Vitrali Moema

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Your Name | Verus Editora lançará livro em versão física e digital

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Publicado no Trecobox

A Verus Editora (selo do Grupo Editorial Record) lancará o título Your Name, de Makoto Shinkai, em versão física e digital. O produto encontra-se em pré-venda na Amazon BR.

A versão digital estará disponível a partir de 15 de outubro ao preço de R$ 22,90 e a versão física a partir de 21 de outubro ao preço de R$ 29,90.

O livro físico terá o formato 14 x 21 cm, com um total de 192 páginas e tradução de Karen Kazumi Hayashida (a mesma tradutora do mangá).

Sinopse oficial: Mitsuha é uma estudante que vive em uma pequena cidade nas montanhas. Apesar de sua vida tranquila, ela sempre se sentiu atraída pelo cotidiano das grandes cidades. Um dia, Mitsuha tem um sonho estranho em que se torna um garoto. No sonho, ela acorda em um quarto que não é dela, tem amigos que nunca viu e passeia por Tóquio. E assim aproveita ao máximo seu dia na cidade grande, onde ela adoraria viver.

Curiosamente, um estudante chamado Taki, que mora em Tóquio, também tem um sonho estranho: ele é uma garota que mora em uma cidadezinha nas montanhas. Qual é o segredo por trás desses sonhos tão vívidos?

Assim começa a fascinante história de dois jovens cujos caminhos nunca deveriam ter se cruzado. Compartilhando corpos, relacionamentos e vidas, eles se tornam inextricavelmente ligados — mas há conexões verdadeiramente indestrutíveis na grande tapeçaria do destino?

O filme Your Name foi lançado originalmente em 2016. Com direção do aclamado diretor Makoto Shinkai, o longa fez um estrondoso sucesso ao redor do mundo e tornou-se a maior bilheteria da história do Japão.

Em 2017, a Editora JBC lançou a versão em mangá de Your Name em um total de três volumes.

Atualmente, o filme encontra-se disponível no catálogo da Netflix.

Kuala Lumpur é eleita ‘Capital Mundial dos Livros 2020’

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Unesco elege Kuala Lumpur ‘Capital Mundial dos Livros’ de 2020 | © Divulgação / Unesco

Na sua candidatura, a cidade defendeu que ‘uma cidade que lê é uma cidade que cuida’

Publicado no Publishnews

Nessa semana, a cidade de Kuala Lumpur foi nomeada pela Unesco como Capital Mundial dos Livros de 2020. De acordo com o órgão das Nações Unidas, a cidade foi escolhida por colocar em seu foco principal a educação inclusiva, o desenvolvimento de uma sociedade baseada no conhecimento e a leitura acessível para toda a sua população.

O programa de candidatura da cidade foi calcado em quatro pilares: leitura em todas as formas, desenvolvimento da indústria editorial, inclusão e acessibilidade digital e empoderamento das crianças por meio da leitura.

Dentre as ações que serão empreendidas pela cidade estão a construção de uma “cidade do livro”, a Kota Buku Complex; uma campanha de leitura para usuários dos trens; desenvolvimento dos serviços digitais e acessibilidade para a Biblioteca Nacional da Malásia e a implantação de algo semelhante em 12 bibliotecas localizadas em áreas pobres da cidade.

Com isso, a cidade quer promover a cultura da leitura e da inclusão. “Uma cidade que lê é uma cidade que cuida”, argumentou a cidade na sua candidatura.

O ano do “reinado” de Kuala Lumpur começa oficialmente em 23 de abril de 2020. Lembrando que, em 2018, a Capital Mundial dos Livros é Atenas e, no ano que vem, será a vez de Sharjah.

Cemitério Maldito | Assustadora Zelda será vivida pela novata Alyssa Brooke Levine

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Raife Sales, no Cinema com Rapadura

O remake de “Cemitério Maldito”, produzido da Paramount, teve uma nova adição ao elenco. Segundo o Bloody Disgusting, a estreante atriz Alyssa Brooke Levine, de apenas 13 anos, assumirá o papel de Zelda, que no longa original foi retratada pelo ator Andrew Hubatsek (“Human Resources“). A personagem, que sofria de meningite espinhal, tem uma cena que tornou-se uma das mais marcantes a assustadores do longa de terror.

“Cemitério Maldito“, livro de Stephen King, teve sua primeira publicação em 1983. A trama conta a história de um médico que, junto com sua família, muda-se de uma cidade grande para uma cidade pequena. O homem então descobre que se mudaram para perto de um cemitério de animais, construído em cima de um antigo cemitério indígena. Quando seu filho, ainda criança, é morto em um acidente, o pai leva o corpo do menino para o tal cemitério, onde o garoto é ressuscitado de uma forma demoníaca. A história foi adaptada para o cinema pela primeira vez em 1989, com relativo sucesso.

O elenco do filme conta com Amy Seimetz (“Alien: Covenant“), Jason Clarke (“A Maldição da Casa Winchester“) e John Lithgow (da série “The Crown“). A direção está a cargo da dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch, que comandaram juntos o terror “Starry Eyes”. Jeff Buhler (da série “Nightflyers“) é o responsável pelo roteiro.

“Cemitério Maldito“ tem estreia prevista para 05 de abril de 2019 nos EUA.

Conheça destinos turísticos famosos da literatura

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Publicado no Massa News

Ler é viajar. Mas que tal viajar de fato para lugares que servem de cenário para importantes obras da literatura mundial? Amantes dos livros e de turismo podem ficar bastante motivados a conhecer os locais que inspiraram seus autores favoritos quando a leitura termina. Por isso, selecionamos alguns destinos imperdíveis para amantes de literatura que não só querem conhecer mais sobre suas histórias preferidas, mas também aproveitar cidades turísticas e tudo o que elas têm para oferecer.

Como alguns destinos são internacionais, é preciso planejar a viagem com antecedência, principalmente na hora de procurar por passagens aéreas. Uma forma de conseguir bons preços é emitir passagens por meio de programa de fidelidade, o que gera boa economia.

La Mancha, Espanha (“Dom Quixote”, Miguel de Cervantes)

“Dom Quixote” é um clássico de Miguel de Cervantes, escrito no início do século XVII, que conta a história de um anti-herói: um pequeno fidalgo castelhano que enlouquece após ler muitos romances de cavalaria. O livro se passa na região de La Mancha, um semi-árido na Espanha central, caracterizado por sua vegetação ressequida e inúmeras colinas. A icônica cena de Dom Quixote lutando contra moinhos de ventos, em delírio, torna-se real numa visita à região, especialmente aos locais que mantêm moinhos medievais, como a “Ruta de Don Quijote” – percurso feito pelo personagem -, o Campo de Criptana e Consuegra.

Kyoto, Japão (“Memórias de uma gueixa”, Arthur Golden)

A obra de Arthur Golden “Memórias de uma gueixa”, publicada em 1997, inspirou o filme homônimo de grande sucesso, mas sua história também tem inspirado uma série de turistas curiosos pela cidade de Kyoto, onde se passa o enredo. Kyoto é sinônimo do passado e da cultura japonesa e nos remete diretamente ao livro. São milhares de templos budistas, 400 santuários e diversos monumentos tombados como Patrimônio da Humanidade. No distrito de Gion, é possível visitar as casas de chá na rua Hanamikoji, onde se desenvolve uma parte da vida de Sayuri, personagem principal do romance.

Ilhéus, Bahia (“Gabriela, cravo e canela”, Jorge Amado)

A história de “Gabriela, cravo e canela”, de Jorge Amado, tem como cenário a super turística cidade de Ilhéus. Publicado em 1958, é um dos mais célebres romances da literatura nacional e tem os acontecimentos sociais e políticos da cidade como fios condutores do enredo. Em Ilhéus é possível conhecer praias e toda a beleza natural da cidade, além de visitar fazendas de cacau para degustação e o lendário cabaré Bataclan.

Moscou, Rússia (“Guerra e paz”, Leon Tolstói)

“Guerra e paz”, de Leon Tolstói, se passa durante a campanha de Napoleão Bonaparte pela invasão da Rússia até a retirada do exército francês do país. A obra é composta por quatro longos livros e é ambientada em diversas cidades russas. O destaque vai para Moscou onde está localizado o Kremlin, um complexo fortificado que seria o principal alvo de Napoleão. Na capital também é possível conhecer outros cenários do livro, como a Academia Militar e o Museu da Batalha de Borodino. Em São Petersburgo, a obra nos leva a visitar o Cemitério Piskaryovskoye, a Fortaleza de Pedro e Paulo e o Museu Hermitage, todos parte da mesma história.

Estocolmo, Suécia (“Millennium”, Stieg Larsson)

A trilogia “Millenium”, de Stieg Larsson, conquistou grande sucesso mundial e seu primeiro livro chegou aos cinemas com o filme “Os homens que não amavam as mulheres”. A história acontece na lindíssima cidade de Estocolmo, na Suécia, onde os personagens Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander fazem de tudo para desvendar crimes contra mulheres. O turismo por lá se especializou tanto em virtude da obra de Larsson que o Museu da Cidade de Estocolmo oferece a Millennium Tour, passando pelos principais cenários do livro.

Rio Grande do Sul (“O tempo e o vento”, Érico Veríssimo)

A história da criação do Rio Grande do Sul é o enredo principal de “O tempo e o vento”, de Érico Veríssimo, que narra as vidas das famílias Terra, Cambará, Caré e Amaral. Ambientada na fictícia cidade de Santa Fé, a obra mistura ficção com dados históricos e acaba servindo como um convite para conhecer terras gaúchas. Qualquer destino rio-grandense que remeta às tradições locais faz lembrar a história de “O tempo e o vento”.

Florença e Ravena, Itália (“A divina comédia”, Dante Alighieri)

Dante Alighieri lançou “A divina comédia” entre 1304 e 1321, em pleno período medieval. Séculos depois, a obra continua sendo referência para a literatura mundial. Embora a jornada do personagem principal percorra o céu e o inferno, muito das referências do autor partem das cidades em que ele viveu, especialmente Florença e Ravena, na Itália. Em Florença, Dante viveu a maior parte de sua vida e é uma das cidades italianas mais procuradas pelos turistas atraídos por sua arte, catedral e museus. Ravena preserva suas características medievais e é onde Dante escreveu a maior parte da “Divina comédia”.

Departamento de Magdalena, Colômbia (“Cem anos de solidão”, Gabriel García Marquez)

Vencedor do Nobel de literatura, Gabriel García Márquez ambientou “Cem anos de solidão” na fictícia cidade de Macondo. Porém, a inspiração foi o Departamento de Magdalena, uma região no norte da Colômbia conhecida pelas cidades de Aracataca e Cartagena. García Marquez nasceu em Aracataca e a cidade tornou-se um bom destino turístico, graças a seus ótimos restaurantes, hotéis e atrativos, como prática de atividades de lazer, mergulho e esportes aquáticos. Já Cartagena, além de histórica, é praiana e está em constante clima de festa.

‘O diário de Myriam’: conheça livro da menina síria que registrou a guerra civil

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A menina Myriam registrou as experiências da guerra civil nos escombros de Aleppo. (Foto: Divulgação/F. Thomas)

Livro chega ao Brasil e traz relato do conflito no olhar da menina Myriam Rawick. Francês correspondente de guerra que a ajudou a publicar fala de ‘olhar inocente’ e diz que ela quer estudar no exterior.

Carlos Brito, no G1

Era 2013. Por razões até hoje não totalmente compreendidas, o prédio da congregação cristã em Aleppo, nos arredores da cidade, se mantinha de pé em meio à paisagem desolada. Naquele momento, a maior cidade da Síria era pouco mais que um amontoado de escombros, resultado mais visível da guerra civil que, àquela altura, se estendia por pouco mais de dois anos.

Naquele cenário de violência quase infinita e pouquíssimas esperanças, o jornalista e correspondente francês de guerra Philippe Lobjois encontrou uma pequena sobrevivente, Myriam Rawick, então com oito anos.

Incentivada pela mãe, a menina cristã de origem armênia havia começado a escrever um diário sobre as situações que presenciara durante o conflito. Lobjois percebeu que estava diante de uma história que precisava ser contada.

As observações da menina – cuja escrita, a partir daquele momento, seria auxiliada por Lobjois – se transformariam no livro “O diário de Myriam”, recém-lançado no Brasil pela DarkSide. O jornalista esteve no Brasil, onde participou da Feira Literária de Araxá. Ele também passou pelo Rio de Janeiro para divulgar a obra.

Depois de meses de escrita e revisão feitas em Aleppo, Lobjois levou o diário de Myriam à França e o mostrou a uma série de editoras – uma delas, enfim, decidiu transformar o relato em livro.

O jornalista e correspondente francês de guerra, Philippe Lobjois, ajudou na escrita da obra. (Foto: Divulgação/Olivier Roller)

A obra representa uma oportunidade incomum para que o leitor enxergue uma situação de confronto humano a partir da perspectiva de uma pessoa cuja personalidade ainda está em formação – na maioria das vezes, as maiores prejudicadas em situação de conflito.

“São raros os livros que mostram os efeitos da guerra pelos olhos das crianças. Há exceções, é claro, e talvez a mais conhecida seja ‘O diário de Anne Frank’.”

A partir de 2011, a Síria foi varrida por uma guerra civil – de um lado, havia combatentes de oposição que pretendiam derrubar o ditador Bashar al-Assad, do outro, tropas fiéis ao regime.

Foram quatro anos de um conflito que reduziu Aleppo, até então a cidade mais importante da Síria do ponto de vista comercial e capital econômica da nação, a centenas de prédios destruídos – não havia energia elétrica, não havia água, não havia nada.

Observadores internacionais classificavam a situação como “catastrófica” do ponto de vista humanitário.

O embate entre opositores e defensores do regime se estendeu por quatro anos, ao custo de 100 mil vidas. Apenas em 2016, com auxílio da máquina de guerra russa, as forças do governo conseguiram retomar Aleppo de forma definitiva.

Apesar do cenário de destruição, Myriam optou por permanecer na cidade ao lado de sua família.

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