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Grifar é forma de estudo pouco eficiente; confira melhores técnicas

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foto: Carlos Cecconello/Folhapress

foto: Carlos Cecconello/Folhapress

Publicado no UOL

Um estudo realizado por pesquisadores de quatro universidades dos Estados Unidos indica que resumir e grifar textos são técnicas com baixa utilidade para o aprendizado dos estudantes. Das dez práticas avaliadas pelo trabalho científico, outras três compõem a lista com pior avaliação: criação de palavras-chaves, uso de imagens para fixação de conceitos e releitura.

Fazer exercícios práticos e estudar aos poucos ao longo de todo o curso foram apontados como as melhores formas de aprendizagem por beneficiar diretamente alunos de diferentes idades e habilidades.

De acordo com a pesquisa - divulgada pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica do país, o resumo e as marcações nos textos como ferramentas de aprendizagem possuem benefícios limitados. A primeira técnica não é considerada tão eficiente, pois é necessário um treinamento extensivo para seu sucesso. Quanto à segunda prática, foi observado pouco aumento no desempenho dos estudantes.

O uso de perguntas elaboradas, de auto-explicação e de uma prática intercalada de estudo recebeu utilidade moderada dentro dos parâmetros da pesquisa.

Parâmetros

O trabalho avaliou os benefícios gerais levando em consideração quatro categorias de comparação: *condições de aprendizagem, características do estudante, materiais e critérios das tarefas. As 10 técnicas analisadas foram selecionadas de acordo com a facilidade de utilização e preferência dos estudantes.

Companhia das Letras assume 1º lugar

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Sextante mantém o primeiro lugar no ranking mensal

Cassia Carrenho, no PublishNews

1Era uma novidade já esperada. A editora colocou 300 títulos com 50% de desconto nas principais livrarias, entre os dias 23 e 25 de abril. Para alegria dos intelectuais de plantão, a lista aparece recheada de nomes como José Saramago, Friedrich Nietzsche, Hannah Arendt entre outros. Com essa ação a Companhia das Letras assumiu o 1º lugar no ranking das editoras, com 19 livros, que somados venderam 14.405 exemplares. Na semana anterior a editora emplacou 5 livros, com uma venda total de 5.902 exemplares. É, talvez isso mostre (se ainda não ficou claro) que preço e qualidade podem (e devem) andar juntos.

Mas, para acabar com a alegria dos fiéis seguidores da chamada alta literatura, o padre mais vendido do Brasil voltou, e em 1º lugar. Kairós (Principium), do Padre Marcelo Rossi estreou na lista da semana vendendo 8.230 exemplares. Do mesmo grupo editorial, Globo, e com um título menos angelical, o livro do ex-jogador Casagrande e seus demônios manteve o 1º lugar em não ficção, fazendo uma dobradinha em autoajuda e não ficção. Ou seja, entre padres e demônios, o que vale é vender.

Na lista mensal de abril, após vários meses cinzentos, O lado bom da vida (Intrínseca) levou a melhor, vendendo 16.227 exemplares, seguido de Cinquenta tons de cinza, também da Intrínseca, com 15.504 e Casamento blindado (Thomas Nelson) 14.087.

No ranking mensal das editoras, a Sextante manteve o 1º lugar, com 22 livros. A briga boa ficou entre Record, 15, Ediouro, 14 e Saraiva, 13. Vale lembrar que a Saraiva também fez ação promocional no mês de abril, o que refletiu nesse ótimo desempenho.

MEC prepara programa de incentivo para que jovem se torne professor

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Governo quer suprir carência de docentes em exatas e biológicas.
Meta é atender 100 mil alunos do ensino médio e 10 mil de graduação.

Publicado por G1

'Maioria dos jovens não quer ser professor', diz Mozart Neves Ramos, coordenador do programa do MEC (Foto: Reprodução/Globo News)

‘Maioria dos jovens não quer ser professor’, diz
Mozart Neves Ramos, coordenador do programa
do MEC (Foto: Reprodução/Globo News)

O Ministério da Educação prepara um programa de incentivo para que os jovens do ensino médio possam seguir carreira acadêmica na área de ciências ou se tornar professor de educação básica, principalmente nas áreas de matemática, química, física e biologia. Segundo o MEC, o programa terá como meta atender 100 mil estudantes do ensino médio, além de 10 mil de alunos graduação em cursos de licenciatura.

Serão incorporados ao programa os estudantes medalhistas das olimpíadas de matemática e de língua portuguesa, entre outras. Universidades e centros de pesquisa vão oferecer bolsas de incentivo a estudantes do ensino médio e a professores da educação básica, e a professores, pesquisadores e alunos de universidades. Os professores que participarem do programa terão direito a bolsas e poderão ser incluídos em programas de formação e pesquisa.

O programa vai oferecer pós-graduação em universidades federais e particulares para professores de escolas públicas do ensino médio. Segundo reportagem publicada nesta quinta-feira (2) pela “Folha de S. Paulo”, o programa vai atrelar o diploma de pós e um aumento no salário ao bom desempenho dos alunos do professor formado. O MEC, no entanto, diz que isso é uma decisão dos estados e municípios, e que não tem gerência na carreira docente de escolas da educação básica.

O coordenador do programa, Mozart Neves Ramos, disse ao G1 que ainda falta definir como será feita esta avaliação do desempenho dos alunos. “O principal objetivo é tornar atrativa a carreira do magistério no Brasil. Hoje a grande maioria dos jovens não quer ser professor. O país precisa reverter essa situação”, diz o coordenador. Veja a entrevista:

O professor terá de melhorar o aluno para ganhar aumento e certificado?
Mozart Neves Ramos
: Naturalmente isso cabe aos estados no âmbito de suas autonomias. Será importante que o esforço docente de qualificação e de bons resultados em sala de aula tenha um reconhecimento salarial no Plano de Carreira, mas isso cabe aos Estados, como disse, analisarem. Isto não cabe ao MEC. A ideia é que a certificação leve de fato a uma melhoria de desempenho do professor em sala de aula. É preciso ir além da titulação, é preciso que ela chegue até a sala de aula, e assim espera-se que a própria universidade acompanhe e auxilie esse professor após suas atividades na universidade. Esse esforço tem que ser traduzido na melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem escolar.

1Como será medida esta melhora no desempenho dos alunos?
Quanto à avaliação existem instrumentos de aferição, mas vamos discutir melhor com os demais atores sobre isso. Será um processo construído em regime de cooperação. Por exemplo, espera-se, após a certificação, que as aulas do professor possam incorporar novas tecnologias em sala de aula, inclusão de aspectos experimentais que possam ilustrar suas aulas teóricas, ou seja, é possível aferir se suas aulas estão mais motivadores e ricas de novas informações.

Quais ações serão feitas para suprir a carência de professores em exatas e biológicas no ensino médio?
O programa tem como principal objetivo tornar atrativa a carreira do magistério no Brasil. Hoje a grande maioria dos jovens não quer ser professor. O país precisa reverter essa situação. O Programa assim atuará em três eixos: (1) criação de “clusters” de desenvolvimento de ensino, envolvendo professores e alunos das universidades e das redes estaduais de ensino – Ensino Médio (o foco); (2) desenvolvimento de ações que visem a redução da evasão nos cursos de licenciaturas em química, física, matemática e biologia; (3) certificação pós-graduanda de professores da rede ensino e melhoria no plano de carreira, associado ao seu desempenho em sala de aula.

Como atrair o estudante de ensino médio para a carreira docente?
O MEC, através da Capes, disponibilizará bolsas de estudo, tanto para os alunos das licenciaturas como para aqueles do ensino médio envolvidos com o programa. Os melhores alunos de ensino médio poderão se tornar monitor de sua escola, tal como existe na universidade. Além disso, o MEC está estudando outras formas de incentivo.

A Prova Brasil vai incluir este ano pela primeira vez a disciplina de ciências. Como melhorar o ensino de ciências nas escolas?
Exatamente pela escassez de professores nesta área que se efetiva a importância do programa. É um grande desafio nacional. É preciso levar a parte experimental do ensino de ciências para a sala de aula. Química, por exemplo, é uma ciência experimental. Quando os alunos observam uma reação química ocorrendo na prática têm outra motivação, daquela quando apenas se escreve pelo professor e se copia pelo aluno. Ensinar ciências já nas primeiras séries do ensino fundamental é outro aspecto importante. É preciso integrar a teoria e a prática.

De 78 países, Brasil está entre os 10 piores no domínio de inglês

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Com pontuação de 3,27, o Brasil ficou atrás da média geral – de 4,75 pontos – e também da média da América Latina, de 3,38 pontos

A empresa responsável pela pesquisa aponta que o desempenho do Brasil é preocupante, ainda mais que o País vai sediar importantes eventos esportivos Foto: Getty Images

A empresa responsável pela pesquisa aponta que o desempenho do Brasil é preocupante, ainda mais que o País vai sediar importantes eventos esportivos
Foto: Getty Images

Publicado por Terra

Uma pesquisa divulgada esta semana pela GlobalEnglish Corporation, empresa que realiza testes em todo o mundo sobre a proficiência de inglês nos negócios, aponta que o Brasil está entre os piores países no domínio do idioma. Entre as 78 nações analisadas, o País ficou na 71ª colocação. Nas primeiras posições do ranking estão Filipinas, África do Sul e Noruega. El Salvador e Chile são os piores colocados.

Com pontuação de 3,27, o Brasil ficou atrás da média geral – de 4,75 pontos – e também da média da América Latina, de 3,38 pontos. Porém, os números melhoraram em comparação ao ano passado, cujo desempenho foi de 2,95 pontos. Segundo a GlobalEnglish, o resultado é preocupante para um nação que receberá, nos próximos anos, três eventos esportivos internacionais: Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olímpiadas.

A pontuação no Índice de Inglês para Negócios 2013 (BEI, na sigla em inglês) de 1,0 indica uma capacidade de leitura e de se comunicar usando apenas perguntas e frases simples, enquanto uma pontuação mais elevada de 10,0 representa a capacidade de se comunicar e colaborar no ambiente de trabalho muito parecido com um falante nativo de inglês. Para fazer a escala foram realizados 212.883 testes no mundo. A média geral, de 4,75, representa um aumento de 14% em comparação com 2012. Apesar destas melhorias, quase um terço (30%) dos profissionais foram classificados como principiantes e apenas 7% deles mostraram ter inglês fluente.

Apesar das deficiências, 91% dos entrevistados disseram que consideram a proficiência em inglês como um requisito necessário para o avanço na carreira e 94% acreditam que o conhecimento do inglês de negócios é fundamental para ganhar uma promoção na empresa.

A pesquisa é focada no mercado corporativo, já que é resultado de testes aplicados em empresas multinacionais que utilizam as ferramentas da GlobalEnglish dentro do ambiente de trabalho para o aperfeiçoamento da língua inglesa entre seus profissionais. Veja os resultados do estudo no site da GlobalEnglish.

dica do Jarbas Aragão

MEC distribui 2 milhões de senhas para cursos on-line gratuitos

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Programa é para estudantes de escolas públicas e universitários / Leandro Moraes/ Folhapress / Arquivo

Programa é para estudantes de escolas públicas e universitários / Leandro Moraes/ Folhapress / Arquivo

Publicado por Band

Programa Inglês Sem Fronteiras oferecerá cursos pela internet voltados para estudantes de graduação e pós-graduação

O MEC (Ministério da Educação) identificou que a falta do domínio de uma língua estrangeira tem sido barreira para os universitários brasileiros conseguiram bolsas de estudo no exterior e lançou ontem a primeira etapa do programa Inglês Sem Fronteiras.

Serão distribuídas 2 milhões de senhas para alunos de graduação e pós-graduação matriculados em universidades públicas ou estudantes de universidades particulares que tenham alcançado no mínimo 600 pontos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), em alguma edição a partir de 2009.

Ocurso será on-line e usará uma plataforma internacional. Em paralelo, os alunos serão submetidos a provas e, de acordo com o desempenho, poderão receber convites para aulas presenciais. O governo colocará à disposição dos estudantes 250 mil testes Toefl, exame com reconhecimento internacional que mede a proficiência em inglês.

Ainda no primeiro semestre, 200 professores de universidades dos EUA serão contratados para ministrar cursos para os 20 mil estudantes com melhor resultado. A meta do MEC é distribuir cinco milhões de senhas e, inclusive, incluir num segundo momento a possibilidade de participação dos alunos do ensino médio nos cursos on-line.

A distribuição de novas senhas deverá ocorrer até junho. O domínio do inglês é pré-requisito para concorrer a bolsas de estudo de graduação, mestrado e doutorado em universidades estrangeiras que participam do Ciência Sem Fronteiras.

Lançado em julho de 2011, o programa já ofereceu 22.646 bolsas de graduação e pós-graduação em 38 diferentes países.

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