centro do Recife, imortalizada por Carneiro Vilela no seu ‘A emparedada da Rua Nova’.

“O grande objetivo do projeto é possibilitar à população apropriar-se de sua memória patrimonial – tanto em sua dimensão material quanto imaterial, fazendo emergir entre as ruas da cidade a sua poesia e prosa”, explica Laurence.

Lançado através do edital Funcultura, do Governo do Estado, o aplicativo traz aproximadamente 150 pontos de localização no Recife, que remetem a trechos de escritos feitos por 82 autores, de diferentes épocas e estilos, desde o século XIX até os dias atuais.

Agora é só sacar o celular, fazer um roteiro e conhecer a capital pernambucana através do olhar de grandes autores da literatura brasileira. Reconecte-se com o Recife e com a literatura pelo hellomoto.com.br. E não se esqueça da hashtag #hellocidades!

Confira programação que celebra 115 anos de Carlos Drummond

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(foto: Acervo CDA/Fundação Casa de Rui Barbosa)

(foto: Acervo CDA/Fundação Casa de Rui Barbosa)

 

Leitura de poemas eróticos por Thiago Lacerda, palestra com Humberto Werneck e show de Pedro Morais são algumas das atrações

Mariana Peixoto, no UAI

A passagem de Carlos Drummond de Andrade (1902/1987) por Belo Horizonte foi curta, porém célebre. Os 14 anos vividos aqui (de 1920 a 1934, além de alguns meses em 1916, quando estudou no Colégio Arnaldo) foram eternizados em poemas como o pesaroso Triste horizonte (“Não quero mais, não quero ver-te”) e o elogioso Jardim da Praça da Liberdade (“Versailles entre bondes”).

O período foi determinante em sua vida. Foi aqui que se formou a intelectualidade literária dos primeiros anos da nova capital, junto a Milton Campos, Abgar Renault, Emílio Moura, Pedro Nava e Aníbal Machado. Foi também aqui que Drummond se graduou em farmácia, que se casou com Dolores, que teve seus dois filhos, Carlos Flávio e Maria Julieta, e que estreou na literatura com Alguma poesia (1930).

Belo Horizonte realiza, de hoje a quarta-feira, um grande evento dedicado ao poeta maior. #Drummond115 vem celebrar seus 115 anos de nascimento (em 31 de outubro de 1902, em Itabira) por meio de ações que misturam cultura, educação, inclusão social e gastronomia. A iniciativa dessas ações conjuntas – há ainda homenagens isoladas – é do Governo de Minas, Codemig e do projeto Sempre um Papo. A Biblioteca Pública, o Rainha da Sucata e a Praça da Liberdade vão concentrar a programação, que terá desdobramentos em outras regiões da cidade.

E os 14 anos passados por Drummond na cidade são o ponto de partida. “Belo Horizonte é uma referência cultural do ponto de vista literário a que ninguém dá o devido valor”, comenta o produtor cultural Afonso Borges, do Sempre um Papo. Para colocar as coisas em seu devido lugar, o jornalista e escritor Humberto Werneck, que lança, em 2018, pela Cia. das Letras, biografia do poeta, faz amanhã, na Biblioteca Pública, a palestra “Drummond e seu tempo em Belo Horizonte”. Werneck, também um mineiro que deixou BH (só que a trocou por São Paulo, onde vive desde 1970), ainda participa de uma leitura de poemas em presídio da região metropolitana.

AMOR NATURAL O ator Thiago Lacerda chega hoje à cidade para apresentar, nesta segunda, no Teatro Bradesco, os poemas eróticos de Drummond, reunidos no livro póstumo O amor natural (1992). A leitura tem enfrada franca, e as senhas para ingresso serão distribuídas a partir das 19h. O prédio conhecido como Rainha da Sucata, na Praça da Liberdade, vai ser palco de várias ações. Em seu teatro de arena estão previstas apresentações de teatro, declamações e até mesmo um slam poético (disputa de poesia falada).

Uma das ações mais simples, e que deve causar impacto, será realizada amanhã. Das 12h às 13h, a Praça da Liberdade será o cenário da #OcupaçãoDrummond. É basicamente uma leitura coletiva da obra do poeta – para participar, basta ir ao local com um livro dele. O Memorial Minas Gerais Vale anunciou que transferirá para o espaço aberto da praça a divulgação dos áudios de poemas de Drummond lidos por ele mesmo. As gravações fazem parte do acervo permanente da sala dedicada ao itabirano no museu.

As ações incluem ainda um sósia, o ator Valmir Cavalcante, que deverá circular pela cidade tal qual Drummond fazia há quase um século.

#DRUMMOND115
De hoje a quarta, em vários espaços de BH,
com entrada franca. Programação completa: www.drummond115.wordpress.com.

Mais de 12 mil livros nunca foram devolvidos à Biblioteca de São Paulo

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Espaço da Biblioteca de São Paulo, em Santana, zona norte da cidade

Espaço da Biblioteca de São Paulo, em Santana, zona norte da cidade

Nathalia Durval, na Folha de S.Paulo

O público que frequenta a Biblioteca de São Paulo (BSP), na zona norte da cidade, deixou de devolver 12.210 livros às estantes do espaço. O número equivale a 30% do acervo atual da biblioteca, que possui 40.866 obras.

Esse é o maior índice de não devolução entre as bibliotecas públicas da cidade – estaduais e municipais –, que têm um total de 66.588 exemplares atrasados.

As 56 unidades geridas pelo Sistema Municipal de Bibliotecas são responsáveis por 52.039 livros desse total.

Os dados são das secretarias Estadual e Municipal de Cultura e foram obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação.

A BSP é administrada pela organização social SP Leituras, a mesma responsável pela Biblioteca Parque Villa-Lobos (BVL), na zona oeste. Lá, o número de atrasos é de 2.339 livros, equivalente a 9% de seu acervo total.

O diretor-executivo da SP Leituras, Pierre Ruprecht, afirma que a perda de acervo por não devolução é pequena se comparada ao fluxo de empréstimos que as bibliotecas realizam anualmente. “Entre 2% e 3% dos empréstimos não são devolvidos.”

O sócio cadastrado pode pegar até cinco livros por 15 dias, e as renovações são feitas presencialmente, por telefone ou no site das bibliotecas. Caso atrase a devolução, a pessoa é informada da irregularidade por e-mail.

São dois dias de suspensão da carteirinha para cada dia atrasado. Sem ela, os sócios não podem retirar novos livros ou usar outros serviços da biblioteca, como o acesso aos 85 computadores com internet e aos jogos eletrônicos.

O número de não devolução na BSP aumentou 79% de 2011, um ano após sua inauguração, até o final de 2016. No primeiro ano, foram 1.424 livros; no último, 2.554.

A biblioteca, que tem 28 mil usuários cadastrados, fez duas campanhas de anistia aos sócios, em 2012 e em 2015.

“Buscamos sensibilizar o sócio para a necessidade de devolução, anistiando a suspensão da carteirinha. Na última campanha, observamos um aumento de 7% nas devoluções”, diz Ruprecht.

Alguns fatores podem contribuir para a alta taxa de não devolução da unidade. Um deles é seu vizinho, o parque da Juventude.

Durante o fim de semana, parte do público que está apenas de passagem pelo parque conhece a biblioteca e retira livros, mas não retorna mais para devolvê-los.

A facilidade para realizar empréstimos também fomentaria o índice. Tanto na BSP como na BVL, basta apresentar o RG na recepção para fazer a carteirinha. No sistema municipal, é necessário apresentar também um comprovante de residência.

O fato de o acervo, composto de aquisições e doações, contar com muitos títulos procurados, como best-sellers e lançamentos, também pode contribuir para a não devolução.

Segundo Ruprecht, os livros perdidos não são levados em consideração para a reposição. “É feita uma lista de compra baseada nas necessidades de acervo da biblioteca, na análise dos lançamentos e nos pedidos de sócios”, diz.

SISTEMA MUNICIPAL

O número de livros não devolvidos nas estaduais Biblioteca de São Paulo e Biblioteca Parque Villa-Lobos é de 14.549. Somados aos não devolvidos nas 56 bibliotecas do Sistema Municipal de Bibliotecas (SMB), a cifra chega a 66.588 exemplares.

O total representa apenas 3% dos 2,2 milhões de livros disponíveis para empréstimo nessas 58 unidades, mas encheria uma biblioteca grande.

O montante só não supera o acervo das unidades Sérgio Milliet, no Centro Cultural São Paulo (121.048), Monteiro Lobato (110.896) e Prefeito Prestes Maia (79.729). Ele é 4,5 vezes o acervo da menor das 58, a Prof. Arnaldo Magalhães Giácomo, no Tatuapé.

Os títulos do vestibular se destacam na lista dos menos devolvidos –formulada com base na análise dos dados das cinco bibliotecas-polo da cidade (uma para cada zona), das três centrais e das duas estaduais, entre janeiro de 2008 e dezembro de 2016.

“O Cortiço”, romance de Aluísio Azevedo, lidera a lista, com 87 exemplares que não retornaram às estantes.

O professor Alexandre Squara, 29, visita a Mário de Andrade, no centro, ao menos uma vez por semana para estudar e preparar aulas. Nas férias, esqueceu de devolver um livro de filosofia e ficou suspenso por um mês. Acabou comprando a obra em livraria.

“A única punição que podemos aplicar é suspender”, explica o secretário municipal de Cultura, André Sturm. “A biblioteca é um espaço público, e [os sócios] deveriam ter um compromisso com isso.”

A suspensão dura o mesmo número de dias de atraso e vale para todo o SMB, que tem cerca de 572 mil usuários.

A biblioteca Sérgio Milliet, a segunda maior da cidade, tem índice de 0,5% de não devolução (são 689 livros). Sua coordenadora, Carmen Machado, 64, aposta na conversa. “Fazemos uma conscientização sobre a importância da devolução na data, pois outras pessoas vão usar.”

A perda de livros também é comum. Os sócios devem repor comprando o mesmo título ou outro indicado pela unidade.

Machado muitas vezes pede que reponham com títulos do vestibular, principalmente os de listas mais recentes, dos quais ainda têm poucos exemplares.

Ilustrador de Atômica fará sessão de autógrafos em São Paulo

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A editora brasileira Darkside Books também irá sortear exemplares da graphic novel no evento

Thais Stagni, no IGN

A editora brasileira Darkside Books revelou nesta terça-feira (12), por meio de um comunicado à imprensa, que o ilustrador Sam Hart, de Atômica, fará três sessões de autógrafo na cidade de São Paulo durante o mês de setembro.

A primeira sessão vai acontecer nesta quarta-feira (13), a partir das 19h, na loja Geek.etc.br, no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista. O evento será aberto ao público e a editora pretende sortear um exemplar para quem for prestigiar o ilustrador da graphic novel que inspirou o filme homônimo, protagonizado por Charlize Theron.

As próximas sessões vão acontecer em 21 e 30 de setembro na Gibiteria e na Comix, respectivamente. No evento do dia 21, Hart também terá um bate-papo com os fãs a partir das 19h, enquanto o evento na Comix vai começar a partir das 14h — e os exemplares da graphic novel também serão sorteados.

Atômica conta a história de uma espiã que, “após a queda do muro de Berlim, é enviada a cidade alemã para recuperar um dossiê de valor inestimável. Ela se une ao chefe da estação local, David Percival e se envolve em um jogo letal de espiões”.

Serviço

O que: Sessão de autógrafos com Sam Hart
Quando: 13, 21 e 30 de setembro, a partir das 19h nos dois primeiros dias e a partir das 14h no último.
Onde:

13 de setembro: Geek.etc.br (Conjunto Nacional, Avenida Paulista).
21 de setembro: Gibiteria (Praça Benedito Calixto, 158).
30 de setembro: Comix (Alameda Jaú, 1998)

Para mais informações, acesse o evento do Facebook do dia 13 (aqui), do dia 21 (aqui) e do dia 30 de setembro (aqui).

‘Geladeiras de livros’ serão instaladas em dois bairros de Cabo Frio, no RJ

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Unidades vão ficar disponíveis a partir desta quarta (30) nos bairros Jardim Esperança e São Cristóvão.

Publicado no G1

A Prefeitura de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, vai instalar três geladeiras com livros disponíveis para troca e doação a partir desta quarta-feira (30) em dois pontos diferentes da cidade.

Geladeiras vão guardar livros para doação e troca em bairros de Cabo Frio (Foto: Ascom Cabo Frio/Divulgação)

Geladeiras vão guardar livros para doação e troca em bairros de Cabo Frio (Foto: Ascom Cabo Frio/Divulgação)

 

A ação faz parte do projeto “Fome de Saber” e vai utilizar geladeiras doadas que foram pintadas por grafiteiros do município.

Duas peças serão colocadas no Hospital Otime Cardoso dos Santos, no bairro Jardim Esperança. Uma ficará no setor de marcação de consultas e outra na área de internação.

A outra geladeira vai ficar em uma loja na Avenida Joaquim Nogueira, nº 108, em São Cristóvão.

De acordo com a secretaria de Cultura de Cabo Frio, o objetivo do projeto é colocar novas peças em outros pontos da cidade para estimular a leitura.

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