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Your Name | Verus Editora lançará livro em versão física e digital

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Publicado no Trecobox

A Verus Editora (selo do Grupo Editorial Record) lancará o título Your Name, de Makoto Shinkai, em versão física e digital. O produto encontra-se em pré-venda na Amazon BR.

A versão digital estará disponível a partir de 15 de outubro ao preço de R$ 22,90 e a versão física a partir de 21 de outubro ao preço de R$ 29,90.

O livro físico terá o formato 14 x 21 cm, com um total de 192 páginas e tradução de Karen Kazumi Hayashida (a mesma tradutora do mangá).

Sinopse oficial: Mitsuha é uma estudante que vive em uma pequena cidade nas montanhas. Apesar de sua vida tranquila, ela sempre se sentiu atraída pelo cotidiano das grandes cidades. Um dia, Mitsuha tem um sonho estranho em que se torna um garoto. No sonho, ela acorda em um quarto que não é dela, tem amigos que nunca viu e passeia por Tóquio. E assim aproveita ao máximo seu dia na cidade grande, onde ela adoraria viver.

Curiosamente, um estudante chamado Taki, que mora em Tóquio, também tem um sonho estranho: ele é uma garota que mora em uma cidadezinha nas montanhas. Qual é o segredo por trás desses sonhos tão vívidos?

Assim começa a fascinante história de dois jovens cujos caminhos nunca deveriam ter se cruzado. Compartilhando corpos, relacionamentos e vidas, eles se tornam inextricavelmente ligados — mas há conexões verdadeiramente indestrutíveis na grande tapeçaria do destino?

O filme Your Name foi lançado originalmente em 2016. Com direção do aclamado diretor Makoto Shinkai, o longa fez um estrondoso sucesso ao redor do mundo e tornou-se a maior bilheteria da história do Japão.

Em 2017, a Editora JBC lançou a versão em mangá de Your Name em um total de três volumes.

Atualmente, o filme encontra-se disponível no catálogo da Netflix.

Aos 86 anos, estudante do DF termina 2ª graduação e faz planos: ‘Já estou na pós’

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Amélia Diniz, aos 86 anos, concluiu, esta semana, a segunda graduação (Foto: Marília Marques/G1)

Amélia Diniz é formada em filosofia e concluiu curso superior de teologia. ‘Quero aproveitar a vida da melhor maneira que eu puder’, diz.

Marília Marques, no G1

Aos 86 anos, a aposentada Amélia Diniz exibe com orgulho a pilha de livros e cadernos preenchidos com o capricho típico de uma aluna aplicada. A estudante está prestes a se formar em teologia, a segunda faculdade concluída após um intervalo de mais de 60 anos. A formatura será nesta quarta-feira (21) em Brasília.

Antes mesmo de pegar o diploma, a idosa já decidiu os próximos passos. Amélia, que também exerce os papéis de mãe, avó e bisavó, se matriculou em uma pós-graduação noturna e agora pretende voltar às salas de aula pelo menos duas vezes na semana.

Um dia antes da tão sonhada formatura, Amélia recebeu o G1 em sua casa. À reportagem, ela contou que sempre se dedicou aos estudos e foi aprovada com a nota 9,5 no Trabalho de Conclusão do Curso, o “temido TCC”, brinca. O tema escolhido para o artigo foi a relação entre o Papa Francisco e a Igreja Católica.

Amélia conta ainda que no início do TCC escreveu grande parte do texto à mão, em folhas de papel. Mas mesmo sem dominar o uso do computador acabou optando por trocar o meio analógico pela tecnologia.

64 anos depois…

A decisão de prestar vestibular, depois de 64 anos sem estudar, veio após a morte do marido. Amélia já era formada em filosofia, curso que fez no Rio de Janeiro em 1950. Naquela época, a primeira opção, segundo a bisavó, era estudar matemática, mas por decisão do pai, teve que abrir mão da área de exatas.

Antes de escolher voltar a estudar, Amélia diz que a rotina em casa era dividida entre desafios de lógica – sudoku – e jogo de buraco no tablet. “Não rendia nada.” A inscrição no vestibular – há quatro anos – foi feita sem o conhecimento de nenhum dos sete filhos. “Só contei para minha irmã.”

“Quando meus filhos chegavam para me visitar, eu jogava os livros embaixo da mesa.”

Amélia diz que estudou “o suficiente” para conquistar a aprovação. “Tinha medo de não ser aprovada, mas no dia do vestibular, minhas filhas chegaram em casa e tive que pedir que me levassem para fazer a prova”, conta.

Aos 86 anos, Amélia concluiu curso de graduação em teologia (Foto: Marília Marques/G1)

O vestibular

Sorrindo, a teóloga recém-formada conta que fez a prova do vestibular confiante. “Esperava que poderia passar”. Amélia também contou com uma forcinha dos céus. A aposentada confessa que ao saber da aprovação, fez uma novena à Nossa Senhora e, na promessa, pediu saúde e disposição para concluir os quatro anos de estudo.

“Talvez Ela [Nossa Senhora] tenha vacilado um pouco com a minha saúde”, brinca ao dizer que convive com tonturas frequentes. “Mas os professores foram 100% comigo. Meus colegas eram atenciosíssimos e sempre chegavam com um cafezinho e copo d’água”, diz.

“Passei muito tempo dedicada à faculdade, não fazia outra coisa de tarde. Só interrompia quando meus filhos chegavam, porque nunca deixei que o estudo prejudicasse meu relacionamento com eles”, conta orgulhosa.

Inspiração

Na família, Amélia é vista com uma inspiração. Renata Diniz, uma das 14 netas da aposentada, diz que a avó é “muito aplicada” e foi uma excelente aluna na graduação. “Sei que ela era muito elogiada.”

Ao G1, a servidora pública afirma, no entanto, que apesar da extrema de dedicação da avó, Amélia nunca deixou de receber a família no tradicional almoço de domingo.”Em época de prova ela vivia cansada, do tanto que estudava, mas sempre encontrava tempo”, relata.

Já formada, Amélia agora diz que aconselha às amigas a dar continuidade aos estudos.

Com 10 anos, estudante de Teresina já leu quase 400 livros e vira escritora

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Menina de 9 anos escreve livro e já leu quase 400 e incentiva até sua mãe à leitura

Menina de 9 anos escreve livro e já leu quase 400 e incentiva até sua mãe à leitura

Edelani já começou a produzir o segundo livro enquanto família busca apoio para publicar o primeiro trabalho da menina. Carreira de escritora começou aos 8 anos.

Publicado no G1

A estudante de escola pública em Teresina, Edelani Silva, já leu quase 400 livros ao longo dos seus 10 anos de idade. Além disso, a garota também escreveu um livro inspirado nas histórias que conheceu no mundo da literatura.

“Eu li muitos livros e juntei tudo em um só. O Aladin, os contos de fadas e muitos outros estão neste livro”, explica Edelani ao falar sobre seu primeiro livro “A bolinha mágica”, que ela começou a idealizar e escrever aos 8 anos.

Enquanto Edelani trabalha na primeira poesia do segundo livro, sua família está em busca de apoio para publicar o primeiro trabalho da menina. O pai dela, um dos maiores incentivadores, contou que pegava livros emprestados na biblioteca para as filhas lessem.

“Eu fui uma pessoa que estudou muito pouco. O que eu sempre digo para minhas filhas é ‘estudar, estudar, estudar’. Porque se com o estudo está difícil, imagina sem o estudo”, disse Deusenir da Silva.

A mãe de Edelani, afirmou que sempre promoveu o hábito da leitura na filha. “Ler é muito bom. Você conhece mais o mundo. Quem gosta de lê, gosta de estudar”, disse Terezinha de Jesus.

A irmã da menina, Eusenir Araújo, de 14 anos, relatou que Edelani pegava seus livros escondidos para ler. “Eu não sabia que ela poderia passar de mim na leitura, comigo sendo mais velha. Achei bonito”, afirmou a adolescente.

Professor afirma que menina é excepcional para idade

De acordo com o professor e escritor Luiz Romero, um leitor em nível básico deveria ler ao longo de toda vida pelo menos um livro por mês, assim, aos 75 anos, a pessoa terá lido uma média de 900 livros.

“As escolas públicas tem seus alunos prodígios e ela é um”, disse o professor. Para ele, a garota precisa ser incentivada a continuar o hábito da leitura e da escrita. Para isso, o professor defende a publicação do livro de Edelani.

Professor Luiz Romero orienta menina escritora (Foto: Reprodução / TV Clube)

Professor Luiz Romero orienta menina escritora (Foto: Reprodução / TV Clube)

“Temos casos de alunos que de pequenos começam a produzir e a ler que chegam aos 20 anos já tendo lido cerca de 900 livros ou até mil livros. Não é um absurdo, é uma proposta boa”, ressaltou o professor.

A menina garante ler pelo menos a metade dos livros previstos pelo professor. “Como eu já li 375 livros, acho que aos meus 20 anos já vou ter lido mais de 500”, apostou Edelani.

Desaparecimento de estudante no Acre pode estar envolvido em marketing para venda de livros

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Publicado na Folha Nobre

Em cumprimento a um mandado de busca e apreensão nesta quarta-feira, 31, na casa de Marcelo Ferreira, no bairro Pedro Roseno, amigo de Bruno Borges, o estudante desparecido desde o dia 27 de março deste ano, agentes da Polícia Civil encontraram um contrato registrado em cartório que comprova que houve uma ação planejada em torno do desaparecimento do acadêmico de Psicologia da Uninorte. O plano seria promover a venda e repartir o lucro entre o autor da obra [Bruno], Márcio Gaiote, que já prestou depoimento à polícia, e Marcelo. Na residência, agentes também encontraram uma porção de maconha.

O contrato foi assinado no dia 10 de março, 17 dias antes do desaparecimento de Bruno Borges.

O delegado Alcino Júnior informou que as buscas tiveram como objetivo informações não só “quanto a localização do Bruno, mas como a documentos que viesse a trazer informação sobre os livros que foram deixados. A forma como o Bruno desapareceu pudesse se tratar de um plano de marketing bolado por ele próprio e por pessoas que o circulavam. Essas pessoas são: Márcio Gaiote, que hoje se encontra fora do estado, e Marcelo Ferreira, que ajudou ele a escrever no teto, todo aquele quarto lá onde acabou tendo a divulgação toda daquele material e os livros também”.
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A polícia continua as investigações. O Delegado lembrou que a “Polícia Civil tem a obrigação também de fazer essa busca por desaparecidos, é uma atribuição nossa”, e acrescentou: “A gente vai verificar cada ponto em que houve uma comunicação da família, do desaparecimento, até que ponto esses contratos geraram que tipo de gastos, e verificar que consequência isso teve”.

Sobre Bruno Borges o delegado disse que “acredita que dentro desse planejamento, ele esteja aguardando essa publicação pra atingir o objetivo que era a venda desses livros”.
Fonte:Ac 24 horas

Estudante descobre sozinha desvio de bolsas dentro de universidade

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(FOTO: WIKIPEDIA/MORIO)

(FOTO: WIKIPEDIA/MORIO)

 

Júlio Viana, na Galileu

Uma estudante de jornalismo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) descobriu sozinha um sistema que desviava dinheiro destinado a bolsas universitárias. Débora Sögur Hous, de 25 anos, iniciou sua pesquisa no final de 2014, utilizando os dados disponibilizados no portal de transparência da universidade, e passou, em janeiro, as informações coletadas para o jornal Gazeta do Povo, de Curitiba.

A operação, batizada de Research (“pesquisa” em inglês), foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) no dia 15 de fevereiro e já prendeu 27 pessoas suspeitas de participarem do esquema que, segundo a PF, o TCU e a Controladoria-Geral da União chegou a desviar quase 7,3 milhões de reais em recursos para bolsas.

Os desvios teriam ocorrido entre os anos de 2013 e 2016. A polícia e o TCU chegaram a classificar como grosseiras as ilegalidades ocorridas na receita da universidade. A UFPR afirma, porém, que já havia inciado as apurações assim que o TCU encaminhou as denúncias para a instituição, em outubro.

Esquema revelado
Débora passou pelo menos dois anos entrando no site da UFPR, tentando entender os números ali apresentados. Tudo começou quando ela fazia parte do centro acadêmico da faculdade. A estudante entrou no sistema pela primeira vez, no fim de 2014, em busca de informações sobre a remuneração de um professor que não estava dando aulas. Interessada, ela começou a explorar o sistema e acabou parando na aba de discriminação de bolsas-auxílio, para monitorar o próprio recebimento de benefício.

Ela explica que demorou um pouco para entender como o esquema de pagamentos era feito. Mas conseguiu compreender, baseando-se na própria experiência, que os depósitos eram sempre feitos ao mesmo tempo. Ou seja, uma bolsa-auxílio para estudantes de 400 reais, por exemplo, era sempre dada para mil a duas mil pessoas de uma só vez.

Débora notou, porém, que alguns benefícios de valor anormal eram pagos apenas para algumas pessoas em particular. Alguns chegavam ao valor de 14 a 17 mil reais por mês, sendo que a maioria das bolsas para estudantes ou pesquisadores chegava no máximo a dois mil reais. Foi quando ela ficou curiosa e iniciou as investigações.

“A princípio, eu não encarava aquilo como irregularidade. Eu imaginava que era algo do serviço público, algum tipo de erro”, explica Débora à GALILEU. Ela começou então a verificar os nomes das pessoas que recebiam os benefícios. Alguns realmente possuíam pesquisas, mas outros nada tinham a ver com a UFPR.

Débora então foi atrás dessas pessoas, buscando-as no Google e no Facebook. Foi nessas pesquisas que começou a comprovar cada vez mais que algo estava errado. Alguns dos investigados não viviam no Paraná, outros não tinham ensino superior. O mais curioso porém era a ligação que alguns deles pareciam ter. “Fui olhando e percebendo algumas conexões familiares ou de amizade. Pessoas que eram amigas uma das outras, comentavam nas fotos e tudo o mais”, conta ela.

Para se certificar de que os nomes constados não eram simples erros do portal, mas recebiam, sim, os benefícios da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Débora solicitou à universidade uma relação dos nomes dos bolsistas entre 2011 e 2015. A UFPR negou o pedido, afirmando que a informação era de cunho privado.

A estudante então fez um recurso no portal e-SIC, o Sistema Eletônico do Serviço de Informação ao Cidadão, onde qualquer pessoa pode solicitar dados sobre o poder público. O pedido foi encaminhado à CAPES, que aceitou a requisição. “Eles consideraram a informação como pública e me passaram a relação de todos os bolsistas. Eu bati com o portal e eram os mesmos nomes. Isso me confirmou que não eram pesquisadores recebendo o auxílio”, explica Débora.

Então, a estudante de jornalismo tentou traçar como a verba podia ter chegado em tais pessoas. Foi quando ela chegou na Pró-Reitoria de Pós Graduação da universidade. Mais especificamente, na chefe da unidade de controle e execução orçamentária, Conceição Abadia de Abreu Mendonça, uma das indicadas pela operação. Ela notou que alguns dos nomes marcados como beneficiados pelas bolsas eram amigos dela no Facebook, alguns inclusive comentavam em suas fotos.

Só mais para frente, ela entenderia a relação real entre aquelas pessoas. Após chegar a 30 nomes suspeitos, Débora percebeu que não conseguiria tocar a investigação a fundo sem ajuda. Por isso, foi até a Gazeta do Povo. Lá, a redação fez um trabalho exaustivo de rechecagem, que apenas confirmou as informações obtidas por Débora.

Segundo o jornal, alguns dos beneficiados sabiam da origem do dinheiro. Outros, porém, diziam não fazer ideia do que estava acontecendo. A hipótese é de que a funcionária, além de repassar o dinheiro, também usava o sistema para pagar comerciantes e prestadores de serviço.

A operação porém, seria desfraldada um pouco antes da reportagem da Gazeta do Povo ser publicada. Segundo a universidade, o TCU já havia encaminhado as denúncias sobre as irregularidades em outubro, levando a instituição a ativar a polícia em dezembro. Segundo Débora, faltava pouco para o término das apurações quando a PF inciou a operação, no dia 15.

Débora afirma que os cursos que fez a ajudaram bastante a conseguir entender o processo de busca e organização de dados. Principalmente na questão de reivindicação de informação. “Mesmo com a Lei de Acesso à Informação, aprendi que aqui nada é realmente transparente a não ser que você peça. Aprendi, portanto, como abrir recursos e argumentar o porquê de algo não ser de informação privada” diz.

Segundo ela, a quantidade de dados públicos é imensa, mas não há pessoas o suficiente para verificá-los, o que leva a casos como esse. “O desvio pode ser óbvio mas na verdade não é. Neste exato meomento existem milhares de dados e números em milhares de bancos de orgãos publicos. Está tudo lá, o problema é quem vai olha-los e tirar algo deles”, coclui Débora.

(com supervisão de Nathan Fernandes)

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