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Faro editorial compra os direitos de “Molly & me”

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A obra vem sendo comparada a dois grandes sucessos ‘Marley e Eu’ e ‘Um gato chamado Bob’

Publicado no Publishnews

A Faro Editorial comprou os direitos de um livro sobre a história real de um homem e seu cachorro. Molly & Me conta a história de Colin Butcher, um policial descontente com a vida que levava, e que resolveu aliar sua maior habilidade – desvendar crimes – com uma atividade mais pacata: encontrar animais desaparecidos. Neste livro, Butcher narra como foi que Molly entrou em sua vida, para ser treinada como o primeiro cão rastreador de gatos do mundo, e como isso o levou a conhecer um universo de histórias incríveis. Mais que um livro sobre a relação de amor entre um animal e seu dono, a obra narra histórias tocantes, com toques de suspense, drama, redenção, mas não apenas de animais. “Depois de Marley, passei vários anos sem querer avaliar outros livros de animais. Até que este livro me chegou às mãos”, revela o publisher da Faro Editorial, Pedro Almeida, editor do best-seller Marley & eu. Vendido na Feira de Londres para mais de 13 países, o livro será lançado mundialmente no primeiro semestre de 2019.

Venda de livros cresce e volta às aulas puxa mercado de 2018

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Publicado na Exame

Se você acha que os livros estão morrendo, puro engano! Uma pesquisa divulgada pela Nielsen consultoria mostra que as vendas cresceram 4,19% em 2017 e os primeiros meses de 2018 também começaram bem para o varejo de livros.

O relatório ainda aponta o faturamento desse mercado, que cresceu 14,5% puxado pelo início do ano letivo e os livros de conteúdos escolares. Alguns materiais didáticos exigem dos alunos a compra de uma série de exemplares que, dependendo da profissão, servirão como guia para a vida inteira.

Em comparação à 2017, 2018 registrou mais de 3,5% de crescimento nos gêneros infantis, juvenis e educacionais. Não ficcção e Ficção cairam 1,7 e 2,5%, respectivamente.

Valores dos livros

A pesquisa também mostra que o preço médio dos exemplares comprados ficou na casa dos R$ 53,06. Entre os mais salgados, best sellers, traduções de outras línguas e materiais de estudo como livros de medicina estão entre os títulos com maior valor.

Demais áreas de saúde também registram a média. Livros de enfermagem, por exemplo, contam com uma série de conteúdos e recursos visuais extremamente apurados, que são constantemente atualizados pelos suas instituições reguladoras. Isso pode contribuir para o preço e inviabilizar a compra de uma edição usada, que provavelmente já estará obsoleta para os estudos.

A dica dé se organizar para esse gasto e pesquisar preços antes da aquisição. Também é possível obter descontos em compras coletivas com os colegas de classe. O livro deve ser pensado como um investimento profissional e pessoal pelo estudante.

Descontos para comprar livros

A prática de desconto para grandes compras também é comum no mercado de livrarias e a pesquisa Nielsen mostra também que o consumidor pode ganhar mais de 11% em algumas redes e compras.

Fã de livros antigos? Descubra os 4 melhores sebos de São Paulo

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Livro, cama e café: tem combinação melhor? (Foto: Thinkstock)

Livro, cama e café: tem combinação melhor? (Foto: Thinkstock)

 

Esses lugares são, praticamente, uma biblioteca de obras raras! Vale super a visita

Flávia Bezerra, na Glamour

Cheiro de livro antigo; folhas amareladas e cheias de história; dedicatórias datadas na primeira página. Vai dizer que você não ama experimentar todas essas sensações em um livro antigo? E não existe lugar melhor para encontrá-los que… Sebos!

Em sintonia com o nosso projeto #MulherBacanaLê, selecionamos os top 4 melhores sebos de São Paulo. Vem ver!

Sebo Avalovara
Aberto desde 2005, o sebo tem mais de 15 mil livros! O acervo (que incluem obras raríssimas, como as primeiras edições de Machado de Assis e José de Alencar; folhetins modernistas da década de 20 e edições de luxo da confraria dos bibliófilos do Brasil) pode ser consultado pela internet neste link.

Além da venda, o sebo está à procura de livros para comprar! Segundo o proprietário Sandro Giuliano, o sebo compra obras regularmente. “É muito importante para nós estarmos sempre comprando livros. A ideia, é oferecer um acervo cada vez mais amplo aos nossos clientes”, diz. “Compramos desde pequenas quantidades, 10, 20 ou 50 livros, até grandes lotes de 500, 1000 ou 2000 exemplares”, complementa. O preço é avaliado pela qualidade dos títulos e edições, além do estado de conservação. A especialidade do acervo são as obras voltadas às áreas humanas, como artes, filosofia, psicologia, sociologia e história, além de literatura, poesia, teatro e até arquitetura. “Não trabalhamos com livros jurídicos, nem técnicos de medicina e engenharia”, diz Sandro. (Av. Pedroso de Morais, 809, Pinheiros)

Desculpe a Poeira
Famosos no Instagram (o sebo tem quase 40 mil seguidores, acredita?!), o Desculpe a Poeira, criado pelo jornalista Ricardo Lombardi, funciona na garagem de prédio, no bairro de Pinheiros, e tem um acervo com mais de 5 mil livros. Vale a visita! 😉 (R. Sebastião Velho, 28, Pinheiros.)

Sebo do Messias
Um dos mais tradicionais de São Paulo, o Sebo do Messias está em funcionamento desde a década de 70. (Praça Doutor João Mendes, 140, Centro)

Sebo Central
Precisando de um livro jurídico? O sebo Central é o lugar. Localizado bem no coração de São Paulo, o local é praticamente uma biblioteca: são mais de 200 mil obras! (Rua Riachuelo, 62, Sé)

No Japão, doador misterioso se revela após 41 anos ajudando escola na compra de livros

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Crédito: Divulgação

Publicado no IPC Digital

YAMAGATA (IPC Digital) – Por 41 anos, Shoji Konno preferiu o anonimato ao fazer doações mensais em dinheiro para uma escola primária, para que pudessem comprar livros para as crianças.

Então, após tantos anos, Konno se revelou ser o benfeitor secreto da Escola Primária Haguro Daiyon, na cidade de Tsuruoka. Ao longo dos anos, a escola acumulou mais de 1.400 livros devido a sua generosidade.

As crianças tinham apelidado Konno de “Tsuruoka no Ojisan” (Tio de Tsuruoka) e a escola realizava um festival anual para expressarem gratidão.

A escola, com apenas 24 alunos, encerrará as atividades em março e vai se fundir com uma escola vizinha. Após saber por um amigo, Konno resolveu enviar uma carta ao diretor identificando-se. E no dia 4 de dezembro, foi realizado o último “Ojisan Matsuri” (Festival do tio), Konno participou para que as crianças pudessem conhecê-lo.

Konno cresceu em Tsuruoka, na província de Yamagata e agora reside em Sendai, na província vizinha Miyagi. “Quando eu era jovem, não fui abençoado com um bom ambiente. Mesmo assim, a comunidade local foi gentil comigo. Eu queria retribuir essa bondade, enviando dinheiro continuamente”, disse ele.

As crianças lhe presentearam com cartas que descreviam gratidão por sua dedicação ao longo dos 41 anos. Um deles, Naoki Togashi, da quarta série, disse: “Manteremos nossas memórias sobre o tio em nossos corações”. Outra aluna, Suzuka Sato, da quinta série, disse: “Graças ao tio, eu comecei a gostar de livros”.

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A primeira doação de Konno chegou a escola em 12 de abril de 1974. Não havia nome ou endereço do remetente, apenas “Tsuruoka-shi” (Cidade de Tsuruoka). O envelope continha ¥2.000 em dinheiro e uma nota que dizia: “Quero retribuir a bondade calorosa que recebi da sociedade. Por favor, usem esse dinheiro para comprar livros”.

Ao longo dos anos, o montante mensal aumentou para ¥5.000 e o carimbo postal no envelope mudou para cidade de Sendai. E não se passou um mês sem uma doação

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Em 1973, quando estava na casa dos 20 anos, visitou a escola para um evento e ficou surpreso ao ver a quantidade de livros da biblioteca, devido ao baixo orçamento, a escola tinha poucos.

Konno se formou no colegial por causa de uma bolsa de estudos fornecida pelas autoridades municipais de Haguro, que hoje em dia faz parte de Tsuruoka. “Doar dinheiro para comprar livros para o ensino fundamental é o que posso fazer para retribuir a bondade que tive da sociedade”, disse Konno para si mesmo.

Fonte: The Asahi Shimbun

Governo federal atrasa pagamento de livros didáticos a editoras

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Publicado em Folha de S.Paulo

Sem dinheiro em caixa, o MEC (Ministério da Educação) está atrasando o pagamento a editoras pela compra de livros didáticos de ensinos médio e fundamental.

Segundo as editoras, há o risco de a auto-intitulada Pátria Educadora, slogan escolhido pelo governo Dilma Rousseff para o segundo mandato da petista, não conseguir entregar parte dos livros no ano que vem. O governo descarta a hipótese, mas não comenta os atrasos.

A Folha apurou que as empresas trabalham com uma dívida na casa dos R$ 600 milhões, valor que inclui despesas de remessa por Correios e programas de distribuição de livros para a rede pública.

Levantamento feito no sistema de acompanhamento de gastos federais mostra que os livros entregues até outubro somavam uma despesa de R$ 545,8 milhões. Disso, o MEC pagou apenas R$ 106,4 milhões, num descompasso sem precedente recente.

Não há especificação a qual programa esses valores se referem, mas o valor bate com o que empresários do setor trabalham sobre a rubrica de livros de ensino médio.

Editores ouvidos pela Folha, que preferem não se identificar por temer represálias em um mercado regulado, descrevem dificuldades.

Há, dizem eles, dívidas pendentes com gráficas, e a falta de capacidade de obter empréstimos bancários, devido à falta de garantias financeiras, ameaça o fechamento da folha de pagamento neste fim de ano.

O MEC diz que o dinheiro para a compra de livros “está empenhado” -em jargão burocrático, previsto no Orçamento, o que não garante sua execução, em especial em tempos de ajuste fiscal.

Neste ano, o governo encomendou 120,8 milhões de livros para 2016, entre exemplares para os anos iniciais e finais dos ensinos fundamental e médio. Mas ainda faltam ser entregues 20,5 milhões dos 47 milhões de livros para as séries entre o 1º e o 5º ano.

“Há risco real de não haver entrega completa de livros para o próximo ano letivo. Várias editoras já pediram postergação [do prazo para a entrega] ao FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, ligado ao MEC)”, disse o vice-presidente da Abrelivros (Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares), Mario Ghio.

A entidade representa 19 editoras de didáticos de ensino básico, ou 95% dos livros do programa federal.

Responsável pela seleção e compra dos livros no governo, o FNDE nega risco de atraso e diz que o processo ocorre “dentro da normalidade”.

A crise, de todo modo, é generalizada. Na rubrica de pagamentos de livros do ensino médio, gigantes como a FTD e a Moderna tinham a receber até outubro, respectivamente, 58% e 70% dos pouco mais de R$ 40 milhões que o governo devia a cada uma delas.

Casas menores estavam em situação até pior: o governo deve 86% dos R$ 9 milhões que a Global deveria receber do FNDE no mesmo quesito.

A Abigraf Nacional (Associação da Indústria Gráfica) disse que o assunto não está sendo acompanhado.

OUTRO LADO

O governo diz que a liberação de recursos para a compra de livros ocorre “dentro da normalidade”, mas não comenta o baixo nível de pagamentos registrado no ano. Descarta que possa haver falta de livros no ano que vem.

Por meio de nota, o FNDE informou que “empenhou os recursos” para a compra de material didático para a rede pública -o dinheiro foi previsto e reservado no Orçamento, mas não que foi pago.
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Neste ano, o volume de livros chegou a 120,8 milhões, entre obras para os anos iniciais e finais do ensino fundamental e ensino médio. Desse total, 20,5 milhões ainda não foram entregues.

Sobre o atraso na entrega dos livros, o FNDE disse que o processo ocorre em etapas. “A primeira e a segunda ocorreram normalmente. A terceira está em andamento”, disse. O fundo diz ainda que a entrega ocorre “dentro da normalidade”.

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