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5 formas de incentivar a leitura (e a gentileza) sem gastar dinheiro

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 SolStock via Getty Images Você pode incentivar a leitura criando uma rotina diária com a criança

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Você pode incentivar a leitura criando uma rotina diária com a criança

 

Estratégias que favorecem a aproximação das crianças e dos livros

Heidi Moriyama, no HuffpostBrasil

A leitura é importantíssima para o desenvolvimento das crianças, mas com tantas ideias de brincadeiras, com tantos jogos online e com o apelo dos tablets, celulares e computadores, os livros podem ficar esquecidos em um canto escuro do quarto.

Ainda assim, há diversas estratégias para fazer com que a leitura seja vista como uma atividade tão atrativa quanto as outras opções a que as crianças têm tido cada vez mais acesso. A campanha Leia para uma criança, do programa Itaú Criança, já possibilitou a distribuição gratuita de mais de 45 milhões de livros por todo o Brasil desde 2010 e estendeu um convite a todos os pais para que sejam o elo entre as crianças e os livros.

O objetivo é criar situações favoráveis para que a criança veja a leitura como algo agradável, uma atividade que ela gosta de fazer, e associe esse hábito a situações gostosas e a momentos em que se sentiu feliz e bem acolhida. Apesar de parecer uma atividade 100% individual, durante a infância a leitura de adultos para crianças serve como um mecanismo para criação e fortalecimento de laços emocionais. Crianças que ouvem histórias desde cedo tendem a ser mais criativas, a ter melhor vocabulário e a desenvolver mais e melhor suas opiniões e ideias.

Por isso, tente colocar em prática na sua comunidade algumas dessas ideias para incentivar a leitura de uma forma que é acessível para todos:

1.Troca de livros

Uma das ideias mais simples é incentivar a troca de livros. Isso pode ser feito tanto com os amiguinhos da escola ou do bairro, com as famílias mais próximas ou aqueles coleguinhas que estão sempre passando uma tarde na sua casa. O ideal é que a própria criança aprenda a emprestar o seu livro e pegar o livro de alguém emprestado – essa dinâmica ensina sobre as relações interpessoais e o quanto é importante compartilhar informações e ideias que fazem bem aos outros. Ela pode demonstrar resistência em emprestar o seu livro preferido, mas quando entende que aquele livro também pode se tornar especial para outra pessoa, e fazê-la feliz, ela não sentirá um apego tão grande.

2.Biblioteca comunitária

Se você já tem muitos livros infantis em casa e conhece outras famílias que também têm obras paradas, pode incentivar a sua escola a criar uma pequena biblioteca comunitária, onde as crianças levam os seus livros, pegam os dos amigos emprestados e têm sempre disponíveis leituras novas para explorar. O ideal é que esse seja um ambiente livre para as crianças deixarem seus livros e levarem outros para casa, e tornarem esse um hábito comum: ler um livro da biblioteca, devolvê-lo, pegar outro e assim por diante. É uma maneira de ensinar também sobre a importância do compartilhar e de cuidar bem de algo que é bom para todos – por isso as crianças precisam também estarem envolvidas no cuidado e manutenção dessa biblioteca.

3.Clube do livro

Clubes do livro são uma forma muito tradicional de incentivar a leitura, até mesmo entre adultos! A ideia é unir um grupo de crianças e pais que vão ler um mesmo livro durante um período (um mês, por exemplo) e depois vão conversar a respeito. As crianças trocam experiências que tiveram com essa leitura, ficam em contato com os amigos e reforçam os laços com os pais, já que eles fazem parte desse momento de leitura e discussão em grupo.

4.Leituras em grupo

Existe uma diferença entre uma leitura em grupo e um clube do livro. A leitura em grupo é como um sarau: uma pessoa se propõe a ler uma história para as crianças de forma lúdica e descontraída e, assim, mostra como a leitura pode ser algo divertido e ensina uma maneira diferente de se relacionar com um livro. Crianças menores muitas vezes não ficam paradas, mas assim mesmo estão ouvindo e absorvendo as histórias, e aproveitando esse momento muito especial de aprendizado.

5.Crie uma rotina

Aqui, a ideia é mostrar como a leitura é um hábito que se cultiva todos os dias e não só esporadicamente. Ensinar para a criança que a leitura é importante significa que os livros fazem parte da sua vida diária, e por isso é preciso criar uma rotina de leitura com elas: algumas noites por semana ou alguns minutos por dia, separe horários específicos para vocês lerem juntos e aproveitarem tudo o que esse universo tem a oferecer.

Homem finge ser policial das histórias de Sherlock para roubar lojas na Inglaterra

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collagelestrade

Publicado no Literatura Policial

Via Newsky.com – Um homem foi preso depois de fingir ser um personagem das histórias de detetive de Arthur Conan Doyle. Aaron Cowan roubou milhares de libras enquanto usava o nome de Greg Lestrade, um inspetor de polícia da ficção que aparece em várias histórias de Sherlock Holmes.

Cowan usou um distintivo de polícia falso ao roubar lojas em Kent, no sudoeste da Inglaterra, entre março e abril deste ano. Em uma lotérica, ele fingiu procurar cédulas de dinheiro falsas e saiu do local com £ 4.840 (aproximadamente 20 mil reais). A polícia de Kent disse que o falso inspetor voltou na loja após o roubo para apreender o disco rígido do local, alegando que isso “ajudaria na sua investigação”. Em outro incidente, ele também apreendeu um iPhone usado de uma loja de telefonia celular, informando à equipe que o aparelho tinha sido roubado.

O inspetor Lestrade é um investigador da Scotland Yard que aparece em várias histórias de Sherlock Holmes

O inspetor Lestrade é um investigador da Scotland Yard
que aparece em várias histórias de Sherlock Holmes

Cowan foi preso depois que uma vítima achou seu nome suspeito e entrou em contato com a polícia. Quando fizeram uma busca na casa dele, policiais encontraram o distintivo falso, material de perícia e dinheiro. Ele se declarou culpado de seis acusações e deve cumprir pena de 12 meses de prisão e uma sentença simultânea de seis meses no Canterbury Crown Court. Não foi dessa vez, Lestrade.

Morador de rua explica por que escolheu Ipanema: ‘O lixo daqui é ótimo para livro’

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André Vieira lê deitado na Praça General Osório Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

André Vieira lê deitado na Praça General Osório Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

Bruno Alfano, no Extra

Entre os poucos pertences de André Vieira, de 38 anos, há um exemplar de “É fácil matar”, uma das histórias de Agatha Christie. Ele nunca havia falar da escritora, famosa pelos romances policiais, mas tem se entretido com a história. André lê em sua cama improvisada na Praça General Osório, em Ipanema, Zona Sul do Rio, e encontrou o exemplar no lixo. Ele é um dos moradores de rua que vivem no bairro e que, se depender de uma campanha no Facebook, não receberá mais ajuda de ninguém. Uma página na rede social estimula que moradores do bairro criem constrangimento a quem decida dar esmola a pessoas em situação de rua no bairro. O texto argumenta que essa população não nasceu no bairro e que só voltam para Ipanema porque há pessoas que dão esmola e comida.

“Pessoal, a Superintedência da Zona Sul e a Guarda Municipal do Rio de Janeiro têm retirado estas pessoas e encaminhado a abrigos, mas vocês percebem que eles sempre voltam? Não vão para Santa Cruz, nem para Nova Iguaçu, Campo Grande, eles vem para Ipanema. Por que será? Nascer aqui eles não nasceram. Vem porque tem algo de bom. Esse algo de bom são as pessoas que dão esmola e comida”, argumenta a página Alerta Ipanema.

A proposta do texto, portanto, é fazer com que quem estiver ajudando um morador de rua seja constrangido com a “gritaria” até que pare de ajudar.

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“Eu já faço, mas precido da ajuda de vocês. Quando virem alguém dando comida ou esmola, chamem atenção, façam gritaria, mostrem a todos que estiverem passando, que aquela pessoa tá contribuindo pra que tenhamos mais mendigos nas ruas do bairro. Só assim ficam constrangidos e param”, diz o texto.

Na imagem do post, um homem negro segura uma placa dizendo que o dinheiro de quem dá esmola o mantém na rua o dia inteiro.

— O lixo de Ipanema é ótimo para livros — comenta André, que não se assusta com a polêmica. — Eu entendo quem não quer dar dinheiro para morador de rua. É verdade que nem todo mundo usa bem o dinheiro. Mas dar comida, eu não vejo problema.

André trabalha montando barracas de praia. No verão, consegue R$ 40 por dia. No inverno, paga o almoço — o que já é uma vitória. Ele nasceu em Niterói e, há sete anos, foi viver sob marquises após se viciar em crack. Largou a droga quando percebeu que havia perdido casa, mãe e os cinco filhos, mas não volta para a família. Por orgulho, diz. Quer primeiro se estabilizar num emprego (está tirando os documentos e buscando oportunidade) para depois retornar.

Morador de rua dorme na Praça General Osório, em Ipanema Foto: Agência O Globo

Morador de rua dorme na Praça General Osório, em Ipanema Foto: Agência O Globo

— Aqui em Ipanema é menos perigoso do que em outras partes da cidade. Só às vezes que a gente sofre com preconceito e com covardia. O problema é quando os playboys bebem e querem bater na gente — conta.

Na rua, André construiu família. Tem mulher (que conheceu quando viveu pelas marquises do Centro do Rio) e agora cuida de um cachorro, filhote de pitbull que foi abandonado na General Osório. Um menino, também morador de rua, chama André de pai.

— Eu cuido dele às vezes e ele fala isso por aí — conta.

Depois da repercussão negativa do post, o moderador da página Alerta Ipanema decidiu apagar a postagem. A polêmica, no entanto, se espalhou por Ipanema.

— A gente fica numa situação complicada. Tem cada vez mais gente debaixo da marquise. Tem quem precise mesmo, dá para ver isso. Mas tem gente que não quer nada e fica pedindo — pondera o morador Marcos Vinícius dos Santos. — Quando eu vejo criança, não dá para não ajudar. Mesmo sabendo que, às vezes, são as mães que botam eles para trabalharem pedindo dinheiro.

Jovem que vende geladinho para estudar é aprovado na USP

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Gabriel Belém, de Jacareí, foi aprovado para Gestão de Ciências Públicas.
Adolescente, de 17 anos, ingressou na universidade pelo Sisu.

Camilla Motta, no G1

Gabriel vende geladinho nas ruas centrais de Jacareí (Foto: Arquivo Pessoal/Gabriel Belém)

Gabriel vende geladinho nas ruas centrais de Jacareí
(Foto: Arquivo Pessoal/Gabriel Belém)

Um jovem de Jacareí (SP) que guardava dinheiro para estudar em São Paulo, foi aprovado no vestibular de Gestão Políticas Públicas na USP por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Para arrecadar cerca de R$ 2 mil, ele vende ‘geladinho’ nas ruas da cidade do interior paulista;

Ele aguardava o resultado do vestibular da Fuvest, que será divulgado na próxima quinta-feira (2), mas por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona para vagas em universidades públicas, foi aprovado. Ele descobriu o resultado nesta segunda-feira (30).

Gabriel Belém dos Santos, de 17 anos, investiu cerca de R$150 para comprar geladinhos. Os R$ 2 mil que ele conseguiu arrecadar vendendo o geladinho vão ajudar no início do seu curso universitário. Ele vendia o produto nos pontos de ônibus na região central da cidade.

Com a aprovação, ele comemora o ingresso na faculdade e também o fato de ter guardado dinheiro que precisava. “Eu estou muito feliz e até um pouco ansioso para começar. Eu estudei bastante e esperava muito por essa aprovação”, contou.

Superação
O jovem mora no Parque Santo Antônio e é filho de um porteiro e de uma auxiliar de enfermagem. Ele conta que sempre estudou em escola pública e que a família não tem condições de mantê-lo em São Paulo. Por isso, ele começou a vender o doce.

“Eu faço 18 anos e julho e acho que com essa idade já tenho que ser independente, não quero dar trabalho para os meus pais. Mesmo com o que já juntei, não tenho como me manter lá por muito tempo, por isso vou tentar as bolsas que a faculdade oferece de moradia e alimentação”, afirmou.

Até o dia 10 de fevereiro ele continuará vendendo o geladinho pelas ruas da cidade. Ele começa o ano letivo no dia 6 de março. “A minha mãe está um pouco preocupada de eu ir sozinho, mas está me apoiando. Muita gente aqui na cidade me apoiou. Sou muito grato”, concluiu.

Quanto vale o dinheiro de Harry Potter em moedas reais?

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Alguém fez esta conta.

Laysa Zanetti, no Adoro Cinema

Quanto vale o dinheiro de Harry Potter? Os fãs do extenso universo criado por JK Rowling sabem que os bruxos da Grã-Bretanha utilizam uma moeda própria, cujos valores são divididos entre galeões, sicles e nuques. Sabemos que os pais de Harry deixaram uma bela quantidade de dinheiro para ele, e que os Weasley costumam passar por dificuldades para sustentar os filhos e mantê-los na escola. Mas qual é a correspondência do dinheiro bruxo para a nossa realidade? Acredite, alguém fez esta conversão!

Um usuário do Reddit, aubieismyhomie, fez um comparativo usando os valores reais de alguns produtos que existem nos livros — como livros didáticos, doces, bebidas etc, e comparou a equivalência. Entenda:

493 nuques = 1 galeão.

29 nuques = 1 sicle.

17 sicles = 1 galeão.

Fazendo a conversão para os valores em dólares, a aproximação é a seguinte:

1 galeão = US$ 25,00.

1 sicle = US$ 1,50.

1 nuque = US$ 0,05.

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Com estes valores, é possível entender melhor de quanto se trata a fortuna de Harry e a dificuldade financeira dos Weasley. Uma cerveja amanteigada no Cabeça de Javali, por exemplo, custaria aproximadamente US$ 3,00 (algo em torno de R$ 11,00 de acordo com a cotação atual). No primeiro livro, Harry compra o equivalente a US$ 18,00 em doces no Expresso de Hogwarts — ou seja, R$ 70! Um livro didático dos níveis mais altos custa cerca de US$ 175 (aproximadamente R$ 665,00), o que explica a reclamação de Harry quanto ao preço.

É importante lembrar que a própria J.K. Rowling já revelou em uma entrevista, em 2001, que um galeão equivalia a aproximadamente 7 libras esterlinas na época.

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