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Agora é possível ler online o acervo da Saraiva sem precisar baixar nenhum app

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Publicado no Canal Tech

Que tal poder ler qualquer obra do acervo virtual da Saraiva sem precisar baixar nenhum aplicativo? Agora isso é possível com a chegada do LEV, o leitor online da livraria, que funciona pelo navegador.

Para começar a usar, é só acessar o site LEV Saraiva  pelo computador, se cadastrar e começar. O usuário rapidamente tem acesso à biblioteca onde aparecerão todos os livros que já tiver comprado digitalmente, além de conferir o acervo da loja, que oferece mais de 530 mil títulos em língua estrangeira, 145 mil obras em português e livros exclusivos.

Além de comprar, ler e descobrir novidades, o usuário também consegue aplicar filtros para facilitar as bucas e a organização, marcar itens como favoritos, criar coleções por temas e incluir notas e marcadores, que permitem realizar anotações com dados adicionais que o leitor não quer esquecer. Também é possível copiar trechos de livros e usar atalhos para agilizar a leitura.

Outra coisa bacana é que o ecossistema digital da Saraiva foi todo integrado. Dessa forma, é possível começar a leitura de uma obra pelo LEV no desktop, depois continuar do ponto onde parou pelo aplicativo LEV, ou ainda contar com o e-reader da Saraiva quando quiser.

Kindle provoca João Doria em primeiro filme no Brasil

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Kindle: Ooargumento do filme, chamado “Movidos por histórias”, é o seguinte: “Pintaram os muros de cinza? A gente cobriu o cinza de histórias” (Youtube/Reprodução)

Kindle: O argumento do filme, chamado “Movidos por histórias”, é o seguinte: “Pintaram os muros de cinza? A gente cobriu o cinza de histórias” (Youtube/Reprodução)

 

Na 1ª campanha para promover a marca no país, a Amazon utilizou projeção visual para reproduzir trechos de livros nos muros pintados de cinza pelo prefeito

Publicado na Exame

Ninguém pode negar o poder midiático do atual prefeito de São Paulo, João Doria.

Reflexo desta popularidade e das discussões ao redor de algumas de suas principais medidas a frente da gestão da cidade, é natural que sua figura ou suas ações invadam as mais improváveis esferas, incluindo a propaganda.

Se em janeiro o Habib’s brincou com o cinza da cidade e a luta do “gestor” contra os pichadores, agora é a vez da Kindle dar novas cores ao assunto.

Na primeira campanha para promover a marca no Brasil, a Amazon resolveu utilizar projeção visual para reproduzir trechos de livros nos muros pintados de cinza pela atual prefeitura.

O argumento do filme, chamado “Movidos por histórias”, é o seguinte: “Pintaram os muros de cinza? A gente cobriu o cinza de histórias”.

O trabalho de comunicação estreou hoje sua veiculação nas redes sociais, sites e portais brasileiros.

Confira:

Biblioteca digital: OAB oferece mais de 150 livros sobre Direito para baixar de graça

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Publicado no Amo Direito

A biblioteca digital da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) disponibiliza diversas obras para download. A plataforma oferece mais 150 livros sobre Direito.

As obras foram assinadas por nomes importantes da instituição. “Cidadania da Mulher: Uma Questão de Justiça”, “Defesa da Democracia e da Ordem Constitucional”, “Processo Judicial Eletrônico”, “Novo Código de Processo Civil: Comparativo das Redações do Senado Federal e da Câmara dos Deputados”, são alguns dos títulos.

Clique aqui e confira.

Por Rafael Siqueira
Fonte: JusBrasil

USP tem mais de 3 mil livros e jornais disponibilizados gratuitamente

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Mapas e documentos também estão no acervo | Fonte: Shutterstock

 

Materiais estão em site e fazem parte do acervo da Biblioteca Brasiliana

Publicado no Universia Brasil

Não há nada como descobrir que aquele livro que você estava buscando se encontra disponível online. Melhor ainda se for gratuitamente. Pensando nisso, a Universidade de São Paulo (USP) disponibilizou mais de 3 mil títulos – que contam com jornais – em seu site.

As obras, que compõem o acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, estão disponíveis no site Brasiliana e podem ser consultados a partir do nome do autor, data de publicação ou assunto. Digitalizadas pela universidade, as obras se encontram disponíveis para download.

Além de livros, há também uma gama de jornais clássicos, como “A Cigarra”, manuscritos, mapas, imagens e documentos históricos. Não é preciso ser cadastrado na biblioteca para realizar os downloads.

Na onda do Pokémon Go, livros apostam na realidade aumentada

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Tecnologia didática. Apresentado na última Bienal do Livro, “Diário dos sonhos” ensina educação financeira às crianças com desafios de realidade aumentada - Agência O GLOBO / Edílson Dantas

Tecnologia didática. Apresentado na última Bienal do Livro, “Diário dos sonhos” ensina educação financeira às crianças com desafios de realidade aumentada – Agência O GLOBO / Edílson Dantas

 

Editoras querem tornar leitura mais atraente por meio de interações virtuais

Publicado em O Globo

RIO — A mesma tecnologia que permite a jogadores caçarem criaturas virtuais pela cidade pode ser a solução para dinamizar um mercado editorial em crise no país. Surfando na onda do Pokémon Go, editoras investem cada vez mais na utilização da realidade aumentada em suas publicações. O recurso não é novo — vinha sendo utilizado sem muito alarde em obras físicas e digitais desde 2008 — mas ganha força à medida que é aperfeiçoado e invade progressivamente nossas vidas. Quem comprou a aposta, garante: chegou a hora e a vez da realidade aumentada na indústria do livro.

Seja na ficção, no didático ou no infantil, as possibilidades são múltiplas, desenvolvendo elementos gráficos em 3D, vídeo e interações entre o virtual e o real. O princípio é o mesmo que o do famoso jogo dos bichinhos japoneses, só que a serviço da leitura. Pela mediação de tablets e smartphones, personagens saem da página e ganham vida, cenários fixos viram mundos virtuais quase palpáveis, e a apresentação interativa de conteúdos difíceis como matemática ou ciência tornam o aprendizado mais lúdico e atrativo.

— Com a febre mundial do Pokémon Go, houve uma popularização da tecnologia, o que sinaliza o óbvio: se já está sendo assim nos games, será assim com os livros — avalia Josué Matos, da editora PenDragon, que exibiu na última Bienal de São Paulo, encerrada no sábado passado, publicações com a tecnologia em seu estande.

Seus mais recentes lançamentos (como a fantasia “Adelphos — A Revelação”, de M. Pattal) incluem interações em 3D entre público e obra. Os próximos prometem ir mais longe, oferecendo mapas virtuais em romances de fantasia e personagens animados saltando dos livros e brincando com os leitores.

— Felizmente o uso da tecnologia em um jogo mostrou o caminho para a união perfeita entre imaginação e realidade — diz o editor. — Saber fazer uso dessa tecnologia colocará definitivamente os livros de ficção, ou de qualquer outro gênero, como ferramenta lúdica, com potencial para mudar o mundo.

Por enquanto, as iniciativas atuais nesse sentido envolvem principalmente os universos didático e infantil. Também na última Bienal, a DSOP, especializada em educação financeira, exibiu o seu “Diário dos sonhos”, de Reinaldo Domingos (com ilustrações de Bruna Assis Brasil). O livro traz desafios animados, em que cenários e personagens saltam das páginas para ensinar crianças sobre o uso de dinheiro.

Presidente da DSOP, Reinaldo Domingos aponta diversas razões na demora para a ferramenta ganhar a indústria como um todo — e de continuar sendo ainda apenas uma aposta no mercado editorial.

— O custo de criação ainda é relativamente alto em relação ao processo de criação de um livro, o que torna um investimento arriscado — diz ele. — Tem também o fato de ser uma ferramenta relativamente recente. Contudo, tenho certeza que essa será uma tendência para o mercado de editoras, pela necessidade cada vez maior de integrar o livro físico com novas tecnologias, para sobreviver a uma evolução natural da comunicação.

Fundador da Ovni Studios, um estúdio independente de games, Tiago Moraes desenvolveu, no final do ano passado, o projeto “Perônio”, que junta a dinâmica dos livros animados com a interatividade digital das telas sensíveis, e foi um dos primeiros lançamentos na linha híbrida 3D, realidade virtual e aumentada. Ele acredita que, só agora, os dispositivos móveis ideais para este tipo de experiência passaram a oferecer a performance necessária para a difusão da tecnologia.

— Por muito tempo se usou a webcam dos computadores para experiências de realidade aumentada, mas é fácil entender que os computadores e notebooks não eram os dispositivos ideais para este tipo de experiência — explica Moraes. — Antes do Pokémon Go, a grande maioria das pessoas não fazia ideia do que se tratava. Agora, ao serem confrontadas com esse termo, já associam ao jogo e sabem do que se trata. Devido à popularidade do aplicativo, outros estão tentando surfar na onda da realidade aumentada, pois o mindset das pessoas muda e as oportunidades aparecem.

Segundo Moraes, novas tecnologias demoram para chegar ao consumo de massa. A partir de agora, contudo, a realidade aumentada tende a evoluir de forma rápida — e quem souber aproveitá-la melhor deve sair na frente.

— A tecnologia de hoje tenta fazer com que tudo esteja dentro de nossos celulares. Muitas das coisas que fazíamos nos computadores são feitas nos celulares, como e-mails, redes sociais, GPS, fotos e entretenimento de forma geral — diz. — Em um período curto, tudo estará nos celulares, computadores e TVs deixarão de existir.

“LIVROS INFANTIS SAEM NA FRENTE”

Com tese de doutorado sobre novas narrativas em mídias, a professora e coordenadora do curso de Jornalismo da Eco-UFRJ Cristiane Costa acredita que, de todas as novas estratégias para o livros animados, a realidade aumentada é a que tem mais possibilidade de vingar. Uma de suas principais vantagens em relação ao livro pop-up, que cria animações em dobraduras por meio de um complexo trabalho com o papel, é que ela não demanda os altos custos de impressão.

— Embora tenha uma linguagem única, a realidade aumentada é uma evolução dessa estética que já existia no impresso com os livros pop-up — explica. — Seu desenvolvimento a popularizou e aumentou o nível de interatividade.

Depois de pesquisar o assunto com Cristiane na UFRJ, a produtora editorial Aline Pina passou a editar um site sobre as novidades do uso da tecnologia nos livros. Segundo ela, os grandes grupos editoriais no Brasil continuam alheios às inovações nesse campo, que estão sendo introduzidas no mercado principalmente por editoras independentes, startups e agências de publicidade.

— Um bom projeto com realidade aumentada precisa ter um projeto gráfico pensado para o digital, que explore ao máximo as interações e as possibilidades oferecidas pelo conteúdo multimídia, e que esteja intimamente ligado com o conteúdo do impresso ou do aplicativo — opina Aline. — Atualmente, os livros infantis saem na frente porque têm maior apelo com as imagens, é mais fácil adaptar as histórias às animações. Estes livros são como brinquedo nas mãos das crianças, elas adoram. Nos didáticos, o uso da ferramenta torna o conteúdo mais fácil de vivenciar e aprender, mais empírico, construindo um novo entendimento baseado nas interações com objetos virtuais que trazem um material complementar e de fixação das aulas.

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