Lavvi

Posts tagged Estes

Estes passos podem ajudar quem morre de medo de apresentar trabalho em aula

0

medo-de-falar-em-publico-1482946614219_615x300

 

Reinaldo Polito, no UOL

Se você fica desesperado quando precisa falar diante dos colegas em sala de aula, pode se animar porque essa insegurança tem cura. E o melhor da história é que o remédio é você mesmo. Sim, tudo depende de você. As suas melhores armas para combater o receio de fazer apresentações são sua boa vontade, disciplina e iniciativa.

Pratique bastante

Em primeiro lugar – não fuja das oportunidades para fazer apresentações de trabalhos em sala de aula. Por mais difícil que seja, não caia na tentação de “terceirizar” as apresentações que você poderia fazer. Praticar para ter experiência no uso da palavra em público é uma das atitudes mais importantes para combater o medo.

Quanto mais praticar, exercitar e se familiarizar com a condição de falar para um grupo de pessoas, mais experiência irá adquirir, e esse é um requisito fundamental para que comece a se sentir à vontade para falar em público. Por isso, mesmo que esteja bastante nervoso, enfrente a situação. No futuro você agradecerá a “você mesmo” por essa iniciativa.

Conheça o assunto

Reflita – como você poderá se sentir tranquilo diante dos colegas e do professor se não souber o que vai falar. Estude muito. Saiba muito mais do que for preciso para a exposição que deverá fazer. Se for uma apresentação de meia hora, tenha conteúdo para pelo menos uma hora. Quanto mais dominar o tema, mais seguro irá se sentir.

Para que você tenha domínio do seu conhecimento, para fazer a apresentação é preciso que ele seja antes verbalizado. Pensar é uma coisa. Escrever é outra. Falar é outra, completamente distinta. Quando você escreve, utiliza determinados termos, determinada pontuação, determinado ritmo, determinada sequência.

Quando você fala, os termos não são necessariamente os mesmos, a pontuação obedece outra dinâmica, surge um novo ritmo, até a sequência das ideias sofre transformações. Se você apenas pensar e escrever, não terá exercitado a atividade que desenvolverá ao se apresentar diante da classe – a verbalização.

Por esse motivo, encontre uma forma de verbalizar o que sabe sobre o tema. Só assim o conhecimento será seu para a apresentação. Reúna os colegas de grupo e converse bastante sobre o assunto. Não se preocupe em fazer a apresentação para eles, apenas verbalize as informações.

Se não puder contar com a ajuda de alguém que possa ouvi-lo, fale sozinho em voz alta olhando para a parede. De vez em quando grave um pouco dessa conversa de você com você mesmo. Pegue o celular, ponha no fundo da sala e fale em voz alta. Assim saberá se aqueles que ficarão no fundo da sala durante a apresentação também irão ouvi-lo.

Atenção – nada de tentar decorar palavra por palavra. Tenha apenas a sequência das ideias e fale como se estivesse conversando de maneira animada com um grupo de amigos. As palavras surgirão normalmente, como acontece quando está batendo um papo com as pessoas conhecidas.

Durante esse ensaio fale com voz bem audível, pronunciando corretamente as palavras. Capriche na postura deixando o corpo bem distribuído sobre as duas pernas. Gesticule de forma moderada, sem ficar apertando as mãos, nem com elas nos bolsos ou nas costas. Fale com a cabeça levantada e olhe para os ouvintes hipotéticos que estão à sua frente. Precisará agir assim diante dos colegas.

Organize as ideias

Você só se sentirá seguro se souber o caminho que irá percorrer durante a exposição. Planeje bem os passos que irá dar desde o início até a conclusão. Divida a apresentação em cinco ou seis partes e memorize bem essa sequência. Se ficar com receio de se esquecer, escreva o roteiro em uma folha de papel e a leve com você.

É incrível, mas só pelo fato de saber que se a memória falhar poderá recorrer às suas anotações, você dificilmente se esquecerá. Não caia na tentação de escrever no roteiro palavra por palavra o que irá dizer, mas sim em uma ou duas linhas as ideias que serão apresentadas em cada uma das etapas.

Eleja um tema de apoio

De maneira geral, discorrer apenas sobre o tema deixa a apresentação cansativa e desinteressante. É preciso ter um assunto de apoio para tornar a fala mais atraente. Esse recurso fará com que você se sinta mais à vontade para desenvolver a mensagem. Escolha um assunto de apoio sobre o qual tenha muito domínio.

Você poderá usar a história de um livro, de um filme, da vida de um artista, enfim qualquer assunto que conheça muito bem e que esteja perfeitamente dentro do contexto da apresentação. E essa ação deve ser empreendida de tal forma que nem pareça que você está contando uma história, mas sim ilustrando e reforçando seus argumentos.

Dê uma sequência lógica

Comece cumprimentando. Atenção, você vai falar para colegas de classe e para o professor, pessoas com as quais convive no dia a dia. Portanto, nada de formalidade. Um simples “olá”, ou “pessoal” pode ser suficiente para dirigir respeitosamente a palavra aos ouvintes e chamar a atenção para sua presença na frente do grupo.

Em seguida esclareça em uma ou duas frases, três no máximo, qual o assunto que irá apresentar. Na sequência, apresente o problema que pretende solucionar, ou faça um histórico mostrando como os fatos foram se sucedendo até chegar ao momento atual. Esta é a oportunidade em que irá instruir os ouvintes para que entendam bem sua mensagem.

Chegou o momento de apresentar a mensagem principal. Tudo o que foi preparado você irá aplicar neste instante. Se levantou um problema, agora dará a solução. Se fez um histórico, agora falará do presente. É nesta fase também que lançara mão dos exemplos, fará as comparações, usará as estatísticas e pesquisas, enfim, toda a linha de argumentação de que puder dispor.

Para expor o assunto central do seu trabalho, você poderá organizar as informações no tempo, mostrando as diversas etapas de desenvolvimento do assunto em diferentes momentos. Poderá ainda fazer uma divisão no espaço, dizendo como o tema se apresenta ou se apresentou em distintas localidades.

Por exemplo, no nosso país e em outras nações, ou no nosso estado e em estados diferentes, ou na nossa cidade e em diversas localidades. Para cada uma dessas etapas faça comentários sobre questões econômicas, sociais, políticas, de acordo com a conveniência do assunto. Esses comentários complementares irão arejar a apresentação e torná-la mais interessante.

Finalmente chegou a hora de concluir. Depois de ter contado qual o assunto, apresentado o problema ou feito o histórico, dado a solução ou falado do presente com todos os argumentos é o instante de fazer o fechamento. Para isso, será simples, por exemplo, pedir que reflitam ou aceitem a mensagem que apresentou.

Antes de ficar desesperado porque tem de fazer uma apresentação em sala de aula, reflita sobre essas orientações simples e se prepare com afinco. Seu desempenho será melhor. E à medida que for se apresentando, passará a se sentir cada vez mais confiante e seguro.

Superdicas da semana

*Sua voz precisará ter volume suficiente para ser ouvida pelos ouvintes no fundo da sala
*Cuidado para não falar com voz monótona. Alterne sempre o volume da voz e a velocidade da fala
*Olhe para todos os ouvintes, girando a cabeça e o tronco de um lado para o outro da sala
*A naturalidade deve estar sempre presente nas apresentações
*Diante dos colegas de classe, entretanto, esse cuidado deve ser redobrado

Livros de minha autoria que ajudam a refletir sobre esse tema: “29 Minutos para Falar Bem em Público”, publicado pela Editora Sextante. “Assim é que se Fala”, “Conquistar e Influenciar para se Dar Bem com as Pessoas”, “As Melhores Decisões não Seguem a Maioria” e “Como Falar Corretamente e sem Inibições”, publicados pela Editora Saraiva. “Oratória para líderes religiosos”, publicado pela Editora Planeta.

Livro explica como eram criados os monstros nos mapas antigos

1

Publicado no Seu History

A evolução dos montros marinhos nos mapas medievaisEntre os séculos 10 e 17 os oceanos seriam dominados por seres e criaturas grotescas, de acordo com diversos mapas. Imagine o temor que marinheiros de primeira viagem sentiam ao se aventurar por mares nunca antes navegados, como na época da chegada dos europeus à América ou Ásia. Não é de se duvidar que até pouco tempo antes da épica partida da corte portuguesa para o Brasil, numa viagem que durou quase dois meses (novembro de 1807 a janeiro de 1808), o medo do oceano e seus perigos assombrasse ainda as mentes de muitos dos membros da corte.

Agora, estes monstros marinhos esquecidos nos mapas voltam à vida nas páginas de um novo livro dedicado à análise destas figuras e de seu processo de criação pelos antigos ilustradores. “Sea Monsters on Medieval and Renaissance Maps” (Monstros Marinhos nos Mapas Renascentistas e Medievais, em uma tradução livre), de Chet Van Duzer (British Library, 2013) traça a evolução destas míticas criaturas. A obra aborda como os cartógrafos usavam a arte para ilustrar regiões misteriosas e inexploradas do planeta e seus possíveis perigos.

Livro explica como eram criados os monstros nos mapas antigos  (Crédito: National Library of Sweden, shelfmark KoB 1 ab)

Apesar de uma boa dose de imaginação, muitos destes seres fantásticos são inspirados em animais reais, que ganharam uma versão marinha grotesca. São os casos de serpentes marinhas engolindo barcos, bestas mitológicas, baleias e morsas, estes últimos seres considerados monstros pelos artistas medievais e renascentistas. Também nota-se a presença de polvos gigantes e sereias sedutoras. Os mapas, apesar da presença de monstros, tinham seu valor científico e, de acordo com o autor do livro, em alguns casos as ilustrações das bestas marinhas até aumentavam o seu valor.

Retratos de baleias e outras criaturas tornaram-se mais realísticos no começo do século 17. Depois disso, os navios começaram a ser desenhados exercendo domínio sobre estes seres míticos. Aos poucos, todas estas grotescas criaturas foram varridas dos mapas, mas talvez não da imaginação de quem vive no mar.

Livro explica como eram criados os monstros nos mapas antigos  Crédito: British Library, Add. MS 24065)

Livro explica como eram criados os monstros nos mapas antigos  (Crédito: British Library, Maps.C.2.c.5., map 45)

livro explica como eram criados os monstros marinhos dos mapas antigos (Crédito: Library of Congress)
livro explica como eram criados os monstros marinhos dos mapas antigos (Crédito: National Library of Sweden, shelfmark KoB 1 ab)

 

Imagina na Copa #16 – Projeto Bibliocicleta

0

Mariana Ribeiro, no POP News

Bibliocicleta? Bicicloteca? Biblioteca? Bicicleta? Toin! É, confesso que no começo eu me enrolei um pouco também. E o correto é Bibliocicleta mesmo, segundo o Augusto e seu orientador de TCC…

Foi em Simões Filho, município da região metropolitana de Salvador, que fica a cerca de 25km da capital baiana, que esta história nasceu e se desenvolveu.

A Bibliocicleta é uma tecnologia social desenvolvida a partir de um trabalho de conclusão de curso de Design, na Universidade Federal da Bahia. O Augusto é o responsável por tanta criatividade! Esta história começa com dois pepinos: o primeiro deles, um problema com o primeiro tema escolhido para elaboração do TCC; o segundo, com um contratempo que cancelou os planos que ele tinha para montar uma biblioteca popular em uma casa no Centro da Cidade.

O Augusto sempre foi do tipo de pessoa que quis construir alguma alternativa para tudo aquilo que de certa forma o incomoda. E a história do Augusto é muito ligada com a vivência na cidade e com a carência de experiências culturais. Ele e um grupo de amigos, sempre com esta característica de se incomodar e se mexer para modificar o que poderia ser melhor, estavam pensando em construir algum equipamento cultural em sua cidade. As primeiras ideias estavam ligadas a ter uma sede para amigos artistas se reunirem em um espaço pensado para ser ambiente de criação de novos projetos. De cara eles pensaram em construir um Cinema ou Teatro, mas quando foram colocar o projeto no papel, perceberam que não era o momento e que o investimento financeiro ia além do que eles estavam preparados. Foi daí que surgiu a ideia de se criar uma biblioteca comunitária!

A primeira biblioteca pensada por eles teve o apoio dos amigos na arrecadação de livros. Eles fizeram um chamado para os amigos tirarem os livros empoeirados das prateleiras e doarem para que eles pudessem disponibilizar estes materiais pra mais gente. Eles tinham acabado de conseguir o empréstimo de uma casa (uma casa grande, no centro da cidade, um sonho – como o próprio Augusto nos disse). Mas aí, com cerca de duas ou três semanas que tudo estava caminhando bem, eles precisaram devolver o espaço, a pedido do dono do estabelecimento, que teve um problema pessoal.

Obviamente, eles não desistiram! Com os livros já em mãos, e agora pegando poeira em um outro lugar que não era mais as prateleiras de seus antigos donos, os meninos correram para criar uma solução para aquele problema.

Foi em um processo de criação pelo Design que eles chegaram na solução mágica e itinerante da Bibliocicleta! Depois de muita pesquisa e de encontrar referências incríveis de bibliotecas intinerantes espalhadas pelo mundo, o projeto foi pensado com algumas premissas: ser facilmente replicável; usar recursos humanos disponíveis; reutilizar ou reciclar materiais disponíveis; ser de baixíssimo custo de implementação.

No primeiro modelo da Bibliocicleta foi desenvolvido um carrinho para ser conectado na parte traseira da bicicleta, assim eles não precisariam de fazer adaptações na bike. O material escolhido para fazer o carrinho foi o PVC, por uma série de motivos: ele é super flexível e tem os mais diversos tipos de conectores disponíveis no mercado, assim é possível desenhar quase todo tipo de formas geométricas com ele, sem muita dificuldade; é super barato e facilmente encontrado em sobras de obras e reformas; é leve e não requer grandes ferramentas ou habilidades para manusear etc.

Bicicleta adaptada e livros arrecadados? “Bora” pras ruas! Chegou a hora de levar os livros para ganharem novos donos. A galera sempre escolhe locais públicos para levarem os livros. Normalmente, praça, escolas ou campos de futebol. Regiões onde há mais crianças e adolescentes costumam fazer mais sucesso, mas o público do projeto não é só este, eles atendem a todas as faixas etárias e enchem a cabeça de crianças e adultos com histórias incríveis! O Augusto estava nos contando que chega a doar 150 livros por saída (e, olha, você acha que ele passa o dia todo embaixo do sol? É nada! A gente presenciou. No dia em que estávamos com ele, foram doados cerca de 100 livros em menos de uma hora!).

Depois de implantado, o projeto começou a ter um reconhecimento orgânico incrível. Uma série de pessoas procurou o Augusto para saber mais do projeto e ele acabou ganhando voz para falar do projeto em espaços como TEDx e na Bienal Brasileira de Design! Foi aí que eles enxergaram uma boa oportunidade de replicar o projeto e foi com recurso de um edital do Ministério da Cultura, que estava buscando projeto de incentivo à leitura, que eles desenvolveram a Metodologia e promoveram Oficinas para replicação do projeto. Hoje, o projeto já ganhou muito mais regiões e por ser muito bem pensado para ser facilmente replicado vem evoluindo super rápido!

Se liguem em mais informações:

> Algumas Bibliocicletas replicadas:

> Jequié

> Coroa da Lagoa

> Algumas referências utilizadas no processo de construção da Bibliocicleta baiana:

> Bibliobus

> Bibliomula

> Biblioburro

Galeria de fotos:

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O uso da bicicleta pelo mundo:

 

 

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

dica do Jarbas Aragão

Likebook transforma a vida social num livro para a vida

0

A ideia teve origem em 2010 em França e agora já chega a todo o mundo. Se tem um gosto especial pela vida social que desenvolve, peça a impressão de um livro com todas as suas atividades.

Publicado no Sapo

Likebook

A vida social é para muitas pessoas uma das partes fundamentais do dia a dia. A evolução dos tempos trouxe novas formas de socialização, mas nem por isso a importância da convivência e da partilha com os outros perdeu força. Antes pelo contrário, como comprovam os mais de mil milhões de utilizadores do Facebook.

A pensar no sucesso e nas interações que se desenrolam na rede social existe o Likebook, uma empresa que transforma o perfil de uma pessoa na rede social num livro personalizado. A ideia partiu de um empreendedor francês que decidiu exportar estes livros pessoais para todo o mundo.

Atualmente a empresa tem seis funcionários e três centros de impressão que permitem entregar estes livros em qualquer parte do mundo. Aos utilizadores basta associar a conta de Facebook à aplicação da Likebook e personalizar os elementos que vão ser a fronte do livro.

Os internautas podem criar um Likebook próprio ou criar um para um amigo. O preço começa nos dez euros e a empresa garante que a entrega é gratuita.

 

Adolescente cria imagens surrealistas com efeitos de edição

1

Zev Hoover, de 14 anos, criou série de fotos que lembram contos infantis
Imagens mostram contraste entre tamanho da pessoa e de outros elementos

Zev Hoover, de 14 anos, cria imagens surreais em seu projeto de fotografia “Little folk” Reprodução de internet / Fiddle Oak

Zev Hoover, de 14 anos, cria imagens surreais em seu projeto de fotografia “Little folk” Reprodução de internet / Fiddle Oak

Publicado em O Globo

RIO – Esta imagem parece ter sido extraída de um livro de contos infantis, mas é, na verdade, uma montagem com fotografias. O criador dessa e de outras fantásticas montagens é o americano Zev Hoover, de 14 anos. O adolescente da cidade de Natick, em Massachusetts, criou a série “Little folk” (ou Gente pequena, em tradução livre para português), na qual trabalha desde agosto de 2011 com a colaboração de sua irmã, Nellie, de 18 anos.

Para criar suas fotos surrealistas, ele brinca em programas de edição com a proporção de tamanho. É possível perceber pela grandeza dos elementos das imagens em comparação com as – pequenas – pessoas. Basta ver como o próprio Zev aparece nas imagens: montar uma torre de baralhos sendo da altura das cartas, voar segurando duas penas enormes em cada braço, ou estar na companhia de outra pessoa em um barco, feito com palitos de sorvete e uma folha, iluminado apenas por uma vela.

Em seu blog pessoal, o adolescente mostra o making off das imagens. Por exemplo, a imagem na qual voa em um avião de papel foi feita em algumas etapas. Os aviõezinhos foram presos em fios, e estes colados em uma placa de isopor (que, segundo ele, é um difusor que cria uma luz agradável nos objetos). As fotos foram tiradas com uma lente “tilt and shift” – na qual cenários reais parecem miniaturas ou maquetes. Com a ajuda do irmão, Zev fotografou as pernas e depois a parte de cima do corpo.

 

1 2 3 4 5

O resultado do trabalho pode ser visto em sua conta no Flickr.

Go to Top