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Acessório permite ler livros em tablets enquanto se corre em esteiras

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‘Run-n-Read’ faz tela de tablet se ajustar à visão durante corrida. Projeto tenta colocar aparelho à venda por US$ 55 nos EUA.

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'Run-n-read' permite correr e ler livros em tablets (Foto: Divulgação/Weartrons)

‘Run-n-read’ permite correr e ler livros em tablets (Foto: Divulgação/Weartrons)

Um acessório promete ajudar quem gosta de correr em esteiras e ler livros no formato digital no iPad, adaptando a tela aos olhos do usuário e facilitando a leitura. Chamado de “Run-n-Read” (corra e leia, em tradução), ele possui um sistema que consegue fazer o texto na tela “pular” em sincronia com os olhos durante a corrida.

O acessório pode ser colocado na cabeça, usando uma faixa, ou na gola da camiseta. Usando um aplicativo, a tela do tablet – que é colocado no painel da esteira –  e o sensor entram em sincronia, fazendo com que, aos olhos do corredor, a tela fique estática na mesma posição, mas, na realidade, ela está acompanhando o movimento dos olhos durante a corrida.

Para avançar uma página, basta tocar uma vez no aparelho e, para retroceder, são dois toques.

O acessório funciona com tablets com sistema iOS e Android e será vendido nos Estados Unidos por US$ 55. A Weartons, que criou o clipe, tenta arrecadar fundos para conseguir lançar o aparelho comercialmente (clique aqui para acessar o site).

 

Testes de ortografia e redação eliminam candidatos a estágio

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Entre cursos com maior reprovação estão pedagogia, jornalismo e turismo.
Falta de leitura e hábitos gerados pela internet são fatores motivadores.

Marta Cavallini, no G1

Quem concorre a uma vaga de estágio precisa ficar atento ao conhecimento e domínio da língua portuguesa, pois os testes ortográficos e as redações são os que mais reprovam, de acordo com levantamento do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube). Atualmente, várias empresas estão com milhares de vagas abertas e os processos seletivos estão a todo vapor – clique aqui para ver a lista de programas de estágio e trainee.

Uma das etapas da seleção, o teste ortográfico, aplicado em forma de ditado, reprovou mais os estudantes de nível médio técnico de escolas públicas em 2012. Em relação aos universitários, a reprovação atinge mais os que estudam em instituições particulares e dos cursos de pedagogia, jornalismo e matemática (veja abaixo reprodução dos testes disponibilizados pelo Nube).

Já na redação, a reprovação foi maior entre os estudantes de 15 a 18 anos e do ensino médio no ano passado. Entre os cursos de nível superior, a maior reprovação está entre os cursos de turismo, educação física e publicidade.

Os homens tiveram desempenho pior que as mulheres tanto no teste ortográfico quanto na redação.

Teste ortográfico
O estudo realizado durante todo o ano de 2012 com 7.219 estudantes revela que 2.081 candidatos (28,8%) não tiveram êxito no teste ortográfico e foram eliminados. O teste foi aplicado na forma de ditado, com 30 palavras do cotidiano, como “seiscentos”, “escassez”, “artificial”, “sucesso”, “licença” e “censura”. Era considerado reprovado quem cometesse mais de sete erros. O índice de reprovação entre as mulheres ficou em 26,6%, e entre os homens, em 32%.

Os mais novos, com idade entre 14 e 18 anos, tiveram melhor desempenho, com 75% de aprovação, superando outras faixas como a de 19 a 25 anos (68,9%), 26 a 30 anos (69,2%) e acima de 30 anos (71,2%).
Alunos do ensino médio técnico tiveram o pior desempenho – em torno de 37% cometeram mais de 7 erros, seguidos dos estudantes do superior tecnólogo (30%), médio (29%) e superior (28,5%). Estudantes de nível médio e técnico de escola pública tiveram desempenho pior (30%) se comparados aos das instituições particulares (17%). Entre os universitários, cerca de 30% dos jovens de escolas privadas foram reprovados, contra apenas 19% das faculdades municipais, estaduais ou federais.

Os cursos com maior índice de reprovação são pedagogia (50%), jornalismo (49%), matemática (41,4%), psicologia (41%) e ciência da computação (40%). Com maior aprovação estão os cursos de comércio exterior (83%), medicina veterinária (82%), relações públicas (80%), engenharia de produção (80%), nutrição (75,5%), engenharia elétrica (74,5%) e direito (74%).

Redação
Pesquisa realizada durante todo o ano 2012 com 1.147 participantes mostra que as mulheres tiveram maior índice de aprovações na redação, com 85,5%. Entre os homens, o índice foi de 80,7%. A reprovação é maior entre os estudantes de 15 a 18 anos (27,5%) em relação a 19 a 25 anos (16,5%). No ensino médio, o índice de reprovação é de 26,1%, e no superior, de 17,4%. Os cursos de direito (90%), engenharia civil (88%) e engenharia mecânica (86%) têm o maior índice de aprovação. Já os de turismo (66%), educação física (33%) e publicidade (27,5%) têm os piores índices.

Justificativas
“Impressiona o fato de os jovens na fase da universidade registrar erros graves na grafia. Apenas 25% dos brasileiros mantêm o hábito da leitura. O reflexo é percebido antes do ingresso no mercado de trabalho. Muitos ficam pelo caminho e são excluídos das chances de construírem uma carreira, por terem pouca intimidade com as palavras”, diz Erick Sperduti, coordenador de recrutamento e seleção do Nube.

Para Sperduti, o bom desempenho das mulheres na redação pode ser explicado pelo fato de as candidatas se interessarem mais pela leitura, seja em romances ou revistas. “Assim, absorvem um maior repertório de palavras e estabelecem uma maior concordância no momento de elaborar uma redação”.

Já em relação ao fraco desempenho dos estudantes do nível médio e técnico no teste ortográfico e na redação, Sperduti afirma que “o jovem ainda não possui uma variedade de vocabulário, dificultando a elaboração de um bom texto. Somado a esse fator, temos a falta de interesse em escrever. Navegar na web, ouvir rádio e ver televisão são mais atrativos para esse público”, explica.

Com relação ao bom desempenho dos estudantes de 14 a 18 anos no teste ortográfico, o coordenador diz que esses estudantes têm mais contato com a língua portuguesa por ainda estarem no período de formação.
Entre as palavras grafas de forma errada nos testes ortográficos, Sperduti cita rejeitar com “G” no lugar do “J”, flexível com “QUIC” no lugar do “X”, assessoria com um “S” apenas, licença com “S” no lugar do “C”, exceção sem o “C”, ressaltar com um “S” apenas e transição com “C” no lugar do “S”. “Dá a entender que não conhecem as palavras”, diz.

Sperduti considera que a única saída para reverter o mau desempenho é a prática da leitura e o hábito de escrever as ideias. “O desafio para os futuros profissionais não é apenas concluir o curso, mas mostrar domínio do nosso idioma”, diz.

De acordo com o coordenador de recrutamento, é importante organizar os assuntos a serem redigidos. “Tudo precisa ter uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão, ou seja, um começo, meio e fim”, diz Sperduti. Ele afirma ainda que não se deve escrever em 1ª pessoa, com expressões como “eu acho”, “eu penso”, “eu acredito”. “Muitos são reprovados porque não releem o que escreveram, não revisam para corrigir os erros antes da entrega. A pressa, neste caso, só prejudica”, diz.

Para o coordenador, a internet pode contribuir com os erros. “Abrevia-se muito as palavras, escreve-se com rapidez, quer fazer as coisas de forma rápida, não revisa, esse sentido de urgência pode prejudicar”, diz. Entre os principais erros nas redações estão ortografia e concordância, redações curtas, com menos de 15 linhas, fuga ao assunto proposto, texto sem começo, meio e fim. “Os candidatos têm de 40 a 50 minutos para fazer a redação, dá tempo de fazer e revisar, mas muitos terminam em 15 minutos”, diz.

De acordo com Sperduti, a seleção de estagiários se dá da seguinte forma: depois de selecionar os candidatos pelo perfil técnico, por meio de triagem no cadastro da entidade, as empresas geralmente aplicam testes presenciais, que são compostos da apresentação pessoal (o candidato fala dele mesmo, de seus dados pessoais, de suas competências do currículo e de suas características); atividade em grupo, com o desenvolvimento de case e apresentação – nessa etapa é feita a avaliação de competências; e em seguida testes de raciocínio lógico, ortográfico, redação e inglês.

O que mais reprova é o teste ortográfico e redação, seguido das atividades em grupo, segundo ele. “Muitos candidatos nem sabem para qual empresa estão concorrendo. Por outro lado, outros estão ali por causa da empresa, porque têm vontade de seguir carreira nela, e isso conta bastante”, diz Sperduti.

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Teste ortográfico do Nube para o curso de administração, cujo número de acertos foi de 5 (Foto: Reprodução)

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Teste ortográfico do Nube para o curso de arquitetura e urbanismo, cujo número de acertos ficou em 9 (Foto: Reprodução)

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Teste ortográfico do Nube para o curso de recursos humanos (Foto: Reprodução)

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Teste ortográfico do Nube para o curso de engenharia de produção, cujo número de acertos ficou em 9 (Foto: Reprodução)

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Teste ortográfico do Nube para o curso de técnico em administração, cujo número de acertos ficou em 5 (Foto: Reprodução)

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Teste ortográfico do Nube para o curso de engenharia de produção, cujo número de acertos ficou em 11 (Foto: Reprodução)

Biblioteca Digital Mundial reúne acervo histórico em sete idiomas

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Publicado no Agrosoft Brasil

O primeiro texto impresso da história, trabalhos científicos árabes sobre o universo da álgebra, a Bíblia de Gutemberg e fotos antigas da América Latina. Esses são apenas alguns dos mais de mil documentos divulgados na Biblioteca Digital Mundial, um projeto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e outras 32 instituições.

Através da página virtual, os internautas têm acesso a textos, fotos, mapas e gravuras em sete línguas: árabe, chinês, inglês, francês, russo, espanhol e português. O acervo não tem publicações atuais. “Nosso acervo tem valor patrimonial, para ajudar a compreender melhor as culturas do mundo”, afirma o coordenador da ação, Abdelaziz Abid.

Clique aqui para acessar a página. O acesso é gratuito.

Entre os filtros disponíveis, é possível pesquisar por períodos, zonas geográficas, instituições e tipo de documento.

FONTE

Portal EBC
Allan Walbert

Com informações da Agência ONU

Sextante volta a liderar ranking de “mais vendidos” das editoras

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Cassia Carrenho, no PublishNews

E a lista entrou definitivamente em período de férias. Até Mr Grey resolveu descansar um pouco. Essa semana, Cinquenta tons de cinza (Intrínseca), ainda em 1º lugar, vendeu quase 30% a menos do que na anterior. Lógico que as vendas vinham aquecidas pelo Natal e quase todos os livros venderam menos que nas duas semanas anteriores. Inclusive, Cinquenta tons de liberdade perdeu a terceira posição para Nada a perder (Planeta) na  lista geral. Ou seja, o bispo voltou pro meio do ménage a trois mais disputado do ranking.

A lista dessa semana teve apenas um livro de estreia, os outros são velhos conhecidos. O segredo das mulheres apaixonantes (Novo Século) chegou na lista de autoajuda, na 14ª posição.

Os primeiros colocados das listas foram: Ficção, Cinquenta tons de cinza (Intrínseca), 15.048; não-ficção, Nada a perder (Planeta), 11.285; Infanto juvenil, As vantagens de ser invisível (Jovens Leitores), 1.653; autoajuda, Eu não consigo emagrecer (Bestseller), 2.738; negócios, O monge e o executivo (Sextante), 900.

O ranking das editoras voltou a ter a Sextante como líder isolada, com 13 livros. Na segunda colocação houve um empate entre Ediouro e Intrínseca com 10 títulos, e logo atrás, Record com 9.

Clique aqui para conferir a lista completa.

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