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Conheça o tour digital de Hogwarts oferecido para fãs de Harry Potter

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Foto: AdoroCinema / AdoroCinema

Foto: AdoroCinema / AdoroCinema

 

Explore o exterior do castelo, a Floresta Proibida, a cabana de Hagrid, as estufas da professora Sprout e até o Campo de Quadribol.

Vitória Pratini, no Terra

Todo fã de Harry Potter que se preze já sonhou em visitar Hogwarts e explorar todos os seus segredos, não é mesmo? Agora é possível fazer isso sem nem mesmo levantar da cadeira – e não estamos falando sobre assistir os oito filmes da franquia ou (re)ler os sete livros.

O site Pottermore lançou, na última sexta-feira (01), uma experiência imersiva digital na qual os visitantes podem fazer um tour virtual pela Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

E como funciona? Para participar, basta ter uma conta no Pottermore (é grátis!) e começar a explorar o exterior do castelo, a Floresta Proibida, a cabana de Hagrid, as estufas da professora Sprout e até o Campo de Quadribol.

Enquanto o visitante tem a ilusão de voar pelos terrenos da Escola, é possível clicar em pontos luminosos que revelarão curiosidades e segredos da saga Harry Potter, e ainda farão citações aos livros de J.K. Rowling. E não precisa ter pressa! Os participantes poderão explorar os arredores do castelo livremente, ao seu próprio ritmo. São 100 “hotspots” no total, e você pode até competir com seus amigos sobre quem encontra mais.

“Nós vimos muitas interpretações de Hogwarts – das artes nas edições ilustradas dos livros até os oito longas-metragens da Warner Bros.”, disse Henriette Stuart-Reckling, diretor digital da Pottermore Global (via Deadline). “Este novo recurso em nosso site marca a primeira vez em que os fãs terão a oportunidade de explorar a famosa Escola de Magia a qualquer momento, em qualquer lugar e ao seu próprio ritmo. É uma experiência única e móvel em primeiro lugar, usando recursos visuais personalizados, permitindo que qualquer pessoa ‘visite’ Hogwarts enquanto estiver em trânsito”.

De acordo com o Pottermore, “The Hogwarts Experience” estará disponível na maioria dos computadores, tablets e smartphones. Para começar a explorar, acesse este link.

A plataforma inédita foi introduzida em comemoração ao primeiro ano letivo de Alvo Severo, segundo filho de Harry e Gina, em Hogwarts – cujo embarque no Expresso de Hogwarts foi mostrado em Harry Potter e as Relíquias da Morte e na peça “Harry Potter and the Cursed Child”.

O ambiente online e a leitura infantil: como usar a internet para estimular esse hábito nas crianças?

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Publicado no Segs

Pesquisas e estudos ao redor do mundo já comprovaram que a leitura é fator fundamental para o desenvolvimento de uma criança. A prática é responsável por estimular a criatividade e aumentar o vocabulário e o contato com contextos e culturas diferentes, enriquecendo o repertório dos pequenos. Atualmente, a dúvida que surge em muitos pais e educadores é como utilizar a internet para incentivar esse hábito.

Muito se questiona sobre o uso da tecnologia na infância.De fato, se utilizada de forma inadequada, pode não trazer os benefícios esperados para o desenvolvimento infantil. Por outro lado, quando utilizada da maneira correta, a tecnologia abre um mundo de possibilidades pois disponibiliza, em apenas alguns cliques, milhares de obras e conteúdos interativos.

A participação dospais é fundamental nesse processo. São eles os responsáveis por guiar as crianças nesse mar de informações e mostrar a elas que, por meio da internet, é possível buscar diversos conteúdos interessantes. Os livros online estão disponíveis em múltiplas plataformas e formatos, como é o caso da Leiturinha, um clube de assinatura que entrega livros infantis selecionados por especialistas e também oferece uma biblioteca digital com mais de mil obras separadas por faixa etária.

Outros recursos que podem ser utilizados são os tablets, smartphones e dispositivos desenvolvidos especialmente para a leitura digital, como é o caso do Kindle, da Amazon. O manuseio desses equipamentos pode aguçar a curiosidade da criança por tecnologia, exercitar funções motoras e colaborar com seu desenvolvimento cognitivo, além de facilitar o acesso ao conhecimento. Mas um alerta: é essencial que os pais acompanhem de perto esse processo para evitar que os pequenos entrem em contato com conteúdos impróprios e inadequados.

Os educadores Daniel Cassany e Consuelo Allué defendem, em artigo para a Revista Pátio, que os dispositivos digitais complementam, nutrem e enriquecem a leitura, pois proporcionam uma experiência mais divertida e variada. Os autores acreditam que os recursos tecnológicos trazem diversas possibilidades didáticas. Embora não substituam a leitura de livros físicos, que vão continuar fazendo parte da rotina das crianças, esses recursos se transformam em fortes aliados da educação.

Algumas práticas simples podem estimular o gosto da criança pela leitura digital. Para colaborar com isso, os pais podem incentivar a procura por obras digitais, criar um ambiente específico para essa prática e deixar a criança convidar os amigos para participar desses momentos. Uma dica, caso o pequeno ainda não seja alfabetizado, é ler em voz alta as histórias e optar por livros com mais ilustrações.

Moleskine Livescribe: o melhor do analógico e do digital

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Feito para funcionar em conjunto com uma caneta inteligente Livescribe, esse Moleskine transforma suas anotações em versões digitais

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Jacqueline Lafloufa, no B9

Durante uma aula ou reunião, ter um computador para fazer as suas anotações pode ser ágil, mas te distrair. No entanto, deixar todas as suas notas presas ao papel parece insensato – e se você quiser fazer uma busca depois? Ou, pior, e se de repente você perder o caderno? Será que não daria para fazer um backup das suas anotações?

Com o Moleskine Livescribe, é possível ser analógico, hipster e conectado ao mesmo tempo. Ele foi criado com um número determinado de linhas, margens e ‘botões especiais’ que são reconhecidos pela caneta inteligente Livescribe. Assim, todas as anotações e rabiscos que você fizer são replicados em um aplicativo para dispositivos móveis, que pode até mesmo reconhecer a sua escrita e convertê-la em texto editável.

O único problema é o precinho: cada Moleskine Livescribe custa 30 dólares, e a caneta inteligente tem preços variados conforme a versão, sendo que a mais básica custa 150 dólares.

No entanto, pode ser um investimento interessante para quem quiser digitalizar a própria vida – a Bia Kunze, do Garota sem Fio, explica a diferença entre cada uma das canetas, e oferece também sugestões sobre como implementar isso sem necessariamente precisar da Livescribe, como ao utilizar um Moleskine feito para uso combinado com o Evernote.

Plataforma de ensino adaptativo Knewton prepara chegada ao Brasil

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 Knewton

Empresa americana usa recursos de big data para propiciar a alunos e professores ferramentas de ensino mais avançadas

Thiago Jansen, em O Globo

RIO — Em casa, em seu computador, o estudante faz o dever de casa referente ao conteúdo que lhe foi passado pelo professor mais cedo, na escola. A partir das respostas que registra, recebe digitalmente uma orientação para estudar melhor um determinado aspecto da disciplina. Essas informações são repassadas automaticamente ao seu professor, que, no dia seguinte, pode auxiliá-lo de forma mais atenta. Apesar de parecer parte da ficção, essa integração entre tecnologia e ensino já é realidade graças à empresas como a Knewton, representante do chamado ensino adaptativo, e que se prepara para chegar ao país esse ano.

Criada em 2008 pelo empreendedor americano Jose Ferreira, a Knewton trata-se de uma plataforma digital que faz uso das tecnologias de análise e processamento de dados em volume massivo, e velocidade exorbitante, — o celebrado big data — para oferecer a estudantes e professores a possibilidade de um ensino focado nas fragilidades individuais de cada aluno.

— Para os estudantes, isso significa ter acesso a ferramentas de aprendizado customizadas às suas necessidades, aos seus pontos fortes e fragilidades. Nossa plataforma consegue, em tempo real, perceber exatamente o que o estudante já sabe bem, e o que ele precisa aprender melhor, sugerindo conteúdos específicos para isso — afirmou Ferreira, em passagem pelo Brasil nesta semana. — Já para os professores, isso representa a possibilidade de preparar melhor as suas aulas, encontrando conteúdos mais adequados para as suas turmas, além de acompanhar mais atentamento o desempenho de cada aluno.

Em associação com tradicionais editoras de materiais didáticos no exterior, como MacMillan Education e a Pearson, tem expandido a sua presença para além dos EUA, com escritórios na Europa, e, até o final do ano, no Brasil:

— Temos conversado com algumas instituições de ensino e editoras por aqui. Até o final do ano estaremos com um escritório em São Paulo. Em alguns locais, o Brasil tem iniciativas educacionais bastante inovadoras, mais do que em diversos outros países. Achamos que é um mercado com potencial interessante.

Para ele, a Knewton faz parte de uma revolução muito mais ampla na educação, e que inclui também plataformas digitais como a Khan Academy, que focam seus recursos em ampliar o alcance de aulas e do acesso ao conhecimento.

— A educação nunca passou por uma grande revolução tecnológica como, por exemplo, a medicina. Agora, no entanto, o setor educacional está tendo a oportunidade disso, graças às possibilidades do big data. Toda essa tecnologia vai eventualmente ser integrada às estruturas tradicionais de ensino, o que fará com que elas se tornem mais modernas e poderosas. Desafios existem, mas é um caminho sem volta — acredita o executivo.

Bienal recebe 1º aplicativo para deficientes visuais

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Único no Brasil, o DDReader permitirá que pessoas com parcial ou total ausência de visão tenham acesso a obras digitais por meio de smartphones e tablets

Publicado no Bem Paraná
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Levar acessibilidade à leitura para as pessoas cegas ou com baixa visão. Com essa proposta a Fundação Dorina Nowill para Cegos lançará durante sua participação na 23ª Bienal do Livro 2014, (Rua A430) o DDReader – Dorina Daisy Reader para Android. Este é o primeiro aplicativo no Brasil que proporciona a leitura de livros digitais para tablets e smartphones em formato Daisy, antes só disponível para desktop.

Já disponível gratuitamente para download no Google Play, o novo app chega para atender esta importante camada da população carente de uma forma de leitura. Hoje, no Brasil, são mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual (IBGE/2010), sendo que apenas 5% de toda a produção editorial está transcrita em formato acessível (braille, áudio ou digital acessível) para este público que hoje também participa da inclusão digital.

Por meio do modo de acessibilidade (TalkBack) presente em grande parte dos sistemas mobiles existentes, atualmente as pessoas com déficit de visão fazem parte dos 70,5 milhões de usuários de smartphones e dos 64,9 milhões de consumidores que irão adquirir um tablet até o final de 2014 (dados IDC e Abinee).

Fácil de instalar, o DDReader para Android permite interface em português, inglês e espanhol, além de oferecer a opção de baixar a voz em MP3 ou utilizar a que já se encontra instalada em seu aparelho. Simples e prático, o aplicativo é totalmente funcional e de rápida compreensão. Mesmo assim, a Fundação Dorina se preocupou em instalar um manual de utilização que acompanha o pacote de download.

No primeiro momento quem adquirir o leitor terá a sua disposição, também gratuitos, três livros digitais que poderão ser baixados no site da Fundação Dorina (www.fundacaodorina.org.br). Entre eles o lançamento da versão digital do Palavras Invisíveis que até então era disponível apenas em braille e áudio. O livro em formato Daisy reúne 10 contos de autores brasileiros, como Luis Fernando Verissimo, Lya Luft, Eliane Brum, Ivan Martins, Fabrício Carpinejar, Martha Medeiros, Tati Bernardi, Carlos de Brito e Mello, Antonio Prata e Estevão Azevedo.

Além deste, estarão disponíveis a publicação infantil Lesma no Metrô, da coleção inclusiva Brailinho Tagarela e, nas versões inglês e espanhol, Para Quem Quer Ver Além – Lições de Dorina Nowill.

Para a entidade, o DDReader não chega como um substituto ao braille ou da versão em áudio, mas sim um complemento e, acima disso, uma forma de mostrar para as editoras que a pessoa com deficiência visual também é um leitor que quer ser atendido.

Convidamos você a fazer o download do aplicativo e experimentar esta inovação. É só entrar no Google Play e baixar o DDReader.

 

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