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‘Não entrem na faculdade em 2018’: estudante sugere que jovens tirem 6 meses para experiências pessoais

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Henrique Souza está se formando em psicologia e trabalha em uma startup (Foto: Arquivo pessoal)

Henrique Souza está se formando em psicologia e trabalha em uma startup (Foto: Arquivo pessoal)

Para Henrique Souza, adolescentes de 17 e 18 anos não devem entrar de imediato na universidade.

Luiza Tenente, no G1

Sabe aquele roteiro pré-estabelecido para os jovens de 17 ou 18 anos? Saia da escola, entre no cursinho ou na faculdade e seja um profissional bem-sucedido? Então: isso pode te deixar mentalmente doente. Quebre isso e se permita falhar.”

Esse é o conselho de Henrique Souza, de 22 anos, compartilhado no Facebook e curtido por mais de 40 mil pessoas. Recém-formado em psicologia, ele sugere que os jovens terminem o ensino médio e reservem os 6 meses seguintes para atividades de autoconhecimento. A recomendação não é que seja um período de descanso, e sim de experiências intensas.

Faça uma lista de pessoas que você admira e sugira de trabalhar de graça para elas nesse período. Trabalhe como vendedor em uma loja. Faça voluntariado com crianças ou idosos, entre no coral, dê aula de inglês, crie um canal no Youtube para postar vídeos diários, ensine grávidas a fazer crochê. O principal é: faça tudo sem o medo de errar, sem pensar se os outros vão curtir. Quanto mais você falhar, mais vai crescer”, sugere Henrique.

Henrique recomenda que estudantes não entrem na faculdade logo após terminar a escola (Foto: Reprodução/Facebook)

Henrique recomenda que estudantes não entrem na faculdade logo após terminar a escola (Foto: Reprodução/Facebook)

Na opinião de Henrique, são atividades como essas que vão ajudar o jovem a perceber quais são suas habilidades e preferências. “Não precisa ser só projeto de caridade, até porque não é todo mundo que tem condição financeira de ser bancado por 6 meses. Mas dá para conciliar um canal de música no Youtube com um trabalho que pague as contas. Ter um chefe, precisar ouvir os colegas e ousar são jeitos de dar valor para as pessoas, de se conhecer”, diz.

Ele afirma que a decisão de aguardar 6 meses para entrar na faculdade pode incomodar os pais, os professores ou os amigos. “Eles todos querem nosso bem. Mas não necessariamente o que eles desejam é o que vai nos fazer feliz. Minha irmã tem 17 anos e está sofrendo para escolher uma profissão. Eu sugeri a ela: foca na sua aprendizagem e em algo que exija várias habilidades de você. Se permita tentar mil coisas diferentes, falhar em 995 delas e descobrir 5 que fazem seu coração bater mais forte”, conta Henrique.

Ele explica que, na universidade, também é possível dar continuidade aos projetos pessoais – grupos de estudo e voluntariado, por exemplo. “Mas não vejo motivo para querer entrar na faculdade de cara, ainda mais se for privada, que vai exigir dinheiro e tempo. Esse período de 6 meses pode amadurecer a escolha”, diz.

Recomendação por experiência própria

Henrique foi aprovado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) aos 17 anos, logo após terminar o ensino médio. O sonho dele era cursar psicologia – mas, quando começaram as aulas, ele se decepcionou. “Sou de São Leopoldo e precisei mudar de cidade. A adaptação foi difícil, as matérias não eram o que eu pensava, fiquei muito frustrado. Eu tinha uma expectativa grande e, quando não entendia algum texto, me culpava”, conta. “Perdi energia, minha rotina mudou e aí tive depressão nos dois primeiros semestres.”

O que ajudou o jovem a se reerguer foram as atividades complementares. “Foi o que mudou minha vida. Comecei a experimentar tudo sem filtro: laboratório de pesquisa, monitoria na faculdade, empresa júnior. Elaborei projetos de workshop, cozinhava à noite, vendia alfajor, pastel e pão de queijo para os meus colegas. Não podemos fazer só o que fica bonito no Instagram. Precisamos ser humildes”, diz.

Equipe da Eurekka, startup da qual Henrique é sócio, cria soluções tecnológicas para problemas humanos (Foto: Arquivo pessoal)

Equipe da Eurekka, startup da qual Henrique é sócio, cria soluções tecnológicas para problemas humanos (Foto: Arquivo pessoal)

Nas atividades extracurriculares, Henrique conheceu seus atuais sócios da startup Eureka, que busca desenvolver soluções tecnológicas para problemas humanos. “Postei esse texto porque me lembrei da minha história. Dói ver jovens sofrendo”, diz.

Fazer anotações durante a aula é uma das melhores técnicas de estudo

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Ana Lourenço, no Guia do Estudante

Nem todo mundo gosta de anotar o que o professor diz durante a aula: alguns têm preguiça, outros acham que conseguem absorver tudo só ouvindo. Mas essa é uma técnica simples e brilhante no processo de aprendizado, que deve ser usada por todos.

O primeiro motivo é o fato de que é inviável anotar tudo que o professor diz. Por consequência, acabamos tendo que selecionar algumas partes, que julgamos mais importantes, para transferir para o caderno. É aí que está o pulo do gato: enquanto ouvimos, estamos o tempo todo realizando o trabalho mental de compreender e absorver as palavras para sacar o que, daquilo tudo, é mesmo fundamental.

O que vira anotação é justamente o que foi processado pelo cérebro com a estrelinha de importante. O benefício é que, de todo esse processo, nos forçamos a ficar muito atentos à explicação e a digerir toda aquela informação, o que vale bem mais a pena do que passar horas lendo o livro-texto.

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Na hora de retomar aquele assunto, as anotações também ajudam a reconstituir a memória visual daquela aula e a relembrar a explicação do professor, de forma resumida, ressaltando os pontos-chave.

Mas lembre-se que não adianta nada pegar a anotação de um colega, porque o aprendizado está justamente no ato de sintetizar o que se está ouvindo e transferir para o papel. Com a mesma lógica, de nada adianta tirar fotos da lousa ou pegar os slides da aula. É preciso que você mesmo faça o trabalho. Sem preguiça, hein? 😉

DICA: Aulas gratuitas sobre Política nas melhores universidades

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eleições de 1970

eleições de 1970

Publicado no História Hoje

Essa notícia é para aqueles que querem se profundar mais em Política. O Canal do Ensino indica vários cursos online e gratuitos de renomadas universidades nacionais e internacionais.

O Veduca, plataforma que oferece gratuitamente videoaulas de grandes centros de estudo, possui 26 cursos relacionados à Política. Os conteúdos, que vão desde Ética ao conceito de Capitalismo, são ministrados por docentes da Universidade Yale, Universidade da Califórnia em Berkeley, Harvard, Columbia, USP, entre outras.

Os cursos são voltados para estudantes de Ciências Políticas, Ciências Sociais, Administração, todo tipo de Gestão e assuntos correlatos, e para todas as pessoas interessadas no assunto que queiram expandir seus conhecimentos.

A maioria dos vídeos conta com legendas em português. Para acessá-los, basta fazer um rápido cadastro na plataforma. É de graça. Acesse todos agora mesmo. Esses são os cursos:

Teoria Macroeconômica – (Berkeley / com legendas em português);
Estudos sobre a Paz e Conflitos (A) – (Berkeley / com legendas em português);
Estudos sobre a Paz e Conflitos (B) – ( Berkeley);
Ciência Política – (Berkeley / com legendas em português);
Sociologia Global – (Berkeley);
Fundamentos da Política Internacional – ( Columbia / com legendas em português);
Introdução à Sociologia – (NYU);
De Watergate ao Wikileaks: Jornalismo na Nova Era da Mídia – (Harvard / com legendas em português);
Discursos da Woodrow Wilson School – (Princeton);
Política Presidencial nas Eleições de 2008 – (Stanford);
Ciência Política e Estratégia – (UCLA / com legendas em português);
Capitalismo: Sucesso, Crise, Reforma – (Yale);
Fundamentos Morais da Política – (Yale);
Introdução à Filosofia Política – (Yale / com legendas em português);
Ética e Justiça: O que é o certo a fazer – (Harvard / com legendas em português)
Entendendo o Islã – (TED / com legendas em português);
Liderando Sabiamente – (TED / com legendas em português);
Influência e Poder na Era Digital – (TED / com legendas em português);
Ciência Política: Qualidade da Democracia – (USP);
Empirismo e Pragmatismo Contemporâneos – (USP)
Ética Para Iniciantes – (Oxford);
Primeira Infância – (TED / com legendas em português);
Tudo que você já pensou estava errado – (TED / com legendas em português);
Que nojo! – (TED / com legendas em português);
Ciência Política – (USP);
Ética – (USP).

Confira o link

Sem cadastro e sem prazo, bibliotecas “livres” se espalham pelo país

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Site mapeia trocas de livro e bibliotecas comunitárias pelo país – e ainda te ajuda a montar uma

Publicado no Catraca Livre

Ler muito não necessariamente significa gastar muito, principalmente se você souber onde encontrar boas bibliotecas. E algumas das melhores são as que não exigem cadastro nem burocracia. São as “bibliotecas livres” – sistemas de empréstimos públicos ou comunitários que não exigem carteirinha nem data de devolução.

Encontrar essas bibliotecas é o trabalho do blog “Bibliotecas do Brasil”, que há dois anos mapeia iniciativas comunitárias de empréstimo ou troca de livros no país. O site ainda ensina como uma pessoa pode montar sua própria biblioteca livre, dando um pequeno tutorial e um modelo de cartaz que explica o funcionamento.

O tutorial do Bibliotecas do Brasil ajuda quem estiver pensando em abrir uma "biblioteca livre".

O tutorial do Bibliotecas do Brasil ajuda quem estiver pensando em abrir uma “biblioteca livre”.

Inspirado na ação do blog, o site Ciclovivo fez uma seleção com sete bibliotecas livres espalhadas pelo país. Reproduzimos abaixo.

Biblioteca Sem Paredes no Rio de Janeiro (RJ): Projeto que busca incentivar a leitura na cidade maravilhosa. Os eventos são realizados na Praça Edmundo Rego, no Grajaú. Saiba mais aqui.

Livro de Rua em Carapicuíba (São Paulo): Com apoio da Primavera Editorial, livros são espalhados no Parque Gabriel Chucri e ficam à disposição de quem passa pelo local. Os eventos ocorrem todo último domingo do mês. Saiba mais aqui.

Leitura na Praça em Belo Horizonte (MG): A iniciativa é a realizada mensalmente no primeiro domingo do mês na Praça Duque de Caxias, no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Saiba mais aqui.

Escambo de Livros em Salvador (Bahia): Realizado no Dique do Tororó, ponto de lazer conhecido da capital baiana, o escambo é realizado pelo movimento Navegue no Bem desde o ano passado. Saiba mais aqui.

Ler é Viver em Manaus (Amazonas): Fundado por uma funcionária pública, o projeto funciona dentro da recepção da Procuradoria da República no Estado do Amazonas. Saiba mais aqui.

Ciranda do Amanhecer em Tabuleiro do Norte (Ceará): Projeto de incentivo à leitura e à cultura local. De forma que possui biblioteca, espaço para leitura e exibição de filmes, além de eventos com música, dança e teatro. Saiba mais aqui.

Expedições Literárias – Bibliorodas no Distrito Federal: Formado por duas professoras, a iniciativa consiste em levar o conhecimento por meio de carrinhos de feira. As duas vão todos os sábados às feiras-livres da região distribuindo os livros. Saiba mais aqui.

 

Quer se dar bem nos estudos? Entre para o time dos mais inteligentes

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Jairo Bouer, no UOL
Quer se dar bem nos estudos?Uma pesquisa feita com alunos do ensino médio traz um conselho para quem quer se dar bem nos estudos: entre para o time dos mais inteligentes da classe. De acordo com sociólogos, a medida vai dobrar suas chances de ir para a faculdade.

Pesquisadores da Universidade Brigham Young, em Utah, nos Estados Unidos, levaram quatro anos para reunir dados e criar um modelo estatístico para chegar à conclusão. Eles contaram com uma amostra de 90 mil estudantes e até dez amigos de cada um deles.

Embora a tendência dos pais seja manter o filho com notas baixas mais tempo em casa para estudar, essa pode não ser a melhor estratégia, de acordo com o estudo. Participar de uma atividade extracurricular junto com alunos que vão bem na escola, seja uma aula de futebol ou de música, pode trazer mais resultados.

O tipo de atividade não importa, segundo os pesquisadores, e sim a companhia. E participar de mais de uma aula extracurricular também não traz mais benefícios. Apenas uma é suficiente. Por último, eles dizem que quanto mais cedo isso for feito, melhor para o aluno.

Os autores ressaltam que, infelizmente, muitas escolas para estudantes de baixa renda não oferecem atividades extracurriculares. O que é uma pena, considerando que essa população talvez seja a que mais precisa do benefício. Os resultados serão publicados no periódico Social Science Research.

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