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O Senhor dos Anéis: Amazon comprou os direitos e oficializou a série

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Já existe vencedor da disputa pelos direitos televisivos dos livros de “O Senhor dos Anéis”. Entre a Netflix, a Amazon e a HBO, a vencedora foi a Amazon.

Catarina Fernandes, no Magazine HD

No início do mês de novembro surgiu o rumor de que a Warner Bros. planeava expandir o sucesso da saga literária de J.R.R. Tolkien dos cinemas para a televisão. A Netflix e a Amazon Studios eram as principais concorrentes na compra dos direitos televisivos de “O Senhor dos Anéis”, com a segunda plataforma de streaming apontada como a favorita. Agora, o rumor tornou-se realidade.

Segundo o Deadline, a Amazon apresentou uma melhor proposta que os representante da HBO e da Netflix. O serviço pagou 200 milhões de dólares norte-americanos para transformar a obra numa série. Este valor não inclui quaisquer custos de produção, apenas os direitos.

A Amazon já aprovou a série para pelo menos duas temporadas. O site adiantou ainda que a produção televisiva não se trata de uma nova adaptação, mas de uma história que preencha as lacunas da história original, provavelmente do tempo passado entre “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. O acordo prevê também a possibilidade da criação de um spin-off

No cinema, a trilogia de “O Senhor dos Anéis” foi realizada por Peter Jackson e lançada entre 2001 e 2003.

A série ainda não tem previsão de estreia.

Concorrência por vaga no Sisu cai em 2016

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Na edição deste ano, foram 23,1 candidatos por vaga, contra uma disputa de 26,4 concorrentes por vaga no ano passado

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Publicado em Veja

A concorrência no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) registrou queda em 2016. Enquanto em 2015 foram 26,4 candidatos para cada vaga, a edição deste ano teve 23,1 estudantes por vaga.

De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em entrevista concedida na terça-feira (19), houve um crescimento de 10% no número de vagas em relação a 2015, e a tendência é a concorrência diminuir ao passar dos anos. No ano passado, o Sisu oferecia 205.514 vagas, número que chegou a 228.071 em 2016.]

De acordo com o ministério, outra questão que também pode ter contribuído para o número baixo de concorrentes é a ausência de treineiros na seleção de 2016, já que suas notas serão divulgadas em outro momento.

Cursos – O curso de medicina mais uma vez teve a maior concorrência, 52 candidatos por vaga, seguido por psicologia, com 49,4, e por educação física, com 42,4. Nesta edição, as mulheres formam a maior parte dos inscritos, 57,1%.

A Universidade Federal do Maranhão teve a maior concorrência entre todas as participantes do programa. Foram 56,3 candidatos por vaga. Em seguida, veio o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, com 42,8 concorrentes por vaga.

Em termos de inscrições, a Universidade Federal de Minas Gerais foi a primeira, com 195.634 candidatos. Em seguida, vem a Universidade Federal do Ceará, com 160.474.

Candidatos de até 22 anos de idade são 71,8% dos concorrentes às vagas. “O Sisu tem dado mais espaço para os concluintes do ensino médio”, disse o ministro. Os maiores de 45 anos chegam a 1,9% dos concorrentes.

Ao todo, 2.712.937 candidatos se inscreveram para 228.071 vagas em 131 instituições públicas de ensino superior. Os selecionados deverão fazer a matrícula nos dias 22, 25 e 26 de janeiro. “Não tem reserva de vaga. Quem não apresentar a documentação nesse prazo perde a vaga”, alertou Mercadante.

(Com Agência Brasil)

Portal de sebos começa a vender livros novos

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Alguns títulos oferecidos são mais baratos do que nos concorrentes e chegam a custar quase o mesmo que os usados

Maria Fernanda Rodrigues, no Estadão

Com um acervo de 12 milhões de livros provenientes de 1.300 sebos e pequenos livreiros espalhados por mais de 300 cidades brasileiras, a Estante Virtual quer ir além da venda de títulos usados e fora de catálogo e entra, agora, na briga pelo mercado de livros novos. Não que esse tipo de comercialização não fosse feito antes. “Há muitos anos os sebos não vendem apenas livros raros e esgotados, como está no imaginário das pessoas. Vendem livros seminovos e, mais recentemente, novos – que compram de ponta de estoque das editoras ou numa transação normal”, explica André Garcia, fundador da Estante Virtual. A abertura para o novo negócio, acredita, vem do fato de as livrarias estarem cada vez mais restritas, até por limitação de espaço, a obras comerciais.

No acervo geral, estão disponíveis 12 milhões de livros

No acervo geral, estão disponíveis 12 milhões de livros

No entanto, os best-sellers não serão ignorados pelos sebos. Muito pelo contrário. Ontem, um exemplar de A Culpa É das Estrelas, o livro mais vendido no País em 2014, estava sendo oferecido no portal pelo Sebovero por R$ 16,99. Na Amazon, que costuma ter os preços mais baixos – e é criticada no mercado por isso – ele custava R$ 20,61. O preço de capa é R$ 29,90. Uma curiosidade: a edição usada mais barata era vendida por R$ 15.

“Ou ele está com preço promocional ou esse livro já está sendo vendido na ponta de estoque porque ele não é o último best-seller”, avalia Garcia, que afirma não haver uma orientação de sua empresa quanto aos preços praticados, ou seja, não há intenção de concorrer de igual com as grandes redes. “Não regulamos. No caso dos usados e seminovos, o preço é muito importante e recomendamos um desconto de 40% ou mais em relação ao preço de capa. No caso dos novos, não pedimos nenhum desconto e eles dão se quiserem. Mas no nosso entendimento, o preço não é o foco no caso dos livros novos. Ele está na diversidade de títulos e na sustentabilidade do mercado.”

O que a Estante Virtual está iniciando agora, a Amazon já faz, por exemplo, nos Estados Unidos – mas não aqui, por ora. Sebos consultados pelo Estado disseram que ainda não foram procurados pela empresa.

Até o fim de janeiro, pequenas livrarias também vão poder vender seus livros pelo portal. “Um dos pilares da Estante Virtual é a sustentabilidade, sempre privilegiando os pequenos e médios players. Queremos democratizar o acesso dos leitores ao livro estejam eles onde estiverem. Queremos inverter a lógica da hiperconcentração”, diz.

Principal portal do gênero, a Estante Virtual entrou em conflito com os fornecedores este ano ao aumentar suas tarifas – sua comissão varia hoje entre 8% e 12% e ela recebe R$ 42 de mensalidade. “Foi uma tensão gerada por uma movimentação que envolveu um aumento do patamar de serviços. Muito do que fizemos foi pedido dos livreiros, e não havia como viabilizar sem uma revisão da tarifa.” Alguns ameaçaram tirar o acervo do ar. “Mas a saída foi infinitesimal, não chegou a 10.”

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