Posts tagged Edir Macedo

Multidão comparece ao lançamento da biografia do Bispo Edir Macedo em Paris

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Publicado no R7

Uma multidão se reuniu na Universidade de Paris, um dos prédios mais imponentes da França, para prestigiar o lançamento do livro do Bispo Edir Macedo, Nada a Perder.

Dica do Guilherme Basilio

Mr Grey pede um tempo

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Cassia Carrenho, no PublishNews

‘Nada a perder’ de Edir Macedo emplacou o primeiro lugar

1Não foi milagre. Com mais um lançamento, dessa vez no Rio de Janeiro, o livro Nada a perder (Planeta) alcançou o incrível número de 124.413 exemplares vendidos na última semana. Em um único evento, vendeu mais de 120.000 livros! Com isso, desbancou a trilogia Cinquenta tons de cinza (Intrínseca), fazendo Mr Grey provar novas posições. Por sinal, os números de venda da trilogia caíram novamente, mostrando que as coisas andam meio mornas. Os três livros, mais o Box, venderam juntos “apenas” 20.629 exemplares. Resta saber se vão tentar reaquecer a relação ou, como se diz por ai, aceitar que a “fila anda”.

Em autoajuda, Eu não consigo emagrecer (Bestseller) levou a melhor, numa briga que já dura várias semanas com Casamento blindado (Thomas Nelson Brasil), que acabou em segundo. E, para completar, a Bestseller emplacou em 8º lugar o mesmo livro de Pierre Dukan, na versão ilustrada.

No ranking das editoras, a Sextante manteve seus 15 livros e o 1º lugar. A briga pelo 2º lugar teve uma trégua, dando uma pequena vantagem para a Ediouro, que levou 12 livros. Já a Intrínseca emplacou 9, seguido de Vergara & Riba, 7 e Clio e Santillana, 6 títulos cada um.

Bispo Macedo quer bater um recorde mundial neste sábado

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Lauro Jardim, na Veja on-line

Livro já vendeu 500 000 exemplares

Livro já vendeu 500 000 exemplares

Edir Macedo não vai – está no exterior. Mas a editora Planeta e a Saraiva discutem hoje os detalhes finais do que se pretende o maior lançamento de um livro da história do Brasil. Ou do mundo, conforme ambição declarada da turma.

A biografia de Macedo, Nada a Perder, será lançada amanhã no NorteShopping, no Rio de Janeiro, num evento em que os organizadores pretendem levar 160 000 pessoas ao local. É isso mesmo: 160 000 livros num dia.

O local não foi escolhido à toa. Perto do shopping fica o primeiro templo erguido por Macedo ainda no final dos anos 70. Hoje, lá funciona um mega quartal-general da Universal no Rio de Janeiro.

Um gigantesco esquema, que inclui, claro, voluntários da Universal, está sendo montado para que se alcance um volume de vendas tão superlativo.

Ao contrário da não ficção, romances e contos brasileiros não emplacam boas vendas

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Marco Rodrigo Almeida, na Folha de S.Paulo

Basta uma rápida olhada nas listas de livros mais vendidos para notar dois cenários bem distintos no mercado editorial brasileiro.

A categoria de não ficção é dominada por livros nacionais, quase sempre ocupando os primeiros lugares.

Já entre os títulos de ficção, encontrar um autor brasileiro é como achar uma agulha em um palheiro.

O site “PublishNews”, que monitora as vendas de 25% a 35% das livrarias do país, publicou um balanço de 2012 que ilustra bem a questão.

Entre os 20 livros de não ficção de maior sucesso no ano, há 14 títulos brasileiros (veja ao lado). Biografias do bispo Edir Macedo e do empresário Eike Batista e o manual de etiqueta da colunista da Folha Danuza Leão são os maiores sucessos da categoria.

Na seara da ficção, há apenas dois autores brasileiros entre os 20: Jô Soares e Luis Fernando Verissimo, ambos no fim da lista.

O livro de Jô, “As Esganadas”, ocupa o 17º lugar no grupo liderado pela trilogia britânica “Cinquenta Tons de Cinza”. É o melhor desempenho de uma ficção brasileira em 2012, embora tenha sido lançado em outubro de 2011.

A aferição feita pelo “PublishNews” é considerada hoje pelas editoras a mais confiável do país. Ainda assim, não há números exatos de exemplares vendidos no Brasil. As listas de livros mais vendidos dependem de dados de editoras e livrarias, que nem sempre divulgam essas informações.

Escritores, autores e críticos ouvidos pela Folha apontaram tanto questões de mercado quanto artísticas para tentar, ao menos em parte, explicar o fenômeno.

LITERATURA POPULAR

“O mercado cresceu, mas ficou mais concentrado. Poucos títulos vendem muito. Neste cenário, fica difícil competir com um blockbuster internacional”, diz Otávio Marques da Costa, publisher da Companhia das Letras.

“Enquanto isso, na não ficção”, completa, “os títulos internacionais têm menos força. O público prefere assuntos que lhe são próximos, sobre nossa história. É mais fácil entrar na lista.”

Para ele, falta ao Brasil a tradição de uma literatura comercial de qualidade, que faça frente aos sucessos estrangeiros. Cita como exemplo vitorioso o caso de “As Esganadas”, editado pela Companhia.

Sergio Machado, presidente do grupo editorial Record, aponta o mesmo problema.

“Há pouca gente aqui se arriscando a fazer uma ficção mais popular. Quem poderia fazer isso bem prefere ir para a TV, escrever a novela das oito.”

Os dois maiores sucessos brasileiros do grupo em 2012, segundo o levantamento do PublishNews, são de não ficção: “A Queda”, de Diogo Mainardi, e “Encantadores de Vidas”, de Eduardo Moreira.

O último, conta Machado, recebeu uma verba de marketing “agressiva”: mais de R$ 200 mil. Um livro de ficção nacional considerado “normal” recebe cerca de R$ 2.000 de marketing.”Esse investimento é mais raro mesmo na ficção. Não adianta fazer publicidade de um produto que não vai despertar o interesse do público”, afirma.

Enquanto Companhia e Record dizem dividir seus catálogos brasileiros de forma equiparada entre ficção e não ficção, a Leya tem privilegiado este último.

“Simplesmente porque são poucos os autores de ficção que merecem publicação”, justifica o diretor-geral da editora, Pascoal Soto.

Ele esteve envolvido em alguns dos principais fenômenos da não ficção dos últimos anos, como “1808″ (quando Soto ainda atuava na Planeta) e a série “Guia Politicamente Incorreto” (já na Leya).

“Na não ficção, encontramos autores dispostos a atender à demanda do grande público. Eles escrevem de forma acessível. Já os romancistas escrevem para os amigos, para ganhar o Nobel de Literatura”, alfineta Soto.

Arte/Folhapress

Arte/Folhapress

Executivo da Record torna vida de bispo Macedo best-seller

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Alberto Pereira Jr., na Folha de S.Paulo

Douglas Tavolaro, 36, vice-presidente de jornalismo da Record, prefere os bastidores.

Neste ano, no entanto, teve de trocar as salas de reuniões pelos holofotes.

Coautor de “Nada a Perder” (Planeta, 2012), biografia de Edir Macedo, ele representa o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus nos lançamentos, desde agosto.

Nesse período, o primeiro volume de uma trilogia a ser finalizada até 2014 vendeu mais de 500 mil exemplares, alcançando o posto de livro de não ficção mais vendido do país em 2012.

Edu Moraes/Divulgação/Tv Record
Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Record
Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Record

Ao longo de 288 páginas, “Nada a Perder” narra em tom de desabafo passagens polêmicas da vida de Macedo, como os 11 dias em ficou preso, em 1992, acusado de charlatanismo, curandeirismo e estelionato.

“O meu nome foi surrado por anos seguidos. Para quem me odiava, bispo Macedo era sinônimo de bandido. Isso é assim até hoje”, diz um trecho da obra.

O primeiro tomo vai até a internacionalização da Universal. Os próximos tratarão da compra da TV Record pela igreja e da relação de Macedo com as autoridades.

Douglas Tavolaro diz ter colaborado na construção do roteiro, na apuração jornalística dos fatos e na narrativa.

“Existem personalidades com histórias de vida impressionantes mas, se forem mal contadas sob o aspecto literário, elas se tornam enfadonhas, burocráticas, sem vitalidade, distante dos leitores.”

Para escrever a biografia, o coautor gravou mais de cem horas de entrevistas realizadas entre viagens, encontros reservados nas casas do bispo e nas sedes da Universal ao redor do mundo. Por questões de segurança, Macedo não tem residência definida.

“A última entrevista aconteceu em Londres, em abril deste ano. Foram momentos de muita intimidade, desabafos e de reflexões. Não se trata de um livro-reportagem, mas de uma obra para registrar a versão dele para a história de sua vida”, diz.

A partir de janeiro de 2013, o livro, que vendeu 56 mil exemplares em um dia na Argentina, chegará em Nova York, Paris, Londres, além de países como Angola, Moçambique, Filipinas e Hong Kong.

“Existe um projeto para adaptar a trilogia para o cinema, mas em estágio bem embrionário”, finaliza Tavolaro.

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