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Penguin compra a editora Objetiva

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O grupo adquiriu todos os selos de interesse geral da espanhola Santillana, que inclui 45% da Companhia das Letras e a Objetiva

Livros: no Brasil, a Santillana manterá apenas seu selo de livros didáticos, a Editora Moderna / Getty Images

Livros: no Brasil, a Santillana manterá apenas seu selo de livros didáticos, a Editora Moderna / Getty Images

Publicado por Época

São Paulo – Maior grupo editorial do mundo, a Penguin Random House adquiriu todos os selos de interesse geral da espanhola Santillana. No Brasil, a primeira detém 45% da Companhia das Letras e a segunda havia incorporado a Objetiva em 2005, o que significa que as duas concorrentes nacionais agora fazem parte do mesmo conglomerado.

Com o negócio, devem se tornar a segunda ou a terceira editora no Brasil – os dados não são precisos uma vez que resultados financeiros não são divulgados.

O anúncio foi feito na quarta-feira, 19, em Madri. Pelo acordo, a nova empresa Penguin Random House Brasil adquire a totalidade do controle da Editora Objetiva, incluindo os selos Alfaguara, Suma, Fontanar, Ponto de Leitura e Foglio.

O acordo inclui também os selos editoriais da Santillana da Espanha, Portugal e América de língua espanhola. No Brasil, a Santillana manterá apenas seu selo de livros didáticos, a Editora Moderna.

No Rio, os diretores da carioca Objetiva e da paulistana Companhia das Letras deram entrevista garantindo que nada mudará no dia a dia das casas, que se mantêm independentes.

“O editor é a matriz, tem a sensibilidade, a criatividade. Isso é o que move o desenvolvimento editorial de cada selo, isso não muda. Fala-se muito da questão global, mas se perde essa questão de vista”, disse Roberto Feith, fundador e diretor geral da Objetiva.

“Se, por um lado, existe o processo de consolidação, por outro, o DNA do trabalho editorial, a prática do dia a dia, não é afeito a isso, pois é totalmente individualizado. Na fusão da Penguin com a Random House, vimos uma união na área operacional, mas manutenção da área editorial absolutamente igual”, explicou Luiz Schwarcz, diretor geral da Companhia.

Segundo Feith, as conversas da Santillana com a Random House começaram em 2012, antes da fusão com a Penguin. “A união com a Companhia é bem-vinda pois se trata de uma editora-referência no mercado”, com um espírito parecido com o da Objetiva. Quanto à concentração do mercado, ele destacou que esta é uma tendência geral, “que se aplica ao mercado de telefonia ou de cerveja”.

Os dois editores continuam nas suas funções; a diferença é que Schwarcz (com sócios) ainda tem 55% da Companhia e Feith não é mais acionista da Objetiva. “Estou confortável. O acordo garante a perpetuação da editora”, afirmou Feith.

Com um volume de negócios da ordem de € 3 bilhões e alguns dos maiores best-sellers do mundo, como Dan Brown e John Grisham, a gigante Penguin Random House nasceu em julho de 2013, com a união das empresas de origem britânica e alemã, respectivamente, e controla um quarto da distribuição de livros no mundo. Quando do anúncio, foi divulgado que o Brasil estava na mira.

A Companhia das Letras e a Objetiva detêm, juntas, 10% do mercado brasileiro. As duas acreditam que a aquisição trará novas oportunidades para os autores nacionais e dará gás à comercialização de e-books no País, cujo faturamento hoje responde apenas por cerca de R$ 1 milhão de um total de R$ 5 bilhões em negócios.

Em Madri, Markus Dohle, diretor geral da Penguin Random House, disse que “a operação atende aos nossos dois principais objetivos estratégicos: fortalecer nosso compromisso com a publicação de livros em língua espanhola, incrementando nosso potencial comercial e literário em um dos mercados linguísticos mais dinâmicos do mundo, e estabelecer uma forte presença no Brasil”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Autores argentinos discutem as dificuldades de penetração no mercado editorial brasileiro

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Federico Lamas, Andrés Neuman e Fabián Casas têm obras recém-lançadas no país

O escritor argentino Andrés Neuman Divulgação

O escritor argentino Andrés Neuman Divulgação

Mariana Filgueiras em O Globo

RIO – No fim do ano passado, o descabelado ilustrador argentino Federico Lamas, 34 anos, tomou um avião em Buenos Aires, desceu no Galeão e foi direto para a antiga fábrica da Bhering, onde acontecia a festa de lançamento da segunda edição de seu primeiro livro, “Vá para o diabo!”, uma espécie de romance ácido em 3D. Lançada no Brasil pela Bolha Editora — que tem por perfil lançar títulos tão “despenteados” quanto Lamas —, a obra tinha esgotado sua primeira edição, de mil exemplares, só com a venda em feiras alternativas.

Se o feito já seria raro para romances nacionais (e tradicionais), é ainda mais fortuito para um livro de narrativa essencialmente visual — quase não há texto, só ilustrações — e de um autor argentino independente. Lamas ficou tão surpreso com o resultado que aproveitou para trazer na mala um novo título, “Picante de língua”, um ensaio em forma de zine que mistura gastronomia punk, política e erotismo.

Na mesma época, outro autor argentino, também independente, teve seu primeiro livro lançado no Brasil, apesar de ser velho conhecido das feiras literárias latino-americanas: o poeta Fabián Casas, 48 anos. O volume de contos “Os Lemmings e outros”, publicado na Argentina em 2006, foi pinçado pelo curador paulistano Joca Reiners Terron para ser um dos destaques da coleção Otra Língua, da editora Rocco, que desde meados do ano passado vem publicando títulos de autores latinos pouco conhecidos por aqui.

“O Brasil intimida o resto da América Latina”

Enquanto isso, a Alfaguara aposta no lançamento de “Falar sozinhos”, novo romance do também argentino (e premiado) Andrés Neuman, 36 anos, um dos selecionados pela revista inglesa Granta como um dos 22 melhores jovens escritores latino-americanos em 2012. Para um mercado editorial que demonstra pouco interesse nas novidades hermanas, a presença de nomes como esses nas prateleiras das livrarias brasileiras chama a atenção dos próprios autores:

— O Brasil intimida um pouco o resto da América Latina. É um país grande, que tem produção editorial para se abastecer, há a diferença de idioma, além de uma falsa ideia de que parece não se interessar pelo resto. Mas aos poucos está havendo uma mudança, não só com autores do mainstream. Acredito que no mercado independente um autor possa ser mais preciso. Se eu vender, vamos dizer, três mil livros, mas distribuídos de maneira mais precisa, onde há público para este livro, é, para mim, o equivalente a vender 20 mil em muitas livrarias — diz Lamas, que, por causa das ilustrações quase alucinógenas de sua obra, chamou a atenção do grupo Bonde do Rolê, que o convidou para fazer a arte da capa do álbum “Tropical bacanal”, a ser lançado neste ano.

Ilustrado com uma técnica que dá a ilusão de 3D, “Vá para o diabo!” é o hit da Bolha Editora. O livro conta a história de um casal em crise, que pode ser lida da forma tradicional, correndo os olhos pelas páginas, ou de outra completamente diferente, usando a pequena lente vermelha que acompanha o volume, chamada pelo autor de “visão infernal”. Através dela, a trama ganha novos personagens, sensações e acabamentos.

— O livro tem um efeito infernal bastante universal, pode ser só algo gracioso, mas também obscuro. As pessoas descobrem sozinhas como acontece a leitura, é quase um jogo. Já estou na quarta edição na Argentina, publicadas por mim mesmo, e comecei a distribuir pouco a pouco em outros países. Este que trouxe, “Picante de língua”, é uma investigação: eu fazia residência artística na Bolívia em 2012 quando descobri um prato típico que leva esse nome gracioso. Pesquisei a expressão e vi que também era um eufemismo para sexo oral, e fui descobrindo histórias correlatas. Compilei tudo de maneira enciclopédica e editei como um zine — detalha Lamas.

Acompanhado há anos por escritores como Xico Sá e Joca Terron, que não se furtam em citá-lo em entrevistas e conferências, e considerado pelo escritor Carlito Azevedo como um dos mais importantes autores contemporâneos da Argentina, com 12 livros publicados, Fabián Casas não tinha sequer uma obra traduzida para o português até o lançamento de “Os Lemmings e outros” pela Rocco, com contos que passeiam autobiograficamente pelos personagens de seu bairro natal, Boedo. Essa não é, no entanto, uma questão que aflige o autor de versos como “De ese tiempo me queda/ un beso frío en el hígado/ y cierta arqueología/ en la paranoia” (do poema “Comics”, disponível em seu site).

— Durante 20 anos escrevi em silêncio no meu país, sem que ninguém prestasse atenção, e isso foi fundamental para que eu pudesse estudar grandes poemas e me meter embaixo deles como se mete um mecânico debaixo de um automóvel para ver como funcionam. Assim, ainda que eu tivesse leitores no Brasil, entre eles alguns grandes escritores, não me preocupava o tempo que demoraria ter um livro em edição brasileira. Acredito que a literatura, quando tem que aparecer, aparece. Há milhares de pessoas neste momento escrevendo oralmente o Sermão da Montanha em bares, escritórios, pontos de ônibus, favelas e praias. O que é necessário é ter o ouvido atento para escutá-los — atesta o poeta, que prefere ler a escrever.

Um dos que Fabián Casas gosta de ler — e que considera um autor notável — é Andrés Neuman, outro hermano que teve seu último romance recém-publicado no país, “Falar sozinhos”.

Formas de falar sozinhos

Radicado na Espanha, onde dá aulas de literatura latino-americana, Neuman acredita que a falta de interesse pelo mercado editorial latino, como um todo, entre países vizinhos, seja uma mistura de fatores econômicos com culturais: para ele, além de haver pouco interesse em estabelecer pontes de comunicação entre culturas próximas, o continente tardou muito em reconhecer seu próprio potencial:

— Por um lado, o mercado editorial está interessado em best-sellers. Por outro, a América Latina demorou a perceber as infinitas possibilidades que têm uma boa sinergia interna. E isso é mais culpa nossa, de nossos próprios hábitos culturais. Me parece especialmente triste a ignorância que a comunidade de leitores de espanhol tem dos autores em português. Acredito que o contrário ocorra menos, porque o leitor brasileiro já tem consciência de que ao seu redor se fala outra língua — defende Neuman, que retribui o encanto pela literatura de Casas (“Tem poemas extraordinários, bem-humorados e filosóficos”) e que, ainda que não conheça os livros de Federico Lamas, é fascinado por suas ilustrações (“Tem um website lindo”).

Em “Falar sozinhos”, a trama acompanha uma morte por três pontos de vista: o do pai, o da mãe e o do filho de 10 anos. São também três narrativas completamente distintas: a do pai tem a falta de fôlego dos desesperados; a da mãe avança pela intertextualidade — a personagem é professora de literatura, está o tempo todo a citar autores e livros; e a do filho assume o ritmo infantil de uma redação escolar.

— As vozes de Elena, Mario e Lito refletem três intimidades diferentes, mas também as três formas que temos de falar sozinhos: o pensamento, a oralidade, a escrita. De nada serve o fato de os personagens terem experiências diferentes se o autor os faz falar e respirar da mesma maneira — descreve Neuman, animado com os primeiros retornos que o romance teve no Brasil. — Construí cada personagem com temor e muitas dúvidas. Tratando de escutar suas vozes. Averiguando suas sintaxes, a respiração de cada um. Para mim, se não há voz, não há personagem. Me diverte pensar que um romancista é como um detetive particular que trabalha todos os dias seguindo uma gente que não existe. E, por final, por insistência da imaginação, os personagens começam a existir.

Depois de ler, doe

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Mariana Sanchez, no Orelha do Livro

Uma ONG australiana, em parceria com o selo editorial Random House, criou um projeto interessante para incentivar a doação de livros depois de lidos. A ideia dos “Mailbooks for Good” é bem simples: quando você compra um livro da Random House Austrália, ele já vem com uma contra-capa especial que se transforma em um envelope pré-pago. Aí é só dobrar e postar o livro no correio para uma instituição de caridade. Além de nobre e singelo, o gesto ainda facilita a vida de quem quer se desfazer dos volumes já lidos e abrir caminho para as próximas leituras.

Complexo de culpa: porque largar um livro no meio é tão difícil

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Natasha Romanzoti, no HypeScience

Você pode não estar gostando ou entendendo nada, mas vai dizer se não é extremamente agonizante abandonar um livro meio lido?

Esse exemplo, aliás, não é único. Muitos dos meus colegas dizem que assistem uma novela ou série até o fim, mesmo que esteja chata ou que não estejam mais gostando, porque “não podem largar meio” ou até mesmo porque querem saber o fim.

Ninguém quer desistir. A desistência vem com um sentimento inevitável de culpa. Mas tomar uma decisão consciente de largar um livro (ou outra atividade não terminada) pode ser na verdade bastante libertador.

Na era do e-reader, desistir de um livro nunca foi tão fácil: não é nem preciso se levantar da cadeira para pegar outro na prateleira. Mas a escolha de terminar um relacionamento com um livro prematuramente permanece estranhamente perturbadora.

“Isso vai contra a forma como fomos arquitetados”, explica Matthew Wilhelm, psicólogo clínico da Califórnia, EUA. “Há uma tendência para que percebamos objetos como ‘acabados’ ou ‘inteiros’, embora que eles possam não ser. Essa motivação é muito poderosa e ajuda a explicar a ansiedade em torno de atividades inacabadas”.

A ideia de parar no meio do caminho é estressante, mas, ainda assim, nós fazemos isso. E até mesmo nos gabamos. GoodReads, uma comunidade online de leitores, permitiu que seus 18 milhões de membros classificassem os livros iniciados mais inacabados de todos os tempos. 7.300 membros votaram, com o topo da lista ficando com “Ardil 22″, clássico do americano Joseph Heller, e livros como a série “Senhor dos Anéis” em segundo lugar.

Leitores que usam plataformas digitais abandonam livros com frequência. Sara Nelson, diretora editorial de livros e Kindle na Amazon.com, disse que acredita que os e-leitores têm a capacidade de começar e parar de ler livros dependendo de seu humor. “Então, enquanto você pode parar no meio do caminho, você também pode facilmente voltar para o livro mais tarde”, diz.

Embora as razões óbvias para abandonar livros sejam distração e tédio, o comportamento também pode ser uma reação contra o tipo de escrita, no qual a técnica supera o simples fato de contar histórias. Ou seja, livros muito densos, complicados ou difíceis de ler são mais abandonados.

Certos tipos de pessoas são mais propensas a continuar lendo algo que não estão gostando ou entendendo. Dr. Wilhelm teoriza que as pessoas competitivas, com personalidade tipo A, são mais propensas a abandonar um livro, porque elas tendem a ser motivadas por recompensas e riscos e, “se não houver consequências ou reconhecimento público, por que terminar?”.

Por outro lado, ele acredita que pessoas de personalidade mais descontraída, do tipo B, podem nem começar um livro que elas sabem que não vão terminar. O motivador mais importante para terminar um livro, segundo o Dr. Wilhelm, é pressão social – razão pela qual os clubes de livros são tão bons em conseguir que os leitores cheguem ao epílogo.

De acordo com a bibliotecária Mary Wilkes Towner, os leitores devem ter permissão para parar quando quiserem, a fim de desassociar a leitura de uma obrigação, como costumava ser na infância, em que ler era uma tarefa. “Eu descobri que as pessoas nos seus 30 anos se sentem culpadas ao largar um livro da mesma maneira que se sentiam quanto tinham que comer tudo no seu prato quando eram crianças”, conta.

Continuar a ler é uma tarefa de persistência, sem dúvida. Mas é preciso saber como se motivar. A psicóloga Meena Dasari, que atende crianças em seu consultório particular, diz que a capacidade de manter uma tarefa depende de quais sentimentos atribuímos a ela. “Se você disser: ‘Eu não sou inteligente o suficiente’, então é provável que você desista. Mas se você disser: ‘Este é apenas um livro difícil’, você é mais propenso a completá-lo”, argumenta.

A chave para terminar um livro pode ser escolher o enredo certo e a melhor hora para ler. Isso aumenta drasticamente o número de livros que as pessoas completam na vida.

Se você decide ler algo em uma época que está cheia de preocupações com o trabalho, pode estagnar ou não gostar. Já de férias, tudo pode ter um significado diferente. Por outro lado, uma jovem pode adorar a paixão de Anna Karenina, mas uma mãe mais tarde na vida pode ver a protagonista como egoísta e irresponsável.

Mas, seja o que e quando você decidir ler, o importante é se lembrar de uma coisa: você parar no meio. É só querer.[WSJ]

As 20 editoras mais populares do Twitter (22)

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twitter-social-icons-300x297Olá, internautas.

Após o feriadão delicioso, hora de aquecer os motores (e a temperatura) e efetivamente começar o sexto mês do ano. Certeza que o relógio não tá girando + rápido que o normal? #tempusfugit

Dentro ou fora da internet, a construção de relacionamentos é tarefa lenta. Escrevi no meu livro que amor se soletra assim: T-E-M-P-O. Esse princípio também vale nas redes sociais.  Celebridades e empresas chegam a comprar fãs de gente inescrupolosa, mas solidificar uma relação exige bem mais que recursos financeiros. Evocando Caetano, a força da grana ergue e destrói coisas belas no Twitter e no Facebook.

No mês de maio não houve nenhuma alteração no ranking de editoras mais populares, mas várias editoras ampliaram a vantagem e se distanciaram de concorrentes. #suorsagrado

Maio foi um mês especial para este blog. Batemos novo recorde de visitas e o perfil @livrosepessoas cruzou a marca de 120 mil seguidores. Muito obrigado pelo Godiva prestígio!

Abraço e que junho seja coroado de êxitos para todos. 🙂

Ranking Maio

#1: 55.700 Intrínseca @intrinseca

#2: 50.400 Companhia das Letras @cialetras

#3: 48.400 Mundo Cristão @mundocristao

#4: 42.200 Editora Sextante @sextante

#5: 37.700 Editora Rocco @editorarocco

#6: 36.000 Galera Record @galerarecord

#7: 34.700 Editora CPAD @EditoraCPAD

#8: 30.800 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito

#9: 29.300 Cosac Naify @cosacnaify

#10: 29.700 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 28.100 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#12: 24.700 L&PM Editores @LePM_Editores

#13: 24.300 Editorial Record @editorarecord

#14: 24.100 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#15: 22.700 Editora RT @revtribunais

#16: 21.200 Casa Publicadora @casapublicadora

#17: 20.700 Editora Leya @EditoraLeya

#18: 18.100 Ultimato @ultimato

#19: 17.800 Suma de Letras @Suma_BR

#20: 15.400 Editora Agir @agireditora

Ranking atualizado em 3/6

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