Vitrali Moema

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Em vídeo ao estilo LEGO, Bill Gates revela os cinco melhores livros que leu em 2014

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Publicado por TudoCelular

Ler é uma das melhores formas de diversão, a maioria das pessoas adora pegar um bom livro e aproveitar horas, seja no mundo da fantasia, dos estudos, ou até mesmo da história. Você já imaginou o que os famosos leem? Melhor ainda, já imaginou o que Bill Gates guarda na sua estante de livros?

Gates revelou nesta última segunda-feira (8/12) uma lista com cinco livros, compartilhando e indicando as melhores obras do ano. Até o momento mais de 107 mil pessoas visualizaram o vídeo e guardaram as dicas de Bill.

O fundador da Microsoft revelou quais livros estão na sua lista de melhores leituras de 2014, no vídeo ele mostra suas preferências do ano que está acabando, e da forma mais estilosa do mundo, em uma animação em lego.

Uma das grandes obras indicadas é “Business Adventures”, de John Brooks, livro publicado em 1969 e segundo Gates, é um dos melhores livros sobre negócios que ele já leu em toda sua vida. Ou seja, se o dono de uma das maiores empresas do mundo está indicando, é porque deve ser minimamente bom.

Na lista também há “O Capital do Século XXI”, de Thomas Piketty, “How Asia Works”, de Joe Studwell, “Making the Modern World: Materials and Dematerialization”, de Vaclav Smil, e “The Rosie Effect”, de Graeme Simsion.

No caso da obra “The Rosie Effect”, de Graeme Simsion, Bill Gates recebeu uma cópia antes mesmo do livro ser publicado, revelou que a leitura é divertida e que os leitores conhecerão um pouco mais sobre genética. Em seu blog ele faz comentários sobre cada um dos títulos indicados.

Escutar jazz enquanto estuda. Já tentou?

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Jazz

Angélica Weise, no Brasil Post

Já é quase o fim do expediente e eu vou pra casa. Por lá me esperaram alguns livros básicos para a leitura do mestrado. Mas para descontrair com as leituras que são pesadas escuto jazz. É um ritual que tenho feito há algum tempo e vejo que tem dado certo. Não é apenas a compreensão mais prazerosa da leitura, e sim as pesquisas apontam que escutar música durante o estudo melhora o aprendizado. Segundo uma pesquisa britânica, ao escutar música durante o estudo ela pode beneficiar o seu desempenho, mas tudo depende – é claro – da música.

Ainda de acordo com essa análise, as músicas clássicas foram as mais benéficas e com o melhor resultado. E não para por aí: um estudo apresentado no Congresso Anual da Sociologia Europeia de Cardiologia de Amsterdã garante que ouvir música faz bem ao coração. Aí você pensa: esse “blá blá já ouvi falar, não é novidade”. Mas segundo a pesquisa, ouvindo música a pessoa pode melhorar a saúde do coração. Não é fantástico?

Os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que durante o ano, mais de 17 milhões de pessoas morrem no mundo de doenças cardiovasculares. Agora você percebe o quão faz bem escutar música? Mas não era apenas do benefício da música em nossa vida que gostaria de explorar por aqui. Quero vos falar do jazz. Desse som que eu já havia escutado em lanchonetes, cafeterias e bares, mas que não busquei conhecer mais. Passado algum tempinho escutei novamente e aí chegou a vez de ir a fundo e curtir.

O jazz, pra quem não conhece, é um estilo musical que surgiu em Nova Orleans entre 1890 e 1910. É marcado pela improvisação, o swing e os ritmos lineares. Os nomes mais conhecidos desse estilo são de Miles Davis e John Coltrane. Você pode escutar jazz enquanto estuda, toma um café, namora. O jazz é oportuno, vai ao seu encontro. É clássico. Faz bem a saúde e as pesquisas comprovam. Escute música, seja ela qual for e o estilo que for, apenas escute.

E em relação ao jazz, o que interessa é escutar, desfrutar desse som que alegra a alma, aquieta os pensamentos e aflora os sentimentos. E viva, o jazz!

Aqui você encontra 100 músicas de jazz para escutar à vontade!

32 livros no estilo “qualquer coisa e a filosofia”

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Charles Andrade Santana no Charlezine

O estudante de filosofia Luís Gustavo Guadalupe Silveira (USP) publicou no Facebook uma lista que ele mesmo fez durante visita a uma livraria de Uberlândia-MG. Vasculhando a sessão “Filosofia” nas prateleiras, ele encontrou 15 títulos de livros sobre a cultura pop terminando com a expressão “e a Filosofia”. Bandas, filmes, séries de TV… É incrível a quantidade de porcaria que consegue vender fazendo associações baratas com a filosofia (calma aí, não estou dizendo que todas as bandas, filmes e séries citadas são “porcaria”, mas sim os livros que levam seus nomes no título). Com uma pesquisa rápida no Google, confirmei que ele não estava inventando: todos os títulos estão realmente à venda no Brasil. E ainda aumentei a lista para mais de 30 títulos! Haja mala querendo ganhar dinheiro em cima da reputação séria da filosofia! Veja abaixo as capas e, logo em seguida, a lista de títulos:

bobagem + filosofia                   02                    03                     04

 

05                   06                     07                     08

 

09                 10                     11                     12

 

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25                26                       27                    28

 

29              30                        31                     32

 

BANDAS

U2 e a Filosofia

Metallica e a Filosofia

Os Beatles e a Filosofia

Pink Floyd e a Filosofia

Black Sabbath e a Filosofia

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SÉRIES

Lost e a Filosofia

House e a Filosofia

Seinfeld e a Filosofia

24 Horas e a Filosofia

South Park e a Filosofia

Os Simpsons e a Filosofia

Jogos Vorazes e a Filosofia

The Walking Dead e a Filosofia

The Big Bang Theory e a Filosofia

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FILMES

X-man e a Filosofia

Batman e a Filosofia

O Hobbit e a Filosofia

Star Trek e a Filosofia

Star Wars e a Filosofia

Watchmen e a Filosofia

Crepúsculo e a Filosofia

Harry Potter e a Filosofia

A Paixão de Cristo e a Filosofia

A Família Soprano e a Filosofia

A Guerra dos Tronos e a Filosofia

As Crônicas de Nárnia e a Filosofia

Buffy, a caça vampiros e a Filosofia

Alice no País das Maravilhas e a Filosofia

Garota com Tatuagem de Dragão e a Filosofia

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OUTROS

Jesus e a Filosofia

Hip Hop e a Filosofia

Super-Heróis e a Filosofia

 

dica do Chicco Sal

Concurso Cultural Literário (40)

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Capa O_amor_como_estilo_de vida

LER O TRECHO

“Se pensarmos no amor como um sentimento, ficaremos frustrados quando não pudermos despertá-lo em alguém. Mas quando descobrirmos que o amor é sobretudo uma ação, estaremos prontos para usar as ferramentas em nosso poder para amar melhor.” – Gary Chapman

Não há dúvida: o amor é a principal fonte de realização e felicidade de nossas vidas. Então, por que encontramos tanta dificuldade em dar e receber amor? Por que será que o convívio diário com nossos entes queridos muitas vezes acaba gerando frustração e insatisfação?

O consagrado autor de As cinco linguagens do amor (cinco milhões de exemplares vendidos em todo o mundo) responde a essas questões neste livro. E o faz com a experiência e a sabedoria de um conselheiro matrimonial e familiar que já testemunhou e resolveu milhares de impasses entre parceiros, cônjuges, pais e filhos e amigos.

As perguntas que orientaram sua pesquisa são: O que caracteriza as pessoas capazes de amar e as diferencia das que demonstram pouca consideração com os outros? Como se desenvolvem esses traços de caráter, que se manifestam em atos nas relações amorosas? De que forma incorporá-los para que o amor se torne verdadeiramente um estilo de vida capaz de nos fazer felizes e realizados?

Gary Chapman nos apresenta as sete características das pessoas capazes de amar: gentileza, paciência, capacidade de perdoar, cortesia, humildade, generosidade e honestidade. E o faz mostrando-nos como desenvolver cada um desses traços, que promovem companheirismo, cumplicidade e alegria, até que se incorporem à nossa personalidade e se tornem um estilo de vida.

Reunindo histórias verdadeiras, conselhos inspirados e exercícios simples e práticos, este livro estimula a reflexão sobre nossos comportamentos concretos e mostra como pequenas mudanças de atitude podem tornar os relacionamentos mais gratificantes, trazendo alegria para a nossa vida e a das pessoas que nos cercam e contribuindo para criar um mundo melhor.

“Todos os livros de autoajuda correm o risco do clichê, mas Chapman faz seu material, testado e verdadeiro, parecer original por meio de exemplos cuidadosamente escolhidos de sua prática de aconselhamento e de sua própria vida…”- Publishers Weekly

Amor não é sentimento, amor se traduz em atos concretos. Não adianta dizer “Eu te amo” se nossas ações contradizem nossas palavras.

O amor é a maior fonte de realização do ser humano. No entanto, ao observarmos o que se passa entre casais, familiares e amigos, ficamos perplexos e nos perguntamos: Por que há tanto conflito e desentendimento? O que faz alguns expressarem amor de forma livre, espontânea e generosa, enquanto outros se isolam e não enxergam nada além de suas próprias necessidades? O que as pessoas capazes de amar têm de especial?

De uma forma ou de outra, aqueles que são verdadeiramente amorosos desenvolveram as qualidades de que o autor trata neste livro, fruto de sua experiência de 35 anos como conselheiro matrimonial e familiar. Essas pessoas fizeram do amor autêntico um estilo de vida que se manifesta nas ações simples do cotidiano.

Muito mais do que um sentimento intenso, o amor é uma atitude, um exercício diário que todos podem praticar. Ao ler cada um dos capítulos, você vai se identificar com as situações descritas e se surpreender ao constatar que a todo momento temos uma oportunidade de exercer o amor: cumprimentar sorrindo o vizinho, dar passagem a outro carro, ser tolerante com o erro de um empregado, agradecer a seu parceiro por atos que poderiam parecer banais.

A descrição das sete características fundamentais do amor vai fazer você refletir e se sentir motivado a desenvolvê-las:

Gentileza – Ser amável e delicado mesmo nas situações mais corriqueiras.

Paciência – Aceitar as imperfeições dos outros e as próprias imperfeições.

Capacidade de perdoar – Compreender, aceitar e desapegar-se da raiva.

Cortesia – Ver em cada pessoa um amigo em potencial.

Humildade – Ceder a vez para que alguém possa avançar.

Generosidade – Doar-se aos outros das mais diversas formas.

Honestidade – Revelar quem você realmente é.

Quando descobrirmos o poder de amar o próximo e passarmos a agir em função disso, conseguimos superar emoções negativas e aprendemos a lidar com os problemas que existem em qualquer relação, reconhecendo o valor do outro e alcançando a satisfação e a alegria em todas as áreas da vida.

Vamos sortear 3 exemplares de “O amor como estilo de vida“, de Gary Chapman.

Para concorrer, descreva na área de comentários uma forma de demonstrar amor na vida cotidiana, transformando o mundo num lugar melhor.

O resultado será divulgado dia 9/1/14 às 17h30 neste post e nas nossas redes sociais: @livrosepessoas e fan page.

Se participar pelo Facebook, pfvr deixe um e-mail de contato.

Juntos, vamos tornar o mundo melhor em 2014. 🙂

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Parabéns aos primeiros ganhadores de 2014: Eni SoaresLuciana Maria Dalabona FerreiraErnesto Costs.

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48 horas. =)

O Bocudo ataca novamente

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Jonatan Silva no Paraná Online

“Eles acham que você quer ser Jim Morrisson”, explica Mike Joyce a Morrissey o porquê de a família do baterista rechaçar o cantor. Morrissey articula linha a linha de sua “Autobiography”, lançada no mês passado na Inglaterra e anunciada para abril pela Globo Livros no Brasil, no presente e sem capítulos (ao melhor estilo de Saramago), como se ele ainda vivesse naquele tempo. Mas isso não significa que a afeição que tinha pelos ex-amigos de The Smiths perdure. Por mais que enalteça o talento de Joyce enquanto músico, Moz não coloca véus sobre sua opinião a respeito do caráter do baterista.

Ele fala como se as pessoas que cita não existissem, por isso, não encolhe os ombros ao relatar que Sandie Shaw, uma de suas heroínas, reclamou de ter atingido a posição 27 nas paradas britânicas com o cover de Hand in Glove. “Se a posição 27 é suficiente para você, para mim não é”, disse a cantora, uma espécie de Wanderléia com Rita Lee. Morrissey se restringe a grunhir como resposta.

Tão revelador quanto a confirmação de seu namoro com o fotógrafo Jake Walters, o fatídico momento em que o “eterno ‘eu’ se transformou em ‘nós'”, foi o plano de Morrissey de deixar There is a light that never goes out de fora do “The Queen is dead” – chegando a falar com Johnny Marr a respeito – que apenas riu na cara do (então) amigo. Sua verve ao contar o quanto Geoff Travis, dono na gravadora Rough Trade, que lançou a banda, odiava o The Smiths faz o discurso parecer um desabafo psicanalítico. O maior ranço vem do fato de a Rough Trade nunca ter produzido os singles – e mesmo os álbuns – com um estoque suficiente para que chegassem ao primeiro lugar.

Morrissey é uma alma genuinamente atormentada, ao melhor estilo dostoieviskiano. Um homem que se depara com um fantasma, como ele próprio conta, e mantém uma calma sobre-humana não pode ser real. Mas é. Tão real que a placidez de sua memória não o faz esquecer dois brasileiros: Jean Charles de Menezes, perseguido e morto pela polícia britânica, e a fã cega que sobe ao palco de São Paulo, em 2000, e que, apesar não poder vê-lo, literalmente, o ama.

Morrissey, o desbocado, ataca novamente, não poupa nada e nem ninguém, nem mesmo a notícia aterrado – para muitos fãs – de que chegou a pensar em ter um filho com a amiga (apenas amiga??) Tina Dehghani. Como acreditar que alguém que empunhou a frase “and is there any point ever having children?” como uma espada pode pensar em ter filhos? Entre tantas contradições, Morrissey ainda se revela brilhante e relevante em sua “Autobiography” – uma mistura perfeita entre a confusão da verdade e da ficção.

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