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7 coisas que você deveria aprender antes de se formar

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Publicado no Inquietaria

Que você vai aprender um monte de teoria e sair com uma base sólida para alguma profissão durante a faculdade, a gente já sabe. Mas, pensando na sua carreira, esse período também é importante para desenvolver habilidades super importantes para o mercado de trabalho. Dúvida? Olha só essa lista:

1.Gestão de Tempo

Com tantas matérias, trabalhos, leituras, provas, estágio, júnior, atlética e mil outras coisas mais, você não tem desculpa para não desenvolver essa habilidade que é super importante, na carreira e na vida.

2.Pensamento Crítico

Além de se preparar para o mercado de trabalho, aproveite para fazer com que a faculdade impacte o seu desenvolvimento como pessoa. É, literalmente, aprender a pensar e a questionar as coisas.

3.Apresentações em Público

Falar na frente de muita gente é mais fácil para alguns, e mais difícil para outros. Mas, mais cedo ou mais tarde, você vai precisar disso na sua carreira. Aproveite para praticar bastante nos seminários e apresentações em grupo.

4.Pesquisa

Mesmo que você não siga uma carreira acadêmica, aprender a pesquisar, encontrar e reunir informações é extremamente útil. Pense em todos os relatórios e apresentações que você vai ter que desenvolver um dia.

*Competências mais desejadas pelos recrutadores

Uma boa bagagem acadêmica vai te ajudar a conseguir o emprego que você procura mas, em muitos casos, isso é apenas o primeiro passo. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Northeastern, a maioria dos líderes das empresas acreditam que os jovens não estão preparados para o mercado de trabalho, mesmo aqueles que estudaram em universidades que são referência.

Dana Manciagli, autora do Cut the crap, get a job, listou as habilidades mais procuradas pelos recrutadores nos jovens:

5.Conhecimento de Softwares Específicos

Word, Excel e Power Point são os mais básicos. Mas também vale correr atrás e aprender a usar outros softwares específicos da área em que você deseja atuar. Pesquisas e trabalhos acadêmicos são uma ótima desculpa para treinar e aprender a mexer em cada um deles. A gente falou sobre alguns cursos gratuitos aqui!

6.Escrita

Engana-se quem pensa que só a galera de humanas precisa pensar nisso. Muita gente se preocupa em ser referência em áreas específicas (tecnologia, engenharia, ciência, etc) e acaba esquecendo de uma das habilidades mais básicas e importantes. Saber escrever (bem!) é fundamental e pode ser um ótimo diferencial – acredite, tem muita gente por aí que não sabe.

7.Trabalho em Grupo

É uma das habilidades mais citadas nos processos seletivos. Mesmo que você vá trabalhar em algo mais independente, saber lidar com pessoas é a chave para crescer e se desenvolver em uma empresa, seja uma startup ou uma multinacional. Envolver-se com algumas entidades e organizações de universitários mostra que você tem experiência em lidar com pessoas e situações diferentes.

Veja 5 competências que a faculdade infelizmente (ainda) não ensina ao estudante

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Publicado no Amo Direito

Experiências vividas na faculdade costumam ser marcantes: elas ajudam a esboçar valores, paixões e opiniões que levaremos para o resto da vida.

Apesar de toda essa riqueza, é comum a sensação de que os aprendizados adquiridos na graduação nem sempre estão em sincronia com as competências exigidas pelo mercado de trabalho.

Segundo Felipe Brunieri, gerente da consultoria Talenses, a maior lacuna aparece nas habilidades ligadas ao comportamento e à gestão das emoções. As chamadas “soft skills” costumam receber pouca atenção das universidades.

Para o headhunter, isso ocorre porque os cursos de graduação no Brasil ainda apresentam currículos bastante engessados. “Com algumas honrosas exceções, há muita ênfase na teoria e pouco diálogo com as situações do dia a dia”, diz.

O resultado é que jovens competentes do ponto de vista técnico se descobrem pouco preparados para a realidade do trabalho numa empresa.

Lacunas
Claro que nem tudo é “culpa” da faculdade. O desenvolvimento de muitas competências – sobretudo das comportamentais – só vem com a maturidade e a experiência. Em termos simples: é preciso viver para aprender.

Mas isso não significa que você deva simplesmente esperar o tempo passar.

Para Daniela Ribeiro, gerente sênior da Robert Half, é preciso assumir uma certa postura mental durante e após a faculdade para conquistar as habilidades que ela não ensina.

“Seja no estágio ou no emprego, é importante buscar o máximo de consciência sobre o que se passa ao seu redor”, explica. Isso significa estar atento aos detalhes do cotidiano, do estilo de liderança do seu chefe à forma como os seus colegas lidam com suas emoções.

Cultura e entretenimento também podem ajudar a complementar a sua formação. “Você pode fazer diversas conexões entre a vida profissional e narrativas presentes em livros, filmes e videogames, por exemplo”, afirma Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos. “O importante é estar aberto ao aprendizado constante”.

Mas quais são exatamente as lacunas a serem supridas? Veja a seguir 5 competências essenciais para a carreira que a maioria dos cursos universitários ainda não oferece ao aluno:

1. Inteligência emocional
Profissionais resilientes e capazes de administrar sentimentos próprios e alheios são disputados a tapa pelo mercado. Não é à toa, diz Jacqueline: inteligência emocional não é o forte da maioria das pessoas.

Ausente da maior parte das discussões acadêmicas, a gestão das emoções é essencial para manter a calma em processos seletivos, continuar produtivo durante crises econômicas e até ser promovido.

2. Visão de negócio
Brunieri diz que mesmo cursos ligados umbilicalmente ao mundo empresarial, como administração e contabilidade, raramente capacitam o aluno a enxergar os negócios como eles realmente são. “Mesmo quando cases são abordados em sala de aula, as discussões são extremamente teóricas”, afirma.

Segundo o especialista, outras graduações, que formam profissionais para RH ou TI, por exemplo, oferecem ainda menos subsídios nesse sentido.

3. Liderança e trabalho em equipe
Você coordenou um grupo de estudos na faculdade? Fez muitos trabalhos em grupo? Segundo Daniela, o clima de amizade entre colegas de curso faz com que esses exercícios tenham pouca relação com a vida real.

“As empresas cobram ‘olhar de dono’, assertividade, capacidade de extrair o melhor de pessoas com diferentes perfis, habilidades pouco treinadas num contexto universitário”, completa Jacqueline.

4. Networking
“Ingrediente mágico” para ascender na carreira e sobreviver a demissões, a boa gestão da rede de contatos profissionais não costuma ser abordada na graduação. Para Brunieri, isso é grave.

“O networking começa justamente com os primeiros amigos da faculdade, mas não há muita consciência da importância disso nessa época”, explica. O headhunter também enxerga pouco ou nenhum debate em sala de aula sobre a importância do marketing pessoal para a carreira.

5. Línguas
Única competência não-comportamental desta lista, o domínio de idiomas não costuma constar do currículo da maior parte dos cursos universitários.

O resultado disso, avalia Daniela, é um imenso déficit em inglês – e até em português. “Quase nenhum curso de graduação dá ênfase ao uso da língua e muita gente acaba entrando no mercado com graves deficiências nesse quesito”, diz a recrutadora.

Por Claudia Gasparini
Fonte: Exame

5 competências que a faculdade (ainda) não ensina

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Estudantes: abordagem de competências comportamentais faz falta na sala de aula, dizem recrutadores

Estudantes: abordagem de competências comportamentais faz falta na sala de aula, dizem recrutadores

Claudia Gasparini, no Exame

São Paulo – Experiências vividas na faculdade costumam ser marcantes: elas ajudam a esboçar valores, paixões e opiniões que levaremos para o resto da vida.

Apesar de toda essa riqueza, é comum a sensação de que os aprendizados adquiridos na graduação nem sempre estão em sincronia com as competências exigidas pelo mercado de trabalho.

Segundo Felipe Brunieri, gerente da consultoria Talenses, a maior lacuna aparece nas habilidades ligadas ao comportamento e à gestão das emoções. As chamadas “soft skills” costumam receber pouca atenção das universidades.

Para o headhunter, isso ocorre porque os cursos de graduação no Brasil ainda apresentam currículos bastante engessados. “Com algumas honrosas exceções, há muita ênfase na teoria e pouco diálogo com as situações do dia a dia”, diz.

O resultado é que jovens competentes do ponto de vista técnico se descobrem pouco preparados para a realidade do trabalho numa empresa.

Lacunas
Claro que nem tudo é “culpa” da faculdade. O desenvolvimento de muitas competências – sobretudo das comportamentais – só vem com a maturidade e a experiência. Em termos simples: é preciso viver para aprender.

Mas isso não significa que você deva simplesmente esperar o tempo passar.

Para Daniela Ribeiro, gerente sênior da Robert Half, é preciso assumir uma certa postura mental durante e após a faculdade para conquistar as habilidades que ela não ensina.

“Seja no estágio ou no emprego, é importante buscar o máximo de consciência sobre o que se passa ao seu redor”, explica. Isso significa estar atento aos detalhes do cotidiano, do estilo de liderança do seu chefe à forma como os seus colegas lidam com suas emoções.

Cultura e entretenimento também podem ajudar a complementar a sua formação. “Você pode fazer diversas conexões entre a vida profissional e narrativas presentes em livros, filmes e videogames, por exemplo”, afirma Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos. “O importante é estar aberto ao aprendizado constante”.

Mas quais são exatamente as lacunas a serem supridas? Veja a seguir 5 competências essenciais para a carreira que a maioria dos cursos universitários ainda não oferece ao aluno:

1. Inteligência emocional
Profissionais resilientes e capazes de administrar sentimentos próprios e alheios são disputados a tapa pelo mercado. Não é à toa, diz Jacqueline: inteligência emocional não é o forte da maioria das pessoas.

Ausente da maior parte das discussões acadêmicas, a gestão das emoções é essencial para manter a calma em processos seletivos, continuar produtivo durante crises econômicas e até ser promovido.

2. Visão de negócio
Brunieri diz que mesmo cursos ligados umbilicalmente ao mundo empresarial, como administração e contabilidade, raramente capacitam o aluno a enxergar os negócios como eles realmente são. “Mesmo quando cases são abordados em sala de aula, as discussões são extremamente teóricas”, afirma.

Segundo o especialista, outras graduações, que formam profissionais para RH ou TI, por exemplo, oferecem ainda menos subsídios nesse sentido.

3. Liderança e trabalho em equipe
Você coordenou um grupo de estudos na faculdade? Fez muitos trabalhos em grupo? Segundo Daniela, o clima de amizade entre colegas de curso faz com que esses exercícios tenham pouca relação com a vida real.

“As empresas cobram ‘olhar de dono’, assertividade, capacidade de extrair o melhor de pessoas com diferentes perfis, habilidades pouco treinadas num contexto universitário”, completa Jacqueline.

4. Networking
“Ingrediente mágico” para ascender na carreira e sobreviver a demissões, a boa gestão da rede de contatos profissionais não costuma ser abordada na graduação. Para Brunieri, isso é grave.

“O networking começa justamente com os primeiros amigos da faculdade, mas não há muita consciência da importância disso nessa época”, explica. O headhunter também enxerga pouco ou nenhum debate em sala de aula sobre a importância do marketing pessoal para a carreira.

5. Línguas
Única competência não-comportamental desta lista, o domínio de idiomas não costuma constar do currículo da maior parte dos cursos universitários.

O resultado disso, avalia Daniela, é um imenso déficit em inglês – e até em português. “Quase nenhum curso de graduação dá ênfase ao uso da língua e muita gente acaba entrando no mercado com graves deficiências nesse quesito”, diz a recrutadora.

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