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Leitura: Confira 10 excelentes motivos pelos quais você deveria ler todos os dias

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Publicado no Amo Direito

Livros com histórias envolventes são capazes de desligar você do mundo ao redor, fazendo com que sua atenção esteja inteiramente voltada para o que acontece na trama. Entenda porque você deve ler!

Uma das práticas que os jovens consideram mais entediantes é a leitura. Não é raro ouvir reclamações sobre a obrigatoriedade da leitura, mesmo que algumas histórias surpreendam por atrair o interesse. Contudo, estabelecer o hábito da leitura pode trazer diversos benefícios para a vida, tanto no mundo acadêmico quanto na carreira. Confira a seguir 10 motivos pelos quais você deveria ler todos os dias:

1. Estímulo mental
O cérebro necessita treinamento para se manter forte e saudável e a leitura é uma ótima maneira de estimular a mente e mantê-la ativa. Além disso, estudos mostram que os estímulos mentais desaceleram o progresso de doenças como demência e Alzheimer.

2. Redução do estresse
Quando você se insere em uma nova história diferente da sua, os níveis de estresse que você viveu no dia são diminuídos radicalmente. Uma história bem escrita pode transportá-lo para uma nova realidade, o que vai distraí-lo dos problemas do momento.

3. Aumento do conhecimento
Tudo o que você lê é enviado para o seu cérebro com uma etiqueta de “novas informações”. Mesmo que elas não pareçam tão essenciais para você agora, em algum momento elas podem ajudá-lo, como em uma entrevista de emprego ou mesmo durante um debate em sala de aula.

4. Expansão de vocabulário
A leitura expõe você a novas palavras que inevitavelmente elas serão incluídas no seu vocabulário. Conhecer um número grande de palavras é importante porque permite que você seja mais articulado em seus discursos, de maneira que até mesmo a sua confiança será impulsionada.

5. Desenvolvimento da memória
Quando você lê um livro (especialmente os grandes) precisa se lembrar de todos os personagens, seus pontos de vista, o contexto em que cada um está inserido e todos os desvios que a história sofreu. A boa notícia é que você pode utilizar isso a seu favor, fazendo dos livros um treino para a sua memória. Guardar essa quantidade de informações faz com que você esteja mais apto para se lembrar de eventos cotidianos.

6. Habilidade de pensamento crítico
Já leu um livro que prometia um mistério confuso e acabou por desvendá-lo antes mesmo do meio da história? Isso mostra a sua agilidade de pensamento e suas habilidades de pensamento crítico. Esse tipo de talento também é desenvolvido por meio da leitura. Portanto, quanto mais você lê, mais aumenta sua habilidade de estabelecer conexões.

7. Aumento de foco e concentração
O mundo agitado de hoje faz com que sua atenção seja dividida em várias partes, de modo que manter-se concentrado em apenas uma tarefa torna-se um desafio. Contudo, livros com histórias envolventes são capazes de desligar você do mundo ao redor, fazendo com que sua atenção esteja inteiramente voltada para o que acontece na trama. Embora você não perceba, esse tipo de exercício ajuda você a se concentrar em outras ocasiões, como quando precisa finalizar um projeto urgente.

8. Habilidades de escrita
Esse tipo de habilidade anda lado a lado com a expansão do seu vocabulário. Assim como a leitura permite a você ser alguém mais articulado na fala, também vai ajuda-lo a colocar com mais clareza os seus pensamentos no papel. Isso vai dar a você a chance de produzir textos com mais qualidade, não apenas de vocabulário, como também correção gramatical e ideias mais ricas.

9. Tranquilidade

O fato de envolver você em uma história e livrá-lo do estresse cotidiano faz do livro uma ótima ferramenta para alcançar a paz interior. Nos momentos de estresse, procure se distrair do que acontece com uma história que atrai seu interesse. Isso vai acalmá-lo e ajudá-lo a melhorar seu humor.

10. Entretenimento a baixo custo
Muitas pessoas acreditam que o conceito de diversão está diretamente ligado aos altos custos de uma viagem ou mesmo de uma festa. Contudo, se você encontrar um livro que chame a sua atenção, poderá viajar sem sair da sua casa. E se você acha que os preços cobrados por um livro também são abusivos, pode baixar lá no Universia mais de 1.000 títulos gratuitamente.

Fonte: noticias universia

A leitura como tratamento para diversas doenças

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Aventuras, romances, dramas, comédias e fantasias dão um tremendo apoio na recuperação de condições físicas e psicológicas

Andre Biernath, no Saúde

Imagine chegar ao consultório ou ao hospital com um incômodo qualquer e sair de lá com a prescrição de uma terapia intensiva de George Orwell, seguida de pílulas de Fernando Pessoa, emplastros de Victor Hugo e doses generosas de Monteiro Lobato. Você não leu errado: uma boa história ajuda a aliviar depressão, ansiedade e outros problemas que atingem a cabeça e o resto do organismo.

Quem garante esse poder medicamentoso das ficções são as inglesas Ella Berthoud e Susan Elderkin, que acabam de publicar no Brasil Farmácia Literária (Verus). Redigida no estilo de manual médico, a obra reúne cerca de 200 males divididos em ordem alfabética. Para cada um, há dicas de leituras.

As autoras se conheceram enquanto estudavam literatura na Universidade de Cambridge. Entre um debate sobre um romance e outro, viraram amigas e criaram um serviço de biblioterapia, em que apontam exemplares para indivíduos que procuram assistência. “O termo biblioterapia vem do grego e significa a cura por meio dos livros”, ressalta Ella.

O método é tão sério que virou política de saúde pública no Reino Unido. Desde 2013, pacientes com doenças psiquiátricas recebem indicações do que devem ler direto do especialista. Da mesma maneira que vão à drogaria comprar remédios, eles levam o receituário à biblioteca e tomam emprestados os volumes aconselhados.

A iniciativa britânica foi implementada com base numa série de pesquisas recentes que avaliaram o papel das palavras no bem-estar. Uma experiência realizada na Universidade New School, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas com o hábito de reservar um tempo às letras costumam ter maior empatia, ou seja, uma capacidade ampliada de entender e se colocar no lugar do próximo. Outra pesquisa da também americana Universidade Harvard apontou que leitores ávidos são mais sociáveis e abertos para conversar.

E olha que estamos falando de ficção mesmo. No novo livro não vemos gêneros como autoajuda ou biografia. “Eles já tinham o seu espaço, enquanto as ficções eram um recurso pouco utilizado. É difícil lembrar-se de uma condição que não tenha sido retratada em alguma narrativa”, esclarece Susan.

As autoras acreditam que é possível tirar lições valiosas do que fazer e do que evitar a partir da trajetória de heróis e vilões. “Ler sobre personagens que experimentaram ou sentiram as mesmas coisas que vivencio agora auxilia, inspira e apresenta perspectivas distintas”, completa.

As sugestões percorrem praticamente todas as épocas e movimentos literários da humanidade. A obra mais antiga que integra o livro é a epopeia O Asno de Ouro, assinada pelo romano Lúcio Apuleio no século 2, que serve de fármaco para exagero na autoconfiança. Há também os moderníssimos Reparação, do inglês Ian McEwan (solução para excesso de mentira), e 1Q84, do japonês Haruki Murakami (potente para as situações em que o amor simplesmente termina).

Disponível em 20 países, cada edição de Farmácia Literária é adaptada para a cultura local, com a inclusão de verbetes e de literatos nacionais. “Nós precisamos contemplar as obras que formaram e moldaram o ideal daquela nação para que nosso ofício faça sentido”, conta Ella. No caso do Brasil, foram inseridos os principais textos de Machado de Assis, Guimarães Rosa e Milton Hatoum, que fazem companhia aos portugueses Eça de Queirós e José Saramago.

Soluções para os dilemas de quem curte livros

Muitas obras em casa

Organize sua biblioteca a cada seis meses e doe as obras de que não gostou ou daquelas a que não chegou ao fim.

Esquecer o que já leu

Mantenha um diário de leitura e faça um breve resumo dos principais fatos para consultar quando houver necessidade.

Medo de iniciar um exemplar

Passe os olhos por trechos aleatórios de alguns parágrafos. Assim dá pra se ambientar e tomar coragem de vez.

Dificuldade de concentração

Reserve um espaço na sua agenda diária ou semanal para ler e ficar longe da televisão, do tablet e das redes sociais.

Recusa a desistir no meio

Insista por 50 páginas. Se a história não apetecer, parta para a próxima. Dê o livro a quem possa se interessar.

Tendência a desistir no meio

Você está dedicando poucos minutos à leitura. Fique uma hora (ou mais) para conseguir se envolver com o enredo.

Compulsão por ter livros

Compre um e-reader. Sem capas bonitas e formatos diferenciados, vai ficar menos tentado a levar a livraria inteira.

Intimidado por um livrão

Desmembre o catatau em pedaços menores. Dedique-se a um de cada vez. Acredite: logo todas as páginas serão finalizadas.

Vergonha de ler em público

Aposte nos livros digitais ou numa capa de crochê, pano ou plástico para esconder o título dos olhares curiosos.

Medo de terminar

Curtiu tanto que não quer chegar ao final? Veja filmes e leia resenhas para permanecer dentro do mesmo universo.

Tarefas que exigem maior concentração: dicas para estar sempre focado nos estudos

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Publicado no Amo Direito

Justamente as tarefas que exigem um nível maior de concentração parecem nos dispersar com mais rapidez, não é mesmo?

Há alguns fatores que atrapalham bastante a nossa capacidade de manter o foco nos estudos. Um dos principais é a não satisfação das nossas necessidades fisiológicas como fome, sede, sono, calor, etc. Ficar incomodado com isso, além de desconcentrar, pode causar irritação e consequente abandono do momento de estudo.

Procure sempre manter um ambiente organizado e agradável, livre de ruídos. Isso também pode ajudar muito na concentração e melhor aproveitamento dos estudos.

O gestor da área de educação do CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos), listou algumas dicas simples, mas que se aplicadas de fato, poderão te ajudar a manter o foco!

Dica 1 – Elimine as distrações. Nos momentos reservados ao estudo, verifique se você está livre de músicas, televisão, pessoas conversando, celular, etc.

Dica 2 – Para que seus estudos sejam eficazes, procure um local arejado e confortável. Temperatura (nem calor demais, nem frio demais) e uma cadeira adequada, que auxilia na sua postura, ajudam você a se concentrar melhor.

Dica 3 – Seja organizado com seus estudos. Estabelecer um cronograma de atividades diárias e prazos para executar tarefas ajudam você a não se dispersar e alcançar objetivos de forma consistente.

Dica 4 – Para renovar o ânimo e se concentrar melhor nos estudos, faça um passeio ao ar livre. Ambientes naturais, como parques e praças, possuem um alto poder de redução da fadiga. Por isso, procure por este ambientes para sua mente se recompor.

Dica 5 – Pequenas pausas são necessárias para manter o foco nos estudos. Quando a concentração nos estudos cai, é hora de dar um tempinho, tomar uma água para depois retornar com muito mais energia!

Fonte: estudos 10

Não consegue se concentrar por muito tempo? Entenda por que isso não é ruim

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Hugoa Araújo, no UOL

Se gosta de estudar pelo computador, você provavelmente não percebe, mas, quando começa a navegar por diversas abas, assistir a vídeos e até conversar com amigos, também está aprendendo

Se gosta de estudar pelo computador, você provavelmente não percebe, mas, quando começa a navegar por diversas abas, assistir a vídeos e até conversar com amigos, também está aprendendo

Você consegue ficar por horas no computador, navegando pela internet, assistindo a vídeos e interagindo nas redes sociais. Mas, quando chega a hora de estudar ou fazer qualquer outra tarefa, não fica concentrado por muito tempo e logo perde o foco. E com os prazos chegando ao fim, logo bate o desespero.

Mas, calma: não ficar concentrado por longos períodos não é necessariamente ruim. Segundo a neurocientista Carla Tieppo, que também é professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o ideal é estabelecer um tempo no qual você sabe que ficará concentrado na tarefa. Passado esSe intervalo, você deve fazer uma pausa para depois voltar.

E, acredite, as tecnologias podem ser suas aliadas na hora de estudar. Segundo Camila Alexandrini, professora de português e literatura da plataforma “Me Salva!”, os estudantes são capazes de aprender em ambientes comumente considerados como de “dispersão”. Ou seja, o jovem consegue fazer associações entre a vídeo-aula, o debate na rede social e as anotações escolares. “É muito coerente com a vida dos estudantes hoje pensar que esta dispersão é um novo processo de aprendizagem, que não se dá em linha reta e, sim, em redes”, explica.

De todo modo, é necessário cautela. Ou seja, se você gosta de estudar fora do computador, não precisa largar os livros e se forçar a entrar para os meios digitais. Também não vale ficar todo o tempo nas redes sociais em assuntos não relacionados ao que você deseja aprender.

O ideal é achar a plataforma que melhor funciona para você e apostar nela. Seja digital ou analógico, você deve arrumar um tempo para se dedicar e manter a concentração, mesmo que não seja necessariamente longo. O UOL listou algumas dicas que podem ajudar a encontrar o equilíbrio ideal na hora de buscar concentração:

1. Defina seu tempo

“A coisa mais importante é você saber quanto tempo fica concentrado”, afirma Carla Tieppo. Para isso, durante as tarefas diárias, você deve observar quanto tempo consegue render. Na leitura de um texto, por exemplo, durante qual período você realmente apreende o que está escrito ali? Quando começar a se cansar ou ter de reler muitas vezes, é sinal de que seu período ideal já passou.

2. Use as tecnologias a seu favor

Para controlar seu tempo, Eduardo Valladares, professor de português da plataforma “Descomplica”, afirma que você pode utilizar o celular. “Em geral, só se diz que a tecnologia do celular atrapalha. Que nada! Você pode baixar um aplicativo para ajudar a controlar o tempo e a organizar suas tarefas. Trello, Evernote, Pomodoro, HabitBull, Habitica são ótimos exemplos”, conta.

3. Faça pausas

Depois de estudar durante o período que você estabeleceu, a neurocientista Carla Tieppo recomenda que você faça uma pausa. “Você pode checar as notificações do celular, comer algo leve, tomar água, levantar da cadeira”.

4. Faça uma lista de músicas

Outra dica da neurocientista Carla Tieppo é fazer uma playlist com a mesma duração do tempo que você separou para estudar. As músicas devem ser conhecidas e ideais para ficar de plano de fundo — ou seja, aquelas que você gosta de cantar junto não valem! “Não é para ouvir no randômico, e, sim, naquela sequência certa que você definiu. Isso ajuda a diminuir a ansiedade. Você não fica pensando quanto tempo tem de estudar antes de parar. O seu inconsciente vai saber quando está chegando a hora da pausa”, explica.

5. Concentre-se nas redes

Se gosta de estudar pelo computador, você provavelmente não percebe, mas, quando começa a navegar por diversas abas, assistir a vídeos e até conversar com amigos, também está aprendendo. Você faz ligações entre estas diferentes plataformas e vai construindo seu aprendizado, mesmo que não fique muito tempo concentrado na mesma tarefa. “Enquanto está lendo em um site e, em seguida, clica em um vídeo, você continua pensando sobre o que estava estudando. É uma forma de estudar em rede”, explica a professora Camila Alexandrini.

6. Divida as tarefas e se organize

“Divida as tarefas grandes em pedaços menores. Faça uma coisa de cada vez. O menos é mais”, sugere o professor Eduardo Valladares. Para evitar o cansaço, é ideal que você separe as atividades de cada dia e semana. “Há tempo para tudo: lazer, descanso, comer, obrigações e estudo. Faça intervalos e mescle com algo prazeroso. Estudo pode ser divertido”, conclui.

Veja 5 motivos para que entenda por que você não consegue se concentrar nos estudos

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Concentrar nos estudos

Publicado no Amo Direito

Você tem a sensação de que, por mais que tente, não consegue se concentrar naquilo que está estudando? Esse é um problema que afeta muitos estudantes e que pode ter diversas causas, sejam elas médicas ou não. Confira, a seguir, as principais delas e saiba como melhorá-las:

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1 – Noites mal dormidas
O sono é uma das principais causas da falta de concentração. Pessoas que costumam dormir mal ou poucas horas por noite tendem a ter não só problemas pessoais, mas também físicos e emocionais – o que pode afetar a qualidade dos seus estudos. Tente dormir ao menos 8 horas por noite e veja se você percebe alguma diferença.

2 – Ansiedade
Você costuma se sentir pressionado e tenso? Se sim, é aí que pode estar a causa da sua falta de concentração. Pessoas ansiosas costumam ter bastante dificuldade em manter o foco justamente pela tensão a qual se sentem submetidas. Neste caso, a melhor solução é desabafar com alguém ou procurar um psicólogo.

3 – Empolgação
Querer fazer várias coisas ao mesmo tempo também é prejudicial: quem desempenha várias tarefas simultaneamente costuma perceber a queda da qualidade em alguma delas. No caso dos estudos, isso é ainda pior, já que durante o aprendizado é importante manter-se concentrado apenas no conteúdo que está sendo lido. Portanto, contenha-se na hora de estudar e concentre sua empolgação naquilo que você está estudando.

4 – Má alimentação
Acredite: sua alimentação pode prejudicar – e muito – a sua concentração. É importante que você mantenha uma alimentação balanceada e consuma alimentos de diversos grupos, como carboidratos e proteínas, e que evite a ingestão frequente de alimentos gordurosos. Caso você esteja de dieta, tome cuidado: estudos apontam que estudantes que consomem apenas alimentos de baixas calorias têm uma tendência maior à depressão.

5 – Falta de motivação
Não se encaixa a nenhum dos exemplos acima? Talvez o seu problema seja a falta de motivação. Para melhorar esse problema, tente estabelecer objetivos e mantenha em mente o que você deseja atingir no futuro e por que essa etapa de estudos é importante. Pensar no futuro pode ser uma boa forma de melhorar o presente.

Fonte: noticias universia

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