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Star Wars | Livro sobre as personagens femininas da saga é lançado nos Estados Unidos

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Alexandre Guglielmelli, no Observatório do Cinema

Não há dúvidas que o Universo de Star Wars tem se tornado mais inclusivo à personagens femininas nos últimos anos, para desespero de alguns fãs mais conservadores. A jornalista Amy Ratcliffe lançou um livro especial que discorre sobre as mulheres da Galáxia.

Women of the Galaxy traz ao plano principal Leia Organa, Rey, Rose Tico, Jyn Erso e outras 71 personagens da obra de George Lucas.

O livro retrata e investiga o papel das personagens femininas na franquia. Suas influências, construções e importância na obra geral. O tomo também traz ilustrações originais, indo da guerreira Jedi Aayla Secura à vilã Capitã Phasma.

As ilustrações que acompanham o projeto foram produzidas por 18 artistas femininas ou não-binárias. Algumas delas retratam personagens que nunca apareceram nos filmes, apenas em projetos satélites, como HQs e livros.

Star Wars: Women of the Galaxy foi lançado pela editora Chronicle Books. Sua versão em inglês em capa dura já pode ser adquirida no site da Amazon por 19 dólares.

Confira algumas das ilustrações do livro abaixo:

Financiamentos afundam os estudantes nos EUA: dívidas superam 5,9 trilhões de reais

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Cerimônia de graduação em uma instituição educacional do Texas. Chelsey Cox AP

Carga financeira para cursar a universidade obriga os recém-formados a adiar por vários anos investimentos como a compra da casa própria

Sandro Pozzi, no El País

A geração Y, a que nasceu entre meados dos anos 1990 e começo do novo milênio, está afundada em dívidas nos Estados Unidos. O dado do Federal Reserve sobre a situação financeira das famílias é preocupante. Quatro de cada dez pessoas que concluíram os estudos universitários têm de devolver algum tipo de empréstimo. O total acaba de superar 1,5 trilhão de dólares (5,9 trilhões de reais), um montante que ultrapassa a riqueza de uma economia avançada como a da Espanha.

A dívida universitária supera tranquilamente o 1,1 trilhão (4,3 trilhão de reais) em financiamentos para a compra de automóvel. Também a que se acumula nos cartões de crédito, que se aproxima do trilhão. O problema, como mostram as estatísticas do banco central dos Estados Unidos, é que esses empréstimos se combinam. A dívida média do recém-formado chega a 28.400 dólares (cerca de 112.000 reais), segundo The College Board. A cifra é maior para os estudantes que vão para universidades privadas.

As mulheres devem dois terços do total, de acordo com cálculos que utilizam como referência o relatório do Fed correspondente ao primeiro trimestre e outras instituições. A American Association of University Women (AAUW), uma organização que promove a educação entre as adolescentes, explica que a predominância feminina se deve em parte ao fato de haver mais mulheres matriculadas do que homens. Elas representavam 56% do total em 2016. E também porque pedem mais empréstimos.

A brecha de gênero na dívida estudantil explica por que uma recém-formada deve em média 2.740 dólares (10.700 reais) a mais do que um homem. Os dados também mostram que elas devolvem o valor mais lentamente, o que significa que acabam pagando mais em juros. “É um problema ao qual não se presta atenção”, afirma a AAUW, que o atribui à menor renda disponível das mulheres para quitar a dívida.

O custo médio da matrícula em uma instituição pública é de 14.210 dólares (55.700 reais) se o estudante permanecer em seu Estado. Essa cifra sobe para 20.090 dólares (78.800 reais) quando se inclui o gasto com acomodação. A diferença também se explica pelas bolsas disponíveis conforme a origem do aluno. Os preços sobem mais rápido que a inflação, a um ritmo superior a 10% nos últimos cinco anos.

Atrasos nos pagamentos

Há mais de 44 milhões de norte-americanos que carregam algum tipo de dívida desde o período de estudos. O volume total cresce a um ritmo vertiginoso. Há dez anos beirava 640 bilhões de dólares (2,5 trilhões de reais). Duplicou em 2012, e os fatores que impulsionaram essa escalada não vão desaparecer com o Fed elevando as taxas de juros, a ponto de os especialistas verem aí uma bolha como a hipotecária de 2008.

O pagamento mensal médio do financiamento se aproxima dos 400 dólares (1.570 reais), estima o Fed. Em termos gerais, 20% o fazem com o atraso. Os que têm mais problemas são os que optaram por não concluir os estudos. Esta carga, por sua vez, ameaça retardar investimentos para o futuro, como a compra da casa própria. O índice de propriedade está em 21%, em comparação com 32% antes da recessão.

O salário médio para os novos recém-formados beira os 50.000 dólares anuais (196.000 reais), segundo um estudo da empresa Korn Ferry. É 14% maior do que para o grupo que terminou antes da recessão. Mas, como observa a National Association of Realtors, a compra da casa própria está sendo adiada em sete anos por causa da dívida. Em paralelo, indica o Fed, aumentou em 45% o número de jovens que permanecem na casa dos pais.

Aliviar a dívida

O aumento das matrículas, a estagnação dos salários e o corte dos investimentos públicos em educação superior fazem com que as famílias norte-americanas dependam mais dos financiamentos. A American Student Assistance acrescenta que essa situação leva muitos a optarem por adiar sua formação. Por isso, pede aos congressistas que reduzam a carga financeira dos estudantes.

O Institute for Higher Education Policy afirma que esse nível de endividamento representa um fracasso na hora de enfrentar a desigualdade que domina o sistema educacional dos Estados Unidos.Uma mudança legislativa que permita aliviar a situação cancelando parte da dívida, segundo cálculos do Levy Economics Institute, resultará em cerca de 100 bilhões de dólares para o crescimento econômico a cada ano.

Companhia das Letras antecipa inédito de Philip Roth no Brasil

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O escritor Philip Roth em retrato feito em Nova York em setembro de 2010 (Eric Thayer/Reuters)

Com a morte do mestre americano, ‘Quando Ela Era Boa’, livro publicado em 1967 nos Estados Unidos, ganha primeira versão no país um mês antes do previsto

Maria Carolina Maia, na Veja

Foi adiantado em um mês o lançamento de Quando Ela Era Boa (tradução de Jorio Dauster, 352 páginas, 59,90 reais), romance lançado por Philip Roth em 1967, nos Estados Unidos, e ainda inédito no Brasil. O livro sai dia 26 de junho pela Companhia das Letras, editora do americano, morto dia 22 de maio, por aqui.

Para quem é atraído pela tese de que Philip Roth era um autor misógino, Quando Ela Era Boa pode interessar: o título é o único do escritor protagonizado por uma mulher, Lucy Nelson, que viu seu pai, um alcoólatra, ser preso quando era criança e então decidiu romper com a chamada vida pequeno-burguesa em uma pequena e provinciana cidade do Meio-Oeste americano, nos anos 1940.

Traumatizada pela experiência com o pai e convencida de que a “bondade” é uma doença, Lucy se dedica a transformar os homens à sua volta, como o mimado marido Roy, em uma missão que, no limite, pode representar sua própria ruína.

Malala Yousafzai anuncia livro sobre refugiados

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Foto: Divulgação

Romance deve ser lançado em setembro nos Estados Unidos

Publicado no Destak Jornal

Depois do sucesso de “Eu sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã”, a paquistanesa anunciou seu segundo livro intitulado “We Are Displaced” (“Estamos deslocados”, em tradução livre). A publicação tem lançamento previsto para o dia 9 de setembro, nos Estados Unidos, pela Little, Brown Books for Young Readers. A informação é da EW.

O livro focará na experiência de pessoas refugiadas e mostrará “como é viver um um mundo completamente diferente do que o único que você já conheceu”. Yousafzai usa sua própria experiência para narrar a história, mas inclui depoimentos de pessoas que conheceu enquanto viajava para campos de refugiados.

Amazon lançará antologia inspirada na obra de Philip K. Dick em janeiro

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Janelle Monae é uma das estrelas do seriado | Foto: Reprodução / CP

Janelle Monae é uma das estrelas do seriado | Foto: Reprodução / CP

“Electric Dreams” terá 10 episódios, cada um inspirado em um conto do escritor

Publicado no Correio do Povo

A Amazon já tem data de estreia para uma antologia de ficção científica inspirada na obra de Philip K. Dick. Conforme informações divulgadas pelo site Deadline, “Electric Dreams” começa a ser transmitida em 12 de janeiro, pelo Amazon Prime Video, nos Estados Unidos, na Alemanha, na Índia, na Itália, no Japão, na Espanha, na Turquia e na América Latina.

De acordo com o que foi divulgado até agora, cada um dos 10 episódios será baseado em um conto do escritor norte-americano – e os capítulos não terão ligação entre si. O elenco terá nomes como Anna Paquin, Benedict Wong, Bryan Cranston, Janelle Monae, Lara Pulver, Richard Madden, Steve Buscemi, Terrence Howard, Timothy Spall e Vera Farmiga.

“Electric Dreams” foi desenvolvida em uma parceria entre a Sony e o Channel 4, a emissora que criou Black Mirror. A Amazon adquiriu os diretos de exibição nos Estados Unidos após a rede AMC sair do processo de desenvolvimento no início deste ano. “Estamos entusiasmados em compartilhar o mundo fantástico de Philip K. Dick”, afirmou Brad Beale, vice-presidente mundial de aquisição de conteúdo da Amazon Prime Video. “Com o gênio criativo combinado por trás desta série, bem como o elenco estelar e locais visivelmente atraentes, cada episódio desta antologia de ficção científica certamente será uma experiência divertida para nossos assinantes”, concluiu, em comunicado.

Philip K. Dick escreveu mais de 50 livros e deixou mudanças profundas no gênero literário ficção científica. Há anos, textos do autor têm servido de inspiração para o cinema, como é o caso de “Blade Runner”, “Minority Report: A Nova Lei” e “O Homem Duplo”, entre outros. A Amazon Prime Video já exibe uma série inspirada na obra de PKD, intitulada “The Man in the High Castle”.

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