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Concurso Cultural Literário – Especial para Professores

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banner o valor do professor

O professor medíocre conta. O bom professor explica. O professor superior demonstra. O grande professor inspira.” A frase do educador e escritor norte-americano William Arthur Ward representa bem a importância e a responsabilidade de professoras e professores, que precisam inspirar no aluno a confiança, o desejo de aprender e, fundamentalmente, a cidadania e os bons valores humanos. Mas é necessário que esses profissionais descubram seu verdadeiro valor e reconheçam a importância que lhes é designada.

As mais belas ideias sobre educação, os mais sinceros e comoventes elogios ao papel do ensino no desenvolvimento de um país e os sonhos mais generosos em que a escola aparece como espaço de verdadeiro aprendizado e crescimento humano não resolvem o problema da educação se as professoras e os professores não forem e não se sentirem valorizados. Esta obra, por meio de um rico diálogo, oferece argumentos mais que convincentes para a valorização desses profissionais, que ocupam lugar incomparável na vida de cada um de nós e na estrutura social.

Para concorrer a 3 exemplares de “O valor do professor”, basta completar a frase “Tenho orgulho de ensinar porque….”. Use no máximo duas linhas.

O resultado será divulgado no dia 15/10 às 17h30 neste post e também no perfil do Twitter @livrosepessoas.

Parabéns a todos os mestres. Temos orgulho de vocês! 🙂

PS: Se participar via Facebook, por gentileza mencione um e-mail de contato.

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Parabéns: Sérgio Machado, Marcos Florentino e Nely Mendes! =)

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48hs.

O livro que mudou a minha vida

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A história de um personagem pode fazer com que o leitor se reconheça por meio de suas palavras e ações. O processo é chamado cientificamente de “identificação” e pode ajudar a resolver dilemas da vida cotidiana

Autoconhecimento para ajudar o próximo - Filho adotivo de mãe alemã e pai italiano, desde muito cedo Cláudio Assiz, 62 anos, foi incentivado à leitura. Foi seminarista, formou-se em História, Filosofia e Direito, trabalhou como radialista e acabou ingressando na carreira policial. Dedicou 35 anos da sua vida à Polícia Civil e, agora, aposentado e com mais tempo em mãos, dedica esse tempo aos animais. A rotina policial não é nada fácil, recorda Cláudio. “É uma atuação desconfortável, pois a Polícia tem a obrigação de ser a guardiã da sociedade.” Foi no ambiente familiar, na religião e na intimidade com livros que encontrou suporte que o permitiu ter uma visão aberta para entender os problemas sociais que rodeavam sua profissão. “Procurei praticar a polícia cidadã, sem violência. Julgar os atos e não as pessoas foi um discernimento que veio com os livros de filosofia”, diz. Em sua biblioteca já passaram desde a coleção completa de Monteiro Lobato a obras de filosofia, direito, antropologia, e esotéricos. Mas foi na leitura do Manual Básico de Teosofia, de Antônio Geraldo Buck, que Assiz encontrou respostas a algumas de suas inquietações. “O livro mistura ciência, religião e filosofia, e me aprofundou nas questões de autoconhecimento. E, ao me entender melhor, tenho mais compaixão e tolerância com o próximo”, conta (Wlater Alves / Gazeta do Povo)

(Wlater Alves / Gazeta do Povo)

Carol Benelli, no Gazeta do Povo

“Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros mudam as pessoas”, disse uma vez o poeta gaúcho Mário Quintana. Parece simples, mas como entender o significado que um livro tem para cada um?

Autoconhecimento para ajudar o próximo – Filho adotivo de mãe alemã e pai italiano, desde muito cedo Cláudio Assiz, 62 anos, foi incentivado à leitura. Foi seminarista, formou-se em História, Filosofia e Direito, trabalhou como radialista e acabou ingressando na carreira policial. Dedicou 35 anos da sua vida à Polícia Civil e, agora, aposentado e com mais tempo em mãos, dedica esse tempo aos animais. A rotina policial não é nada fácil, recorda Cláudio. “É uma atuação desconfortável, pois a Polícia tem a obrigação de ser a guardiã da sociedade.” Foi no ambiente familiar, na religião e na intimidade com livros que encontrou suporte que o permitiu ter uma visão aberta para entender os problemas sociais que rodeavam sua profissão. “Procurei praticar a polícia cidadã, sem violência. Julgar os atos e não as pessoas foi um discernimento que veio com os livros de filosofia”, diz. Em sua biblioteca já passaram desde a coleção completa de Monteiro Lobato a obras de filosofia, direito, antropologia, e esotéricos. Mas foi na leitura do Manual Básico de Teosofia, de Antônio Geraldo Buck, que Assiz encontrou respostas a algumas de suas inquietações. “O livro mistura ciência, religião e filosofia, e me aprofundou nas questões de autoconhecimento. E, ao me entender melhor, tenho mais compaixão e tolerância com o próximo”, conta

O escritor italiano Ítalo Calvino declara em seu livro Assunto Encerrado que as coisas que a literatura pode revelar são “pouco numerosas, mas insubstituíveis”. Nesses aprendizados estão sentimentos como a maneira de ver o próximo e a si mesmo, de atribuir valor às coisas, de encontrar as proporções da vida e o lugar do amor e morte nela, além de outros temas como a rudeza, a piedade, a tristeza, a ironia e o humor.

Em uma sociedade regida pelo relógio e de procura por respostas instantâneas, o tempo de leitura permite resgatar o contato com o “eu interior”. “Ao ler um livro, cria-se um espaço para que emoções e pensamentos se assentem, promovendo uma recomposição e reestruturação no nosso próprio ser”, revela o professor de História da América da Universidade Federal de São Paulo, Rafael Ruiz Gonzalez.

Além disso, a narrativa de um livro também tem grande poder transformador. “Quando a gente se defronta com uma história que fala com o ser humano na sua intimidade, é como se um sinal de ‘pare’ aparecesse na nossa frente”, lembra o professor.

Eu, personagem

Aristóteles dizia que imitar é próprio da natureza humana. Rafael Ruiz explica que durante a leitura “nos colocamos em diálogo com os personagens e nos vemos por meio de suas palavras e ações”. Esse processo psicológico é chamado de identificação. “O sujeito assimila um atributo, pensamentos ou comportamentos do outro e se transforma, total ou parcialmente, segundo o modelo que o outro fornece”, relata Naim Akel Filho, coordenador da especialização em Neurociência da PUCPR.

O neurocientista ainda vai além. Ele conta que “a personalidade se organiza a partir de nossas experiências, baseada nos modelos com os quais nos identificamos. Portanto, esse processo de identificação com personagens literários pode mesmo moldar a personalidade de alguém com a mesma força das figuras centrais da vida do sujeito”.

É a maturidade do leitor que vai fazer com que, ao folhear algumas obras, elas causem perturbações no comportamento. Indepen­­dentemente da idade, obras da literatura clássica sempre tem um lugar na cabeceira, pois já tiveram sua qualidade atestada. “O clássico é aquilo que foi confirmado pelo tempo porque atinge o ser humano em qualquer época ou lugar, comoveu e provocou questões no homem desde a antiguidade e o toca na sua essência”, orienta o professor Rafael Ruiz.

Silêncio, por favor

Você parou para pensar por que aquele conselho dado a uma pessoa próxima nunca é ouvido? Se o conselho não viesse falado, mas em forma de papel, seria diferente. Akel Filho explica que “quando lemos, rebaixamos nossas defesas racionais e deixamos a emoção e a fantasia substituírem a racionalidade. Por isso é mais fácil sermos seduzidos pela ‘ficção’ do que convencidos pelo mundo real”.

Pesa também que nem sempre as pessoas estão prontas para receber um conselho, e quando um amigo ou terapeuta fala, a sugestão é repelida. Enquanto que a literatura fala manso com o leitor, penetrando no seu coração e mente.

Remédio de papel
Entre tantos espaços de terapia para as inquietações da alma, que tal um lugar diferente, onde você entra, conta sua questão, e sai medicada com um livro? Pensando nisso, a paulista Angélica Ayres trouxe para Curitiba a Mahatma, Livraria de Expansão. “É um espaço onde são selecionados livros que podem ser úteis para uma tomada de decisão, mudança ou redirecionamento de vida”, conta.

Lá é possível encontrar livros de psicologia, comportamento, terapias complementares e até alguns de auto-ajuda. Com 34 anos de experiência no mercado editorial, Angélica é formada em Jornalismo e conta que instalou a livraria em um local calmo. “Não quero clientes de passagem, pois procuro pessoas que de fato querem refletir sobre suas vidas. E Curitiba é uma cidade mais introspectiva por causa do clima, o que favorece a leitura”.

O que diferencia o espaço de uma livraria comum é o atendimento personalizado dado a cada um dos clientes e o conhecimento que a proprietária tem do acervo. Angélica lembra, entretanto, que a literatura é somente uma das ferramentas possíveis para o autoconhecimento. “O livro não substitui algo que a pessoa precisa de caráter físico ou psicológico. É um caminho que vai ajudar as pessoas a entenderem suas necessidades”, pondera.

Coragem para enfrentar a vida - Por vezes, é nas páginas de um livro que as cortinas do teatro da vida se abrem. Foi o que aconteceu com a atriz e artista plástica Graci Mello, 32 anos, após a indicação do livro Montanha Mágica, de Thomas Mann, feita por um professor da universidade. A recomendação era de que era uma leitura obrigatória para a transição da fase adulta. “Acredito que quando era estudante estava carente de experiências, queria ver com meus próprios olhos, e não seguir o caminho que meus pais queriam e imaginaram para mim”, comenta. Nesse livro, a narrativa do personagem principal mostra que o medo é inerente e comum. “Saber disso permitiu enfrentar meus temores e não deixar o medo sobrepor à vontade de fazer as coisas”. E a história escrita a partir desse momento impactou a vida da atriz. Aos 23 anos, saiu da casa dos pais e foi morar com o namorado. “Estamos juntos há 17 anos e tem sido uma experiência linda. Sempre nos apoiamos muito e é um relacionamento tranquilo”, comenta. Parte do enfrentamento do “eu interior”, também tomou forma quando Graci decidiu fazer faculdade de Artes Cênicas. “Era muito envergonhada e, aos poucos, o teatro me mostrou como encarar as oportunidades que aparecem. Ensinou também a vivenciar o momento e não ter medo de me expor em público”, explica a atriz - (André Rodrigues / Gazeta do Povo)

(André Rodrigues / Gazeta do Povo)

Coragem para enfrentar a vida – Por vezes, é nas páginas de um livro que as cortinas do teatro da vida se abrem. Foi o que aconteceu com a atriz e artista plástica Graci Mello, 32 anos, após a indicação do livro Montanha Mágica, de Thomas Mann, feita por um professor da universidade. A recomendação era de que era uma leitura obrigatória para a transição da fase adulta. “Acredito que quando era estudante estava carente de experiências, queria ver com meus próprios olhos, e não seguir o caminho que meus pais queriam e imaginaram para mim”, comenta. Nesse livro, a narrativa do personagem principal mostra que o medo é inerente e comum. “Saber disso permitiu enfrentar meus temores e não deixar o medo sobrepor à vontade de fazer as coisas”. E a história escrita a partir desse momento impactou a vida da atriz. Aos 23 anos, saiu da casa dos pais e foi morar com o namorado. “Estamos juntos há 17 anos e tem sido uma experiência linda. Sempre nos apoiamos muito e é um relacionamento tranquilo”, comenta. Parte do enfrentamento do “eu interior”, também tomou forma quando Graci decidiu fazer faculdade de Artes Cênicas. “Era muito envergonhada e, aos poucos, o teatro me mostrou como encarar as oportunidades que aparecem. Ensinou também a vivenciar o momento e não ter medo de me expor em público”, explica a atriz

As diversas vidas que vivemos - O que seria da vida se fosse possível despir-se de preconceitos e aceitar a transição e a constante mudança? Para Cláudia Janiscki, 43 anos, especialista em I Ching e numeróloga, esse desafio teve início ao ler um livro milenar chinês. “Ler o I Ching ou Livro das Mutações foi como olhar no espelho. Fez com que eu enxergasse com clareza minhas vontades e qual caminho tomar para transformar aquilo que me causava insatisfação”, explica. Na época, Cláudia era dentista e não hesitou em largar anos de prática para tomar a estrada do auto-conhecimento. De lá pra cá, com o aprofundamento das questões humanas, também veio tranquilidade e a descoberta de um novo caminho trabalhando com pessoas. “Abri uma escola de ioga, onde pude praticar uma atividade que trazia benefícios diretos ao público. Agora, estou focada em numerologia e leitura de I Ching e acredito que não existe limite para melhorar e mudar”, comenta - (Daniel Castellano / Gazeta do Povo)

 (Daniel Castellano / Gazeta do Povo)

As diversas vidas que vivemos – O que seria da vida se fosse possível despir-se de preconceitos e aceitar a transição e a constante mudança? Para Cláudia Janiscki, 43 anos, especialista em I Ching e numeróloga, esse desafio teve início ao ler um livro milenar chinês. “Ler o I Ching ou Livro das Mutações foi como olhar no espelho. Fez com que eu enxergasse com clareza minhas vontades e qual caminho tomar para transformar aquilo que me causava insatisfação”, explica. Na época, Cláudia era dentista e não hesitou em largar anos de prática para tomar a estrada do auto-conhecimento. De lá pra cá, com o aprofundamento das questões humanas, também veio tranquilidade e a descoberta de um novo caminho trabalhando com pessoas. “Abri uma escola de ioga, onde pude praticar uma atividade que trazia benefícios diretos ao público. Agora, estou focada em numerologia e leitura de I Ching e acredito que não existe limite para melhorar e mudar”, comenta.

dica do Chicco Sal

15 livros que ajudam a inspirar a criatividade no trabalho

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De obras clássicas até textos voltadoss para o público infantil: confira uma seleção de livros essenciais para quem quer ser mais inovador

Getty Images

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Talita Abrantes, na Revista Exame

Para educar o olhar para a criatividade

São Paulo – Regra básica para estimular a criatividade no cotidiano? Busque inspiração nas mais diversas fontes. Quanto mais improvável, melhor.

Foi com base nesta equação que pedimos para três especialistas em criatividade selecionarem algumas das obras essenciais para educar os olhos para perceber o mundo de uma maneira nova.

O resultado trouxe livros clássicos sobre inovação. Mas não só. Na lista, há de livros infantis até obras consideradas malditas no passado. Divirta-se.

They All Laughed
Nesta obra, o jornalista Ira Flatow conta, de uma maneira divertida, a história por trás das grandes invenções que hoje fazem parte da nossa rotina: lâmpada, telefone, laser, submarino e até videogame, entre muitas outras.

They All Laughed
Ira Flatow

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Thinkertoys
Se você quer fazer da criatividade uma prática diária na sua rotina, este é o livro indicado. Um clássico na área, “a obra traz exercícios que estimulam a criatividade. Por exemplo, como expressar ideias por meio de símbolos abstratos em vez de palavras”, afirma Gisela Kassoy, especialista no assunto.

Thinkertoys: A Handbook of Creative-Thinking Technique

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Um Chute na Rotina
“O livro fala sobre o processo criativo, sobre como acontece a geração de ideias, como aplicá-las e o sucesso que isso traz”, diz Paulo Campo, do Lab SSJ. Para isso, a obra traz uma série de estratégias práticas para fazer a criatividade tomar corpo na sua rotina.

Um Chute na Rotina – Os Quatro Papéis Essenciais no Processo Criativo
Roger Von Oech

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Um “toc” na cuca
Muitas vezes, o caminho para a inovação está em, simplemente, encarar a trilha de uma maneira diferente. Nesta obra, segundo Campo, o objetivo do autor é ajudar os leitores a “descondicionar a forma de pensar”, diz. Para isso, ele investiga alguns dos principais bloqueios mentais e padrões que limam o pensamento criativo.

Um toc na cuca
Roger Von Oech

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Ulysses
Para Isabella Prata, diretora da Escola São Paulo, o clássico de James Joyce pode ser uma excelente ferramenta para treinar o olhar para a criatividade. Motivo? “A história toda gira em torno de possibilidades e memórias”, diz. Lembrando que uma das principais dicas para ser mais criativo é arquitetar alternativas absurdas mentalmente.

Ulysses
James Joyce

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Boquitas Pintadas
O segundo livro do argentino Manuel Puig conta a história de um jovem tuberculoso e sua relação com a sociedade argentina da época. Segundo Gisela, a inovação da obra está na maneira como o texto foi escrito. “Em um capítulo, é uma pessoa escrevendo uma carta, em outro, uma resmungando oiu pensando. Não tem narrador, não tem descrição. Tem situações que acontecem e as pessoas vão se encontrando”, descreve.

Boquitas Pintadas
Manuel Puig (mais…)

Para manter saga, fãs de Campinas recriam ambiente de ‘Harry Potter’

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Universitários afirmam que mantém encontros para preservar amizade.  Eventos e reuniões simulam cenas vivenciadas nos livros e filmes.

Anaísa Catucci, no G1

Júlia desfila com a fantasia de Hermione durante um encontro de anime (Foto: Arquivo pessoal/ Júlia Fioretti)

Júlia desfila com a fantasia de Hermione durante um encontro de anime (Foto: Arquivo pessoal/ Júlia Fioretti)

Após acompanhar a série “Harry Potter”, fãs “marmanjos” de Campinas (SP) e região recriam cenas da obra de J.K. Rowling para simular as histórias de magia, além de manter o legado e a paixão pela fantasia da feitiçaria. Apesar do último filme da saga ter sido lançado há dois anos, os personagens dos livros ainda são lembrados nas discussões em fóruns pela internet, em eventos de anime e também em reuniões particulares. O cenário é recriado em salas com as cores das casas de Hogwarts (colégio para bruxos onde se passa boa parte do enredo), livros, acessórios, sapos de chocolate, uniformes e jogos com o tema.

Os laços da ficção também uniram os leitores que acompanham a série desde 1997 e se identificam com Harry, Hermione e Ron. A estudante de artes Júlia Luchiari Fioretti, 18 anos, de Americana (SP) tem o costume de usar a fantasia da Hermione, com o uniforme, a varinha e também o “vira-tempo” nos encontros que envolvem jovens da mesma faixa etária. “O mundo fantástico criado por J.K. é o que mais me deixa fascinada. Um dos meus maiores desejos é poder um dia ser uma bruxa e explorar tudo o que ela criou. Gosto muito também do forte laço de amizade e esperança desenvolvidas durante a série”, explica.

Sala de aula com as bandeiras com as cores das casas de Hogwarts (Foto: Arquivo Pessoal/ Isis do Espírito Santo)Sala de aula com as bandeiras com as cores de Hogwarts (Foto: Arquivo Pessoal/ Isis do Espírito Santo)

Júlia comprou o primeiro livro da série em 2002 e desde então não deixa de revisitar as histórias. “Gosto de me aprofundar e absorver cada vez mais sobre os detalhes da série”, conta.

Isis mantém coleção com uniforme, objetos, livros e filmes (Foto: Arquivo Pessoal/ Isis do Espírito Santo)Universitária mantém coleção com uniforme, livros
e filmes (Foto: Arquivo Pessoal/ Isis Santo)

Além dos livros e filmes, integram a lista de objetos que coleciona feijões de todos os sabores, uma caneca da cerveja amanteigada e bichos de pelúcia.

A universitária que faz o curso de jornalismo Isis do Espírito Santo, 26 anos, também mantém a coleção e já chegou a fazer parte de um fã-clube. Desde o último lançamento no cinema reúne os amigos para discutir trechos da obra e rever os filmes. “Tentamos sempre guardar datas para rever os filmes, como o dia 17 de julho, quando foi lançado o último filme, ou no dia 31 de outubro, no Dia das Bruxas”, afirma.

Segundo a universitária, o que incentivou seguir os personagens até a fase adulta são os valores humanos. “O livro na verdade é baseado em amor, amizade e família. Valores que hoje são desfocados pela loucura do dia a dia”, disse Isis.

Sem nunca ter ido à escola, empresário cria negócio bilionário em Cingapura

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Publicado por UOL

O empresário Goh Cheng Liang (Divulgação)

O empresário Goh Cheng Liang (Divulgação)

SÃO PAULO – Goh Cheng Liang é um dos magnatas de Cingapura. Apesar de não estar na lista dos mais ricos e não conversar muito com a imprensa, a fama do empresário se deve a sua trajetória de sucesso.

Segundo a Forbes, Liang nunca foi à escola, pois nasceu em uma família pobre. Ainda menino, ele vendeu redes de pesca e trabalhou em uma loja de ferragens.

Em 1949, quando os britânicos estavam leiloando estoques excedentes da Segunda Guerra Mundial, Liang comprou todos os barris de tinta e com um dicionário chinês de produtos químicos na mão, ele passou a preparar mistura de solventes, pigmentos e produtos químicos para fazer a sua própria marca de tintas, chamado Pigeon.

Guerra criou oportunidade
No ano seguinte, quando teve início a guerra das Coreias, uma proibição de importação gerou um enorme lucro para o empresário.

O negócio foi crescendo até que Liang teve a oportunidade de se unir com a Nippon Paint, do Japão, e depois conseguiu uma participação em uma joint venture chamada Nipsea Management.

Liang comanda 15 mil funcionários
Hoje, a Nippon está presente em 15 países e conta com 15 mil funcionários.

O faturamento anual das empresas de Goh Cheng Liang chegam a US$ 2,6 bilhões.

Ao longo dos anos, ele investiu um pouco do seu lucro com o negócio de pintura em construção de shopping centers, hotéis, residências, em uma empresa de distribuição de varejo, fábrica de eletrônicos, embalagens, logística e até mesmo em uma empresa de mineração na China.

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