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Professor de Gana que viralizou ao ensinar computação na lousa comemora primeira doação de notebook

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Professor comemora doação do primeiro computador para ensinar computação (Foto: Reprodução/ Facebook)

Owura Kwadwo disse que o computador vai permitir que as crianças aprendam informática.

Publicado no G1

Depois de ficar “famoso” na internet ensinando computação com um desenho de uma página do Microsoft Word na lousa, o professor de Gana que se apresenta como Owura Kwadwo comemorou em um post no Facebook a primeira doação de um computador.

Foi ele próprio que postou no Facebook fotos da aula ensinando computação com o desenho do Word na lousa. O post viralizou e chamou a atenção até da Microsoft.

Por enquanto Kwadwo recebeu apenas um computador. Ele disse que a doação foi de Amirah Alharthi, estudante de doutorado da Universidade de Leeds, na Inglaterra.

“A doação do laptop para a escola vai possibilitar o ensino e o aprendizado de informática”, afirma.

Segundo a BBC, o professor se apresenta como Owura Kwadwo, mas seu verdadeiro nome, segundo o site Quartz Africa, é Richard Appiah Akoto.

De acordo com o professor, a escola onde dá aulas não tem nenhum computador desde 2011, apesar de os estudantes serem obrigados a prestarem um exame de informática para passar para o colegial.

Owura Kwadwo comemorou a doação do notebook com os alunos (Foto: Reprodução/ Facebook)

“Esta não foi a primeira vez (que desenhei). Faço isso sempre que estou na sala de aula”, disse Akoto ao site Quartz.

Sobre as fotos terem viralizado, ele afirmou ter ficado surpreso, já que sempre posta imagens na rede social. “Eu não sabia que elas ganhariam a atenção das pessoas dessa forma.”

Agora é possível ler online o acervo da Saraiva sem precisar baixar nenhum app

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Publicado no Canal Tech

Que tal poder ler qualquer obra do acervo virtual da Saraiva sem precisar baixar nenhum aplicativo? Agora isso é possível com a chegada do LEV, o leitor online da livraria, que funciona pelo navegador.

Para começar a usar, é só acessar o site LEV Saraiva  pelo computador, se cadastrar e começar. O usuário rapidamente tem acesso à biblioteca onde aparecerão todos os livros que já tiver comprado digitalmente, além de conferir o acervo da loja, que oferece mais de 530 mil títulos em língua estrangeira, 145 mil obras em português e livros exclusivos.

Além de comprar, ler e descobrir novidades, o usuário também consegue aplicar filtros para facilitar as bucas e a organização, marcar itens como favoritos, criar coleções por temas e incluir notas e marcadores, que permitem realizar anotações com dados adicionais que o leitor não quer esquecer. Também é possível copiar trechos de livros e usar atalhos para agilizar a leitura.

Outra coisa bacana é que o ecossistema digital da Saraiva foi todo integrado. Dessa forma, é possível começar a leitura de uma obra pelo LEV no desktop, depois continuar do ponto onde parou pelo aplicativo LEV, ou ainda contar com o e-reader da Saraiva quando quiser.

Anotar à mão é melhor para memorizar do que usar o computador, aponta estudo de universidades

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Publicado no Amo Direito

Você costuma fazer suas anotações à mão, no bom e velho caderno, ou prefere usar o notebook ou tablet? Se você usa a segunda opção, é bom repensar a escolha. Um estudo publicado na revista “Psychological Science” indica que tomar notas no papel é melhor para a memorização de conceitos do que digitar.

O levantamento foi feito com alunos de Princeton e UCLA, duas universidades americanas, pelos pesquisadores Daniel Oppenheimer e Pam Mueller. Dois grupos foram colocados para assistir a uma palestra (sobre assuntos que não fossem de conhecimento comum), sendo instruídos a fazer notas da maneira que achassem melhor. Ao primeiro grupo foram dados blocos de anotações, e ao segundo, notebooks.

Após a palestra, os estudantes fizeram um exame com perguntas pontuais sobre assuntos da palestra. O resultado foi significativo: as pessoas que anotaram à mão obtiveram um bom número de acertos nas questões, enquanto as que usaram os notebooks demonstraram uma compreensão consideravelmente menor dos temas abordados.

O estudo indica, também, que os alunos que digitaram suas anotações escreveram mais palavras, no exame, do que os que usaram a caneta, mas que as respostas tinham menos profundidade e conteúdo.

Os pesquisadores apontam que uma explicação possível seja a de que pessoas que anotam à mão costumam prestar mais atenção às informações para selecionar melhor o que será passado para o papel, enquanto as que usam o computador acabam por tentar anotar literalmente tudo o que está sendo dito, sem se ater aos principais tópicos. Os estudiosos indicam que processar o conteúdo e fazer a anotação usando as próprias palavras é essencial para fixar bem o assunto.

Por Ana Lourenço
Fonte: guiadoestudante abril

Computador da IBM tem conclusões surpreendentes sobre Harry Potter

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Publicado no Conexão Penedo

O Watson, computador da IBM utilizado para derrotar os maiores campeões do jogo de televisão Jeopardy!, agora ataca novamente com seus conhecimentos. Dessa vez, porém, a máquina foi utilizada para analisar todos os filmes e livros da franquia Harry Potter.

As conclusões que Watson tirou das obras são surpreendentes. Além de considerar Harry como um dos personagens mais nervosos da ficção, o produto da IBM também considera que Neville Longbottom e Voldemort são personagens extremamente parecidos. Confira a lista completa abaixo:

Neville e Voldemort são parecidos em diversas maneiras

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Reprodução

De acordo com o pesquisador Vinith Misra, responsável por conduzir o experimento, os dois personagens são semelhantes por “não serem muito abertos à novas experiências”. Ambos também apresentam maior tendência a um estado emocional negativo, ou seja, apresentam regularmente emoções como raiva, ansiedade ou depressão

Voldemort é quem apresenta mais sentimentos negativos

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Reprodução

Mesmo que esse fato não seja tão surpreendente, já que o personagem é o principal antagonista da franquia, a explicação é válida. De acordo com Misra, o inimigo de Harry apresenta muitos sintomas de paranoia.

Harry é tão bravo quanto Voldemort

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Reprodução

Queridinho dos fãs, o herói da série aparentemente precisa relaxar mais. Tanto nos filmes, como nos livros, Harry vive em constante estado de raiva por situações que precisa enfrentar na escola de magia e em sua vida pessoal.

Rony é mais engraçado nos filmes do que nos livros

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Reprodução

Atrapalhado, o ruivo Rony Weasley é mais utilizado como um escape cômico nos filmes do que nos livros. Na obra literária, o personagem amadurece e se torna menos amigável e mais ansioso na medida em que a história se desenvolve.

Hermione é a mais direta

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Reprodução

Quem acompanhou a saga da bruxa Hermione Granger ao longo de sete livros e oito filmes sabe que a garota não tem papas na língua. Ela é a personagem que mais expressa de forma direta seus pensamentos, temores e conclusões. É também quem mais entende a diferença entre o certo e o errado.

Gina é mais independente nos livros

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Reprodução

A caçula dos Weasley sempre foi apaixonada por Harry Potter, mas nos filmes ela demonstra uma carência emocional maior do que nos livros. Segundo as descobertas de Watson, a ruiva é menos autossuficiente nas produções cinematográficas.

Snape é bravo, frio e calculista

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Reprodução

O professor de poções Severus Snape é uma verdadeira pedra no sapato de Harry, Rony e Hermione ao longo da história. Nos filmes ele é retratado como um homem frio, distante e calculista, enquanto que nos livros ele deixa aflorar mais seus sentimentos de raiva.

McGonagall é mais intelectual

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Reprodução

A professora Minerva McGonagall é bastante querida pelos alunos de Hogwarts, mesmo sendo extremamente rigorosa. Inteligentíssima, ela foi analisada por Watson como a personagem que marcou mais pontos na categoria “intelecto”. Ela é tida também com a personagem que menos sofre alterações na adaptação cinematográfica dos livros.

Hagrid é depressivo e liberal

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Reprodução

O guardião e professor de Hogwarts Rúbeo Hagrid foi considerado o personagem mais liberal e aberto a novas ideias de todo o universo criado por J.K. Rowling. No entanto, ele também apresenta altos níveis de depressão, perdendo apenas para Harry.

Dumbledore é simpático, cauteloso e cooperativo

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Reprodução

O eterno diretor de Hogwarts, Alvo Dumbledore quem apresenta ser o mais simpatia, cautela e cooperatividade na trama. O computador da IBM também descartou que o personagem fosse “menos zen” nos filmes do que nos livros.

Via TechInsider

Fonte: Olhar Digital
Matéria originalmente postada no site olhardigital.uol.com.br

Dona de casa que estudou até 4ª série, vence os “nãos” e vira escritora aos 80 anos

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Ela tinha o sonho de ser missionária e de escrever livros e só foi realizá-los 60 anos depois

Maressa Mendonça, no Correio do Estado

Bárbara lançou o primeiro livro quando tinha 80 anos (Foto: Maressa Mendonça/Portal Correio do Estado)

Bárbara lançou o primeiro livro quando tinha 80 anos
(Foto: Maressa Mendonça/Portal Correio do Estado)

Ela adiou os sonhos por mais de sessenta anos, depois de ouvir o “não” do pai dela e o conselho do marido. Aos 13 ela queria levar aos desconhecidos as palavras de vida e esperança que tinha aprendido com missionários evangélicos, mas não teve autorização. Queria escrever livros também, mas disseram que ela não tinha conhecimento suficiente para isso.

As vontades dela acabaram se concretizando na construção de uma igreja em Aporé (GO) e em três publicações, todas escritas em Campo Grande (MS), onde mora atualmente.

Nascida e criada em fazenda, Bárbara Cândida e Silva, de 85 anos, estudou até a 4ª série. Nessa época ela deu início ao hábito que manteria durante toda a vida: de anotar acontecimentos importantes e impressões sobre o cotidiano em um caderno.

FATOS MARCANTES

Dentre as anotações, a história do doloroso “não”, dito pelo pai. Ele havia revelado a ele o sonho de estudar e ser missionária, deixando a fazenda para morar em um internato em São Paulo. “Filha, eu te amo muito, mas se você for, não conta mais comigo, nunca mais! Vou deixar de ser seu pai!”, ouviu como resposta.

Naquele momento, o sonho parecia ter chegado ao fim. Ela não questionou, só chorou muito.

Três anos depois, com 16, Bárbara se casou com o homem que a presenteou com um broche em forma de telefone. Antes do matrimônio, os dois se conversavam por cartas e o romance foi tomando forma e laços cada vez mais fortes.

Já casada, Dona Bárbara tentou buscar apoio do marido amado para concretizar esse projeto de vida. A opinião dele não agradou tanto. ​

Ele tentou convencê-la a esquecer desse sonho e ainda disse que se fosse adiante poderia se frustrar por não ter capacidade e ficar envergonhada pela falha. “Os erros de ortografia não seria perdoados pelos leitores”, dizia.

O marido já é falecido. A separação física aconteceu há 38 anos, mas o sentimento de união perpetua. E o símbolo desse amor é justamente aquele broche recebido como presente, guardado com muito carinho até hoje.

Com o marido Ronan Rezende, ela teve seis filhos: Alvacir, Daniel, Lídia, Ester, Sarah e David. Mãe e dona de casa em tempo integral, ela ainda organizava o tempo para exercer outras atividades como a de costureira, confeiteira e até professora de crianças em uma escola de Cassilândia, a 425 km de Campo Grande, onde morou durante 62 anos.

Somado ao “não do marido”, a rotina de Bárbara era cheia, mas não era suficiente para apagar a vontade de escrever um livro, que como ela descreve era um sentimento “indomável”.

OS LIVROS

Os filhos cresceram, a viuvez chegou e ela se viu com tempo suficiente para organizar os pensamentos rabiscados em cadernos.

As histórias da infância se transformaram no livro “Pegadas que Falam”, o primeiro lançado pela escritora, quando tinha 80 anos. Depois, veio “A voz que aquece o coração”, com mensagens bíblicas comentadas pela autora. O último foi “A Ponte”, obra que reúne a história do município de Aporé (GO), onde ela nasceu.

Ao contrário do que ela pensava, os livros foram bem aceitos pelos leitores. “Não imaginava, não. Tinha vontade, mas não tinha esperança. Achava que, porque eu não tinha estudado, não tinha cultura, era impossível”.

Sobre os erros de ortografia, ela descobriu que não são publicados. “A gente escreve errado, mas o computador corrige. Depois vem a editora e coloca em ordem, mas a ideia da gente vai, está toda ali”, declara Bárbara, que ainda mantém o hábito de escrever rascunhos no caderno, antes de passar para o computador.

Ela conta que já tem outro livro em andamento. Desta vez, será sobre gastronomia. “Enquanto tiver condições, vou escrever”, diz.

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