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Confira dez livros para ler ou presentear no Dia do Rock

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(foto: Divulgação)

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Publicado no Bem Paraná

O Dia Mundial do Rock é celebrado no dia 13 de julho. Pensando nisso, a Benvirá, selo para cultura, entretenimento e negócios da editora Saraiva, selecionou dez livros sobre o gênero musical para os roqueiros de plantão comemorarem a data. As obras também servem como dicas para quem quer presentear um amigo que gosta de rock n’ roll.

Nothin’ To Lose – A formação do Kiss, Eu sou Ozzy, No ritmo do prazer – amor, morte e Duran Duran e Jagger – A biografia estão entre os dez.

METALLICA – ALL THAT MATTERS

Com mais de três décadas de estrada, 140 milhões de discos vendidos e nove prêmios Grammy, o Metallica é uma das bandas mais importantes do planeta. ‘Metallica – All that matters’ – a história definitiva desvenda cada detalhe do passado da banda, os altos e baixos que levaram o grupo dos estádios para os tribunais e de lá para a reabilitação, enquanto desata os nós de algumas de suas maiores contradições. Com entrevistas inéditas de amigos esquecidos e ex-amantes, aqui está a história completa da banda, sem censura – e tudo o que importa para os fãs do Metallica de todas as gerações. (Benvirá, R$ 30,90)

EU SOU OZZY

Ozzy Osbourne é um dos nomes mais importantes no rock. Ao formar a banda Black Sabbath, ele ajudou a moldar um estilo que, anos mais tarde, se tornaria conhecido no mundo todo e adorado por milhares de fãs. Além do impacto musical, sua personalidade carismática e desvairada foi responsável por sua popularidade. Nos anos loucos em que esteve à frente do Sabbath, Ozzy protagonizou episódios de exageros com drogas, os quais resultaram em sua saída do grupo. Iniciou carreira solo bem-sucedida, também permeada pelos excessos. Após a morte trágica do guitarrista de sua banda e grande amigo Randy Rhoads em um acidente de avião, Ozzy diminuiu o ritmo e a intensidade de seu comportamento, mas nunca o talento. Nesta autobiografia, o “madman” conta em detalhes e com muito humor sua trajetória de sucesso, escândalos, amor e muito rock ‘n’ roll. (Benvirá, R$48,00)

CONFIE EM MIM – EU SOU O DR. OZZY

Pelas leis naturais, Ozzy Osbourne não deveria estar vivo. Ele passou 40 anos usando drogas, ‘comendo’ morcegos e bebendo. Quebrou o pescoço ao andar em um quadrículo a oito quilômetros por hora e ‘morreu’ duas vezes em comas induzido quimicamente. E agora – aos 62 anos de idade – ele está mais saudável e mais feliz do que nunca. Ele é um milagre da medicina! Então, quem melhor do que ele para oferecer conselhos médicos e palavras de conforto ao seu público? Em maio de 2010 do Sunday Times convidou ‘Dr.’ Ozzy para ter uma coluna de aconselhamento. Desde então, ele responde às perguntas que vão desde depressão do cão a dúvidas de adolescentes sobre sexo. Com sensibilidade até então desconhecida pelo público, Ozzy oferece sábios conselhos, entre eles o de se manter longe das drogas – assunto que ele domina. A coluna se tornou um fenômeno, e agora o Dr. Ozzy decidiu reunir todos os seus conselhos em um guia prático. O lema de Ozzy é que se pode sobreviver e desfrutar de uma vida feliz e saudável. (Benvirá, R$ 39,90)

NOTHIN’ TO LOSE – A FORMAÇÃO DO KISS

O cenário musical dos anos 1970 foi marcado por homens maquiados e com roupas espalhafatosas. Quando levaram essas características ao extremo, Gene Simmons e Paul Stanley ficaram a um passo de criar o Kiss. Com maquiagem, roupas chamativas e botas plataforma se transformaram em figuras paradoxais: cativantes e assustadoras ao mesmo tempo. Simmons virou “Demon” e Stanley se tornou “Starchild”. Aos dois, juntaram-se “Space Man” (Ace Frehley) e “Catman” (Peter Criss).

Com duas dezenas de discos lançados e 100 milhões de cópias vendidas, o Kiss é praticamente uma instituição do rock. Em mais de 40 anos de carreira, seu legado parece inesgotável, e sua legião de fã, inabalável. Para explicar o Kiss, o jornalista Ken Sharp, com a colaboração de Stanley e Simmons, vasculhou o passado da banda atrás de material exclusivo e histórias inéditas. E descobriu muito. Mais de 200 entrevistas depois, o resultado é Nothin’ To Lose, um relato íntimo e original sobre os passos iniciais da banda que conseguiu reinventar o rock. (Benvirá, R$ 44,00).

JAGGER – A BIOGRAFIA

Em ‘Jagger’, o jornalista musical Marc Spitz desvenda mistérios de um dos mais polêmicos e importantes personagens do rock de todos os tempos. Spitz traça um perfil de Jagger por meio das lembranças de amigos e colegas – roqueiros, cineastas, escritores e artistas – que cruzaram o caminho do Rolling Stone e revela as múltiplas facetas do cantor, até então escondidas sob sua imagem de sex symbol.

Nada escapa aos olhos e ouvidos atentos de Spitz: a fama de conquistador, os conturbados relacionamentos – com Marianne Faithfull e as ex-esposas Bianca Jagger e Jerry Hall –, a complexa e criativa parceria com Keith Richards e a rivalidade com os Beatles, no começo de tudo. Combinando biografia com história cultural, ‘Jagger’ se desdobra como um documentário vibrante, que vai da infância do artista numa família de classe média em Londres, no pós-guerra, até seu reconhecimento como cavaleiro da Coroa Britânica. Perspicaz, e muitas vezes engraçado, o livro oferece um retrato fiel do homem por trás do mito. (Benvirá, R$34,90)

ROCKS – MINHA VIDA DENTRO E FORA DO AEROSMITH

Antes de fazer shows em grandes arenas como integrante de uma das mais importantes e duradouras bandas de rock do mundo, Joe Perry era um garoto de classe média que vivia numa pequena cidade em Massachusetts, nos Estados Unidos. Nascido em 1950, ele idolatrava Jacques Cousteau, adorava passeios ao ar livre e seu grande sonho era ser biólogo marinho. Mas os vizinhos dos Perry tinham filhos adolescentes que tocavam guitarra… E o barulho que vinha da casa ao lado mudaria de vez sua vida.

A guitarra se tornou sua paixão, um objeto de desejo, uma válvula de escape para sua inquietação e sua alma rebelde. Logo, essa paixão se tornou uma obsessão, e ele montou uma banda. Uma noite, depois de um show, acabou conhecendo um músico jovem e barulhento chamado Steven Tallarico (futuramente, Steven Tyler); pouco tempo depois, nasceria o Aerosmith, na cidade de Boston. E tudo que aconteceu nos 45 anos seguintes é história: brigas homéricas entre os membros da banda, grandes quantidades de drogas e de bebida, internações em clínicas de reabilitação, estádios lotados, músicas de sucesso, disputas com empresários e reconciliações.

Recheado com mais de cem fotos, Rocks é o livro de memórias de uma vida que vai do topo do mundo ao fundo do poço – várias vezes. Fala de paixão e fama, persistência e companheirismo. Ao abordar sua incrível experiência ao lado dos colegas da banda, relata com uma sinceridade impressionante a intensa, porém conflituosa, relação com Tyler. (Benvirá, R$44,00)

COMO O ROCK PODE AJUDAR VOCÊ A EMPREENDER

Nem só de amor à música vivem as estrelas do rock. A profissionalização do setor fica cada vez mais evidente, e o que antes era apenas um grupo de amigos tocando para pequenas plateias tornou-se um negócio. Há algumas décadas, os músicos são empreendedores que têm um negócio (a música) e clientes (os fãs). Em “Como o Rock Pode Ajudar Você A Empreender”, os jornalistas Daniel Fernandes – fascinado por negócios – e Marco Bezzi – apaixonado pelo cenário musical – mostram, por meio das histórias de grandes nomes, como Legião Urbana, Guns N’ Roses e Beatles, lições de negócios que podemos tirar do universo musical. (Benvirá, R$ 24,90)

O BARULHO NA MINHA CABEÇA TE INCOMODA?

Steven Tyler é vocalista da famosa banda norte-americana Aerosmith, formada em Boston, Massachusetts, no início dos anos 70. Sua trajetória como líder da banda é narrada aqui, por ele mesmo, sem cortes: desde a formação como músico; o afastamento para tratar da dependência de drogas, sem muito sucesso; o regresso em 1984, quando, em turnê, Tyler chegou a desmaiar no palco… Ele também narra suas aventuras sexuais e fala do reconhecimento da paternidade da atriz Liv Tyler. Um livro polêmico – como é, muitas vezes, a vida de um astro do rock. (Benvirá, R$44,00)


RELENTLESS – 30 ANOS DE SEPULTURA

Em uma época em que fazer música poderia levar para a cadeia, quatro jovens de Belo Horizonte ousaram se aventurar por um ritmo pouco explorado no Brasil: o metal.

Com músicas polêmicas – “Antichrist” e “Bestial devastation” – e letras em inglês, o Sepultura começou, nos anos 1980, a trilhar um caminho de sucesso que o alçaria ao estrelato internacional. Em Relentless, o americano Jason Korolenko narra a história do grupo criado originalmente por Max, Igor, Jairo e Paulo; desde seu começo, quando o país passava por grandes transformações políticas, até os dias de hoje, com seus 30 anos de carreira. (Benvirá, R$ 39,90)

NO RITMO DO PRAZER – AMOR, MORTE E DURAN DURAN

A juventude dos anos 1980 foi à loucura do som Duran Duran, a banda inglesa que criou algumas das melhores músicas do nosso tempo. Desde seu single de estreia, “Planet Earth”, até seu disco mais recente, All You Needs Is Now, o Duran Duran sempre teve o mundo a seus pés.

A jornada da banda foi emocionante e sem limites e, para John Taylor, quase destrutiva. Agora, pela primeira vez, o baixista conta sua historia de sonhos realizados, lições aprendidas e, principalmente, demônios vencidos. (Benvirá, 42,50)

Amazon.com.br oferece descontos de até 70% em livros geek em maio

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Promoção da loja on-line acontece entre hoje, 1/5, e 31/5 por conta do Dia da Toalha, comemorado no próximo dia 25.

Publicado no IDGNow

A Amazon.com.br realiza uma promoção especial durante o mês de maio com descontos de até 70% para livros impressos do universo geek.

A iniciativa acontece por conta do chamado Dia da Toalha, comemorado em 25 de maio em homenagem ao autor da série de livros “O Guia do Mochileiro das Galáxias”.

A partir de hoje, 1º de maio, diferentes seleções livros do universo geek terão descontos de até 70%. As categorias com os cortes de preços serão renovadas periodicamente até o fim de maio, segundo a Amazon.
Para conferir todas as promoções do Dia da Toalha da Amazon.com.br acesse esse link: www.amazon.com.br/geek

Dia da poesia

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Imagem: Google

Imagem: Google

Publicado por Fabricio Cunha

Tudo o que é importante, ganha um dia.
A poesia tem o seu.
Eu escrevo poesias.
Menos do que deveria e pior do que gostaria, mas escrevo.

Tenho alguns poucos, pouquíssimos lampejos de “inspiração” ou insgihts naturais.

Eu escrevo sobre o que vejo, sobre o que ouço, sobre o que vivo.
Um empirismo “poético”.

E não escrevo de qualquer jeito, em qualquer tempo ou sobre qualquer coisa.
Escrever dá trabalho.

Levo um dia todo pra escrever um verso. E, ao relê-lo, detesto.

Levo uma manhã toda esperando nascer uma palavra e ela, muitas vezes dengosa, não nasce. As palavras são assim. E não há fórceps que dê conta.

Levo um mês inteiro com um tema escrito ali na caixa de notas do telefone, esperando que o resto do que deve ser escrito (tudo), ganhe densidade, tome sentido, justifique importância.

Fico às voltas com sinônimos, antônimos, com rimas, com versos, com métricas.

Escrevo, apago. Escrevo, apago. Apago, apago, apago. Desisto, insisto. Escrevo, apago. Publico. Arrependo-me. Publico, gosto. Enfim…

Escrever é uma vocação ingratíssima (e não estou querendo dizer que a tenho).

Tenho amigos escritores e, ao contrário do que você pensa, trabalham muito e duro.

Às vezes as palavras são amantes, noutras, algozes. Quem escreve por gosto, só “fica” com elas. Mas quem o faz por vocação e ofício, com elas se casa. E casamento você sabe como é.

A poesia é um dom, uma vocação, um ofício para poucos, um privilégio. Mas nunca somente fruto do romantismo, da vontade ou mesmo da inspiração.

Poertizar é fruto, sobretudo, do amor e do labor. Do amor por ter sido escolhido “arauto da pena”, como dizia Cassiano Ricardo. Sim, aquilo que de melhor somos, não escolhemos ser. Somos escolhidos, predestinados. Do labor porque não se manuseia uma vocação sagrada com mãos inábeis, de qualquer jeito.

Escrever não é juntar palavras, rimar sufixos, coordenar orações. Escrever é ofício de artesão. É talhar a alma com letras. É riscar o papel de sangue. É gotejar o suor na folha até que nasça, da inspiração e do labor, da beleza e do rigor, da leveza e do respeito à língua, a crônica, o conto, a poesia. Mas com estética mínima.

Eu tento. Juro.

Dá um trabalho desgraçado.

Mas é como gerar e parir um(a) filho(a). E não se trata os filhos de qualquer jeito.

Hoje é 14 de março, o dia que a poesia ganhou para si, depois de tomar de assalto todos os nossos dias.

Dia Internacional da Mulher: Presentes em dobro da Gutenberg

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Várias pesquisas apontam que no Brasil as mulheres leem mais que os homens. Assim, nada melhor que livros legais para lembrar essa supremacia feminina.

A Gutenberg selecionou 3 kits superespeciais para a ala feminina:

Clarissa Correa

Leila Rego

Rafaella Vieira

Para participar, basta mencionar na área de comentários o nome das mulheres que deseja presentear (no caso de homens). Para as mulheres, deixem o nome da amiga que desejam que receba o outro livro do kit. Como sempre acontece, hoje as mulheres comandam! 🙂

Você pode registrar os nomes hoje e amanhã. O resultado será divulgado na noite de domingo (9/3).

Boa sorte… e ótima leitura.

Resultado

Parabéns às ganhadoras: Dayane Rox, Jessica Marques e Simonir Rodrigues. Por gentileza, fornaçam o endereço completo para entrega no e-mail livrosepessoas@gmail.com.

Muito obrigada a todos pela participação. 🙂

 

Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos: relembre histórias que marcaram gerações

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Publicado por Estadão

Nesta quinta-feira, 30, completa-se 145 anos da publicação da primeira história em quadrinhos brasileira. Em 1869, foi publicada As aventuras de Nhô Quim (acima) na revista Vida Fluminense, com desenhos de Angelo Agostini. A data foi instituída como Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos pela Associação de Quadrinistas e Cartunistas do Estado de São Paulo. A seguir, relembre algumas das publicações de mais sucesso no Brasil.

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Foto: Reprodução/Estadão

A revista Tico-Tico, que surgiu em 1905 lançada pelo jornalista Luís Bartolomeu de Souza e Silva, foi a primeira a publicar exclusivamente histórias em quadrinhos no Brasil, e revelou artistas como J. Carlos. O protagonista era o personagem Chiquinho, inspirado em Buster Brown, de Richard Felton Outcault.

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Foto: Reprodução/Estadão

A HQ O Lobinho, lançada por Adolfo Aizen, é uma das mais antigas do País, lançada em 1939. Recentemente, o maior colecionador de HQs do Brasil, Antonio José da Silva, teve o seu conjunto com 200 primeiros exemplares de revistas como O Lobinho e O Gibi roubados. O lote teria valor estimado em R$ 300 mil – caso existissem no mercado, o que não é o caso.

Foto: Rafael Arbex/Estadão

Foto: Rafael Arbex/Estadão

Publicada por Ziraldo, a revista Pererê circulou entre 1960 e 1965, pela editora O Cruzeiro.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os quadrinhos da Turma da Luluzinha começaram a circular nos anos 1970 no País, em versão da americana ‘Little Lulu’.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os quadrinhos do Asterix, criados na França por Albert Uderzo e René Goscinny, fizeram sucesso em todo o mundo – e não foi diferente no Brasil. A série gerou, além de 34 revistas, adaptações para cinema, jogos e brinquedos.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os mangás fazem sucesso no País. A técnica de quadrinhos, em estilo japonês, têm estilo diferente das tradicionais ocidentais, e também viraram animes e desenhos, como a famosa série Dragon Ball Z (foto).

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Parte das leituras de infância de muitos brasileiros, o Sítio do Picapau amarelo teve adaptações para quadrinhos a partir dos livros de Monteiro Lobato. A franquia também virou desenho, filme e programa de televisão.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

O Menino Maluquinho, também adaptado em desenhos, filme e jogos, era originalmente uma história em quadrinhos criada por Ziraldo em 1980. Na foto, uma versão especial da HQ com participação de Calvin e Haroldo.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Versão brasileira do Uncle Scrooge, da Disney, o Tio Patinhas é uma invenção do cartunista Carl Banks. Com fama de pão duro e sovina, o personagem chegou às bancas brasileiras na década de 1950.

Foto: Reprodução/Estadão

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Os quadrinhos da Marvel (hoje pertencente à Disney) conquistaram muitos jovens com histórias de super-heróis como o Homem-Aranha, X-Men, Capitão América e o Quarteto Fantástico – franquias que são umas das mais bem sucedidas dos quadrinhos.

Foto: Reprodução/Estadão

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Concorrente da Marvel, a DC Comics (da Time Warner) também tem o seu elenco de personagens famosos, como Flash, Batman e Superman.

Foto: Reprodução/Estadão

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O Zé Carioca, um dos personagens mais curiosos da Disney, foi criado nos anos 1930 nos Estados Unidos (onde é conhecido como Joe Carioca) como parte de uma iniciativa para aproximar produtos da América Latina. O papagaio reproduzia algumas das principais características tidas como ‘cariocas’: a malandragem e o gosto por samba.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

A Turma da Mônica, talvez o mais conhecido dos quadrinhos brasileiros, é uma série de Maurício de Souza publicada até hoje no País (em versões para adolescentes, como a Turma da Mônica Jovem), e foi traduzida em diversas línguas. O quadrinho, criado em 1959, acompanhou várias gerações e fez parte da alfabetização de muitas crianças (que, muitas vezes, continuaram a acompanhar as aventuras de Cebolinha, Mônica, Cascão e Magali).

Foto: Reprodução/Estadão

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O Chico Bento, também criado por Maurício de Souza, é o líder da Turma do Chico Bento, que retrata a zona rural do País (inspirado em personagens do Vale da Paraíba). Rosinha, Zé Lelé, Anjo Gabriel e Zeca (seu primo da cidade) são alguns dos personagens do quadrinho.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

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