Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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Os 11 livros que Antonio Candido considerava fundamentais para entender o Brasil

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candidoantonio

Rodrigo Casarin, no Página Cinco

Em setembro de 2000, Antonio Candido publicou na revista “Teoria e Debate” uma lista com os 11 livros que ele considerava incontornáveis para quem deseja conhecer o Brasil. Mesmo reconhecendo que a tarefa era um tanto ingrata e que deixaria muita coisa boa de fora, se propôs a apontar aqueles que, na sua visão, abordam aspectos fundamentais sobre o país para quem deseja “adquirir boa informação a fim de poder fazer reflexões pertinentes, mas sabendo que se trata de amostra”.
Eis os títulos:

“O Povo Brasileiro”, de Darcy Ribeiro – “livro trepidante, cheio de ideias originais, que esclarece num estilo movimentado e atraente o objetivo expresso no subtítulo”.

“Raízes do Brasil”, de Sérgio Buarque de Holanda – “análise inspirada e profunda do que se poderia chamar a natureza do brasileiro e da sociedade brasileira a partir da herança portuguesa, indo desde o traçado das cidades e a atitude em face do trabalho até a organização política e o modo de ser”.

“História dos Índios do Brasil”, organizada por Manuela Carneiro da Cunha – “redigida por numerosos especialistas, que nos iniciam no passado remoto por meio da arqueologia, discriminam os grupos linguísticos, mostram o índio ao longo da sua história e em nossos dias, resultando uma introdução sólida e abrangente”.

“Ser Escravo no Brasil”, de Kátia de Queirós Mattoso – “uma excelente visão geral desprovida de aparato erudito, que começa pela raiz africana, passa à escravização e ao tráfico para terminar pelas reações do escravo, desde as tentativas de alforria até a fuga e a rebelião”.

“Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre – “Verdadeiro acontecimento na história da cultura brasileira, ele veio revolucionar a visão predominante, completando a noção de raça (que vinha norteando até então os estudos sobre a nossa sociedade) pela de cultura; mostrando o papel do negro no tecido mais íntimo da vida familiar e do caráter do brasileiro; dissecando o relacionamento das três raças e dando ao fato da mestiçagem uma significação inédita”.

“Formação do Brasil Contemporâneo, Colônia”, de Caio Prado Júnior – “É admirável, neste outro clássico, o estudo da expansão demográfica que foi configurando o perfil do território – estudo feito com percepção de geógrafo, que serve de base física para a análise das atividades econômicas (regidas pelo fornecimento de gêneros requeridos pela Europa), sobre as quais Caio Prado Júnior engasta a organização política e social, com articulação muito coerente, que privilegia a dimensão material”.

“A América Latina, Males de Origem”, de Manuel Bonfim – “depois de analisar a brutalidade das classes dominantes, parasitas do trabalho escravo, mostra como elas promoveram a separação política para conservar as coisas como eram e prolongar o seu domínio”.

“Do Império à República”, de Sérgio Buarque de Holanda – “expõe o funcionamento da administração e da vida política, com os dilemas do poder e a natureza peculiar do parlamentarismo brasileiro, regido pela figura-chave de Pedro II”.

“Os Sertões”, de Euclides da Cunha – “livro que se impôs desde a publicação e revelou ao homem das cidades um Brasil desconhecido, que Euclides tornou presente à consciência do leitor graças à ênfase do seu estilo e à imaginação ardente com que acentuou os traços da realidade, lendo-a, por assim dizer, na craveira da tragédia”.

“Coronelismo, Enxada e Voto”, de Vitor Nunes Leal – “análise e interpretação muito segura dos mecanismos políticos da chamada República Velha”.

“A Revolução Burguesa no Brasil”, de Florestan Fernandes – “uma obra de escrita densa e raciocínio cerrado, construída sobre o cruzamento da dimensão histórica com os tipos sociais, para caracterizar uma nova modalidade de liderança econômica e política”.

Concurso Cultural Literário (84)

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capa manual do bebê

LEIA UM TRECHO

Engana-se quem acha que criar filhos não requer qualificações tão ou mais exigentes que as do mercado de trabalho. Hoje, para ter sucesso na profissão, são necessárias habilidades tanto “masculinas” quanto “femininas” para ambos os sexos. E adivinhe? Para cuidar de filhos também. Por isso, com este manual útil e divertido, escrito em uma linguagem que os homens entendem e gostam, você poderá encarar a função de ser pai como um novo trabalho, e ainda por cima desenvolverá qualidades que serão também muito úteis na sua profissão:

Administração financeira: quanto custa criar um filho?
Gestão de crise: como trocar fraldas?
Redução de estresse: o que dar de comer à criança?
Gerenciamento de tempo: como equilibrar trabalho e paternidade?
Inteligência emocional: como entender o significado do choro do bebê?
Trabalho em equipe: como dividir tarefas com a mãe?
Motivação e liderança: o que fazer para ter um filho feliz?

Vamos sortear 3 exemplares de “Manual de instruções do bebê para quem acaba de ser promovido a pai“, lançamento da Gutenberg.

Para participar, mencione na área de comentários o nome de um amigo ou parente que recentemente tornou-se pai ou que está próximo de ter essa alegria.

Se usar o Facebook, por gentileza informe seu email de contato.

O resultado será divulgado dia 28/8 neste post.

Boa sorte! 😉

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Parabéns aos ganhadores: Alvino RodriguesJoão Carlos ViannaCarliane Sousa Silva. \o/

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48 horas.

7 canais e cursos online para você aprender matemática de um jeito legal

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Muito difícil entender números na escola? Reforce os estudos com aulas na web

Aproveite aulas grátis na internet para reforçar a matéria (Foto: Wanda Dechant/Flickr/Creative Commons)

Aproveite aulas grátis na internet para reforçar a matéria (Foto: Wanda Dechant/Flickr/Creative Commons)

Edson Caldas, na Galileu

studar apenas na escola não basta quando você quer realmente dominar um assunto. Sobretudo se ele incluir números. Por isso, é dica é continuar em contato com o conteúdo também na web. Para te ajudar nessa tarefa, reunimos cursos e canais grátis em que você pode aprender matemática sem ter de sair da sua casa. É só escolher o formato de que mais gosta:

Introdução ao Pensamento Matemático
O curso de Stanford, com 10 horas, tem o objetivo de “ajudar a desenvolver a capacidade mental valiosa” dos estudantes. As aulas são ministradas por Keith Devlin, membro da American Mathematical Society, e estão disponíveis com legendas em português.

MatemáticaRio
Professor da rede pública municipal do Rio de Janeiro, Rafael Procopio propõe em seu canal no YouTube (com mais de 3 milhões de views) um jeito bem interessante de aprender a matéria: com bom humor. Os vídeos abordam desde truques de tabuada até matemática de ensino médio, passando por diversos desafios.

Probabilidade e Estatística para Negócios
São 25 aulas legendadas em português e ministradas por Fletcher H. Ibser, da Universidade da Califórnia.

History of Mathematics
Vídeos em inglês com aulas sobre a história da matéria. O professor N. J. Wildberger começa na matemática grega e discute as influências chinesa e árabe na área.

Só Matemática
O canal brasileiro já tem mais de 100 mil visualizações. São 26 vídeos com explicações em português sobre pré-cálculo e a relação entre arte e matemática.

College Algebra
Curso da Missouri State University, com aulas que incluem estudos avançados da disciplina. São 39 aulas em inglês.

Métodos Matemáticos p/ Engenheiros
Tudo até aqui é muito fácil para você? Então vá mais longe. O Veduca tem aulas legendadas em português do Massachusetts Institute of Technology, voltadas especialmente para engenheiros. São 49 vídeos.

Concurso Cultural Literário (68)

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capa mãe mc

Há ocasiões em que você fica perdida tentando saber por que seu filho faz o que faz, por que ele diz o que diz e pensa o que pensa?

Acalme-se! Os homens não são, nem de longe, tão complexos quanto as mulheres. Mas não se engane: o coração deles é igualmente sensível e se magoa com facilidade. E por mais que ele pareça afastar-se, saiba que ele precisa muito de você. Pra dizer a verdade, de todas as pessoas, você, mãe, é quem faz a maior diferença no mundo de seu filho.

Você, e somente você, pode ajudá-lo a entender o que é ser homem e como desenvolver relacionamentos saudáveis com outras mulheres. Afinal, se ele não aprender isso com você, com quem aprenderá? Em você está a capacidade e a habilidade de direcioná-lo para uma vida de sucesso ou de fracassos.

A diferença que a mãe faz é um livro sobre você. E sobre seu filho. Fala do relacionamento que vocês têm agora – e do relacionamento que poderão ter. Aborda a compreensão da masculinidade de seu menino e como ajudá-lo a se transformar no homem que você deseja que ele se torne quando deixar o ninho e voar por conta própria.

É um livro para ajudá-la a entender a si mesma e a maneira como você reage a seu filho. Ele não fala apenas sobre a superação das mudanças no relacionamento à medida que seu filho cresce, mas também sobre como aproveitar a parte divertida desse processo.

Kevin Leman é psicólogo, com pós-graduação e doutorado em psicologia clínica pela Universidade do Arizona. Com frequência, é entrevistado em canais de TV e emissoras de rádio nos Estados Unidos para falar de assuntos relacionados à educação de filhos e ao casamento. Escreveu mais de trinta livros, dentre os quais Entre lençóis, Transforme seu filho até sexta e Transforme seu marido até sexta, publicados no Brasil pela Mundo Cristão.

Vamos sortear 3 exemplares de “A diferença que a mãe faz“, lançamento da Mundo Cristão.

Para participar, basta registrar na área de comentários o nome da mulher  que você deseja presentear com este livro. Pode ser mãe, esposa ou mesmo uma amiga grávida.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 26/5 às 17h30 neste post.

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Parabéns aos ganhadores: Nelson Yan, Jéssica e Ricardo Luis Campos.

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48 horas.

Professor surdo ministra aulas de Libras para alunos ouvintes em Goiás

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Estudantes conseguem entender com uso de sinais e recursos tecnológicos.
Disciplina é optativa para alguns cursos do Instituto Federal Goiano (IFG).

Professor surdo se comunica com alunos durante aula no IFG, em Goiânia (Foto: Fernanda Borges/G1)

Professor surdo se comunica com alunos durante aula no IFG, em Goiânia (Foto: Fernanda Borges/G1)

Fernanda Borges, no G1

Com um silêncio incomum em sala de aula e mãos em movimentos constantes, os alunos do Instituto Federal de Goiás (IFG) prestam atenção ao máximo nas explicações do professor Luiz Pereira de França Júnior, 45 anos. Ele é surdo desde o nascimento e ministra a disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) no campus Goiânia. O diferencial é que todos os presentes são ouvintes e interagem com o mestre apenas pela linguagem de sinais.

O G1 acompanhou uma aula do professor Luiz no IFG e contou com a ajuda da psicóloga e estudante de Libras Maraiza Oliveira Costa, 28 anos, para intermediar a entrevista.

De acordo com o professor, a técnica usada para ministrar as aulas faz toda a diferença para que todos possam se entender. “Utilizo bastante um projetor multimídia, pois os alunos precisam do visual para entender a linguagem de sinais. Também uso o método de perguntas e respostas, no qual o grupo interage e pode compartilhar informações. Além disso, fazemos atividades impressas, para que cada um possa, em casa, continuar os trabalhos. Se alguém tiver dúvida, uso também técnicas de soletração”, explicou Luiz.

Além dos slides e imagens, o professor faz comparações entre as gramáticas da Libras e do Português e faz traduções entre as duas linguagens. Com o movimento das mãos e expressões aguçadas, Luiz envolve os alunos, que participam o tempo todo das explicações e se ajudam entre si quando alguém não compreende um determinado ponto. O silêncio das aulas só é quebrado quando o professor faz alguma graça e as risadas tomam conta do ambiente.

Luiz nasceu no município de Sertânia, no interior do Pernambuco, e mudou com a família para Goiânia em 1995. Os pais dele moraram na capital por quatro anos, mas decidiram voltar para o estado natal. Ele preferiu continuar na cidade, onde já estudava a linguagem de sinais. Em 2006 começou a cursar Licenciatura em Letras-Libras, em um convênio entre o IFG e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que formou a primeira turma a distância em 2010.

Luiz interage com alunos o tempo todo durante as aulas de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Luiz interage com alunos o tempo todo durante as aulas de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Em 2012, já graduado, Luiz ministrou o curso de Libras para servidores do IFG e da rede estadual de ensino de Goiás. Logo depois, em agosto de 2013, foi aprovado como professor substituto no instituto, onde permanece dando aula. “No começo, as pessoas estavam preocupadas em como eu iria dar aula. Mas não tive dificuldades em me adaptar como professor. Conheço bem a gramática que envolve a Libras, como fonética e fonológica e isso ajuda muito”, esclarece.

A disciplina de linguagem de sinais só é obrigatória para os cursos de licenciatura. Para os demais, como hotelaria, engenharia de controle e automação e engenharia mecânica, a disciplina é optativa, mas as aulas nunca ficam sem interessados. Em média, cada uma tem 35 alunos inscritos, mas todos são ouvintes. De acordo com o IFG, atualmente, nenhum aluno surdo está matriculado no instituto.

Célia diz que aprendizagem sober Libras pode ser diferencial na carreira (Foto: Fernanda Borges/G1)

Célia diz que aprendizagem sober Libras pode ser
diferencial na carreira (Foto: Fernanda Borges/G1)

Além de dominar a escrita muito bem, o professor consegue fazer leitura labial quando os alunos falam pausadamente e nenhuma dúvida fica sem resposta.

“Ele usa muitos gestos e expressões que nos ajudam a entender e assimilar cada sinal. No começo foi muito desafiador, pois ele não fala nada, mas aos poucos fomos nos acostumando. Sem contar que ele é muito engraçado e a aula fica leve e divertida”, afirmou a estudante de hotelaria Célia Keiko, 34 anos, que conta que o professor é carinhosamente apelidado pelos alunos como “Mr. Bean”, pela semelhança física com o ator britânico Rowan Atkinson, que interpretou o personagem de filmes de comédia. “Até no e-mail dele ele se intitula assim”.

Para ela, optar pelas aulas de Libras será importante para o sucesso profissional. “Eu já falo japonês fluente e queria ter mais um diferencial. Encontrei na linguagem de sinais o que eu precisava, pois são pouquíssimas as pessoas que dominam e acredito que isso agrega valor ao currículo”, ressaltou Célia.
Para o estudante de engenharia mecânica David Uander, 27 anos, a paciência do professor com os alunos também é importante para favorecer o aprendizado. “Ele repete um movimento até 20 vezes se for necessário. Além disso, aprendemos o alfabeto e, quando alguém não entende, é possível ‘soletrar’ o que se quer dizer. Mas acho que o mais importante de tudo é que ele é divertido e faz o que for necessário para ser compreendido”, afirmou.

David também escolheu cursar a disciplina optativa para agregar conhecimentos a carreira. “Eu já tive contato com Libras a partir de um folheto que ganhei em um ônibus. Sozinho, comecei a me informar sobre a linguagem e queria muito aprender. Quando soube sobre a possibilidade de estudar aqui no IFG, não pensei duas vezes. Acho que em qualquer área que se escolha trabalhar é importante dominar todos os tipos de comunicação”, disse o estudante.

Alunos repetem movimentos ensinados pelo professor durante aula de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Alunos repetem movimentos ensinados pelo professor durante aula de Libras (Foto: Fernanda Borges/G1)

Além de Luiz, outros três integrantes da família são surdos. Ele conta que aprendeu a entender o que os ouvintes falavam ao prestar muita atenção nas conversar de uma irmã. Aos 4 anos, ainda em Pernambuco, ele começou a ser alfabetizado em uma escola que ensinava Libras para crianças surdas.

Já na 4ª série do ensino fundamental, Luiz passou a estudar em uma escola regular, onde só havia alunos e professores ouvintes. “Foi um desafio intenso, porque não tive intérprete e utilizava o método oralista junto com a Libras”, lembra o professor.

Após mudar para Goiânia, ele passou a estudar no Sistema Educacional Chaplin. “Lá, aprendi ainda mais sobre Libras e passei, de fato, a dominar a linguagem de sinais”, destacou. Luiz lembra que decidiu virar professor enquanto estudava em outra instituição particular na capital, pois as pessoas o incentivaram dizendo que ele era bom para ensinar.

Maraiza ajuda professor nas relações burocráticas com o IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

Maraiza ajuda professor nas relações
burocráticas com o IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

Desafios

Ele seguiu o conselho e realiza as atividades na sala de aulas sem maiores transtornos. No entanto, as relações com as partes burocráticas da função ainda são grandes desafios. No IFG, Luiz conta com a ajuda da psicóloga Maraiza Oliveira Costa, uma das poucas pessoas que trabalham no instituto e conseguem se comunicar na linguagem de sinais com ele.

“Ainda estou aprendendo, mas consigo entendê-lo bem. Durante as aulas, o Luiz domina a comunicação sem problemas, mas quando precisa tratar de assuntos acadêmicos ou em reuniões, fica bem complicado. Existem algumas palavras que são complexas demais e fica difícil para ele entender. Mas vamos ajudando na medida do possível”, explicou Maraiza.

A psicóloga destaca que algumas questões do cotidiano podem virar grandes desafios para os surdos. “O Luiz precisou fazer o Imposto de Renda, por exemplo, e ele contratou os serviços de um contador. No entanto, não sabia que era preciso enviar os documentos e ficou aguardando. Sem entender os motivos da demora, me pediu para cobrar o serviço. Quando entrei em contato, o contador me explicou que ele não tinha entregado nada. Aí avisei ao Luiz, que ficou surpreso ao saber que precisava fazer todo esse procedimento. Muitas vezes a questão é simples, mas a dificuldade de comunicação com os ouvintes resulta em uma enorme barreira”, ressaltou.

Apesar das dificuldades, Luiz afirma que consegue lidar bem com as pessoas e diz que nunca foi alvo de preconceito. Segundo ele, os surdos podem atuar em qualquer profissão, desde que a audição não seja um requisito fundamental. “É preciso ter maior divulgação dos cursos para que as pessoas surdas tenham interesse e busquem a formação superior”, acredita.

Professor e alunos mostram sinal que representa a sigla do IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

Professor e alunos mostram sinal que representa a sigla do IFG (Foto: Fernanda Borges/G1)

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