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Capitã Phasma será protagonista em novo quadrinho de Star Wars

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Publicado no IGN

Se você tinha alguma questão em relação ao destino da Capitã Phasma após Star Wars: O Despertar da Força, uma nova minissérie da Marvel pode ter essas repostas. Já vimos rapidamente a Stormtrooper no trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi, que foi revelado na última sexta-feira (14), durante a Star Wars Celebration, mas a série de quadrinhos de quatro volumes irá focar em suas aventuras após a destruição da base de Galen Marek.

Os livros vão fazer parte da série Journey to Star Wars: The Last Jedi, e estão sendo escritos por Kelly Thompson, com a ilustração de Marco Checchetto. A capa da primeira edição foi divulgada no site oficial de Star Wars.

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Thompson se considera “uma grande fã da atriz Gwendoline Christie e da personagem Phasma,” e declarou que ela está ansiosa para ajudar a revelar o enorme potencial da guerreira nos novos livros.

Os quadrinhos serão lançados em dezembro nos Estados Unidos, e em junho, fãs poderão ver a origem do sabre de luz de Darth Vader em uma série ilustrada inédita do vilão.

Venda do livro ‘Dois irmãos’ dispara após anúncio da minissérie na TV

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Os atores Cauã Reymond e Matheus Abreu, que vivem os “dois irmãos” da série de TV - Maurício Fidalgo / Maurício Fidalgo

Os atores Cauã Reymond e Matheus Abreu, que vivem os “dois irmãos” da série de TV – Maurício Fidalgo / Maurício Fidalgo

 

Publicado em O Globo

RIO — Antes do anúncio de que serie transformado em minissérie na TV Globo, o premiado livro “Dois irmãos” (Companhia das Letras), das obras mais conhecidas do autor Milton Hatoum vendia cerca de 60 exemplares por semana.

O levantamento foi feito pelo Publishnews, baseado em informações do Bookscan, ferramenta da Nielsen que monitora o varejo de livros no país. Nas duas últimas semanas de novembro, os números começaram a mudar: as vendas chegaram às 90 unidades.

A partir de dezembro, a escalada foi ganhando força: entre 28 de novembro e 4 de dezembro, foram vendidas 174 unidades; na semana seguinte, 281. De 12 a 18 de dezembro, foram 746 exemplares vendidos e na semana do Natal, 827. Na última semana do ano, quando a minissérie que estreou no último dia 9 foi anunciada, as vendas ultrapassaram a casa dos milhares e fecharam em 1.060 unidades.

A minissérie da TV Globo estreou na segunda, dia 9, às 22h20m, quando três episódios já estavam disponíveis na plataforma de vídeos Globo Play. A adaptação para a TV é assinada pela roteirista Maria Camargo, e pretende ser “totalmente fiel ao romance’’, segundo o diretor Luiz Fernando Carvalho, que define a história como “um grande drama familiar”.

Cosac Naify vai picotar livros que não vender até dezembro

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Livros: “seria fantástico se a Amazon tivesse comprado todo o estoque, mas não aconteceu", disse diretor da Cosac

Livros: “seria fantástico se a Amazon tivesse comprado todo o estoque, mas não aconteceu”, disse diretor da Cosac

 

Luisa Melo, na Exame

São Paulo – Em 31 de dezembro, os livros que ainda restarem no estoque da Cosac Naify terão um destino dramático: eles serão picotados.

A editora, que decidiu encerrar as atividades no fim do ano passado depois de acumular prejuízos, alega que não pode mais arcar com o custo de manter guardados os exemplares que não são vendidos.

“Infelizmente, temos obras que ainda têm um volume muito grande em nossos estoques. (…) Não dá para ficar guardando esses livros que não têm giro. É muito caro”, afirmou o diretor financeiro da empresa, Dione Oliveira, em entrevista ao site Publishnews.

Depois que a Cosac fechou as portas, os direitos de publicação de alguns de seus títulos foram transferidos para outras editoras e a Amazon negociou exclusividade para comercializar o estoque.

Desde então, a varejista online organizou diversas promoções. Algumas obras, inclusive, chegaram a ser reimpressas.

Entretanto, a companhia parece não ter se interessado por todos os livros que a Cosac tinha à disposição.

“Seria fantástico se a Amazon tivesse comprado todo o nosso estoque, como dizem por aí, mas isso não foi verdade, infelizmente”, disse Oliveira.

Ele não revelou quantos itens a editora ainda guarda.

O executivo descartou a possibilidade uma fazer uma liquidação dos exemplares porque alguns deles já tiveram os direitos cedidos a outras editoras e, inclusive, foram publicados com os novos selos.

“Se eu inundo o mercado com uma grande oferta desses livros, os novos detentores dos direitos terão dificuldade em vender seus livros. Nós temos ponderado isso”, disse.

Ele também afirmou que a Cosac não pensa em doar os exemplares a bibliotecas ou aos autores, porque a companhia não tem tempo, pessoal e nem dinheiro para arcar com isso.

“Tem um problema que muitas pessoas desconhecem. Doações geram um transtorno contábil na empresa. Se faço uma doação de um livro, tenho que reconhecer o custo disso. Se eu faço a doação de um volume considerável de livros, eu gero um resultado financeiro negativo absurdo, fora da curva”, afirmou.

Procurada por EXAME.com, a Amazon disse que continuará a vender os livros da Cosac Naify com exclusividade e que manterá as promoções. A empresa também afirmou que “não discute suas estratégias comerciais” da editora.

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