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Os Estranhos – Livro de Stephen King deve ganhar uma nova adaptação pelo diretor de “Aquaman”!

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Gus Fiaux, no Legião dos Heróis

Stephen King está bastante em alta, desde o ano passado. Só em 2017, o autor teve várias de suas obras adaptadas em filmes e séries, como It: A Coisa, O Nevoeiro, 1922 e Jogo Perigoso. Agora, o prestigiado mestre do horror terá mais um de seus títulos trazidos para o cinema, conforme James Wan (Aquaman) e Roy Lee (produtor de It: A Coisa) estão desenvolvendo uma adaptação de Os Estranhos (ou The Tommyknockers, no original), livro publicado em 1987.

Assim como It, a história teve uma adaptação televisiva. Trata-se de uma minissérie em duas partes, lançada em 1993, pela ABC. Wan e Lee terão ajuda de Larry Stanisky, um dos produtores da minissérie, para compor a nova adaptação para os cinemas.

A história segue uma pequena cidade interiorana, que certo dia é invadida por um gás misterioso. A substância confere aos moradores poderes e habilidades especiais, mas os torna escravos de uma raça alienígena invasora. Enquanto isso, conhecemos um morador imune aos efeitos do gás, que precisa se reunir com outros aliados para impedir a grande invasão.

Dreamworks está desenvolvendo animação baseada na série literária The Bad Guys

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Silas Guedes, no Cinema com Rapadura

Livros serão adaptados por Etan Cohen, co-roteirista de “Trovão Tropical” e diretor de “O Durão”.

De acordo com a Variety, a Dreamworks Animation está desenvolvendo uma animação baseada na série literária “The Bad Guys“, do premiado autor Aaron Blabey. O escolhido para trazer a série das páginas dos livros para as telonas será Etan Cohen, co-roteirista de “Trovão Tropical” e diretor de “O Durão”.

A animação irá contar a história de quatro “bandidos” – o sr. Lobo, sr. Tubarão, sr. Cobra e o sr. Piranha – que, depois de se cansarem dos outros gritarem e fugirem deles, decidem se tornar uma força do bem, apesar de suas inclinações a serem malvados.

O primeiro livro da série foi publicado em dezembro de 2016, nos Estados Unidos, e se tornou um best-seller com mais de 2,2 milhões de cópias vendidas.

Nenhum outro detalhe sobre a animação foi divulgado.

‘O Iluminado’ vai ganhar sequência com diretor de ‘Jogo Perigoso’

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Renato Marafon, no CinePop

Com o sucesso de ‘It – A Coisa‘, os filmes baseados nos livros de Stephen King voltaram a ganhar destaque.

Pensando em ter mais um sucesso em mãos, a Warner Bros. acaba de dar sinal verde para a continuação de ‘O Iluminado’, intitulada ‘Doutor Sono‘.

Segundo o Deadline, o estúdio contratou o diretor Mike Flanagan, de ‘Jogo Perigoso‘ e ‘Ouija: Origem do Mal‘, para comandar a produção.

O filme será uma adaptação do livro ‘Doctor Sleep‘, lançado em 2014.

A história mostra o que aconteceu a Danny Torrance trinta anos depois de sua terrível experiência com o pai (vivido por Jack Nicholson no original) no Overlook Hotel. Em Doutor Sono, Stephen King dá continuidade a essa história, contando a vida de Dan, agora um homem de meia-idade, e Abra Stone, uma menina de 12 anos com um grande poder.

Além deste projeto, a Warner Bros. continua trabalhando na pré-sequência de ‘O Iluminado‘ (The Shining), intitulada ‘The Overlook Hotel‘, que pode ter o diretor Mark Romanek (‘Retratos de uma Obsessão’, ‘Não Me Abandone Jamais’) no comando.

Kenneth Branagh renova Agatha Christie

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Kenneth Branagh como o detetive Hercule Poirot

Kenneth Branagh como o detetive Hercule Poirot

Publicado no Todo Dia

Filho de um encanador e uma artesã de Belfast, Kenneth Branagh lembra quando juntou dinheiro de bicos feitos quando criança em Reading, interior da Inglaterra, para poder comprar livros.
“Voltei para casa e meu pai perguntou por que havia feito aquilo. Éramos de classe trabalhadora e ele não entendia a razão de comprar um livro que podíamos pegar de graça na biblioteca. Eu achei a coisa mais empolgante que tinha acontecido na minha vida”, diz o ator, diretor e roteirista.

Já adulto, Branagh tornou-se uma das maiores referências em adaptações de William Shakespeare, tendo filmado cinco livros do bardo inglês -dois deles, “Henrique 5º” (1989) e “Hamlet” (1996), com indicações ao Oscar. Agora, aos 56 anos, ele assume a missão de levar outro nome famoso para o cinema: a rainha do suspense, Agatha Christie (1890-1976).

“Assassinato no Expresso do Oriente”, publicado em 1934, é o oitavo livro de Christie protagonizado pelo “maior detetive do mundo”, o belga Hercule Poirot, famoso tanto pela cabeça arredondada e um extenso bigode quanto pelo poder de dedução.

O personagem já passou por várias versões no cinema e na TV, mas o plano de Branagh -na direção e no papel de Poirot- com os estúdios Fox é mais ambicioso.

A ideia é começar uma franquia cinematográfica de suspense e surfar na onda do sucesso atual das séries policiais. A adaptação seria o primeiro passo para atualizar Christie para a nova geração.

“Agatha Christie tem entrado e saído de moda ao longo dos anos. Mas isso é perfeitamente normal para uma escritora de 107 livros. O importante é se manter autêntico durante todo o processo”, afirma o diretor, que não atualizou o texto para os tempos atuais.

O que não significa ausência de mudanças em relação ao original. “Assassinato no Expresso do Oriente” não começa mais em Aleppo (Síria), mas em Jerusalém, onde Poirot resolve um mistério na Basílica do Santo Sepulcro.

Branagh conta que uma das razões de ter sido atraído para o texto de Christie -quando tinha 15 anos e sua mãe colecionava livros policiais- foi “a descrição de Aleppo na primeira página”, mas filmar numa zona de guerra não era opção. “A cidade agora está nos noticiários por razões terríveis”, lembra.

O Hercule Poirot também sofreu algumas alterações para diferenciar dos personagens vividos por Albert Finney, no filme de 1974, ou por David Suchet na longeva série de TV (1989 a 2013). “Queria mostrar que meu Poirot tem o potencial de ser abalado”, conta Branagh.

“O dom da compreensão pode deixar a vida insuportável e meu detetive descobre que existe uma grande área cinza entre o certo e o errado. Tentei encontrar esse equilíbrio mais humano”, explica.

O filme, claro, continua sendo um suspense a bordo de um trem na década de 1930. Poirot (Branagh) embarca de última hora e recebe uma proposta de um estranho executivo (Johnny Depp), que pede proteção em troca de dinheiro. O detetive recusa e o sujeito aparece morto na cabine durante a noite.

Entre os suspeitos, personagens vividos por um elenco estelar: Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley, Judi Dench, Josh Gad, Penélope Cruz e Willem Dafoe. “Adoro filmes como ‘Inferno na Torre’, que são eventos com grandes nomes”, afirma o diretor.

Para encaixar astros com agendas complicadíssimas, Branagh planejou meticulosamente as filmagens em Londres, capturando o elenco de maneira separada ao longo de dois meses e reunindo todos apenas por dez dias.

“Fiquei impressionado com Daisy, que está no meio de um furacão [“Star Wars”] e é muito humilde. Cruz está sempre preocupada com sua atuação. Michelle entra em cena e vira o foco. E Depp é repleto de recursos e sua confiança na frente da câmera é total.”

O elenco estelar conta com nomes como Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley, Judi Dench, Josh Gad, Penélope Cruz, Johnny Deep e Willem Dafoe

O elenco estelar conta com nomes como Michelle Pfeiffer, Daisy Ridley, Judi Dench, Josh Gad, Penélope Cruz, Johnny Deep e Willem Dafoe

A estratégia deu certo. O longa custou US$ 55 milhões e está beirando a marca dos US$ 200 milhões no mundo. A Fox já confirmou “Morte no Nilo” como a sequência (ainda sem data) e Branagh deve retornar como diretor e ator.

“Nunca presumo que terei um filme seguinte para fazer”, diz o shakespeariano, novo dono da obra de Agatha Christie nos cinemas. “São meus dois amores. Christie me fez sentir que Shakespeare poderia ser popular quando bem feito. Esse é meu presente em troca.”
| FOLHAPRESS

Chile devolverá ao Peru 720 livros saqueados durante a Guerra do Pacífico

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Publicado no Business Monkey News

A Biblioteca Nacional do Chile irá devolver nos próximos dias para a Biblioteca Nacional do Peru 720 livros saqueados durante a Guerra do Pacífico (1879-1884), depois de assinar um acordo sexta-feira entre as duas instituições, disse neste domingo uma declaração oficial.

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O acordo foi assinado durante a visita do Diretor de Bibliotecas, Arquivos e Museus do Chile (DIBAM), Angel Cabeza, e o diretor da Biblioteca Nacional do Chile, Pedro Pablo Zegers, da Biblioteca Nacional do Peru.

Durante a cerimônia, as autoridades chilenas simbolicamente entregaram o dois primeiros volumes de cada lote de 720 publicações ao diretor da Biblioteca Nacional do Peru, Alejandro Neyra. Entre eles estão a Hyeronimus Palma (1718); e “Sacred Espanha: Theatro geográfica-histórico da Igreja da Espanha” por Enrique Flórez (1747-1789).

Ambos os lados também assinaram na mesma cerimônia outro acordo para estabelecer mecanismos de cooperação que fortalecem as duas instituições a prestar serviços aos usuários, incluindo as áreas de conservação e preservação, digitalização, intercâmbio de peritos e estágios, entre outros.

(Com informações da EFE)

 

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