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Estudante do Piauí nota mil na redação dá três dicas para o Enem

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Estudante piauiense Isabella Barros conseguiu nota mil na redação do Enem 2017. (Foto: Arquivo pessoal)

 

Hoje cursando medicina na Uespi, a estudante Isabela Barros, de 18 anos, falou sobre como se preparou para atingir a nota máxima na redação no Enem 2017.

Publicado no G1

A estudante piauiense Isabela Barros, de 18 anos, foi um dos 53 estudantes que conseguiram atingir a nota máxima na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017. Hoje aluna do curso de medicina da Universidade Estadual do Piauí, Isabela contou ao G1 o que fez para se preparar. “Acho que não tem nenhum segredo, mas tem coisas que você pode fazer que podem aumentar suas chances”, disse.

1. Preparação

A primeira dica de Isabela é com relação ao temas. “É importante ter conhecimento de mundo, estar lendo obras que estão em destaque, assistir filmes importantes, documentários com temas que possam ser utilizados na redação”, disse.

A aluna comentou ainda que é preciso selecionar o que ler. “Não leia grandes clássicos, porque em ano de vestibular talvez não dê tempo. Você pode ler sobre os livros, e não necessariamente o livro. Isso conta muito para o repertório sociocultural que vai ser usado na redação”, disse.

A professora de redação Patrícia Lima cita o pedagogo e filósofo Paulo Freire para reforçar essa dica. “A Leitura de mundo precede a leitura da palavra”. Ela diz que essa “leitura” pode ser feita por vários meios.

“Entre eles, jornais televisivos, sites informativos, revistas, jornais impressos, além de outras mídias. É imprescindível, também, que sejam abordadas as exigências na construção da argumentação. Para isso, as aulas de História, Sociologia, Literatura, Filosofia, Geografia e, muitas outras, são cruciais”, disse.

2. Prática

A segunda dica é a prática. A professora Patrícia Lima aconselha ao estudante estabelecer uma meta: “Sugiro, no mínimo, a escritura de um texto por semana”, diz. Além disso, ela sugere reescrever os textos, fazendo as correções e adequações necessárias.

Já a meta de Isabela foi além. “Praticar redação no mínimo duas vezes por semana. Fazer muitos temas, estar sempre antenado com os assuntos que estão sendo discutidos. Não para tentar adivinhar tema, mas para saber preparar estruturas de texto para os vários temas”, disse Isabela Barros.

3. Organização do tempo

Quanto à organização para o momento da prova, a professora Patrícia Lima dá uma dica valiosa: começar pela produção de texto. “No momento do exame, recomendo começar o certame pela produção da redação. Após a feitura do texto, deve-se responder às demais questões”, orienta.

A estudante Isabela Barros aconselha a treinar as redações sempre de olho no tempo, para conseguir ficar tranquilo durante a prova. “Acho fundamental trabalhar o tempo da prova e focar em manter bastante calma. Isso influi muito na hora de realizar uma prova tão extensa e cansativa como o Enem”.

Por categorias ou por cores? É hora de organizar seus livros

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Atenção, ‘spoiler’: se seguir esses conselhos precisará se desfazer de alguns exemplares

Brenda Valverde, no El País

María Gallay foi encarregada de transportar a biblioteca de uma família de Madri a Málaga. A organizadora profissional, que se dedica a ajudar as pessoas a resolverem o caos que às vezes surge quanto existem muitas coisas em casa, empacotou e etiquetou cada livro seguindo escrupulosamente a ordem em que se localizavam na biblioteca de origem, sem que ninguém lhe pedisse: poetas de um lado, dramaturgias em outra caixa, os autores de ficção separados do resto… A surpresa da dona dos livros foi tal ao descobri-lo que Gallay lembra disso como uma das histórias mais gratificantes de seu trabalho.

Os livros são esses colegas de apartamento que vão se apoderando de seu espaço pouco a pouco, e ainda que fique anos sem folheá-los eles continuam acumulando pó em cada uma de suas páginas. Talvez ocorra o mesmo com você, armazena livros e livros sem nenhum tipo de critério, de suas obras favoritas àquele que te presentearam uma vez em uma promoção e nunca mais entrou em seus planos de leitura. É muito difícil desfazer-se de livros, por isso manter sua biblioteca em ordem é fundamental para dilatar o máximo possível esse dramático momento.

“O melhor desse tipo de trabalho é que pelo menos os livros são retos, são mais fáceis de organizar do que outras coisas”, brinca Gallay, que já está há 15 anos nesse serviço. A especialista afirma que a cumplicidade com os clientes é fundamental para realizar o trabalho: “As bibliotecas precisam ser, principalmente, práticas, o dono deve reconhecer os livros, saber como procurá-los e, o mais importante, como devolvê-los ao seu local correto”.

Ainda que cada um tenha seus palpites no momento de organizar as coisas alheias, Pilar Quintana nos revela quatro passos básicos para criar um sistema de organização duradouro e eficaz.

1. Tirar tudo

Mas tudo mesmo. De acordo com a especialista, só percebemos o que temos quando vemos o conjunto.

2. Fazer pequenas pilhas

De um lado, agrupamos os livros dos quais queremos nos desfazer, os que estão muito usados e em mau estado. Quintana recomenda fazer uma segunda pilha com livros para doação, diz que as pessoas sentem-se bem ao saber que seus livros terão uma segunda vida e que além disso estão ajudando nesse sentido (lares de idosos, regiões desfavorecidas…).

Para uma terceira pilha vão os livros que você quer dar de presente a alguém (“coloque seu nome”, caso contrário, é bem provável que nunca saiam de sua casa, afirma a especialista) e em uma quarta divisão coloque os que quer vender.

A quinta pilha é o que vale: os livros que ficam com você (continuamos!).

3. Estabelecer categorias e designar espaços

Assim que você definir as leituras que se salvam das indicações e devem continuar em sua biblioteca, deve separar os livros por categorias, tal como recomenda a guru japonesa Marie Kondo, e ao mesmo tempo determinar em quais espaços colocará essas categorias. “Uma estante por categoria é o melhor”, recomenda Quintana.

4. Arrumando!

Chegou o grande momento, colocar cada livro no espaço adequado…, mas como? Por cores? Por tamanhos? Por ordem alfabética? Dá na mesma? (como daria na mesma, você está há um minuto lendo um artigo sobre como organizar sua biblioteca!).

A primeira coisa a se pensar é como você reconhece seus livros. Alguns são mais visuais, pessoas que sabem perfeitamente em qual editora compraram cada exemplar, leitores que se negam a misturar poesia com romance…

Priorizando a estética. As cores dos livros podem ser um critério no momento de organizar sua biblioteca. Não é uma opção muito prática, mas indubitavelmente é a mais efetiva se você for dos que se lembram que um livro é amarelo, mas não do nome do autor.

Pablo López Navarro, integrante do estúdio de decoração Casa Josephine, nos conta que nunca se deve utilizar critérios decorativos para organizar uma biblioteca, mas que podemos introduzir detalhes que façam desse espaço um ambiente mais cálido. “Elementos têxteis, fotografias e plantas” são excelentes para conviver com nossos livros, afirma.

Por tamanho. Os especialistas da ordem revelam que uma das regras de ouro para organizar livros é que os mais altos ficam à esquerda e os menores do lado direito da estante. A sensação de ordem é maior.

Por categoria. Distribuir suas leituras por categorias (não ficção, romances, livros acadêmicos…) pode ajudar a encontrar de maneira bem rápida o livro que você precisa. Quintana recomenda etiquetar as estantes se temos muitos livros acumulados.

Dentro de nossa ordem não é preciso colocar todos os livros na vertical, alterná-los com pilhas horizontais pode ser útil se os espaços não forem muito altos.

Uma mistura das três anteriores. Se você quer unir o critério mais prático sem desligá-lo do estético, comece por organizar sua biblioteca por categorias e na sequência tente agrupar os livros por cores e tamanhos sem que destoem muito entre eles, para conseguir uma harmonia estética e prática.

E se depois de ler tudo isso você perdeu a vontade de organizar seus livros, mostramos algumas fotos de bibliotecas bonitas para que você aproveite as dos outros.

 

Veja cinco dicas para que você possa memorizar a matéria da prova com mais facilidade

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Publicado no Amo Direito

A famosa “decoreba” é um processo muito usado pelos estudantes em tempos de prova, sobretudo dos vestibulares. Caso você não tenha dado conta de estudar e, por isso, recorra a este recurso, conheça algumas técnicas que podem te ajudar a fixar os conteúdos:

1 – Organize-se
Para simplificar o seu processo de estudo e de memorização é recomendável que você estruture seu conhecimento, estabelecendo relações entre informações. Uma maneira de fazê-lo é dividindo os dados que você tem em mãos em categorias, de maneira que você se obrigue a fazer as conexões. Dessa forma, quanto mais conhecimento você obtiver, mais links você será capaz de fazer.

2 – Faça jogos de palavras
É comum encontrar nos cursinhos e na internet músicas ou piadas que ajudem os alunos a lembrar de fórmulas e conteúdos mais específicos. Então, por que não usar esses recursos também? Por exemplo, crie rimas para te ajudar a lembrar de informações mais difíceis de serem memorizadas e siglas quando quiser recordar diferentes definições. Outra opção é brincar com os acrósticos, isto é, textos em que a primeira letra de cada frase forma uma nova palavra. Dessa forma, lembrando da palavra, você se lembra do restante da matéria.

3 – Lembre-se o conteúdo em intervalos diferentes
Para não correr riscos de não se lembrar da matéria da prova, ao invés de entrar em contato com o conteúdo uma única vez, faça isso várias vezes. Dê intervalos entre seus estudos e lembre-se os principais aspectos ao longo de todo o dia.

4 – Explique a matéria para um colega
Quando você está explicando um conteúdo a alguém, independentemente de qual seja ele, você precisa relembrar e organizar as informações para que o seu ouvinte consiga captar a ideia da melhor forma possível. Dessa forma, explicar a matéria é uma ótima forma de fixar dados.

5 – Exagere
Exagerar conceitos é uma forma simples de se lembrar de dados importantes, como fatos históricos. Embora este recurso criativo ajude-o a fixar o conteúdo, tome cuidado para não se confundir e pensar que os fatos se desenrolaram de uma maneira absurda.

Fonte: noticias universia

Dica para aproveitar o tempo na faculdade sem perder a motivação

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(iStock/iStock)

(iStock/iStock)

Veja como encontrar tempo para explorar seus próprios interesses

Ana Prado no Guia do Estudante

Benjamin Franklin é um exemplo de produtividade muito citado nos Estados Unidos. Dá para entender o motivo lendo poucas linhas da sua biografia: o cara foi jornalista, escritor, filantropo, político, funcionário público, cientista, diplomata e inventor. Ele fez descobertas importantes sobre eletricidade e meteorologia e entre suas invenções estão o para-raios, as lentes bifocais e o corpo de bombeiros norte-americano.

Uma das práticas atribuídas a ele para dar conta de tudo sem deixar a criatividade de lado é a chamada “regra das cinco horas [semanais]”. Benjamin Franklin costumava investir pelo menos uma hora em cada dia da semana (tirando os finais de semana) para aprender coisas novas e trabalhar em projetos pessoais.

Mesmo que estivesse ocupado no dia, ele sempre usava essa horinha para fazer coisas como ler e escrever, refletir sobre os objetivos que queria atingir e medir seu progresso, fazer experimentos ou simplesmente pensar sobre questões diversas.

Estamos falando sobre o tema neste blog porque a faculdade pode exigir muito do seu tempo e você pode eventualmente se sentir sobrecarregado. E quando a gente fica sobrecarregado pode começar a deixar de ver sentido nas coisas e se desanimar.

Além disso, com o excesso de tarefas, é comum fazer tudo no automático para terminar logo. O ponto principal da regra das cinco horas é ter um tempo de respiro, para refletir sobre o que você tem aprendido e sobre as coisas que lhe são importantes.

Nessa horinha do seu dia, você pode:

– planejar o seu aprendizado. Você vai ter várias matérias para estudar obrigatoriamente, mas a universidade também vai lhe dar a oportunidade de desenvolver interesses que você nem imaginava ter. Pense nos assuntos ou habilidades que você quer explorar mais a fundo e planeje como vai fazer isso. E então use parte desse tempo livre para ir atrás disso.

– praticar o que você tem aprendido – e refletir a respeito. Em vez de só fazer as coisas sem pensar, a ideia é prestar atenção às suas práticas e leituras e avaliar o seu progresso. Identifique seus pontos fortes e fracos, peça a opinião de seus colegas e professores sobre como você está se saindo. Peça dicas para melhorar.

– desafiar-se e testar ideias. Quanto mais a gente aprende, mais quer aprender. Use esse tempo para se desafiar ou fazer experimentos e desenvolver projetos nas áreas em que mais se interessar.

A grande vantagem desse método é constância: você vai ver que pode chegar muito mais longe fazendo um pouquinho a cada dia do que fazendo muita coisa uma vez por ano. É só pensar no processo de leitura daqueles livros enormes que a gente pena para terminar: podemos até passar uns anos tentando ler um monte de páginas a cada seis meses, mas só conseguimos realmente terminar o livro quando assumimos o compromisso de ler um pouquinho a cada dia, mas com regularidade.

(Via Stanford).

Aprenda a forma certa de estudar ouvindo música, ela pode melhorar muito a sua concentração!

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Música

Publicado no Amo Direito

Estudar ouvindo música pode melhorar muito a sua concentração. Para isso, é necessário que seja feito da forma correta. Confira algumas dicas para chegar melhor no seu formato.

Cada pessoa tem a sua própria técnica para estudar: alguns preferem estudar sozinhos, em lugares silenciosos, outros gostam de estudar em grupos e há quem prefira revisar o conteúdo ouvindo música. Caso o seu método se encaixe a esse último, saiba que existem atitudes que devem ser tomadas para que a música realmente melhore a sua concentração.

Primeiramente, lembre-se que você está estudando, e não num show. Assim sendo, escute músicas num volume baixo ou médio, que não vá atrapalhar a sua concentração. A ideia é que você coloque um som que torne o seu ambiente de estudos mais tranquilo.

Quanto ao gênero musical, não há um consenso: muito se fala sobre a música clássica ou instrumental ser perfeita para manter o foco. Há quem discorde afirmando que sente sono ou preguiça ao ouvi-las. Cabe a você fazer testes com vários estilos diferentes e descobrir qual é a melhor opção.

Se você escolher poucas músicas, provavelmente, terá que interromper seus estudos várias vezes para selecionar novas canções prejudicando a sua linha de raciocínio. Para evitar que isso aconteça, crie playlists e deixe-as tocando ininterruptamente. A dica é criar listas que durem um tempo calculado, assim você saberá a hora de fazer uma pausa.

Portanto, na próxima vez em que você for estudar ouvindo músicas, lembre-se de seguir essas dicas e perceba o impacto delas na sua concentração.

Fonte: noticias universia

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