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Aprenda a forma certa de estudar ouvindo música, ela pode melhorar muito a sua concentração!

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Música

Publicado no Amo Direito

Estudar ouvindo música pode melhorar muito a sua concentração. Para isso, é necessário que seja feito da forma correta. Confira algumas dicas para chegar melhor no seu formato.

Cada pessoa tem a sua própria técnica para estudar: alguns preferem estudar sozinhos, em lugares silenciosos, outros gostam de estudar em grupos e há quem prefira revisar o conteúdo ouvindo música. Caso o seu método se encaixe a esse último, saiba que existem atitudes que devem ser tomadas para que a música realmente melhore a sua concentração.

Primeiramente, lembre-se que você está estudando, e não num show. Assim sendo, escute músicas num volume baixo ou médio, que não vá atrapalhar a sua concentração. A ideia é que você coloque um som que torne o seu ambiente de estudos mais tranquilo.

Quanto ao gênero musical, não há um consenso: muito se fala sobre a música clássica ou instrumental ser perfeita para manter o foco. Há quem discorde afirmando que sente sono ou preguiça ao ouvi-las. Cabe a você fazer testes com vários estilos diferentes e descobrir qual é a melhor opção.

Se você escolher poucas músicas, provavelmente, terá que interromper seus estudos várias vezes para selecionar novas canções prejudicando a sua linha de raciocínio. Para evitar que isso aconteça, crie playlists e deixe-as tocando ininterruptamente. A dica é criar listas que durem um tempo calculado, assim você saberá a hora de fazer uma pausa.

Portanto, na próxima vez em que você for estudar ouvindo músicas, lembre-se de seguir essas dicas e perceba o impacto delas na sua concentração.

Fonte: noticias universia

20 livros para ler antes de abrir o seu próprio negócio

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20 livros para ler antes de abrir o seu próprio negócio  |  Fonte: Shutterstock

20 livros para ler antes de abrir o seu próprio negócio | Fonte: Shutterstock

 

Publicado no Universia Portugal

Começar um negócio próprio requer muita dedicação e preparação. Por isso, estar pronto para encarar desafios é essencial na vida de qualquer empreendedor. Muitos dos grandes empresários não têm formação universitária e muitas vezes trilharam caminhos difíceis. Nada melhor do que aprender com aqueles que já estiveram na situação em que se encontra agora. Selecionámos 20 livros que o vão ajudar a dar o passo inicial. Saiba quais são:

1. Will it fly?, de Thomas K. McKnight

A primeira questão levantada por aqueles que decidem abrir seu próprio negócio é “será que vai dar certo?”. Para fazer o seu negócio arrancar, McKnight escreveu o livro “Will it fly?”, em tradução literal “Será que vai voar?” com 44 capítulos de dicas pessoais e profissionais para quem quer ter sucesso como empreendedor.

2. Sorte ou talento, de Bo Peabody

Ser bem-sucedido é uma questão de sorte ou talento? Esta é a questão levantada por Bo Peabody no seu livro, que visa ajudar aqueles que querem abrir o seu próprio negócio mas não sabem exatamente como. O autor defende que os dois conceitos caminham lado a lado, já que é preciso ser suficiente inteligente para perceber o momento em que a pessoa está a ter sorte para continuar a avançar.

3. The Fire Starter Sessions, de Danielle LaPorte

Se ainda não teve coragem de dar o primeiro passo para abrir o seu negócio, o texto de LaPorte é o impulso que lhe estava a faltar. Cheio de frases motivacionais, o livro conta com 16 sessões que o ajudarão a iniciar a sua nova etapa.

4. Consultor de Ouro, de Alan Weiss

Considerado a “bíblia” dos empreendedores, o livro de Weiss ajuda os empresários a colocar os conceitos em prática: dicas de como montar o seu escritório e até o modo mais eficiente de distribuir funções estão descritos no texto que deu ao autor o título de “Estrela dos negócios”.

5. Start Run & Grow a Successful Small Business, de Toolkit Media Group

O passo a passo para montar o seu pequeno negócio está no livro de Toolkit Media Group, que ensina técnicas de planeamento e de estudo de mercado entre outros recursos necessários para sobreviver no meio.

6. O Executivo Descalço, de Carrie Wilkerson

Se a sua ideia é iniciar um projeto em casa ou online, este é o livro ideal para si. A história de Wilkerson, juntamente com os métodos utilizados pelo autor para estabelecer a sua própria fonte de rendimento servem como norte a todos aqueles que desejam seguir o mesmo caminho que ele.

7. The Business Start-Up Kit, de Steven D. Strauss

Em tradução literal “O kit para começar negócios”, foi escrito por Strauss, colunista no site USAToday.com e uma das maiores autoridades norte-americanas sobre pequenos negócios. Além de dicas e métodos, o livro serve como grande apoio àqueles que desejem iniciar o seu próprio negócio.

8. Start Your Own Business, de Rieva Lesonsky

Juntamente com os editores da revista Entrepreneur, Lesonsky escreveu um livro sobre as primeiras iniciativas a serem tomadas por aqueles que desejam começar o seu próprio negócio. Com mais de 200 mil cópias vendidas, o livro tem como slogan a promessa “O único livro de iniciação de que vai precisar – isso porque o seu negócio vai dar certo!

9. A arte do começo, de Guy Kawasaki

Com dicas que vão desde como economizar dinheiro até como motivar a sua equipa, o livro de Kawasaki é um manual para iniciantes no empreendedorismo que auxiliará todos aqueles que resolvam arriscar nos negócios.

10. Fuga da Nação dos Cubículos, de Pamela Slim

Guia e motivação são palavras -have para descrever “Fuga da nação dos cubículos”. O livro foi escrito para aqueles que, embora estejam no escritório e trabalhando para um chefe, sonham em começar o seu próprio negócio. Nele, Slim dá dicas de como atrair clientes e manter-se no mercado de trabalho.

11. Guia Prático de Planeamento de Negócios, de David H. Bangs Jr.

Bangs Jr., banqueiro e empresário, escreveu este guia visando ajudar todos aqueles que são iniciantes no mundo dos negócios. Modos de encarar oportunidades a adversidades, como analisar possíveis fraquezas e pontos fortes dentro do próprio negócio, além da análise de mercado são temas abordados no livro.

12. Startup from the Ground Up, de Cynthia Kocialski

Para aqueles que querem começar o seu próprio negócio, mas não fazem ideia do caminho a seguir, o livro de Kocialski é perfeito. Nele, é possível aprender a transformar uma grande ideia num grande negócio, além de dicas para montar a sua equipa.

13. The $100 Startup, de Chris Guillebeau

Começar um negócio não é fácil. Com apenas 100 dólares parece impossível. Não para Guillebeau, o autor e empresário conta como é possível ser um empreendedor com um investimento inicial de apenas US$100,00, e ainda a ter prazer ao trabalhar.

14. A Startup Enxuta, de Eric Ries

Para os interessados em negócios que envolvem a tecnologia, o livro de Ries é a opção correta. Aqui aprende a manter-se atualizado na era digital. O livro dá ainda de como se manter competitivo no mercado perante tantos concorrentes.

15. O Mito do Empreendedor, de Michael Gerber

O livro de Gerber vai guiá-lo num passo a passo da elaboração do seu negócio: desde o nascimento da ideia, até ao estabelecimento e sucesso do empreendimento no mercado.

16. Startup: Manual do Empreendedor, de Steve Blank

A quase enciclopédia de Blank será o braço direito para aqueles que desejam abrir a sua própria empresa. O livro traz o princípio científico de testar e de falhar para os negócios, e garante a fórmula para o sucesso. Este é considerado um dos melhores livros com dicas práticas disponíveis.

17. Rework, de Jason Fried e David Hansson

Os autores apontam estratégias e filosofias a serem adotadas pelas novas empresas a fim de obterem resultados positivos. Dicas de como começar e manter-se no mercado também estão descritas nas páginas do livro.

18. Trabalhe 4 horas por semana, de Timothy Ferriss

Em tom divertido e interessante, o livro de Feriss faz-nos questionar: “Não serei demitido trabalhando apenas quatro horas por semana?” A resposta é simples: não, se for você o chefe! Para isso, o livro estabelece dicas para aqueles que desejam abrir o seu próprio negócio.

19. Flying Without a Net, de Thomas J. DeLong

O livro de DeLong não fala especificamente de como começar um negócio, contudo, dá dicas de como se deve manter firme num mercado com tantos concorrentes e práticas que encorajam a fazer as coisas certas e bem-feitas.

20. Founders at Work, de Jessica Livingston

A coleção de entrevistas com fundadores de grandes e multimilionárias empresas, feitas por Jessica Livingston contém muito mais inspiração do que informações técnicas. Descobrir com grandes empreendedores transformaram suas ideias em milhares de dólares vai motivá-lo a ser o próximo empreendedor bem-sucedido.

Especialistas dão dicas de como você deve preparar um espaço especial para os estudos

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estudante

Publicado no Amo Direito

A demanda de estudos para quem pretende uma vaga na carreira pública é muito grande, por isso, reservar um ambiente tranquilo para os estudos é fundamental para ter bom desempenho. Especialista dão dicas de como escolher e organizar o espaço para estudar em casa.

Marcus Bittencourt, advogado da União e especialista em concursos, acredita que, independentemente do material que o candidato vai usar em seus estudos, seja livro, apostila ou mesmo a internet, o mais importante é que ele tenha concentração. “É importante ficar longe de celulares e tablets”, diz.

Ao usar a internet como fonte de pesquisa, Bittencourt diz que é preciso muita atenção para que o foco não seja desviado para informações secundárias. Além disso, o especialista recomenda um ambiente tranquilo, com boa iluminação e bem arejado para um bom aproveitamento dos estudos. Uma cadeira confortável e ergonômica, assim como mesa limpa, apenas com o material necessário para estudar uma disciplina de cada vez também devem ser observados. “Estudar deitado, seja no sofá, na cama, não é recomendável, pois o candidato acabará relaxando demais e até dormindo”, orienta.

Com espaço organizado e material em mãos, o concurseiro vai precisar de concentração e isso somente ocorre em ambiente silencioso. “Para isso, muitos cursinhos oferecem espaço diferenciado. E o concurseiro pode, também, buscar sala de estudos na biblioteca de seu município”, diz Bittencourt.

Rodrigo Lelis, professor do Universo do Concurso, reforça que o silêncio favorece uma maior concentração do estudante. “Algumas pessoas dizem não se incomodar, mas o barulho da rua, conversas paralelas acabam desconcentrando”, afirma.

Outra atitude que o professor acredita ser valiosa é de ter em mãos o material necessário para os estudos. “Deixe tudo ao seu alcance, desde material didático a uma garrafa d’água”, lembra. Mesmo as pausas para lanche durante os estudos precisa ser programada, orienta, para que não o estudante não prejudique seu tempo.

Assunto comum entre os especialistas em concursos públicos é o celular. Para eles, é o maior vilão dos estudos. “O que mais tira a atenção dos alunos é Whatsapp, Facebook e até joguinhos online”, aponta Lelis.

Outra distração muito comum entre os estudantes é comer na mesa de estudos. “Por já estar ansioso, o concurseiro tende a querer comer o tempo todo, mas é importante ter autocontrole nessas horas”, diz. Isso pode gerar um excesso de peso, e no futuro, prejudicar o desempenho físico do candidato em uma prova de esforços.

Para Marcelo Marques, diretor do Concurso Virtual, um bom ambiente de estudo passa por quatro etapas. Ter um planejamento de estudos, ser organizado, ter motivação e controle: “Assim o estudo é mais efetivo”.

Veja como se planejar
Marcelo Marques aponta a seguir quatro etapas importantes para o candidato construir um bom espaço dedicado aos estudos:

Planejamento: definir objetivos e elaborar planos. “Ter foco é estar um passo a frente da maioria dos candidatos”, diz.

Organização: criar condições ideais para os estudos e montar sua “ZE” (Zona de Estudos). “Fixar dicas na parede e até no teto muitas vezes podem ajudar”, orienta.

Motivação: para ter sucesso é preciso motivação. “Ter ciência das tentações e de sua capacidade de superá-las”, acredita.

Controle: traçar medidas corretivas. Elas podem ajudar a identificar e corrigir erros ao longo dos estudos e se o candidato não está suficientemente motivado.

Reportagem: Paola Lucas
Fonte: odia ig

Grifar é forma de estudo pouco eficiente; confira realmente as melhores técnicas de estudo

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grifar

Publicado no Amo Direito

Um estudo realizado por pesquisadores de quatro universidades dos Estados Unidos indica que resumir e grifar textos são técnicas com baixa utilidade para o aprendizado dos estudantes. Das dez práticas avaliadas pelo trabalho científico, outras três compõem a lista com pior avaliação: criação de palavras-chaves, uso de imagens para fixação de conceitos e releitura.

Fazer exercícios práticos e estudar aos poucos ao longo de todo o curso foram apontados como as melhores formas de aprendizagem por beneficiar diretamente alunos de diferentes idades e habilidades.

De acordo com a pesquisa — divulgada pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica do país, o resumo e as marcações nos textos como ferramentas de aprendizagem possuem benefícios limitados. A primeira técnica não é considerada tão eficiente, pois é necessário um treinamento extensivo para seu sucesso. Quanto à segunda prática, foi observado pouco aumento no desempenho dos estudantes.

O uso de perguntas elaboradas, de auto-explicação e de uma prática intercalada de estudo recebeu utilidade moderada dentro dos parâmetros da pesquisa.

Parâmetros
O trabalho avaliou os benefícios gerais levando em consideração quatro categorias de comparação: condições de aprendizagem, características do estudante, materiais e critérios das tarefas. As 10 técnicas analisadas foram selecionadas de acordo com a facilidade de utilização e preferência dos estudantes.

Condições de aprendizado:
inclui aspectos do ambiente de aprendizagem em que a técnica é implementada, sendo o estudo em grupo ou individual.

Características dos alunos:
incluem variáveis como idade, capacidade e nível de conhecimento prévio.

Materiais:
variam de conceitos simples para problemas matemáticos até textos científicos complicados.

Critério de tarefas:
incluem diferentes medidas de resultados que são relevantes para o desempenho do aluno, como os de memória, resolução de problemas e compreensão.

Técnicas de utilidade alta
O teste prático foi considerado uma das técnicas com maior utilidade no processo de aprendizado dos estudantes, uma vez que ele pode ser implementado com um mínimo de treinamento e ainda requer um tempo razoável para sua prática. Além disso, os testes possuem ampla aplicabilidade em relação aos tipos de materiais, idade dos alunos e intervalos de retenção do conteúdo. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos

A prática distribuída de estudo também foi apontada como uma das melhores técnica para o aprendizado. Ela consiste na implementação de um cronograma que divide as atividades ao longo do tempo, ou seja, o aluno pode optar por estudar uma matéria por dia, por exemplo. Segundo o estudo, divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos, a técnica funciona com estudantes de diferentes idades e com uma ampla variedade de conteúdos. É de fácil de implementação – embora possa exigir alguma formação – e tem sido utilizada com sucesso numa série de estudos de sala de aula.

Técnicas de utilidade moderada
Com o objetivo de estimular o encontro de uma explicação sobre um conceito ou um fato explícito, a técnica de perguntas elaboradas foi classificada com utilidade moderada. O problema com ela é que alguns estudos mostraram que a prática possui menor eficiência entre os alunos mais jovens (jardim de infância ou primeira série). Outro fator é que o nível do conhecimento prévio interfere em sua utilidade. O conhecimento é um moderador na elaboração das perguntas. Sendo assim, os alunos com baixos níveis de conhecimento podem ter limitações ao utilizá-la. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.

Na técnica da auto-explicação o aluno deve refletir sobre como uma nova informação está relacionada com a informação conhecida ou explicar as medidas tomadas durante a resolução de determinados problemas. A estratégia foi classificada como de utilidade moderada. De acordo com o levantamento, divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos, é necessário um maior trabalho para explorar a extensão em que os efeitos da técnica dependem do conhecimento dos alunos ou nível de habilidade. Embora a maioria das pesquisas mostre que é necessário um mínimo de treino, alguns resultados sugerem que os efeitos podem ser reforçados se os alunos treinados para usar a técnica.

Na prática intercalada o estudante deve utilizar um cronograma de estudo, no qual, pode misturar diferentes tipos de conteúdos dentro de uma sessão de estudo, ou seja, ele não se limita a absorver o conteúdo de uma matéria específica naquele determinado período. No lado positivo, a prática intercalada tem demonstrado ter bons efeitos sobre a aprendizagem dos alunos em relação às habilidades matemáticas, mas não tem os mesmos efeitos com o conteúdo de literatura. O resultado está na pesquisa divulgada recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.

Técnicas de utilidade baixa
A prática do resumo como ferramenta de estudo foi considerada uma das técnicas com menor utilidade, em comparação com as outras práticas citadas. O estudo, divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos, aponta que ele é uma estratégia eficaz de aprendizagem para os alunos que já estão qualificados na prática do resumo, No entanto, muitos precisam de treinamento extensivo para adotar a técnica adequadamente. Para a técnica ser eficaz é preciso que o resumo tenha qualidade. O fato do aluno não enfatizar os pontos principais de um texto ou incluir uma informação incorreta não beneficia o aprendizado e nem a retenção das informações apresentadas.

Grifar texto foi classificada como técnica de baixa utilidade. De acordo com a tese, na maioria das situações em que a técnica foi aplicada, foi observado pouco aumento no desempenho dos estudantes. Ela pode até ajudar quando os alunos têm o conhecimento necessário para destacar as informações de forma eficaz, mas não é um indicativo de alto nível de utilidade. A marcação no texto chama a atenção do leitor, mas este precisa refletir sobre o significado e como suas peças diferentes se relacionam entre si. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.

A técnica de palavra-chave mnemônica envolve a criação de imagens mentais associadas aos conteúdos apresentados. Apesar de resultados positivos, alguns aspectos implicam limitações em relação à utilidade da prática. Um deles é que o uso da palavra-chave mnemônica pode não resultar em uma retenção durável de conteúdo, ou seja, em longo prazo ela pode não ser tão eficaz dificultando o desempenho dos estudantes. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.

O uso de imagens como técnica de estudo implica na formação de imagens mentais de partes do texto durante a leitura ou escuta. De acordo com o levantamento, a técnica pode ser bastante limitada e não é sólida. Além disso, não há definição consistente em relação à quantidade de treinamento necessária para garantir que os alunos utilizem a técnica corretamente. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos.

A releitura de um material após uma primeira leitura não foi considerada uma técnica de estudo eficaz. A relação do nível do conhecimento com os efeitos da técnica ainda é pouco explorada. Além disso, o estudo indica que quase nenhuma pesquisa sobre releitura envolveu alunos mais jovens que estudantes em idade universitária. Há uma insuficiente quantidade de pesquisas que examinaram a extensão em que os efeitos da técnica dependem de outras características do aluno, como o conhecimento ou habilidade. Os resultados foram apresentados em um estudo divulgado recentemente pelo jornal da Associação pela Ciência Psicológica dos Estados Unidos .

Fonte: colegiogenoma

Quer notas maiores? Crie rotinas de estudos flexíveis planejando o conteúdo a ser estudado

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Publicado no Amo Direito

Na busca por notas melhores, muitos estudantes criam planos de estudo e listas de tarefas gigantescas mergulhando em atividades acadêmicas e deixando suas vidas pessoais de lado. No entanto, o que eles não sabem é que esse tipo de atitude pode prejudicar as suas notas.

É claro que fazer um planejamento do conteúdo a ser estudado é importante, afinal, é dessa forma que você conseguirá manter um controle sobre as suas tarefas e desempenhá-las da melhor forma. O problema é fazer uma lista com um número de atividades muito maior do que o realizável e, assim, criar metas impossíveis de serem alcançadas.

Talvez você esteja se perguntando de que forma isso prejudica as suas notas. Simples: ao não fazer tudo o que pretendia, você possivelmente se sentirá desesperado. Pior: cansado por ter corrido tanto em busca de uma meta que não foi concluída. Como bem sabemos, o cansaço é um grande inimigo dos estudos.

O ideal, portanto, é criar rotinas de estudos com uma quantidade de atividades que possam ser cumpridas sem maiores problemas, tendo bastante tempo para desempenha-las com tranquilidade e segurança, pois essas características podem ser cruciais para alcançar as notas desejadas.

Assim, na próxima vez em que você for criar um cronograma de tarefas para atingir notas maiores, não se cobre tanto. Respeitar os seus limites pode ser a chave do sucesso.

Fonte: noticias universia

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