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Veja as ilustrações que J.K. Rowling fez de Harry Potter

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(Via The Rowling Library)

(Via The Rowling Library)

 

Isabela Moreira, na Galileu

Que J.K. Rowling é uma escritora talentosa e inspiradora todos nós sabemos. Mas uma nova leva de ilustrações divulgados no Pottermore revela que além disso, ela leva jeito para desenhar.

Os desenhos mostram os bastidores do dia a dia de Hogwarts, bem como a forma que a autora imaginou seus próprios personagens. Confira:

Partida de quadribol

Partida de quadribol

 

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O Pirraça atrapalhando os alunos

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Aula de poções com Snape

 

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Na Privet Drive

 

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Harry com os Weasleys

 

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Harry e os Dursleys

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Espelho de Ojesed

 

(Foto: J.K. Rowling)

‘A guerra dos mundos’ ganha edição com ilustração de brasileiro

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'THE WAR OF THE WORLDS' A Martian machine contemplates the drunken crowd Date: First published: 1898 - Rights Managed / Mary Evans Picture Library

‘THE WAR OF THE WORLDS’ A Martian machine contemplates the drunken crowd Date: First published: 1898 – Rights Managed / Mary Evans Picture Library

 

Alessandro Giannini, em O Globo

SÃO PAULO – Principal atrativo de uma nova edição de “A guerra dos mundos’’ (Suma das Letras), que chegou às livrarias este mês, os desenhos do brasileiro Henrique Alvim Corrêa (1876-1910) ilustraram uma versão do romance de H.G. Wells (1866-1946) publicada em 1906, na Bélgica, onde o artista estava radicado. Modernas e representativas da violenta invasão marciana à Terra, as ilustrações impressionaram Wells, que se tornou amigo de Alvim Corrêa. O título, como outras obras do autor, entra em domínio público em janeiro de 2017.

— Do ponto de vista do leitor, acho que é a edição mais acessível com as ilustrações do artista brasileiro. Em uma pesquisa rápida que fiz, houve uma edição anterior que também tinha os desenhos, mas era sofisticada demais e com preço muito alto — diz o escritor e compositor Bráulio Tavares, autor do prefácio da obra.

Desenho do brasileiro Henrique Alvim Corrêa para edição belga de ‘A guerra dos mundos’ publicada em 1906 - Divulgação

Desenho do brasileiro Henrique Alvim Corrêa para edição belga de ‘A guerra dos mundos’ publicada em 1906 – Divulgação

 

Invasões extraterrestres de alienígenas tecnologicamente desenvolvidos e extremamente violentos são comuns hoje na ficção científica, seja na literatura, no cinema ou nos videogames. No fim do século XIX, no Reino Unido, não era bem assim, até porque o gênero, chamado então de “romance científico’’, ainda não florescera. Ao imaginar marcianos hostis e armados até as antenas com raios de calor, prontos para varrer a Humanidade do mapa e controlar os recursos naturais do planeta, Wells fazia um alerta ao Império Britânico sobre sua política colonizadora e predatória:

— Muitos críticos reagiram a essa descrição dos marcianos. E Wells respondia que não entendia o estranhamento, afinal, era o mesmo tipo de comportamento dos britânicos quando invadiam suas colônias — diz Tavares.

WELLS encontra welles

O volume tem capa dura e traz ainda uma introdução do autor americano de ficção científica Brian Aldiss, membro da H.G. Wells Society, além de um posfácio com a transcrição de uma entrevista concedida por Wells ao cineasta americano Orson Welles (1915-1985), em 1940, para uma rádio de San Antonio, no estado americano do Texas. Dois anos antes, Welles havia adaptado “A guerra dos mundos’’ em uma novela radiofônica que, reza a lenda, teria causado pânico em cidades remotas dos Estados Unidos.

— Essa entrevista é muito curiosa e foi tirada de um áudio que pode até ser encontrado na internet — diz Tavares. — Em determinado momento, eles falam de um filme que Welles estava fazendo. Era sua estreia na direção de cinema e trazia uma série de revoluções tecnológicas. Welles diz o título, “Cidadão Kane’’, mas Wells não entende direito.

 

Fã brasileiro ganha o mundo com belas ilustrações inspiradas nos livros de Harry Potter

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Vem ver a conversa exclusiva que o AdoroCinema teve com ele!

Vitória Pratini, no Adoro Cinema

Já pensou em como seria ler os livros didáticos usados por Harry Potter em Hogwarts? Eles teriam um ar antigo, sábio e mágico, não é mesmo? Além de conter diversas anotações dos estudantes, como no livro de “Poções Avançadas” usado pelo Príncipe Mestiço Snape e por Harry.

Pensando nisso, o ilustrador freelance Gabriel Picolo, de 21 anos, residente da cidade de São Paulo, fez uma série de ilustrações de como seriam algumas das páginas dos livros dos estudantes de Hogwarts, que informassem feitiços, encantamentos, poções e até animais fantásticos. Suas obras são tão belas e cativantes que têm ganhado o mundo, sendo reproduzida em diversos sites estrangeiros.

O AdoroCinema conversou com exclusividade com Picolo sobre os desenhos e a disseminação internacional de seu trabalho, que, ele espera, um dia chegue até J.K. Rowling. O jovem desenha desde criança mas só recentemente – em abril do ano passado – resolveu trabalhar em tempo integral como ilustrador. O sucesso na internet não veio só de Hp não! Ele também é conhecido pelo projeto 365 Days of Doodles, de 2014, no qual desenhava uma ilustração por dia, durante o ano todo.

Confira o nosso papo com ele:

AdoroCinema: Qual é a sua relação com a saga Harry Potter?

Gabriel Picolo: Conheci a série quando estava na escola. O primeiro filme que assisti foi Harry Potter e a Câmara Secreta, em 2003, e me lembro de não ter entendido nada. Assisti ao primeiro filme numa fita cassete que meus pais alugaram e virei fã. Li o primeiro livro da saga quando estava no colegial e [acho que] acompanhar o lançamento dos últimos filmes foi incrível.

AC: Como surgiu a ideia das ilustrações? Dos próprios livros didáticos usado em Hogwarts?

GP: Sim. A ideia das ilustrações veio depois de reassistir ao sexto filme da saga em janeiro de 2015. Em O Enigma do Príncipe é possível, em vários momentos, visualizar o livro de “Poções Avançadas” que pertencia ao Príncipe Mestiço. Então pensei, “e se pudessemos ver outros livros utilizados em Hogwarts?”. É algo que eu, sendo fã da série, gostaria de ver, então decidi simular alguns livros em minhas ilustrações.

AC: Como você se sente sobre suas ilustrações estarem sendo disseminadas internacionalmente?

GP: É incrível! O mais legal é ver paginas que eu acompanho diariamente compartilhando a série de livros!

AC: Você espera que um dia elas cheguem aos olhos de J.K. Rowling?

GP: Espero que sim! Seria um sonho realizado pra mim.

AC: Qual é a sua expectativa para o próximo filme inspirado em Harry Potter, o spin-off Animais Fantásticos e Onde Habitam, que chega aos cinemas em novembro deste ano?

GP: Tenho acompanhado todas as notícias e trailers desse spin-off! Tenho grandes expectativas, já que se passa no mesmo universo da saga. Pretendo criar alguns livros sobre os Animais Fantásticos, [seria] algo que o Hagrid gostaria de ler.

O trabalho de Gabriel você confere na galeria abaixo. Para acompanhar mais das suas artes, acesse o perfil dele na Deviantart e no Instagram.

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(mais…)

Brasileiro consegue espaço no concorrido mundo dos mangás

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 “O sonho de ser desenhista de mangá no Japão é como querer ser jogador profissional de futebol no Brasil.” Foto: BBC / BBCBrasil.com

“O sonho de ser desenhista de mangá no Japão é como querer ser jogador profissional de futebol no Brasil.”
Foto: BBC / BBCBrasil.com

 

Publicado no Terra [via BBC Brasil]

O desenhista brasileiro Angelo Vasconcelos Levy, 33, ganha pouco, trabalha muito, mas não reclama. Há pouco mais de 9 anos ele trocou Belo Horizonte (MG) para tentar a sorte na capital japonesa e, após muita insistência, conseguiu entrar no concorrido mercado de quadrinhos japoneses, os famosos mangás.

“O sonho de ser desenhista de mangá no Japão é como querer ser jogador profissional de futebol no Brasil”, diz o brasileiro, que adotou o codinome de Angelo Mokutan – “mokutan” significa carvão em japonês, que é o sobrenome do pai, Ricardo Carvão Levy, também artista.

A comparação feita pelo brasileiro, na verdade, não tem nada de exagero. Segundo dados da Associação Japonesa de Papel, os mangás representam por volta de 40% do material impresso no Japão. É um mercado que movimenta perto de US$ 3,6 bilhões (mais de R$ 14 bilhões) em vendas por ano.

No Japão, pessoas de todas as faixas etárias têm o costume de ler este tipo de publicação. Temas sérios, como história mundial, manuais de equipamentos e maquinários, clássicos da literatura e até a Bíblia têm suas versões em quadrinhos.

No caso de Angelo, ele publica as histórias na President Next, revista voltada para a área de business e economia, e com foco no público jovem. “Toda edição tem um grande tema, que é apresentado em forma de quadrinhos”, explica.
Longo caminho

Angelo, que começou a aprender japonês aos 14 anos, fez o mestrado em animação no Japão e, na sequência, conseguiu um emprego na área de tecnologia da informação. “Nas horas vagas eu produzia meus trabalhos e participava de feiras para publicações independentes”, conta.

O artista produziu três obras, uma trilogia dentro de um projeto chamado Era uma vez em Tóquio , na qual adapta contos clássicos da literatura infantil. A primeira foi Chapeuzinho Vermelho , seguida de Iara e Fábulas de Esopo .

Foi nestas feiras que ele conheceu seu atual chefe, um editor que buscava novos talentos e que achou o trabalho do brasileiro diferente e interessante.

 Mangás representam por volta de 40% do material impresso no Japão Foto: BBC / BBCBrasil.com

Mangás representam por volta de 40% do material impresso no Japão
Foto: BBC / BBCBrasil.com

 

Angelo conta que hoje existem poucos estrangeiros no mercado de mangá no Japão. “Isso acontece (mais…)

Mauricio de Sousa completa 80 anos

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Criador da turminha mais amada do Brasil dedica sua vida aos quadrinhos há 55 anos

Publicado no Diário da Manhã

No dia 27 de outubro de 2015, o criador da Turma da Mônica, marca que há décadas faz parte do imaginário de crianças e adultos, chega ao seu octogésimo aniversário cheio de disposição e criatividade para levar sempre novidades aos fãs dos personagens. Mauricio de Sousa é presidente da Mauricio de Sousa Produções e há 55 anos dedica seu talento aos quadrinhos, que encantam os leitores do Brasil e do mundo com suas aventuras e histórias educativas. Ele é um dos maiores e mais famosos desenhistas do País, e seu carisma agrada todo o público.

O primeiro autor do segmento dos quadrinhos a ingressar em uma academia de letras – a Academia Paulista de Letras, Mauricio de Sousa, que é considerado escritor para crianças pela Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), fez e continua a fazer história no universo literário. Prova disso é sua participação destacada nas Bienais do Livros.

Neste ano, Mauricio foi o grande homenageado da 17ª edição da Bienal do Livro Rio, que contou com diversas atividades relacionadas ao desenhista na programação cultural. Durante o evento, o desenhista também recebeu o prêmio José Olympio, do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), entregue a cada dois anos a pessoas e entidades empenhadas na promoção da leitura.

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Sobre Mauricio de Sousa

Mauricio de Sousa iniciou sua carreira como ilustrador na região de Mogi das Cruzes, próximo de Santa Isabel, onde nasceu. Aos 19 anos, mudou-se para São Paulo e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo), escrevendo reportagens policiais. Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram, Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros. Em 1970, lançou a revista Mônica. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini. Cerca de 150 empresas nacionais e internacionais são licenciadas para produzir mais de três mil itens, com os personagens de Mauricio de Sousa; suas criações chegam a cerca de 30 países.

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