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Empresa oferece solução para livros que estão acumulados em casa

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shutterstock Doação: se você deseja se desfazer de mais de 30 volumes e é da Grande São Paulo a empresa vai até a sua casa buscar

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Doação: se você deseja se desfazer de mais de 30 volumes e é da Grande São Paulo a empresa vai até a sua casa buscar

Eh Aqui Doações promete fazer trâmite entre doador e entidades. Objetivo é democratizar o acesso à cultura aos locais socialmente vulneráveis, veja

 

Denise Kanda, no IG

Para muita gente o semestre de aulas já acabou, e com ele vem o acúmulo de livros que serviram para fazer provas e trabalhos de literatura, sociologia, filosofia, etc. Vamos concordar que é impossível gostar de todas as obras demandadas pelos professores, não é mesmo? Para que sua estante se renove e tenha espaço para novos livros, que tal separar alguns para doação? Conheça o Eh Aqui Doações que pode te ajudar nessa hora.

Dar o primeiro passo e decidir que vai doar livros pode ser para alguns uma tarefa difícil, mas depois desta etapa vem a pergunta: para quem? E é para responder a esse questionamento que foi criada a Eh Aqui Doações. A empresa tem como objetivo facilitar esse trâmite da doação e ligar os doadores às bibliotecas de Organizações Não Governamentais (ONGs) e outras instituições com papel de ajuda sócio assistencial.

À domicílio

Para quem realmente está a fim de desapegar, fique sabendo que a Eh Aqui Doações se propõe ir à casa de doadores dispostos a oferecer mais de 30 volumes, basta que a pessoa ou empresa fique localizada na Grande São Paulo.

Em relação aos gêneros, não precisa se preocupar, a companhia, visando à democratização do acesso à leitura, aceita todos e sem distinção de faixa etária. Além disso, não existe nenhum custo aos doadores, a empresa ao lado de seus parceiros promete elaborar a triagem, para selecionar o que está em boas condições de uso e a distribuição.

Caso o doador tenha a intenção de disponibilizar acervos didáticos, a única recomendação da entidade é que sejam livros publicados até 2015.

A presidente da Eh Aqui Doações, Lucia Junqueira, aponta que por enquanto não estão sendo agendadas coletas quando a doação é apenas de livros didáticos. “Isso para incentivar a doação de outros tipos de materiais de literatura, que são mais defasados em bibliotecas e projetos sociais”.

Embora parte da doação seja de livros não tão queridos assim, há também aqueles que já nos passaram todos os conhecimentos e companhia necessária, e independente da razão pela qual estamos nos desfazendo deles, é essencial que o doador apenas entregue livros em boas condições de leitura. Nesse trâmite, a empresa já foi responsável por levar mais de 22 mil livros.

No site da entidade também é possível ver o registro de alguns deles, como a doação de 1 mil de livros na Biblioteca Jardim Irene, na cidade de Embu das Artes e em uma instituição de Paraisópolis – Zona Sul de São Paulo – que recebeu 60 kits com 14 livros.

Se você se interessou pelo projeto vá até o ehaquidoacoes.com.br , preencha os campos necessários e aguarde por uma resposta da empresa para que a doação seja feita com sucesso ou vá até a Rua Deputado Lacerda Franco, 145, em Pinheiros, na cidade de São Paulo.

E para aqueles que têm grande apego aos livros, Lucia Junqueira diz que: “As histórias nos tocam e marcam de maneira eterna. Acreditamos que para a construção de uma sociedade mais fortalecida é imprescindível o acesso à educação, cultura e informação. Pense que diariamente escritores incríveis estão trabalhando para criarem novos mundos e compartilhem conhecimento. Esse livro que foi tão importante pode mudar o mundo de alguém em outra parte do País, a lembrança com carinho dessa leitura é o que fica”.

Veja as dez características das empresas dos sonhos dos jovens

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Camila de Lira, em Folha de S.Paulo

Escritórios descolados, com videogames e sofás coloridos, não são o bastante para atrair os jovens ao mercado de trabalho. Existem outras características como a cultura da empresa, a imagem que ela passa e como ela trata da carreira de seus profissionais que as tornam mais atrativas.

A Folha conversou com oito das dez empresas dos sonhos dos jovens, segundo o ranking da Cia Talentos, para entender quais as características que os jovens brasileiros procuram. Confira abaixo:

1. Desafio profissional

Nas “empresas dos sonhos” dos jovens, o desenvolvimento profissional vem por meio de desafios constantes. Nelas, os profissionais são encorajados a “colocar a mão na massa” e, até mesmo, a errar para, assim, aprender com seus erros. Para Daniel Borges, gerente de recrutamento do Google para a América Latina, o ambiente de trabalho desafiador estimula os profissionais .

“Hoje em dia, o jovem é aberto para a ideia de que a experiência faz mais sentido para a formação da carreira, e um ambiente desafiador é necessário para isso”, diz Carla Soutelinho, gerente de Educação Corporativa da Vale, empresa que ficou em 4º lugar no ranking e que possui o “ambiente desafiador” como característica principal.

E é isso que mais atrai os jovens. “O que a gente mais quer é trabalhar e alguém que nos dê um projeto desafiador para extrapolar o nosso limite. Não queremos um ambiente de trabalho ‘cool’, o que a gente busca mesmo é trabalhar”, diz Lia Gurjão, 24, trainee de RH da Nestlé.

2. Ser você mesmo

O fato da empresa ter um ambiente informal, onde é possível não só se vestir de maneira ligada ao seu estilo, como também se expressar do seu próprio jeito, é algo presente na maioria das empresas do ranking .

O maior exemplo desta cultura é mesmo na empresa que lidera a lista. “Busca constante por inovação, a estrutura pouco hierarquizada e a promoção de um ambiente inclusivo onde as pessoas podem ser elas mesmas são aspectos que caracterizam a cultura do Google”, afirma Daniel Borges. A Ambev (6º lugar) e o Itaú (8ºlugar) também seguem essa cultura, com ambientes mais informais de trabalho.

3. Conversas com os diretores

A comunicação aberta com os gestores vai além do feedback mensal ou semestral, pelo menos nas empresas valorizadas pelos jovens. “O jovem que está entrando no mercado de trabalho tem mais facilidade de comunicação, ele tem uma proximidade e uma informalidade para falar com o chefe e até com o CEO da empresa”, diz Clarice Dahis, coordenadora do departamento de carreiras e apoio educacional do Ibmec.

Mesmo em empresas de áreas mais formais, como a Odebrecht (3º) ou o Itaú (8º), as ideias dos jovens profissionais podem ser acatadas em reuniões. No Google (1º), o incentivo é para que os funcionários interajam entre si, independente de seus cargos.

A característica também está ligada à hierarquização horizontal, como a feita pelo Google e pela Ambev, onde não há sala para dividir diretores, gestores, assistentes e estagiários.

4. Saber onde estará

Estabilidade e clareza no plano de carreira podem até ser “caretas”, mas podem ajudar o jovem ao entrar na empresa.

Ao saber qual caminho ele terá que trilhar para chegar a uma posição mais alta na companhia, o jovem pode focar em desenvolver melhor a sua carreira.

Tanto a PwC (5º) quanto a Nestlé (7º) optam por deixar o plano de carreira claro para os jovens que entram. “Temos a carreira clara e estruturada, o jovem pode ter noção quanto tempo deve passar por cada categoria até atingir uma posição. Ele precisa ter essa clareza de que não vai chegar a ser sócio da empresa em poucos anos de trabalho, mas fica sabendo o que precisa fazer para chegar lá”, afirma Marcelo Sartori, diretor de recursos humanos da PwC.

5.Horários flexíveis

Poder fazer seu próprio horário é o sonho de qualquer profissional, seja ele jovem ou não. Algumas das empresas do ranking já o tornaram realidade, é o que acontece no Itaú, no Google, na PwC e na Nestlé. Em certas áreas destas companhias, há flexibilidade para se fazer home office, entrar mais tarde ou dar uma parada no meio do expediente.

6. Confiança nos funcionários

Jovens procuram por empresas que os valorizem e confiem em seus trabalhos. E as empresas dos sonhos tentam responder à altura. A autonomia do funcionário, bem como a confiança no seu trabalho é um dos motes da Ambev, 6º no ranking. “O funcionário tem autonomia para tocar o negócio dele sem ter alguém decidindo sempre por ele”, afirma Renato Biava, diretor de Desenvolvimento de Gente, da Ambev.

7. Marcas e nomes importam

“O nome forte atrai”, atesta Sérgio Fajerman, diretor-executivos de pessoas do Itaú. Para Clarice Dahis, a geração que está entrando no mercado de trabalho anseia em fazer parte de grandes projetos, assim, as empresas maiores aparecem como nome altamente sedutor para os jovens profissionais. Para Rigolon, da Nestlé, o fato da companhia ter produtos e serviços já conhecidos pelos jovens ajuda na sua decisão profissional.

A segunda principal motivação dos jovens ao escolher a empresa dos sonhos, segundo a pesquisa da Cia de Talentos, foi a boa imagem da empresa no mercado. Boa imagem esta que, nem sempre está ligada ao momento atual da empresa, muito mais com o trabalho . É o caso da Petrobras, que, mesmo passando por escândalos ligados à corrupção, segue em segundo lugar no ranking de empresas dos sonhos.

“Até hoje, os processos seletivos públicos da Petrobras têm atratividade entre os jovens. Há uma percepção por parte deles que a corrupção é uma escolha do profissional e não uma decisão corporativa”, diz Lairton Correa, gerente de gestão de efetivo da empresa.

8. Fora do ninho

Existe algo em comum entre nove das dez primeiras empresas do ranking: todas são multinacionais. Nelas, há uma abertura para que os profissionais possam trabalhar fora do Brasil, característica que faz sucesso entre os jovens.

Empresas como o Google e a Odebrecht abrem espaço para que os profissionais atuem nos seus escritórios em diversos continentes do mundo. “A carreira internacional é uma perspectiva real, os jovens podem receber oportunidades de trabalhar no exterior, em todos os países onde a empresa trabalha, depois de alguns anos de trabalho”, diz Daniel Villar , vice-presidente de pessoas e organização da Odebrecht.

A mobilidade interna também chama atenção dos jovens, como explica Lia. A trainee da Nestlé teve oportunidade de ir para Bahia nos seus primeiros meses de trainee e viu a experiência como positiva. “Foi bom poder conhecer culturas diferentes”, diz.

9. Várias empresas em uma

Quando a empresa tem várias áreas, há mais espaço para o jovem encontrar o caminho e o segmento onde poderá fazer o que gosta. Companhias como a Nestlé, a Odebrecht, o Google, o Itaú e a Vale abarcam diversos setores e apresentam diversas trilhas por onde o jovem profissional pode seguir. “A grandeza da empresa traz o benefício da pessoa poder trabalhar em várias empresas dentro de uma. Não precisa sair da companhia para tentar desafios diferentes”, afirma Gilberto Rigolon, gerente executivo de desenvolvimento, treinamento e recrutamento da Nestlé.

10. Vida pessoal em foco

Para Clarice Dahis, do Ibmec, a geração que está entrando no mercado valoriza bastante o tempo para a vida pessoal. “Ele quer ter a vida fora do trabalho também”, diz. Uma das características das empresas dos sonhos é de saber olhar o profissional como uma pessoa, e não apenas um funcionário. O Google dá o exemplo, ao dar subsídio de até 75% para cursos de formação profissional, além de licenças maternidade e paternidade estendidas e subsídio para gastos com a criança nos primeiros 3 meses de idade. “A ideia é que as pessoas sintam-se apoiadas em momentos significantes de suas vidas”, diz Borges.

Quem lê viaja: empresa paga R$ 100 por cada livro que funcionários leem

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Publicado no Catraca Livre

Em São Paulo, a empresa AlphaGraphics decidiu incentivar seus funcionários de um jeito diferente. Ciente de todos os benefícios promovidos pela leitura, eles lançaram o programa de incentivo à leitura entre seus colaboradores. A princípio, o projeto beneficiou cerca 30 de profissionais de duas redes da capital paulista, mas a ideia é estender a campanha para as unidades de todo país.

Após ler um livro, que obrigatoriamente deve envolver o tema de negócios, o funcionário pode fazer a apresentação da obra para a equipe da AlphaGraphics, expondo seus principais conceitos somado aos próprios conhecimentos adquiridos. Se for aprovado pelos colegas, o leitor ganha R$ 100.

Assim, caso consiga realizar 12 apresentações, todas aprovadas pelo time, o funcionário ainda ganha mais R$ 600 como prêmio, atingindo R$ 1.800 de bonificação extra por ano.

Todos os colaboradores da AlphaGraphics têm acesso à biblioteca interna com mais de 140 livros de negócios disponíveis, como “A Loja de Tudo”, “O Verdadeiro Poder”, “O 8º Hábito – da Eficácia à Grandeza” e “Startup Enxuta”, entre outros.

Empresa pede desculpas por reclamar da falta de dedicação de estudantes do Ciência Sem Fronteiras

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Mensagem deveria ter sido destinada apenas a alguns bolsistas que não compareceriam às aulas, diz novo e-mail

Leonardo Vieira, em O Globo

RIO – Dias depois de ter enviado um e-mail a bolsistas do programa Ciência Sem Fronteiras reclamando da falta de empenho acadêmico na Universidade de Southampton, no Reino Unido, a empresa que intermedeia os contratos estudantis com a instituição, a Science without Borders UK (SWB UK), pediu desculpas aos alunos pelo transtorno. A confusão teria acontecido porque, em nome da universidade, a SWB enviou a mensagem no mês passado para todos os cerca de 90 estudantes de graduação brasileiros matriculados ali, e não somente para os casos específicos de baixo desempenho, que seriam “pontuais”.

O caso foi revelado pela Agência Brasil. No primeiro e-mail, a SWB UK diz que foi contactada “pela Universidade de Southampton devido ao número considerável de reclamações das faculdades em relação ao comparecimento e à aplicação nos estudos”. Outro trecho diz: “é muito decepcionante, para nós, ouvir da universidade que os resultados têm sido bastante baixos e que [os estudantes] não têm se esforçado. Eu entendo que isso não se aplica a todos vocês, no entanto, para aqueles [que estão nessa situação], gostaria de pedir que se esforcem mais e que cumpram todos os compromissos firmados, incluindo reuniões com o supervisor do projeto para monitorar o progresso.”

Dias depois, em novo e-mail ao qual O GLOBO teve acesso, a SWB pediu desculpas aos estudantes. Na mensagem, assinada pela diretora-assistente de Programas e Operações da empresa, Tania Lima, é dito que o alerta era para “poucos alunos”. E continua: “Por favor, aceite meu sincero pedido de desculpas por isso. Nós não queríamos inferir que você pessoalmente não está se esforçando”. Leia a mensagem na íntegra, em inglês.

Em novo e-mail, SWB pede desculpas pela generalização - / Reprodução

Em novo e-mail, SWB pede desculpas pela generalização – / Reprodução

No entanto, ao GLOBO, a SWB informou que o e-mail não era para ser enviado a ninguém, e que o episódio ocorrera apenas por um “erro administrativo”. A instituição parceira do CsF ressaltou que os estudantes brasileiros têm um “impacto positivo” nos campi e que, frequentemente, as universidades britânicas os elogiam.

O caso gerou constrangimento entre os estudantes. Muitos procuraram os respectivos departamentos para reclamar da mensagem e comprovar que tinham bom aproveitamento acadêmico. Uma aluna de bioquímica, que preferiu não se identificar, foi uma delas:

– Olha sinceramente acho que foi exagero. Todos nós nos sentimos muito ofendidos com o e-mail, e cada um procurou seu tutor na universidade. Eu inclusive procurei o meu pra pedir orientação. Meus amigos tiveram ótimo desempenho academico, todos levaram muito a serio seus projetos e as aulas. Todos nós estamos muito chateados com o que está acontecendo – disse ao GLOBO.

Alguns inclusive acreditam que apenas a mobilização dos estudantes fez com que a SWB voltasse atrás e pedisse desculpas. De acordo, Wladimir Faé Neto, que cursa Oceanografia na universidade britânica, ainda há certo desconhecimento tanto por parte do governo brasileiro quanto por parte da empresa sobre o que acontece com os bolsistas do CsF.

– O maior problema na história é que o UKK aparentemente não tem muita ideia do que ocorre dentro de cada universidade e em cada caso em especial, provavelmente muito menos a CAPES e o CNPq – afirmou Wladimir ao GLOBO.

O Reino Unido é o segundo na lista de destinos preferidos pelos candidatos às bolsas. São quase 9 mil bolsas implementadas, entre estudantes de graduação e pós. Segundo a SWB UK, mais de 100 instituições as que recebem esses alunos. Os Estados Unidos aparecem no topo da lista de países, com mais de 20 mil bolsas concedidas.

O CsF foi lançado em 2011, com o objetivo de promover a mobilidade internacional de estudantes e pesquisadores e incentivar a visita de jovens pesquisadores altamente qualificados e professores seniores ao Brasil. Oferece bolsas, prioritariamente, nas áreas de ciências exatas, matemática, química e biologia, engenharias, áreas tecnológicas e da saúde. A meta é oferecer 101 mil bolsas até o final deste ano. A partir do ano que vem, começa uma nova segunda etapa, com mais 100 mil bolsas, que devem ser implementadas até 2018.

Como houve desencontro de informações entre os e-mails enviados aos estudantes e ao GLOBO, a reportagem pediu novos esclarecimentos à empresa SWB sobre possíveis bolsistas com baixo rendimento acadêmico, mas ainda não obteve retorno.

Empresa japonesa irá digitalizar 15 mil manuscritos da Biblioteca do Vaticano

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AFP O presidente da NTT Data Corporation, Toshio Iwamoto, e o arquivista do Vaticano, Jean-Louis Bruges, cumprimentam-se após a assinatura do acordo

AFP
O presidente da NTT Data Corporation, Toshio Iwamoto, e o arquivista do Vaticano, Jean-Louis Bruges, cumprimentam-se após a assinatura do acordo

Publicado no MSN

A empresa japonesa NTT DATA irá digitalizar cerca de 3.000 manuscritos da Biblioteca do Vaticano em um período de quatro anos, e 15 mil no total até 2018, no âmbito de um acordo inédito assinado nesta quinta-feira.

Durante uma coletiva de imprensa, o arquivista e bibliotecário do Vaticano, o francês Jean-Louis Bruguès, o prefeito da Biblioteca, o italiano Cesare Pasini, e o presidente e CEO da NTT DATA Corporation, Toshio Iwamoto, apresentaram o acordo no valor de 18 milhões de euros (22,6 milhões de dólares) e válido até 2018, que constitui apenas “a primeira fase da colaboração” entre as duas partes.

O bispo Casini explicou que o grande projeto para digitalizar todos os livros da Biblioteca começou há alguns anos e que o contrato com a NTT DATA vai possibilitar a digitalização de um total de 15.000 manuscritos até 2018.

“A NTT DATA e a Biblioteca Apostólica do Vaticano (BAV) assinaram um contrato inicial para a operação que digitalizará e preservará cerca de 80.000 volumes e 41 milhões de páginas, que podem ser consideradas patrimônio histórico da humanidade, escritas entre o II e o XX séculos”, informou Iwamoto.

A Biblioteca do Vaticano é única em razão de sua variedade geográfica e antiguidade dos documentos. Dez manuscritos de valor histórico e artístico estão entre os 3.000 que serão digitalizados pela NTT DATA, segundo o Vaticano.

O bispo Bruguès ressaltou a vontade da Santa Sé “em disponibilizar este imenso tesouro que lhe foi confiado, oferecendo-o para livre consulta na web”.

“Os manuscritos que serão digitalizadas vão da América pré-colombiana ao Extremo Oriente chinês e japonês, passando por todas as línguas e culturas que alimentaram a Europa”, observou o prelado francês.

A missão da Biblioteca é “levar à periferia as mais diversas culturas”,  acrescentou, repetindo uma fórmula do Papa Francisco.

A NTT DATA Corporation, que fornece serviços em mais de 40 países, foi selecionada por ser especializada na preservação a longo prazo de manuscritos digitalizados.

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