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Editora Record é proibida de vender livro sobre Eduardo Cunha

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Aílton de Freitas / Agência O Globo

Aílton de Freitas / Agência O Globo

Publicado no Bonde

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu proibir, por intermédio de uma liminar, a circulação do livro Diário da Cadeia, da editora Record. Na obra, assinada pelo pseudônimo de Eduardo Cunha, um autor desconhecido assume a identidade do político e narra o dia-a-dia do ex-presidente da Câmara na prisão. Os advogados de Eduardo Cunha entraram com uma ação de reparação de danos contra a editora Record, o editor Carlos Andreazza e o autor desconhecido.

A decisão da juíza Ledir Araújo determina uma multa de R$ 400 mil por dia, se o livro chegar a ser distribuído, além da identificação imediata do autor, que é desconhecido. Procurada pela reportagem do Estado, a editora Record disse que vai recorrer da decisão.

Prêmio Sesc de Literatura abre inscrições para a edição 2017

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Publicado no Paraíba Online

O Prêmio Sesc de Literatura, concurso que revela novos talentos da literatura nacional, está com inscrições abertas para mais uma edição. Até o dia 17 de fevereiro, os candidatos poderão concorrer nas categorias Conto e Romance.

Os vencedores têm suas obras publicadas pela editora Record, que é responsável pela edição e distribuição, com tiragem inicial de dois mil exemplares.

Para participar, os candidatos deverão apresentar os originais de romances e as coletâneas de contos inéditos. O autor poderá concorrer nas duas categorias desde que tenha obras nunca publicadas em ambas, inclusive em plataforma online. Neste caso, as inscrições serão realizadas separadamente.

O processo seletivo será realizado via internet, desde o envio de informações pessoais até a obra digitalizada. Todos os trabalhos são submetidos à avaliação das comissões julgadoras compostas por escritores, especialistas em literatura, jornalistas e críticos literários definidos pelo Sesc. Os vencedores serão anunciados em junho de 2017.

Franklin Carvalho e Mário Rodrigues foram os vencedores do Prêmio Sesc 2016, nas categorias Romance e Conto, respectivamente, com os livros ‘Céus e Terra’ e ‘Receita Para se Fazer um Monstro’.

“Ganhar foi a sensação de dever cumprido, além de abrir caminhos para que o meu trabalho seja divulgado em todo o país,. Essa conquista foi um importante reconhecimento à minha produção literária”, destaca Mário.

“Eu mesmo me indagava se alguém leria as alegorias que inventei. Sinto-me recompensado e com uma grande responsabilidade para os projetos futuros”, conclui o jornalista baiano Franklin Carvalho.

O edital completo estará disponível em www.sesc.com.br/premiosesc. Informações adicionais também podem ser obtidas pelo e-mail literatura@sesc.com.br.

Sobre o Prêmio Sesc

Lançado pelo Sesc em 2003, o concurso identifica escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional. Até agora já foram revelados 23 novos autores.

Além de inclui-los em programações literárias do Sesc, o Prêmio também abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados e distribuídos pela editora Record.

Mais do que oferecer uma oportunidade aos novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura cumpre um importante papel na área cultural, proporcionando uma renovação no panorama literário brasileiro.
FONTE: Ascom

Prêmio Literário Biblioteca Nacional divulga vencedores de 2016

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As escritoras Sheyla Smanioto e Marta Barcellos foram premiadas pela Biblioteca Nacional - Gustavo Stephan / Agência O Globo

As escritoras Sheyla Smanioto e Marta Barcellos foram premiadas pela Biblioteca Nacional – Gustavo Stephan / Agência O Globo

 

‘Desesterro’, de Sheyla Smanioto, levou na categoria romance

Publicado em O Globo

RIO — A Fundação Biblioteca Nacional divulgou, nesta sexta-feira, a lista dos vencedores das nove categorias de seu Prêmio Literário 2016. Os premiados em cada uma delas receberão R$ 30 mil e a cerimônia oficial está marcada para o dia 12 de dezembro, na Biblioteca Nacional.

“Desesterro” (Record), da estreante escritora paulista Sheyla Smanioto, levou na categoria romance, batizada de Prêmio Machado de Assis. O livro já tinha ficado em terceiro lugar no Prêmio Jabuti deste ano, categoria vencida por “A resistência” (Companhia das Letras), de Julián Fuks.

Adélia Prado foi a vencedora do Prêmio Alphonsus de Guimaraens de poesia por “Poesia reunida” (Record), enquanto “Antes que seque” (Record), de Marta Barcellos, levou na categoria conto (Prêmio Clarice Lispector).

Veja a lista completa de premiados:

Categoria Conto – Prêmio Clarice Lispector

Autor: Marta Barcellos. Obra: Antes que seque”. Editora: Record.

Categoria Ensaio Literário – Prêmio Mário de Andrade

Autor: Murilo Marcondes de Moura. Obra: “O mundo sitiado: a poesia brasileira e a segunda guerra mundial”. Editora: 34.

Categoria Ensaio Social – Prêmio Sérgio Buarque de Holanda

Autor: Douglas Attila Marcelino. Obra: “O corpo da Nova República: funerais presidenciais, representação histórica e imaginário político”. Editora: FGV.

Categoria Literatura Infantil – Prêmio Sylvia Orthof

Autor: Eliandro Rocha. Obra: ”Roupa de Brincar”. Editora: Pulo do Gato.

Categoria Literatura Juvenil – Prêmio Glória Pondé

Autor:Érica Bombardi. Obra “Canto do Uirapuru”. Editora: Escrita Fina Edições

Categoria Poesia – Prêmio Alphonsus de Guimaraens

Autor: Adélia Prado. Obra “Poesia reunida”. Editora: Record.

Categoria Projeto Gráfico – Prêmio Aloísio Magalhães

Autor: Raquel Matsushita. Obra “Coleção Pedro fugiu de casa”. Editora: Edições de Janeiro.

Categoria Romance – Prêmio Machado de Assis

Autor: Sheyla Smanioto. Obra: “Desesterro”. Editora: Record

Categoria Tradução – Prêmio Paulo Rónai

Autor: José Roberto Andrade Féres (Zéfere). Obra: “O sumiço”. Editora: Autêntica

Preço do livro precisa subir, diz Sonia Jardim, presidente da editora Record

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Sonia Jardim em restaurante de São Paulo, durante a Bienal do Livro

Sonia Jardim em restaurante de São Paulo, durante a Bienal do Livro

 

Mauricio Meireles, na Folha de S.Paulo

Dois mil e quinze não foi um ano simples para a editora Record. Numa manhã de março, um incêndio atingiu algumas salas do segundo andar da empresa. Em agosto, a casa precisou realizar uma série de demissões.

Parece o suficiente para um ano só? No fim de 2015, Sérgio Machado, presidente do grupo, se afastou da casa após descobrir um tumor na meninge. Em julho deste ano, aos 68, Machado morreu, depois de complicações decorrentes da cirurgia para tratar a doença.

Com a morte daquele que foi considerado um dos editores mais poderosos do país, um novo nome passa a comandar a empresa familiar. Sônia Machado Jardim, 59, irmã do editor, agora é a nova presidente do grupo –e terá Roberta Machado, filha de Sérgio, como vice.

Com formação em engenharia civil, mas há 22 anos na empresa fundada pelo pai com o apoio de Jorge Amado (padrinho de casamento dela, diga-se), Jardim teve sua imagem associada a uma administradora com afinidade com os números.

Esse perfil já aparece no dia a dia. Ela diz que, desde que assumiu, tem pedido aos editores um exercício de botar na ponta do lápis com mais exatidão o projeto de cada livro.

“É bom pensarmos num formato mais racional e menos passional, planejar o tamanho da tiragem e usar a vantagem de termos gráfica própria”, diz.

CONCENTRAÇÃO

É preciso fazer cálculos mesmo. Não só por causa da crise econômica que atinge as editoras, agravada pelo fim das compras governamentais, mas porque a casa, embora ainda seja uma das maiores do país, perdeu o título de “maior da América Latina”.

No Brasil e nos países vizinhos, o cenário mudou, com a concentração de editoras e a chegada de grupos multinacionais ao país. Nos seus 22 anos de Record, ela viu a ascensão da Sextante e, no último ano, da Companhia das Letras –onde hoje, ironicamente, está a obra de Jorge Amado.

Jardim conversou duas vezes com a Folha sobre os desafios à frente da Record e as questões do mercado editorial, como o preço do livro –com a polêmica proposta de uma lei do preço fixo– e a consignação, que estimula livrarias a praticarem pedaladas fiscais, adiando a prestação de contas para ficar com o dinheiro mais tempo em caixa.

Ela foi presidente do Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e por isso conhece as demandas mais gerais do mercado. Como outros editores, sua percepção é que o preço do livro é barato. E o preço, se as editoras quiserem sobreviver, precisaria subir.

“Esse é o grande dilema. Estamos [as editoras] desde 2004 sem subir preços de acordo com a inflação. Criou-se na cabeça do consumidor as faixas de preço de R$ 19,90, R$ 29,90…”, afirma ela.

A presidente da Record saca um número, lembra que o papel subiu 45% em três anos. Afirma que o adiantamento de direitos autorais, pago em dólar, também foi inflacionado com a alta do câmbio –e precisou ser reduzido.

“O autor é nosso sócio. E o casamento com ele é na alegria e na tristeza”, afirma, acrescentando que é difícil compensar toda a defasagem de preço em um eventual reajuste.

Em poucas palavras, quando o país crescia, dava para compensar a questão no volume. Agora, não mais.

Apesar disso, ela se diz contra o projeto de lei 49/2015, que pretende estabelecer uma política de preço fixo dos livros no Brasil, defendido pelo Snel. Nos moldes da legislação francesa, o varejo só poderia dar 10% de desconto sobre o preço de cada edição. “Acho politicamente difícil, num país com tanta dificuldade de leitura, se retirar qualquer incentivo”, diz.

A questão do preço fixo é que as pequenas livrarias reclamam de não terem condições de vender tão barato quanto as grandes redes –porque, afinal, compram os exemplares das editoras mais caro do que elas. Um preço fixo para as livrarias, e não para o consumidor final, resolveria o problema?

“É preciso combinar com os russos. E os russos cada vez querem mais… Ouvi que isso está ocorrendo com o novo ‘Harry Potter’, mas só é possível quando se tem um produto forte assim”, afirma.

Outra questão que preocupa Jardim é a consignação, pela qual livrarias só pagam pelos exemplares quando eles forem vendidos. Editores costumam expressar uma espécie de desamparo diante da questão.

As redes livreiras costumam atrasar o pagamento para continuar com o dinheiro girando no caixa. É uma pedalada fiscal, mas sem a operação de crédito, porque é raro que paguem juros pelo atraso.

“Com o acirramento da concorrência e a entrada de novas editoras no mercado, muita coisa foi sendo cedida [para as livrarias] ao longo do tempo”, diz Jardim.

A concorrência é mesmo uma questão. Pioneira no país na aquisição de editoras menores, a Record teve o lugar de líder ocupado.

“A fusão da Companhia das Letras e da Objetiva muda [o cenário]. No caso da [concorrência da] Sextante, nos prejudicou a falta de vendas para o governo, segmento no qual a Sextante não atua. Era um faturamento importante. Mas vamos retomar nossa posição, é uma questão de trabalho”, afirma.

Sob sua direção, a Record poderia ser vendida para enfrentar a concorrência?

“É uma possibilidade, mas no momento isso não está na mesa. Houve tentativas, como quando a LeYa veio para o Brasil, mas não é só dinheiro. Tenho responsabilidade com meus autores.”

A editora que Jardim assume também tem um histórico de embates com a Flip, na última década. Primeiro na figura de Sérgio, que em 2004 acusou a festa de ser um evento da Companhia das Letras. Depois, em 2015, com o editor-executivo Carlos Andreazza, que criticou o que via como falta de autores brasileiros.

Jardim estaria disposta a uma reconciliação com o evento? “Conseguimos ocupar um espaço que não na tenda principal. Mas temos muitos autores estrangeiros que poderiam engrandecer a Flip. Um bom acordo é melhor que uma boa briga. Se não for possível, vamos continuar nosso marketing de guerrilha.”

Editora Record vai lançar obra completa de Anne Frank

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Publicado na Veja

Em 2017, a editora Record vai lançar pela primeira vez no mercado brasileiro um volume único com todas as versões de O Diário de Anne Frank. Complete Works reúne tanto os textos originais incompletos de Anne como a versão final do diário, editada por seu pai, Otto Frank.

Há também pequenas histórias e cartas assinadas pela garota, como a mensagem da jovem para a avó, em 1936, mostrada na imagem ao lado. O volume também traz textos complementares, tabelas de cronologia, documentos e fotos. A obra será traduzida para o português diretamente do holandês.

No mesmo ano, a editora promete publicar no país O Diário de Anne Frank em quadrinhos. O projeto será lançado simultaneamente em vários países, com ilustrações de David Polonsky, um dos autores da graphic novel Valsa com Bashir. A ideia é aproximar o texto clássico da atual geração de jovens.

A Record detém os direitos sobre a obra de Anne Frank desde 1976, quando o próprio Otto assinou com a editora no Brasil. A adolescente, morta no campo de concentração, na II Guerra Mundial, escreveu duas versões originais do seu diário, ambas consideradas incompletas após o fim da guerra. Otto foi o responsável por unir o material na edição que hoje se conhece como O Diário de Anne Frank.

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