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Autor de Quatro Vidas de um Cachorro prepara continuação e mais um filme de cachorros

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Marcel Plasse, no Pipoca Moderna

O filme de espiritismo canino “Quatro Vidas de um Cachorro” vai ganhar continuação. Aparentemente, o propósito do Amigão sobre a Terra ainda não foi cumprido, porque o bicho vai voltar a morrer e fazer chorar multidões no cinema, ao renascer novamente em “Juntos Para Sempre”, adaptação do segundo livro de W. Bruce Cameron sobre o tema exotérico do propósito espiritual dos cachorros no mundo.

O próprio Cameron está escrevendo o roteiro da adaptação em parceria com sua esposa Cathryn Michon, assim como fez com o primeiro filme, além de produzir simultaneamente outra adaptação de um de seus diversos livros de cachorro para os cinemas.

Intitulado em inglês “A Dog’s Journey”, o segundo filme mostrará que Amigão tem um novo propósito: proteger Clarity, a neta de Ethan, o homem que ele acompanha da infância até a velhice no primeiro longa. Mais uma vez ele vai reencarnando como cão e cadelinha para poder reencontrar Clarity durante todas as fases de sua vida. Ou seja, é o mesmo filme, mudando o sexo do protagonista humano.

A direção está a cargo de Gail Mancuso, que vai estrear no cinema após assinar dezenas de sitcoms clássicas, de “Friends” à revivida – e abruptamente cancelada – “Roseanne”.

Além desse projeto, Cameron e sua esposa também assinam o roteiro de “A Dog’s Way Home”, baseado no livro homônimo que ainda não foi lançado no Brasil. Este filme é basicamente “A Força do Coração” (1943), o filme original da cadela Lassie, com outro título, já que acompanha um cachorro que viaja centenas de quilômetros para reencontrar seu dono. A direção está a cargo de Charles Martin Smith (de “Winter, o Golfinho”).

Com um custo de US$ 22 milhões, “Quatro Vidas de um Cachorro” arrecadou US$ 196 milhões globalmente, apesar de acusado de maus-tratos com um dos cachorros de sua produção.

As duas novas versões de cinema dos livros de Cameron serão lançadas no começo de 2019. Ainda sem título em português, “A Dog’s Way Home” estreia em 24 de janeiro no Brasil, enquanto “A Dog’s Journey”, adaptação de “Juntos para Sempre”, ficou para 16 de maio.

Além destes, Cameron escreveu vários outros livros de cachorros, inclusive spin-offs de “Quatro Vidas de um Cachorro”. Veja abaixo uma mostra da “coleção”.

“Hush Hush” vai para o cinema

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Adaptação de livro infanto-juvenil lançado em 2009 ganhou diretora e leitores se dividem na escolha dos atores

Giovanna Orlando, no R7

Um dos livros infanto-juvenis mais vendidos de 2009, Hush Hush vai virar filme. A autora da série de quatro livros postou no Twitter a notícia que o projeto ganhou uma diretora, Kellie Cyrus, que já dirigiu The Vampire Diaries e The Originals.

Depois de uma fase em que boa parte dos best sellers voltados ao público adolescente ganharam adaptações na televisão ou nos cinemas, como Harry Potter, Crepúsculo, Jogos Vorazes e Percy Jackson, os fãs da história do anjo caído Patch e da jovem Nora podem esperar mais informações do longa, que está em desenvolvimento e ainda não tem uma data de estreia e elenco fechado.

Amy Adams estrela adaptação de best seller, em minissérie da televisão

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Objetos cortantes é inspirado no livro de mesmo nome de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar
(foto: HBO/ Divulgação)

 

HBO aposta em adaptações televisivas de livros de sucesso, caso de Objetos cortantes

Adriana Izel, no Correio Braziliense

Quando lançou no ano passado a minissérie Big little lies baseada no livro homônimo de Liane Moriarty e com um time de estrelas composto por Nicole Kidman, Reese Whiterspoon, Laura Dern e Shailene Woodley, a HBO encontrou um filão para chamar de seu, que é comum nos cinemas: a adaptação televisiva de obras literárias de sucesso.

Tentando ter o mesmo resultado que conquistou com a versão do livro de Moriarty, que levou oito estatuetas do Emmy (principal premiação da tevê internacional) e garantiu uma segunda temporada — que passa o enredo do livro —, a emissora lançou no último domingo, às 22h, a minissérie Objetos cortantes (Sharp objects, em seu título original).

Com oito episódios, o seriado é protagonizado e tem produção-executiva da atriz Amy Adams, conhecida por sucessos nos cinemas como A chegada, Batman vs. Superman: A origem da Justiça e Animais noturnos, todos de 2016. Além da estrela, a minissérie tem direção de Jean-Marc Valée, diretor canadense responsável por Big little lies e também pelo filme Clube de Compra Dallas (2013).

A chegada do cineasta à produção foi um convite da própria Amy Adams. “Nós tínhamos um projeto juntos (sobre Janis Joplin), que não deu certo. E então ela recebeu essa oferta, enviou o livro para mim e disse: “Você gostaria de vir e se divertir comigo?” Eu nunca tinha feito tevê antes, quando ela veio até mim, Big little lies nem tinha começado”, revela o diretor ao Correio.

Enredo

A narrativa de Objetos cortantes acompanha a história da repórter Camille Preaker, que mora em Chicago, mas volta à sua cidade natal, Wind Gap, no estado de Missouri (EUA), para fazer uma cobertura jornalística do assassinato de duas pré-adolescentes. Ao mesmo tempo em que apura o caso, ela acaba se identificando com as vítimas e percebendo detalhes que têm relação com o seu próprio passado, que envolve a internação em uma clínica psiquiátrica. “Nós temos essa investigação, um mistério de assassinato, sobre quem está fazendo isso com essas jovens? E nós temos também esse outro mistério, que é essa mulher (Camille Preaker)”, adianta Valée.

Por ser uma obra de Gillian Flynn, que é conhecida no cenário literário pelo terror psicológico e reviravoltas, esses estratagemas também são aguardados na minissérie Objetos cortantes, que conta com a presença da autora norte-americana, que está entre as roteiristas ao lado de Marti Noxon, o showrunner.

Outra característica que deve ter destaque na minissérie, é a forte presença feminina, que tem no elenco ainda nomes como Patricia Clarkson e Elizabeth Perkins. “O timing é louco, como aconteceu com Big little lies, que podemos explicar o sucesso exatamente por causa do momento. E esse é outro projeto com mulheres fortes que não têm medo de assumir a diferença, embora elas estejam em uma história de abuso”, completa.

Para saber mais

Lançado em 2006, o livro de Gillian Flynn chegou ao Brasil em 2015 pela editora Intrínseca. A obra tem tradução de Alexandre Martins e conta com 256 páginas. Objetos cortantes é o romance de estreia da jornalista que trabalhou por 10 anos como crítica de cinema e televisão para Entertainment Weekly.

Confira o elenco já confirmado para sequência de It: A Coisa

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Karoline Póss, no Cinema 10

O segundo capítulo de It: A Coisa nos cinemas já está confirmado e seu elenco tem sido discutido. Até o momento, os seguinte atores encontram-se nomeados para a produção, com seus respectivos papeis:

Jessica Chastain – Beverly
Andy Bean – Stanley
James Ransone – Eddie
Bill Skarsgard – Pennywise

Em negociações encontra-se ainda James McAvoy, como a versão adulta de Bill. Os atores para Richie, Ben e Mike ainda não foram escalados. Na parte técnica temos Andy Muschietti retornando para a direção enquanto Gary Dauberman adaptará o roteiro a partir do livro de Stephen King.

Essa sequência se apssará 27 anos o primeiro filme, mostrando o Clube dos Otários, agora adultos, voltando a lidar com Pennywise. As gravações de It: A Coisa – Parte 2 começam em 3 de julho deste ano e o filme deve chegar aos cinemas em setembro de 2019.

David Levithan, Marissa Meyer e Tessa Dare são confirmados na Bienal do Livro

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Matheus Malex, no Beco Literário

O anúncio de autores que irão participar da 25ª Edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo continua a todo vapor. Dessa vez, três autores autores best-sellers internacionais americanos, que desembarcam no País pela primeira vez: David Levithan (11/08), cujo livro “Todo Dia”, em breve, ganha adaptação para as telas do cinema; Marissa Meyer (12/8), que lança por aqui “Sem Coração” (Heartless); e Tessa Dare (4/8), que lança durante o evento o quinto e último volume da série “Spindle Cove”: “Como escapar de um escândalo”.

David Levithan se tornou mais conhecido no Brasil com o lançamento do romance “Will & Will: Um nome, um destino”, escrito em parceria com John Green, que foi o primeiro livro jovem adulto com protagonistas gays a entrar na lista de mais vendidos do New York Times; por aqui, foram 200 mil exemplares vendidos. Sua principal história é o livro “Todo Dia”, cuja adaptação para os cinemas chegará nos cinemas brasileiros em julho e a resenha está disponível aqui no site; O livro é centrado em A., adolescente que, a cada dia, acorda num corpo diferente: um exercício de empatia literal que só a ficção poderia proporcionar. Um dia, A. pode ser menino, no outro, menina; um dia feliz, noutro triste, até o dia em que ocupa o corpo de Justin e se apaixona por sua namorada, Rhiannon.

Marissa Meyer publicou no Brasil a série “As Crônicas Lunares”, composta por “Cinder”, “Scarlet”, “Cress” e “Winter” (contos de fadas futuristas inspirados, respectivamente, em Cinderela, Chapeuzinho vermelho, Rapunzel e Branca de Neve), e o spin-off “Levana”, que revela a verdadeira mulher por trás da fascinante vilã que perpassa a histórias de As crônicas Lunares. Durante a Bienal será lançado o “Sem Coração” (Heartless, no original), que recria o passado da famosa Rainha de Copas e mostra por que ela se tornou o terror do País das Maravilhas.

Tessa Dare, conhecida por seus livros eróticos, já lançou no Brasil duas séries: “Spindle Cove” e “Castles Ever After”, onde criou heroínas autênticas e corajosas que desafiam os conceitos da sociedade de sua época, e cavalheiros nobres e apaixonantes que têm seus corações enlaçados por elas. Para a Bienal do Livro de São Paulo a editora Gutenberg publica o quinto e último volume da série “Spindle Cove”.

A 25ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontece entre os dias 3 e 12 de agosto no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Este ano o evento aposta numa campanha inovadora cujo mote é: “Venha Fazer esse Download de Conhecimento”, que tem como proposta de valor destacar o protagonismo do livro em meio à nova percepção dos brasileiros diante do turbilhão de estímulos e canais de acesso a conteúdo que a tecnologia hoje propicia. A ideia é mostrar que, apesar dessas mudanças culturais no País, o livro, em seus diversos formatos, é o agente essencial do processo de conexão entre o conhecimento e o universo digital no qual vivemos.

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