Marcelo Nova - o Galope do Tempo

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10 autores que odiaram os filmes baseados em seus livros

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Alguns dos filmes são verdadeiros clássicos do cinema

Luiz Carlos, no Meio Norte

1. P.L. Travers – “Mary Poppins”

A autora até tinha uma suposta influência no roteiro do longa-metragem, mas várias de suas anotações foram sumariamente ignoradas. Uma das coisas que Pamela Lyndon mais odiava era a insistência dos estúdios Disney em manter as cenas de animação de “Mary Poppins”. Ela passou a maior parte da estreia chorando e não deixou que outros filmes com a personagem fossem adaptados para a telona.

2. Stephen King – “O Iluminado”

Apesar de ser idolatrado por muitos cinéfilos, “O Iluminado” desagradou seu autor. Stephen King disse que apesar de admirar demais o diretor Stanley Kubrick, ele não conseguiu captar a essência sobrenatural e maquiavélica do próprio Hotel Overlook. Ao invés disso, preferiu apostar na maldade humana dos personagens. Nem mesmo Jack Nicholson escapou das críticas: seu papel não era para ser o de um lunático, como aconteceu no longa-metragem.

3. Anne Rice – “Entrevista com o Vampiro”

O filme juntou alguns dos maiores galãs dos anos 90, como Tom Cruise, Brad Pitt e Antonio Banderas, mas Anne Rice disse que não haveria elenco mais bizarro para sua obra. Apesar disso, ela mordeu a língua e aceitou que Cruise teve uma boa atuação como o vampiro Lestat. Já “A Rainha dos Condenados” foi odiado pela autora, que pediu para seus fãs não assistirem ao filme.

4. Winston Groom – “Forrest Gump”

É com a frase “Nunca deixe ninguém fazer um filme sobre a história de sua vida” que o segundo livro de “Forrest Gump” começa. A revolta do autor é porque os produtores do filme teriam alterado demais a sua obra original. Para piorar a relação de Groom e Hollywood, ele não recebeu os 3% sobre os lucros do filme e sequer foi citado nos discursos de agradecimento do Oscar – “Forrest Gump” arrecadou US$ 677 milhões ao redor do mundo e ganhou seis estatuetas.

5. J.D. Salinger – “Meu Maior Amor”

Você ainda sonha com uma versão cinematográfica de “O Apanhador no Campo de Centeio”? Então pode ir tirando seu cavalinho de chuva: depois de “Meu Maior Amor”, o escritor prometeu que nunca mais permitiria que outra obra sua fosse adaptada para as telonas.

6. Anthony Burgess – “Laranja Mecânica”

Sejamos justos: Burgess não odiou apenas a versão cinematográfica de “Laranja Mecânica”, já que ele também se arrependeu de ter escrito o livro no qual o filme foi baseado. Apesar de pensar em um jogo mental para suas escritas, Anthony Burgess diz que o longa-metragem glorificou a parte violenta e sexual de sua obra. “Isso vai me perseguir até eu morrer”, reclamou.

7. Bret Easton Ellis – “Psicopata Americano”

A reclamação principal do autor é que “Psicopata Americano” foi pensado para ser um livro em que o narrador é o centro de tudo – algo que não funcionou muito bem nas telonas. No longa-metragem, como a narrativa é mais visual, gera pouco espaço para sabermos se aquilo que o protagonista faz é real ou fruto de sua imaginação.

8. Roald Dahl – “A Fantástica Fábrica de Chocolates”

O autor odiou tanto o Willy Wonka interpretado por Gene Wilder que prometeu que nunca iriam fazer um filme da continuação de sua obra, intitulada “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”. Isso não impediu que outros filmes baseados em livros de Dahl chegassem aos cinemas, como “James e o Pêssego Gigante”, “Matilda” e “O Fantástico Sr. Raposo”.

9. Ken Kesey – “Um Estranho no Ninho”

O filme é um dos três únicos a levar os cinco Oscars principais (filme, diretor, ator, atriz e roteiro), mas mesmo assim não agradou o escritor original da obra. A principal reclamação foi a mudança de narradora, que no livro ficava a cargo de Chefe Bromden, uma índia norte-americana que estava, desde a Segunda Guerra Mundial, internada no hospital psiquiátrico em que ocorre os eventos de “Um Estranho no Ninho”.

10. Richard Mateson – “Eu Sou a Lenda”

Não basta uma e nem duas adaptações ruins: Mateson detesta as três adaptações do livro “Eu Sou a Lenda”. O filme “Mortos que Matam” (1964) é o que mais segue a história do autor, mas falhas de direção e elenco fizeram com que ele se decepcionasse. Já “A Última Esperança da Terra” (1971) é o que menos incomoda, justamente por ter mudado praticamente tudo que Mateson escreveu. Por fim, o filme “Eu Sou a Lenda” (2007) destruiu completamente o final criado pelo escritor. Que sina, hein?

Fonte: Com informações do Megacurioso

Marina Colasanti: “Não perco tempo com leituras insignificantes”

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Escritora ítalo-brasileira ganhou na FIL de Guadalajara o Prêmio SM de Literatura Infantil e Juvenil

Publicado no El País

Os livros ajudaram a pequena Marina Colasanti (Asmara, Eritreia, 1937) a esquecer que vivia sob o cerco da Segunda Guerra Mundial. Desde então, publicou mais de 60 obras para crianças e adultos. Antes, estudou Belas Artes no Rio de Janeiro. Foi jornalista do Jornal do Brasil. Traduziu Roland Barthes e Yasunari Kawabata para o português. Agora, acaba de receber na Feira Internacional do Livro de Guadalajara (México) o Prêmio Ibero-americano SM de Literatura Infantil e juvenil.

 A escritora Marina Colasanti setanta

A escritora Marina Colasanti setanta

Como teria sido a guerra para você sem os livros? Totalmente sem graça. E sem exemplos de sobrevivências significativos. A literatura é construída em torno de conflitos ou perigos que ameaçam os personagens e que precisam ser superados. É o que acontece com Ulisses ou nos contos de fadas, com Peter Pan e os Três Mosqueteiros. É a mesma coisa para quem vive uma guerra. Como teria sido pobre e monótono crescer sob a Segunda Guerra Mundial alimentada apenas pelos slogans e as imposições do regime fascista.

Considerando os seus diversos interesses, como faz para organizar suas leituras?
É bastante caótico. Adoro ler em aeroportos e nos voos. Posso ler de pé em uma livraria apenas para ter uma ideia do que o autor está falando ou abandonar um livro depois de poucas páginas. Fiz 80 anos de idade este ano, e o tempo se tornou algo extremamente valioso. Não posso perdê-lo com leituras insignificantes.

Existe poesia na literatura infantil? Apenas quando ela é excelente.

E literatura infantil na poesia? Se não for poesias para crianças, não. Até mesmo quando o poeta fala sobre sua infância, não estamos no campo da literatura infantil. A poesia é mais vertical e mais codificada.

Continua a acreditar em fadas? Nunca acreditei em fadas, tampouco trabalho com elas. Acredito em símbolos.

Walt Disney está para a literatura infantil assim como uma marcha militar está para a música? Boa frase! Mas uma marcha militar pode se aproximar da música e existem muitos toques militares na grande música clássica, bem como na ópera. Disney, ao contrário, troca o simbólico pelo óbvio, transforma contos milenares em musicais esvaziando-os de seu conteúdo. Sua única finalidade é de caráter mercantilista.

Quais livros infantis atuais serão os clássicos de amanhã?
Gostaria de dizer: os melhores. Mas sabemos que, além da qualidade, também as circunstâncias desempenham um papel importante na construção de um clássico.

O que você gostaria de ser se não fosse aquilo que é? Teria sido artista plástica. Foi para isso que estudei.

O que acha que está sendo socialmente supervalorizado hoje em dia? O desejo individual e o ego.

Que tipo de tarefa você jamais aceitaria fazer?

Qualquer uma que implicasse maltratar seres vivos. Ou em que eu tivesse de mentir.

Cinco sebos para desbravar em Fortaleza

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Geraldo Duarte com a família, que herdou o "dom" para o negócio com livros. No sebo de Geraldo, cerca de 120 mil títulos estão disponíveis. Uma "atração" para os frequentadores TATIANA FORTES

Geraldo Duarte com a família, que herdou o “dom” para o negócio com livros. No sebo de Geraldo, cerca de 120 mil títulos estão disponíveis. Uma “atração” para os frequentadores TATIANA FORTES

O V&A mapeou espaços na Capital que abrigam raridades da literatura regional, quadrinhos, volumes clássicos, além de muitas memórias afetivas

Bruna Damasceno, em O Povo

“Lamentei muito não ter falado contigo na quinta”. É assim que começa a carta escrita à mão, com caneta de ponta porosa e tinta de cor preta, numa folha de caderno amarelada – datada de 26 de dezembro de 1993. Esquecida entre as folhas de um livro, hoje sob os cuidados do livreiro Geraldo, a missiva virou mais uma história entre tantas, descobertas entre aproximadamente 120 mil livros amontoados no sebo localizado na rua 24 de Maio, 950.

“Sebo é bom porque você vem procurar um livro, ele te obriga a remexer e procurar.Você acaba indo atrás de um livro e leva outro”

O endereço no centro de Fortaleza, que resiste há 17 anos, é o lugar mais tradicional procurado por quem busca por obras raras ou que saíram de circulação. Espaço de infinitas possibilidades, os sebos mantêm viva a tradição literária em tempos de tantas tecnologias. O acervo de Geraldo Duarte, 76, é o maior da Capital, seguido da Livraria Arte&Ciência, com aproximadamente 50 mil volumes. Segundo ele, o público que frequenta o brechó de livros é formado principalmente por escritores e estudantes, que fazem do lugar um ponto cultural. “Vem gente de toda espécie: velha, jovem”, enumera. “Têm clientes que vem só namorar”, brinca.

Preço acessível, títulos esgotados em livrarias comerciais ou volumes raros, e o contato com histórias pulsantes, são os principais motivos que levam os leitores assíduos à garimpagem nos alfarrabistas. É o que destaca o contista e colunista do O POVO, Pedro Salgueiro, 50, que desbravava o sebo enquanto Sr. Geraldo era entrevistado por telefone.

“Fale aqui”, disse, sem cerimônia, o livreiro.

“Sebo é bom porque você vem procurar um livro, ele te obriga a remexer e procurar”, explica o escritor, cliente do brechó há mais de duas décadas. “Você acaba indo atrás de um livro e leva outro. É a grande vantagem além do preço”.

Entre as raridades encontradas na casinha verde no Centro, é possível encontrar alguns livros da coletânea do poeta Olavo Bilac, as obras Baú das Donzelas e as Divinas Damas, do memorialista cearense Marciano Lopes, a primeira edição de A Bagaceira, de José Américo de Almeida, de 1928 – obra considerada um marco inicial do regionalismo brasileiro -, além de Fortaleza de ontem e de hoje, de 1991, de Nirez.

Outros encontros

Bem pertinho dali, na rua Pedro I, 984, os filhos do seu Geraldo, Jarlison, 22, e Janderson Duarte, 23, dão continuidade à tradição da família. Eles transformaram o armarinho da mãe, Albaniza Duarte, 52, em outro sebo. É o Cantinho das Novidades, que conta com cerca de 10 mil obras de diversos estilos literários e que também reforma livros.

Na mesma rua, a loja azul com grafites de super-heróis, de número 583, abriga um acervo com 15 mil exemplares, entre livros e revistas.

Na Gibiteria Fanzine, do sr. Alzir Fernandes, a maioria do acervo é formada por quadrinhos, além de volumes regionais e clássicos da literatura inglesa, espanhola, francesa e alemã. Os quadrinhos de cowboy – da editora Ebal – das décadas de 60 e 70, e os gibis da Editora Bloch estão entres as raridades encontradas por lá.

Ainda no Centro, na rua Major Facundo, 954, pode-se deparar com o acervo do livreiro Vladimir Ilitch Guedes, 40, dono da Livraria Arte&Ciência. Entre as raridades, Memórias de um engrossador, de 1912, do benemérito do Ceará, o escritor Rodolfo Teófilo -que atualmente está na filial do Benfica. Bairro que também abriga, há três anos, o Brechó Literário Rimbaud, da estudante Déborah Maia, 22.

Segundo ela, 6 mil obras das mais diversas áreas do conhecimento estão à disposição para atender a demanda do público universitário predominante nas imediações.

Lá, também é possível encontrar algumas raridades literárias, como a antologia Poesias Eróticas Burlescas e Satíricas, publicada em 1969, de autoria do poeta português Manuel Bocage. O espaço também promove saraus abertos ao público todo último sábado do mês. Eventualmente, a programação pode ser alterada.

Serviço

Brechó Literário Rimbaud

Onde: rua Aratuba, 2142 –Benfica

Horários: de segunda às sextas-feiras, das 8h às 18h30min

Contatos: (85) 3281 9302

Quanto: a partir de R (Crédito, débito e caderneta)

Redes sociais: www.facebook.com/brechorimbaud/ @brecho.literario.rimbaud

Cantinho das Novidades

Onde: Rua Pedro I, 984 – Centro

Horários: segundas às sextas-feiras, de 8h às 17h45min / Sábados: 8h às 15 horas

Contato: (85) 3055.0665

Quanto: a partir de R

Gibiteria Fanzine

Onde: rua Pedro I, 583 – Centro

Horários: de segundas às sextas-feiras, de 8h às 17h30min / Sábados: 8h às 13h30 min

Contatos: 32523660 / 9 9140 8991(WhatsApp)

Quanto: livros a partir de R / Quadrinhos a partir de R (Crédito e débito)

Site: www.gibiteriafanzine.com.br

Redes sociais: www.facebook.com/gibiteriafanz / @fanzinegibiteria

Sebo do Geraldo

Onde: rua 24 de Maio – Centro

Horários: segundas às sextas-feiras, das 7h30 às 17h30 / Sábado: 7h30 às 13h

Contatos: (85) 3226 2557

Quanto: a partir de R

(crédito e débito)

Livraria Arte e Ciência

Onde: rua Major Facundo, 954 – Centro / Avenida 13 de maio, 2400

Horários: segunda às sextas-feiras, de 8h30 a 18h / Sábado: 09h Às 13h

Contatos: (85) 3283 4422 / 9 8762 6851

Quanto: a partir de R (Crédito e débito)

Site: www.arteeeciencia.com.br

Redes sociais: www.facebook.com/arteeciencia / @arteeciencia

8 dicas para ler mais livros e deixar o smartphone de lado

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8 dicas para ler mais livros e deixar o smartphone de lado  |  Fonte: Shutterstock

8 dicas para ler mais livros e deixar o smartphone de lado | Fonte: Shutterstock

 

Veja como se livrar do vício na internet e ler mais livros durante o ano

Publicado no Universia Portugal

Quando está em casa sem fazer nada ou sentado na sala de espera de um consultório médico, é praticamente instintivo pegar o smartphone para dar uma olhada nas redes sociais ou tentar passar uma nova fase daquele novo jogo online. Na era digital, as opções de entretimento para as horas vagas são imensas, indo desde as séries do Netflix até aos quase infinitos jogos disponíveis na palma da sua mão.

O problema é que as diversas tecnologias disponíveis acabaram por ganhar força e deixaram de lado hobbies mais analógicos, como ler um bom livro. No entanto, é possível contornar todas essas distrações digitais e retomar o hábito e a paixão pela leitura. Veja como:
Um livro de cada vez

Começar a ler mais livros do que aqueles que é capaz é garantia de que vai criar um bloqueio. Ainda que algumas pessoas consigam ler diversas obras ao mesmo tempo, para quem só agora está a retomar a prática, é preciso evitar essa tentação. O leitor pode ficar intimidado e ficar com a impressão de que a leitura é algo muito difícil e nada prazerosa. Por isso, foque-se numa única história de cada vez e se não gostar do livro que estiver a ler, não hesite em deixá-lo de lado e começar a ler um novo. O importante é ir com calma e manter o interesse pela prática.

Desconecte-se para se dedicar à leitura

Se está a passar por uma crise de leitura, em que apenas a visão da capa de um livro já o deixa apavorado, então parte desse fenômeno pode estar ligada ao excesso de tempo que passa online. A internet, apesar das suas memes de gatinhos fofos e de vídeos engraçados, é a maior ferramenta de procrastinação do mundo. Começamos com a intenção de dar apenas uma vista de olhos no Facebook, mas quando nos damos conta já estamos sentados há horas em frente ao computador ou com o smartphone na mão.

Uma forma de reverter esse processo é reservar algum tempo para se desconectar e passar algumas horas a usufruir de um bom livro. Mas para que isso funcione, é preciso ter disciplina. Reserve os dias da semana em que está mais tranquilo e programe um alarme no celular para saber a que horas deve fazer log off do mundo digital.

Revisite os clássicos

Lembra-se do primeiro livro que motivou o seu gosto pela leitura? Provavelmente foi mesmo especial e conquistou a sua atenção com uma boa história. Por isso, quando estiver a passar por uma crise de leitura, abra o seu armário, vasculhe as prateleiras e tente encontrar a obra que o inspirou desde o início, para mergulhar na sua história mais uma vez.

Passeie pela livraria

Pode parecer algo muito simplista, mas aproximar-se desse universo pode resolver a crise com os livros. Por isso, reserve algum tempo para passear pela sua livraria favorita, tomar um bom café e conhecer as novidades. Depois de algumas horas a admirar as capas dos livros e a conversar com os vendedores, sem dúvida retomará a sua inspiração e gosto pela leitura.

Partilhe o hábito com um amigo

Ler é uma atividade que, geralmente é praticada por uma única pessoa, mas ter uma companhia em momentos de crise pode ser a solução para os seus problemas. Fale com amigos que também estejam a querer ler mais livros e crie um clube de leitura e de discussões literárias. Esta tática estimulará o grupo como um todo.

Leia o livro depois do filme

O que é considerado um verdadeiro pecado por algumas pessoas pode ser a solução para a crise de leitura de outras. Se foi ao cinema e adorou um filme baseado na história de um livro, corra para a livraria ou para a biblioteca mais próxima e tente encontrá-lo. Por ser uma história interessante, as hipóteses de se envolver na leitura são ainda maiores. Mas para quem simplesmente não consegue lidar com essa ideia, aposte num livro inédito, mas de uma série que já conheça e que já tenha lido outros capítulos adaptados para o cinema.

Ouça o seu livro

Sentar e folhear as páginas de um livro parece-lhe angustiante? Então aposte nos podcasts. Atualmente, estão já disponíveis neste tipo de plataforma prática e barata uma extensa variedade de gêneros e que pode ser utilizada em casa, no carro ou até mesmo no smartphone.

Experimente novos gêneros

Apesar de ser apaixonado por uma determinada série de livros, ler as suas histórias diversas vezes pode ser muito cansativo. Para evitar que se canse da leitura e para que também tenha a oportunidade de conhecer coisas novas, tente explorar gêneros diferentes dos que está acostumado. Nesta aventura, pode descobrir uma nova série preferida.

Este mapa incrível mostra os clássicos da literatura mundial

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Cada país é representado por sua principal obra

Publicado na Galileu

Qual é a principal obra literária de cada país? O usuário Backfoward24, do Reddit, tentou responder a essa pergunta de forma criativa: criando um mapa-múndi no qual cada parte do mundo é representada por um livro clássico ali produzido.

O Brasil, por exemplo, é representado por Dom Casmurro, de Machado de Assis. Já os Estados Unidos e o Canadá são ilustrados pelos livros O Sol é para Todos, de Harper Lee, e Anne de Green Gables, de Lucy Maud Montgomery, respectivamente. O escolhido para a Rússia foi Guerra e Paz, de Liev Tolstói, e o da França, Os Miseráveis, de Victor Hugo.

Claro que o mapa está sujeito a diferentes interpretações, já que cada país possui várias obras marcantes. O bacana do projeto de Backfoward24 é a possibilidade de conhecer novos títulos e autores de diferentes partes do mundo. Confira — e veja a imagem em alta resolução aqui:

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