Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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Hillary chama Trump de “asqueroso” em livro de memórias

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Publicado na Agência Brasil

A ex-candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton chamou o presidente, Donald Trump, que a venceu nas últimas eleições, de “asqueroso” em um livro de memórias que conta a campanha presidencial de 2016. A informação é da EFE.

Um trecho da versão em áudio do livro, divulgado hoje (24) pela emissora MSNBC e lido pela própria ex-secretária de Estado, cita um incidente ocorrido em um dos debates entre os dois. “Foi incrivelmente incômodo. Ele estava literalmente respirando no meu pescoço. Minha pele arrepiou”, disse ela no livro intitulado “What Happened?” (O que aconteceu?).

“Você se mantém calma, segue sorrido e continua como se não estivessem invadindo de maneira repetida seu espaço? Ou você se vira, olha nos olhos e diz alto e claro: sai para lá, asqueroso. Se afaste de mim. Já sei que você se encanta em intimidar as mulheres, mas não pode me intimidar”, continua a ex-primeira-dama.

Hillary se referia a um dos momentos mais comentados do segundo debate presidencial, quando Trump se aproximou dela em várias ocasiões. Quando ela respondia às suas intervenções, o agora presidente se posicionava nas costas da democrata.

O novo livro da democrata, que indicou que as memórias são uma tentativa de esclarecer a sua fracassada tentativa de chegar à presidência, será publicado no próximo dia 12 de setembro.
Edição: Augusto Queiroz

Grande amigo de García Márquez, escritor Álvaro Mutis morre aos 90 anos

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Publicado no Terra

Mutis era um dos melhores amigos de Gabriel García Márquez Foto: AFP

Mutis era um dos melhores amigos de Gabriel García Márquez Foto: AFP

Considerado um dos maiores escritores latino-americanos da atualidade, o colombiano Álvaro Mutis morreu neste sábado na Cidade do México, onde vivia há décadas, segundo informações da agência EFE.

Ele estava hospitalizado desde o último domingo e morreu por conta de uma “longa doença”, não especificada pela família.

Entre as obras poéticas de Mutis, destacam-se Los elementos del desastre (1953), e Memoria de los hospitales de ultramar (1959). Como romancista, escreveu La mansión de Araucaíma (1973).

Em 1997, ganhou o Prêmio Príncipe de Astúrias das Letras e, em 2001, o Cervantes, a distinção máxima dada aos escritores em língua espanhola.

O Nobel de Literatura Gabriel García Márquez, também colombiano e vivendo no México, era um dos melhores amigos de Mutis e lamentou a morte em sua conta no Twitter.

No último ano, quando completou 90 anos, o autor recebeu diversas homenagens na Colômbia e teve uma série de seus romances reproduzidos em pequenos filmes.

Mulheres dão a cara das mudanças no mundo islâmico

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Publicado por UOL

Lina Ben Mhenni, autora do blog A Tunisian Girl (uma garota tunisiana), onde escreve desde 2007 sobre censura, direitos femininos, direitos humanos e liberdade de expressão. Em 2010, ela ajudou a divulgar em suas redes sociais a imolação do vendedor de frutas Mohamed Bouazizi, em Tunis, episódio considerado o estopim da Primavera Árabe. A repercussão de sua página levou o governo do presidente Zine el Abidine Ben Ali a bloquear seu site e realizar buscas na casa de sua família. Em 2011, ela foi indicada ao Nobel da Paz (Foto: Lionel Bonaventure/AFP)

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“Amina Arraf”, suposta foto da blogueira autora de “Gay Girl in Damascus” (garota gay em Damasco, em tradução do inglês). Em junho de 2011, a notícia de sua suposta captura deixou as redes sociais em estado de tensão, até que apurações de jornalistas revelaram que a tal blogueira não existia. O autor do blog, o americano Tom McMasters, estudante na Escócia, admitiu que se passava pela menina (Foto: Reprodução)

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Em foto de dezembro de 2012, Aliaa Almahdy (centro) protesta por liberdade de expressão, ao lado de integrantes do coletivo feminista Femen, diante da embaixada egípcia em Paris. Em 2011, a jovem egípcia postou uma foto de si mesma nua em seu blog e se tornou o principal assunto de discussão na rede egípcia. Aliaa, que se apresenta como estudante de mídia e comunicação, criticou à época a proibição de modelos nus na faculdade de artes e em livros, e diz militar “contra uma sociedade de violência, de racismo, de sexismo, de assédio sexual e de hipocrisia” (Foto: Reprodução)

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Israelenses posam nuas em apoio à egípcia Aliaa Elmadhy, que postou foto nua em seu blog para protestar pela falta de liberdade de expressão em seu país (Foto: Anat Cohen/Efe)

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Jornalista egípcia Mona Eltahawy, que constantemente usa as redes sociais para denunciar abusos das autoridades de seu país. Nesta foto, postada por ela em seu Twitter, ela aparece com os dois braços enfaixados – segundo ela, fruto do espancamento de oficiais egípcios. Em setembro de 2012, ela foi presa por pichar com tinta cor-de-rosa pôsteres afixados no metrô de Nova York (EUA) que chamam de “selvagens” os oponentes muçulmanos do Estado de Israel (Foto: Reprodução)

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Jornalista e blogueira tunisiana Olfa Riahi, investigada em seu país por acusar de desvio de verbas públicas o ministro do Exterior do país, Rafik Abdessalem, em janeiro de 2013 (Foto: Zoubeir Souissi/Reuters) (mais…)

Ex-atriz pornô Sasha Grey lança livro em São Paulo

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Rodrigo Levino, na Folha de S. Paulo

Quando virou uma estrela do cinema pornô, em 2006, a atriz americana Sasha Grey, 25, explicava que o seu codinome (o nome real é Marina Ann Hantzis) era uma referência a Dorian Gray, personagem do escritor Oscar Wilde.

Hoje ela pode se considerar colega do autor inglês. Sasha lança em São Paulo o seu romance de estreia, “Juliette Society”, que conta a história de um clube de sexo mantido por figurões da alta sociedade.

Muito do que trata o livro, por óbvio, tem inspiração na carreira de mais de 100 filmes da atriz, que extrapolou o mundo pornográfico e atuou em filmes, digamos, mais sérios, como “Confissões de Uma Garota de Programa”, de Steven Sordebergh.

Sasha Grey

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Sasha Grey durante o lançamento de seu livro ‘Juliette Society’, em Madrid – Chema Moya/Efe

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A ex-musa pornô Sasha Grey, 25 anos, lança seu primeiro romance “Juliette Society” (Editora Leya, 236 págs.) – Francesco Carrozzini

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A grande virada da vida profissional da atriz começou em 2009, quando o diretor Steven Soderbergh a escolheu para protagonizar “Confissões de uma Garota de Programa” (foto) – Divulgação

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Sasha Grey, nome artístico de Marina Ann Hantzis, durante a estreia do filme adulto “I Melt With You” no Festival de Sundance em 2011 – Lucas Jackson/Reuters

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A artista está no suspense “Open Windows” (ainda sem título em português ou data de estreia prevista), ao lado de Elijah Wood – Chema Moya/Efe

Aposentada dos sets de filmes adultos desde 2011, milionária, vocalista de uma banda de rock industrial, Sasha disse em entrevista à Folha, de Ibiza (no Mediterrâneo), onde passava férias, que a motivação do livro foi além da literária.

“A literatura erótica se tornou um assunto de massa muito por causa da internet e de livros como ‘Cinquenta Tons de Cinza’, mas ela sempre vendeu muito bem, sempre teve mercado. Não concordo com essa impressão de que é um ‘boom’ recente. Talvez por isso o meu agente insistiu durante anos para que eu escrevesse um livro”, disse rindo.

A mesma internet a ajudou a se tornar uma celebridade global. Uma busca por seu nome no Google arrasta mais de 23 milhões de citações. Além de cenas de sua afamada disposição na cama, é possível encontrar defesas de sua atuação como uma espécie de militância feminista.

“A internet impulsionou as causas feministas, tornou o debate globalizado, mas, por outro lado, é onde o assunto é igualmente ridicularizado.”

Antes de se arriscar no mundo das editoras e livrarias, Sasha Grey abriu em 2009 uma produtora de filmes pornôs, que durou apenas três meses. “Foi meu primeiro grande fracasso”, conta. Segundo ela, o insucesso foi motivado principalmente porque a produtora não se adequava à “caretice” do público médio americano.

Com recorde de autores internacionais, Bienal do Livro terá Nicholas Sparks e Sylvia Day

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Publicado na Folha de S. Paulo

A Bienal Internacional do Livro do Rio completa três décadas neste ano com número recorde de autores internacionais –27 confirmados, ante 21 na edição de 2011– e novos espaços voltados a temas como o futebol, por conta da Copa-2014 no país, e a convergência entre cultura e tecnologia.

A programação completa da 16ª edição do evento, com mais de cem encontros literários entre 29 de agosto e 8 de setembro, foi divulgada na manhã desta terça (6), no Rio, no Bistrô Escola do Pão, no Jardim Botânico –que funciona em um casarão onde morou o escritor José Lins do Rego (1901-1957).

Considerada mais charmosa que a Bienal paulistana, e também preferida pelos editores, a versão carioca costuma ser organizada com mais antecedência. Neste ano, isso resultou numa programação que inclui de grandes best-sellers, como Nicholas Sparks, James C. Hunter e Sylvia Day, a nomes elogiados pela crítica, como Cesar Aira, Mia Couto e Emma Donoghue.

Divulgação/Efe
Os escritores Nicholas Sparks (esq.) e Cesar Aira, símbolos dos lados pop e cult da Bienal do Livro do Rio de 2013
Os escritores Nicholas Sparks (esq.) e Cesar Aira, símbolos dos lados pop e cult da Bienal do Livro do Rio de 2013

Na área de não ficção, destacam-se a americana Mary Gabriel, biógrafa de Karl Marx indicada ao Pulitzer, e o britânico Will Gompertz, ex-diretor da Tate Gallery e autor de “Isto É Arte?” (Zahar). Devem receber a atenção juvenil nomes como o americano Corey May, roteirista dos jogos eletrônicos “Assassin’s Creed”, e Matthew Quick, do recente sucesso “O Lado Bom da Vida” (Intrínseca).

Confira a programação da Bienal do Livro do Rio

“A grande característica do Café Literário é essa pluralidade. Vamos ter do cult ao mainstream, do autor recolhido na sua concha ao autor que se comunica, o autor consagrado e o autor emergente”, disse Ítalo Moriconi, curador pela terceira vez da programação central, que neste ano ganhou reforço de 11 autores alemães, num trabalho feito em parceria com o Instituto Goethe e a Feira de Frankfurt.

FUTEBOL E TEENS

A programação do Placar Literário, com curadoria do jornalista João Máximo, tratará da literatura de futebol, com debates sobre escritores tradicionais que abordavam o tema em crônicas, como Paulo Mendes Campos e Carlos Drummond de Andrade, e entre autores contemporâneos que têm ficções a respeito, como Marcelo Backes e Sérgio Rodrigues. “Nunca se editou tanto livro de futebol no Brasil como agora”, disse Máximo.

(mais…)

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