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7 inéditas fantasias de ficção científica que acabaram se tornando realidade

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© Sputnik/ Ilia Pitalev

© Sputnik/ Ilia Pitalev

Embora seja bem conhecido que os autores de ficção científica costumam se basear nos êxitos atuais para predizerem o desenvolvimento de tecnologias, em certos casos os prognósticos foram tão antecipados que chegavam a parecer inspiração divina.

Publicado no Sputnik News

Conheça alguns destes casos na lista compilada pelo portal russo Popmech.

1. Satélites

Arthur Clarke, o autor de “2001 — Uma Odisseia no Espaço”, previu o aparecimento de satélites espaciais para comunicação global, inclusive a ideia do uso da orbita geoestacionária para a instalação de satélites tripulados.

O escritor fê-lo em 1945, doze anos antes de o satélite mais básico, o soviético Sputnik-1, ter entrado em órbita.

A previsão seguinte de Clarke seria realizar missões regulares à Lua, também descritas nas suas novelas.

2. Celulares

Os telefones móveis como objetos tecnológicos não foram inventados por roteiristas da famosa série Star Trek, mas os primeiros comunicadores portáteis apareceram nos episódios desde 1966.

O primeiro protótipo do celular foi apresentado pela empresa Motorola em 1973, enquanto o primeiro dispositivo comercial deste tipo em forma de uma válvula, inspirado pelo mesmo filme Star Trek, só foi lançado em 1996.

3. Drones

Embora a primeira tentativa de construir um barco de combate controlado por rádio se atribua ao inventor Nikola Tesla, foi Orson Scott Card quem descreveu em detalhe uma guerra não tripulada na sua novela “O Jogo do Exterminador” (1985).

4. Laser

Os lasers são um elemento constante em todos os livros de ficção científica desde 1920. Não obstante, na época se conheciam como “desintegradores” e “infrarraios”.

Hoje em dia, estes se usam amplamente não só na indústria militar, mas também na cirurgia, nas comunicações e nos sistemas de segurança.

O próprio termo “laser” foi formalmente introduzido em 1959, enquanto os primeiros protótipos datam dos anos quarenta e cinquenta.

5. Engenharia genética

A engenharia genética foi pela primeira vez descrita na novela “Admirável Mundo Novo” do escritor britânico Aldous Huxley (1932). Neste livro, as pessoas são cultivadas e separadas, antes de nascerem, em várias castas geneticamente programadas.

A obra de Huxley foi publicada 21 anos antes do descobrimento formal do DNA em 1953. Agora, a manipulação genética ganha cada vez mais terreno, desde corrigir genes até curar doenças hereditárias.

6. Vigilância maciça

Na novela “1984” de George Orwell, escrita em 1949, todos os cidadãos são sempre vigiados pelo Grande Irmão através de câmeras de segurança instaladas por toda a parte.

Hoje em dia, quase qualquer movimento nas grandes cidades também é vigiado através de câmeras de monitoramento, às vezes integradas com algoritmos de reconhecimento de rostos.

7. Smart Home

O escritor americano Ray Bradbury descreveu no seu livro “Crónicas marcianas” (1950) uma casa robotizada que segue limpando e cozinhando, inclusive quando os proprietários estão fora de casa.

Embora as casas inteligentes modernas continuem carecendo de tais funções, se limitando a um amplo controle de microclima, os aspiradores robóticos são uma coisa bastante corrente e os robôs “chef” já se estão provando em várias partes do mundo.

O faxineiro que se formou em engenharia na faculdade que limpou por 10 anos

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Publicado no Catraca Livre [via Inquietaria]

Conheçam a história do faxineiro Michael Vaudreuil, de 54 anos, que se formou na faculdade onde trabalhou durante 10 anos cuidando da limpeza do local.

Ele concluiu o curso de engenharia na Worcester Polytechnic Institute (WPI), em Massachusetts, nos EUA.

Michael contou que nunca tinha pensando em estudar quando começou a trabalhar na faculdade, apesar de saber que como funcionário, teria direito à bolsa de estudos. Sua motivação mudou após a perda de sua mãe, de 66 anos, e sua casa, por problemas financeiros. Ele resolveu estudar psicologia para lidar com a depressão.

“Eu me senti realmente bem (no final do primeiro ano). Foi a primeira coisa que aconteceu em muito tempo que era boa. Foi o primeiro passo para reabilitar a minha autoestima”, disse Vaudreuil.

Após o curso de psicologia ter lhe dado uma clareza, Michael falou que não tinha certeza se era esta a carreira que gostaria de seguir a longo prazo.

De humanas, Vaundreil foi para exatas e entrou no curso de engenharia mecânica, mas não abandonou a psicologia por completo. Ele graduou em engenharia mecânica e fez especialização em psicologia.

Para conseguir se formar, ele diz que teve o incondicional apoio da esposa, dos filhos e de toda comunidade da universidade.

Apesar de ter, em média, 20 anos a mais do que os alunos, Vaudreuil conta que nunca foi tratado de modo diferente. Nem pelos professores, nem pelos alunos.

“Eu não parecia ser um problema para ninguém. O único constrangimento sobre isso foi o meu de pensar que poderia haver”, afirma.

E você, quais são suas motivações?

Após passar em Stanford, jovem do Capão Redondo é aprovado no MIT

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Gustavo Torres da Silva ainda não definiu qual universidade vai escolher.
Estudante pretende fazer engenharia elétrica e computação.

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Publicado no G1

O estudante Gustavo Torres da Silva, de 17 anos, já havia sido selecionado em dezembro em uma das mais renomadas universidades do mundo, a Universidade Stanford, nos Estados Unidos, para cursar engenharia física. Neste fim de semana, o jovem morador do Capão Redondo, bairro da periferia na Zona Sul de São Paulo, recebeu a resposta do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) que aceitou a sua aplicação. Gustavo ainda não decidiu em qual universidade norte-americana vai estudar. Ele pretende fazer engenharia elétrica e computação.

“MIT era um sonho antigo, desde quando soube da história de outro estudante aceito na universidade em 2010 (Marco Antonio Pedroso). Mas depois que conheci melhor outras faculdades que também podem se adequar ao meu perfil, achei melhor esperar todos os resultados antes de tomar a decisão”, explica.

O jovem espera até o fim do mês as respostas dos pedidos para estudar em Harvard, Universidade da Pensilvânia, Duke e outras cinco instituições de ensino superior norte-americanas. Ele tem até o dia 1º de maio para dar sua resposta ao MIT, mas o instituto já o convidou para conhecer a faculdade em abril. Além de Gustavo, outros três estudantes brasileiros foram aceitos pelo instituto.

 

Inspiração
O G1 destacou a história de Gustavo em dezembro. A dedicação do morador do Capão Redondo bairro da periferia na Zona Sul de São Paulo, um lugar mais conhecido pelos altos índices de criminalidade e falta de oportunidades, inspirou muita gente.

“Recebi mensagens de gente de todo país. Muitos disseram que aquela notícia de alguma forma impactou a vida deles. Alguns com o sonho de fazer medicina, outros de passar no Enem, outros de estudar fora do país. Todo sonho é possível”, diz.

“Sou um cara normal vindo da periferia. Consegui chegar em uma coisa grande. É uma sensação boa saber que não é uma conquista só para mim, muita gente está se inspirando nisso.”

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De Capão para o mundo

Gustavo sempre acreditou que a educação é o melhor caminho para se ir cada vez mais longe. Filho único de uma cuidadora de idosos e de um técnico em elétrica, Gustavo sempre gostou muito de estudar e de entender o funcionamento dos aparelhos eletrônicos que o pai trazia para casa. “Ele adorava desmontar tudo e montar de novo”, diz o pai, Adalberto Claro.

O menino era aluno da Escola Estadual Miguel Munhoz Filho. Depois de um bom desempenho dele em uma olimpíada de matemática, Gustavo ganhou a indicação da professora para disputar uma bolsa do Ismart, instituto que apoia estudantes talentosos de baixa renda, e oferece bolsas de estudo em colégios particulares de excelência de São Paulo e do Rio de Janeiro. “A gente identificava nele um aluno com potencial extraordinário, com muita vontade de crescer, sonho de grandeza”, destaca Inês França, gerente de Projetos do Ismart.

Durante todo o oitavo e nono anos do ensino fundamental, Gustavo ia para o Munhoz Filho à tarde e pela manhã fazia um curso preparatório do Colégio Santo Américo, uma escola particular na região do Morumbi, para se preparar para a transição da rede pública para a rede particular de ensino. “A diferença de ensino era grande, era muito mais puxado, acordava 5h chegava 18h em casa”, conta.

A partir do ensino médio, tornou-se aluno bolsista do Santo Américo. Ganhou também bolsa para estudar inglês, tudo pago pelo Ismart. Mas não esqueceu do Capão Redondo. “Fui dar aulas na minha antiga escola aos sábados para alunos que também queriam ganhar esta bolsa de estudos.” Ele diz que se inspirou na história de outro jovem aluno de escola pública, Marco Antônio Pedroso, que foi aceito para estudar no Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) e criou um projeto para ajudar alunos carentes de Santa Isabel (SP) a obterem bom desempenho em olimpíadas de conhecimento.

Jovem do sertão da PB realiza sonho de estudar em universidade nos EUA

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Publicado na Folha de S.Paulo

Escolher a universidade é tarefa difícil para os estudantes, mas não foi assim para o paraibano Matheus Augusto Silva, 22. Nascido no sertão, em uma família de pescadores numa cidade de 17 mil habitantes, ele tinha uma certeza: iria estudar nos Estados Unidos.

Hoje, faz economia e engenharia química simultaneamente na renomada WPI (Worcester Polytechnic Institute), perto de Boston, nos EUA.

 

Depoimento…

Tudo aqui nos Estados Unidos é muito diferente de onde eu vim. Na verdade, eu nem sabia que existia no mundo um lugar como o que vivo hoje. Mas eu sabia que eu queria estudar em um lugar assim.

Nasci em Boqueirão, no sertão da Paraíba, uma cidade bem pequena na região metropolitana de Campina Grande. Lá, estudei em uma escola pública da cidade. Hoje, faço economia e engenharia química no WPI (Worcester Polytechnic Institute), nos EUA, e já tenho uma espécie de diploma intermediário –o chamado “minor”– em bioquímica e em alemão.

Sempre gostei muito de química. Aos dez anos, tive de fazer um trabalho na minha escola e acabei estudando um açude da cidade. Vi que a matéria orgânica e inorgânica se acumulava no açude, ocupando um espaço que poderia ser da água. Sua remoção aumentaria consideravelmente o volume do reservatório. Acabou que fui apresentar o projeto que desenvolvi na escola para os vereadores e o manejo do açude foi modificado por causa do meu trabalho.

Depois, mais velho, no 1º ano do ensino médio, acabei desenvolvendo, também para um trabalho da escola, um sabão com base de tamarindo. É um fruto muito comum na Paraíba, tem em qualquer esquina. E ele tem propriedades detergentes. Desenvolvi o sabão e até hoje tem gente produzindo.

Eu gosto dessa coisa de ver uma oportunidade, uma solução e sair fazendo. Havia tamarindo, a gente precisava de sabão, por que não fazer o sabão com o tamarindo? Eu gosto de empreender e os Estados Unidos são um país perfeito para isso. Eu já tinha lido sobre como as gigantes de tecnologias tinham sido fundadas aqui. Só que eu nunca tinha conhecido ninguém que tivesse estudado fora; ninguém da minha família havia chegado à universidade.

Sou descendente de uma família de pescadores, meu pai tem um pequeno comércio onde vende materiais de pesca e de construção. Em Boqueirão, meu avô é conhecido como “João dos covos” (covos é um material de pesca). Meu pai, Carlos de João dos covos. Eu sou o Matheus de Carlos de João dos covos! A pesca ainda está bem presente na família. Mas eu resolvi seguir outro rumo.

Quando tinha 11 anos, comecei a pesquisar sobre ensino superior e achei, em uma revista, um ranking internacional de universidades. Vi que sete das dez melhores instituições de ensino do mundo estavam nos Estados Unidos.

Aí eu pensei: se naquele país estão as melhores do mundo, então é pra lá que eu vou!

O problema é que na época eu falava pouco inglês. Consegui me matricular em um curso gratuito, de extensão, na Universidade Federal de Campina Grande e viajava para fazer as aulas. Aprendi rápido o inglês, acho que tenho facilidade com línguas. Hoje também falo francês, espanhol, alemão e mandarim.

Com inglês ficou mais fácil fazer as provas e entrar em uma universidade dos EUA. O problema era como eu iria me manter. Aí, tive de me virar de novo. Consegui uma bolsa quase integral do WPI (Worcester Polytechnic Institute) e mais um recurso da Fundação Estudar, do Brasil. É o suficiente para me manter na graduação o curso todo.

Eu gosto de mexer nas coisas, descobrir as coisas. Lembro que uma vez meu pai comprou uma secretária eletrônica para a loja dele e eu comecei a mexer para ver como funcionava. Acabou que o aparelho gravou, sem querer, meu pai dizendo “Para de mexer, Matheus!” E eu respondia “É mexendo nas coisas que se aprende como elas funcionam, pai.” Quem ligava na loja por muito tempo ouvia essa conversa (risos).

Eu mexo em tudo, fuço em tudo. Eu descobri sozinho como era o processo para ingressar em uma universidade norte-americana.

Também descobri que os EUA valorizam os estudantes que tiram um ano sabático entre o ensino médio e a universidade. Assim que fui aprovado, decidi fazer o mesmo. Pedi adiamento da matrícula e fui para a China para trabalhar e estudar mandarim.

Foi fantástico. Acabei virando representante comercial de uma empresa chinesa e viajava o mundo pela empresa. Eu tinha 19 anos. É uma cultura muito diferente. Sabia que na China você tem de pegar o cartão comercial das pessoas com as duas mãos? Se não fizer isso, é sinal de desrespeito.

Desde que me mudei para os EUA já fiz mais dois intercâmbios: no Canadá e na Alemanha. Aqui há muitas oportunidades internacionais.

Tem muito brasileiro aqui nos Estados Unidos na mesma situação que eu [em 2013, havia 10.868 brasileiros em universidades dos EUA, de acordo com governo daquele país]. Fiquei pensando que era preciso conectar essas pessoas para trocar informações e ideias para desenvolver o Brasil. Foi aí que criei a Brasa, sigla em inglês para “associação brasileira de estudantes [nos EUA]”.

A ideia é unir os estudantes brasileiros nos EUA criando plataformas de impacto direto no nosso país. Já estamos em mais de 30 universidade americanas, temos mais de 600 membros e parcerias com empresas como BTG Pactual, McKinsey, AmBev e Heinz. Quanto mais ideias para melhorar o Brasil, melhor.

Eu quero voltar assim que me formar. No longo prazo, quero empreender, quero melhorar o país. Às vezes penso também em política, mas acho que vou acabar sendo empreendedor mesmo. O que me importa é construir algo que promovesse o desenvolvimento sustentável do Brasil.

Programa oferece bolsas exclusivas para brasileiros que queiram estudar na Holanda

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Publicado por Hypeness

Se viajar é bom, porque te permite conhecer o mundo e ficar automaticamente mais rico, estudar no estrangeiro é ainda melhor, porque tem tudo isso e mais o desafio de um novo sistema de ensino, de uma vida fora da sua zona de conforto, de pessoas diferentes e de uma nova rotina. E quando nos perguntam que país europeu a gente escolheria para passar uma temporada, a resposta é imediata: Holanda.

Os motivos são vários, mas para quem vai estudar, saber que a Holanda tem o 3º melhor sistema de ensino superior do mundo é já um ponto (ou vários!) extra para o país das tulipas. Depois, seja viajando ou estudando, é bem provável que você se apaixone pelo estilo de vida, que tem alguns pontos bem fortes, como a mentalidade aberta, o fato de todo mundo falar inglês – com a vantagem de você não precisar aprender holandês – ou a importância que as pessoas dão pra temas como a sustentabilidade, que no Brasil e em outros lugares ainda está dando os primeiros passos.

Por isso, ficamos felizes em anunciar que o programa OTS Brazil está oferecendo um número recorde de bolsas pra brasileiros que queiram estudar na Holanda. O legal de serem exclusivas para cidadãos do nosso país é que a concorrência diminui, então já sabe: essa é a oportunidade ideal pra correr atrás de seu sonho.

Ao todo, são 76 vagas em 23 universidades diferentes, com todos os cursos ministrados em inglês (você pode descobrir quais são aqui). As oportunidades são para cursos de bacharelado, mestrado, MBA, foundation year (preparatório para graduação) e Short Degree (onde só o último ano da graduação é feito no exterior) para estudantes de diversas áreas, com destaque para Artes, Business, Indústria Criativa, Comunicação, Direito, Engenharia e Ciências Humanas. Dependendo da instituição, as bolsas podem ser para descontos na anuidade ou mesmo cobrir 100% do valor do curso, além de que muitas universidades oferecem auxílio para cobrir todos os custos relacionados ao estudo. Os valores podem chegar até 24 mil euros em dinheiro e 32.500 euros em anuidade.

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E para você ficar a par de tudo, as universidades holandesas vão realizar vários eventos no Brasil em novembro. Tome nota: dia 19, terá palestra online, onde será possível tirar dúvidas em tempo real sobre todas as bolsas oferecidas. Nos dias 26 e 27, um grupo de 13 universidades holandesas estará na UFF, no Rio, e na UNB, em Brasília, em locais de grande movimentação, divulgando seus programas de estudo. E, por fim, nos dias 29 e 30, o grupo de universidades estará presente na 2ª edição da Euro-Pós Brasil, a feira de educação superior europeia, em São Paulo, também prontas a esclarecer as questões dos estudantes brasileiros.

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Além desse programa especial para brasileiros, existem mais de 60 bolsas de estudo disponíveis na Holanda, que você confere aqui, o que pode realmente fazer a diferença em sua vida profissional futura.

Por existirem todas essas possibilidades, a companhia aérea KLM Brasil oferece bolsas para financiar as passagens dos estudantes. Os detalhes serão divulgados em breve e você só precisa se cadastrar nesse site para ficar a par das novidades.

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