Vitrali Moema

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Faculdade inglesa gera polêmica ao perguntar orientação sexual de alunos

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Formulário entregue para alunos da faculdade inglesa Barnsley (Reprodução/Daily Mail)

Formulário entregue para alunos da faculdade inglesa Barnsley (Reprodução/Daily Mail)

Publicado por UOL

A faculdade inglesa Barnsley gerou polêmica com um formulário de registro que perguntava a orientação sexual de alunos de 16 e 17 anos. O estudante devia indicar se era bissexual, gay, lésbica, heterossexual ou transexual – também existia a opção “prefiro não dizer”. As informações são do Daily Mail.

O questionamento foi feito ao lado de perguntas sobre dados pessoais como endereço, idade e detalhes de contato. Segundo a publicação, alguns estudantes caíram no choro e reclamaram de invasão de privacidade.

Ativistas do movimento gay criticaram a conduta da universidade e sugeriram que eles revissem o procedimento de inscrição.

Um representante da faculdade pediu desculpas a quem se sentiu ofendido, disse que iriam rever a forma de fazer as perguntas e afirmou que as respostas auxiliam no monitoramento da taxa de sucesso de grupos característicos.

Segundo a instituição, todas as faculdades são obrigadas, desde 2011, a recolher essas informações, a fim de cumprir deveres legais com o Setor de Igualdade.

Choque elétrico na cabeça melhora o aprendizado em matemática, diz especialista

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Pesquisadores da Universidade Oxford elaboraram o procedimento em estudantes

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Publicado no Daily Mail [via R7]

Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, elaboraram um experimento inovador: choque elétrico na cabeça dos estudantes melhora as habilidades com a matématica e desenvolvimento do aprendizado. Os alunos aprendem cáclculos até cinco vezes mais rápido. As informações foram retiradas do Daily Mail.

A equipe de Oxford realizou a experiência em 51 alunos durante cinco sessões. Em um forma mais rápida que o ensino escolar, os estudantes aprenderam novas contas e maneiras de recordar figuras em tabelas.

Roi Cohen Kadosh, pesquisador chefe do departamento de psicologia experimental de Oxford, disse que a equipe estava tentando encontrar uma forma de ajudar as pessoas que tem dificuldade com a matemática.

— O estudo sugere uma maneira segura e barata que podemos melhorar matemática na vida das pessoas. Em cinco dias, fomos capazes de trazer melhorias duradouras nas funções cognitivas e do cérebro.

Exames elaborados durante o procedimento de corrente elétrica demonstram que a técnica aumenta o suprimento de oxigênio e nutrientes no cérebro.

EUA: pela 1ª vez, escola integra brancos e negros em baile de formatura

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Casais de brancos e negros entraram juntos para o primeiro baile de formatura sem a segregação racial Foto: Daily Mail / Divulgação

Casais de brancos e negros entraram juntos para o primeiro baile de formatura sem a segregação racial
Foto: Daily Mail / Divulgação

Publicado por Terra

Pela primeira vez na história de um colégio da Geórgia alunos brancos e negros puderam dançar juntos no baile de formatura, no último sábado. A festa aconteceu quase 60 anos após a Suprema Corte dos Estados Unidos ter decidido pela proibição da segregação racial nas escolas do País. As informações são do Daily Mail.

A festa contou com toda a pompa de uma formatura de ensino médio normal americana, com casais chegando juntos em limusines, as meninas usando vestidos longos com babados e muita animação. A única diferença é que os alunos da Wilcox County High School terminaram com a tradição de segregação da comunidade depois de levantar dinheiro para um baile integrado.

Durante décadas, o distrito escolar evitou a união das raças, promovendo bailes separados organizados pelos pais. Mas este ano quatro amigos – dois negros e dois brancos – se uniram para acabar com a prática de fazer festas de formatura separadas para brancos e negros. Eles começaram uma campanha no Facebook pelo baile integrado, que rapidamente ganhou mais de 26 mil seguidores.

Após o sucesso da festa, o distrito escolar anunciou que a partir do próximo ano o baile de formatura integrado será adotado oficialmente pelas escolas. A decisão pode representar o fim definitivo de um dos bastiões da segregação racial que ainda perduram nos Estados Unidos.

dica da Rina Pri

Estudante sofre bullying depois de estuprada por colegas e se mata

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Eles teriam distribuído foto da cena pela escola

Mãe quer que pessoas entendam como as mídias sociais permitiram que estudante fosse continuamente violada depois do estupro

Mãe quer que pessoas entendam como as mídias sociais permitiram que estudante fosse continuamente violada depois do estupro

Publicado por R7

Um caso de bullying virtual abalou o Canadá no último domingo (7). A canadense de 17 anos Rehtaeh Parsons cometeu suicídio ao não suportar o bullying virtual depois que quatro colegas distribuíram fotos do ataque no qual ela foi estuprada, de acordo com a mãe da garota, Leah Parsons.

Rehtaeh se enforcou no banheiro da família na quinta-feira (4) após meses de tormento e morreu no domingo, contou a mãe ao inglês Daily Mail nesta quarta-feira (10).

Segundo o jornal, nenhuma acusação foi feita aos supostos estupradores desde 2011, ano em que teria ocorrido o estupro. As autoridades entendem que não há provas o suficiente para acusá-los.

No entanto, a mãe de Rehtaeh alega que a garota mudou para sempre desde o ocorrido. A adolescente era “estudante nota A” e teria se tornado uma pessoa imprevisível e de mau humor.

— Ela foi com um amigo na casa de outro amigo. Nesta casa, ela foi estuprada por quatro garotos. Um deles tirou uma foto do estupro e achou que seria divertido distribuir pela escola e comunidade dela, onde rapidamente se espalhou. As pessoas mandavam mensagem para ela perguntando “você quer fazer sexo comigo?”.

Os pais se mudaram de cidade e matricularam Rehtaeh em outro colégio, mas em pouco tempo os colegas a antiga escola entraram em contato com os novos amigos da estudante por meio das redes sociais.

Leah Parsons disse ao site inglês que quer que as pessoas aprendam com a tragédia e vejam como as mídias sociais permitiram que ela fosse continuamente violada depois do estupro.

O antigo colégio de Rehtaeh, o Cole Harbour District High School, em Nova Scotia, no Canadá, disse que não poderia comentar o caso, uma vez que teria ocorrido há mais de um ano.

Escolas britânicas afastam 3 mil alunos por ano por conduta sexual imprópria

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Bullying sexual é responsável por 15 suspensões por dia
Ações incluem bullying sexual, assédio, ataque, comportamento indevido ou pichação obscena

Imagem: Google

Imagem: Google

Publicado em O Globo

Mais de três mil estudantes, incluindo crianças com menos de 11 anos, são suspensas ou expulsas das escolas britânicas por comportamento sexual inadequado por ano, informam os jornais “Daily Mail” e “Independent” nesta terça-feira. Em média, 15 são afastadas por dia, sendo pelo menos uma delas do ensino fundamental básico.

De acordo com dados do Departamento de Eduacação, entre o período letivo de 2010 e 2011, 3.030 crianças foram afastadas por ações como bullying sexual, assédio, ataque, comportamento obsceno ou por fazerem pichações sexuais. No ano anterior, o número foi ainda maior: 3.300.

As reportagens vêm em meio a uma preocupação crescente sobre o “sexting”, o envio de fotos de nu por celular. Para educadores, a sexualização precoce das crianças, aliada ao fácil acesso à pornografia pela internet, pode estar ligada ao alto número nas suspensões e expulsões de alunos.

Uma pesquisa realizada no Reino Unido no ano passado mostrou que 30% dos professores do ensino médio e 11% dos professores do ensino fundamental tinham conhecimento de incidentes envolvendo comportamento sexual coercitivo envolvendo seus alunos em relação aos colegas.

“As estatísticas sobre expulsões confirmam a sensação que muitos pais têm de que nossos filhos estão convivendo em uma cultura cada vez mais sexualizada que se prolonga à sala de aula”, disse Claire Perry, conselheira do primeiro-ministro sobre infância, ao “Daily Mail”.

O Departamento de Educação, no entanto, ressalvou que as exclusões por conduta sexual imprópria são “extremamente raras e estão decrescendo”. “Essas estatísticas representam menos de 0,05% dos alunos no país”, diz um comunicado do departamento.

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