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Veja como absorver os conteúdos sem precisar decorar: 5 técnicas para aprender de verdade

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Publicado no Amo Direito

Durante o ano letivo, os estudantes têm que lidar com uma série de conteúdos, seja na escola ou no cursinho. Nem sempre o grau de afinidade com todas as matérias é o mesmo: alguns alunos dão preferência à área de Exatas, já outros a de Humanas, por exemplo. Contudo, é preciso estar por dentro de todos os assuntos, principalmente durante o ano de vestibular. Para isso, apenas decorar fórmulas prontas não é o suficiente: o aluno deve compreender de fato o que está estudando, sabendo aplicar o conhecimento em qualquer situação.

Sabendo disso, separamos 5 técnicas de estudo para aprender de verdade. Confira abaixo:

1 – Questione
Uma boa estratégia para ver se entendeu realmente um assunto é questioná-lo, construindo a sua própria opinião sobre o conteúdo em questão. Em disciplinas da área de Humanas ou em Atualidades, isso pode ser bastante eficiente.

2 – Faça gravações
Gravar os conteúdos, seja a voz do professor durante a aula ou com a sua própria voz, pode ajudar bastante durante os estudos. Isso porque, ao retomar o assunto na gravação, você pode identificar quais foram os tópicos que não ficaram claros, para depois tirar as suas dúvidas. Uma outra dica é gravar as suas próprias observações pessoais a respeito da matéria.

3 – Proponha desafios
Na hora de estudar, experimente desafiar a si mesmo ou aos colegas. Você pode propor a resolução de um exercício diferente, com um maior grau de dificuldade, para que vocês treinem a capacidade de raciocínio e de trabalhar sob pressão, por exemplo. Essa pode ser uma atividade bastante divertida e motivadora.

4 – Explique e interprete os conteúdos
Não basta apenas memorizar o significado dos conteúdos. Procure explicar a um colega ou ao professor a sua própria interpretação sobre determinado assunto. Explique o que o levou a chegar nessa conclusão.

5 – Compare conteúdos diferentes
É interessante ter o hábito de estabelecer relações entre diferentes assuntos. Afinal, algumas vezes, eles podem apresentar muitas ligações entre si, facilitando o seu aprendizado.

Fonte: Universia Brasil

Aprenda a forma certa de estudar ouvindo música, ela pode melhorar muito a sua concentração!

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Música

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Estudar ouvindo música pode melhorar muito a sua concentração. Para isso, é necessário que seja feito da forma correta. Confira algumas dicas para chegar melhor no seu formato.

Cada pessoa tem a sua própria técnica para estudar: alguns preferem estudar sozinhos, em lugares silenciosos, outros gostam de estudar em grupos e há quem prefira revisar o conteúdo ouvindo música. Caso o seu método se encaixe a esse último, saiba que existem atitudes que devem ser tomadas para que a música realmente melhore a sua concentração.

Primeiramente, lembre-se que você está estudando, e não num show. Assim sendo, escute músicas num volume baixo ou médio, que não vá atrapalhar a sua concentração. A ideia é que você coloque um som que torne o seu ambiente de estudos mais tranquilo.

Quanto ao gênero musical, não há um consenso: muito se fala sobre a música clássica ou instrumental ser perfeita para manter o foco. Há quem discorde afirmando que sente sono ou preguiça ao ouvi-las. Cabe a você fazer testes com vários estilos diferentes e descobrir qual é a melhor opção.

Se você escolher poucas músicas, provavelmente, terá que interromper seus estudos várias vezes para selecionar novas canções prejudicando a sua linha de raciocínio. Para evitar que isso aconteça, crie playlists e deixe-as tocando ininterruptamente. A dica é criar listas que durem um tempo calculado, assim você saberá a hora de fazer uma pausa.

Portanto, na próxima vez em que você for estudar ouvindo músicas, lembre-se de seguir essas dicas e perceba o impacto delas na sua concentração.

Fonte: noticias universia

Harvard terá curso de história baseado em Game of Thrones

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João Abbade, no Jovem Nerd

Agora você pode aprofundar seus conhecimentos no mundo de Westeros na própria universidade de Harvard. O curso será chamado “O Verdadeiro Game of Thrones: Dos mitos modernos aos modelos medievais” começará a ser lecionado nos meses finais de 2017.

O curso vai se basear na forma como o folclore dos livros e da série adapta a cultura medieval da Eurasia, além de se apoiar em arquétipos usados como “o rei”, “a boa esposa”, “o segundo filho” e “o aventureiro”, para fazer analogias históricas com literatura, história, lendas e religião. De acordo com a revista TIME, os professores do curso serão Sean Gilsdorf, que é historiador medieval, e Racha Kirakosian, que se especializa no estudo das religiões.

Gilsdorf diz que “Game of Thrones dramatiza muito bem algumas coisas do campo medieval” e destaca as intrigas entre a rainha e as mulheres que se casaram com seus filhos. Já Kirakosian exemplifica as ligações do curso dizendo que o arquétipo de “rainha vingativa” pode ser visto tanto em Cersei, quanto em Kriemhild, personagem do livro Canção dos Nibelungos que dá uma ideia das rivalidades entre as famílias.

O curso está sendo classificado como de um nível introdutório e os estudiosos esperam que ele sirva como uma “ferramenta de recrutamento” para os estudos medievais.

A professora diz que quando explicava algum conceito ouvia ouvia seus alunos dizerem: “Então era igual Game of Thrones” e decidiu unir o útil ao agradável.

Descubra como revisar o conteúdo das matérias antes de uma prova de maneira mais eficiente

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Prova

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Fazer uma boa revisão antes de uma prova é importante estratégia para obter um bom resultado. Descubra como revisar o conteúdo de maneira eficaz.

Independentemente da maneira como você prefere estudar, a revisão de conteúdo é a maneira ideal para se preparar para a prova. Por isso, é importante que você preste atenção a como você costuma revisar a matéria e conheça estratégias para melhorar suas revisões.

Segundo o jornal The Guardian, o primeiro passo para melhorar os seus estudos antes de uma prova é entendendo como o seu cérebro funciona. Quando você estuda os neurônios fazem mais conexões e estimulam uma área chamada hipocampo – estrutura responsável pela memória. Entretanto, nem todas as informações são registradas por essa área: algumas delas são simplesmente perdidas. E agora, como contornar isso?

Uma das maneiras mais comuns de estimular a memorização de um conteúdo no hipocampo é pela repetição. Se você precisa decorar a anatomia de uma árvore para a aula de biologia, por exemplo, comece a repetir várias vezes as suas partes. Ao longo do dia, faça exercícios para recordar esses nomes e os escreva em uma folha de papel.

Outra técnica que pode ser utilizada é a repetição espaçada, ou seja, o ato de repetir um conteúdo estudado em períodos diferentes. Ao aprender uma nova informação, você deve estudá-la no mesmo dia. Depois, estudar novamente depois de alguns dias. Após isso, estudar mais uma vez após semanas. Estimular o seu hipocampo a recuperar essa informação em tempos espaçados faz com ela esteja mais registrada na memória e seja dificilmente esquecida.

Além disso, o The Guardian frisa que o hipocampo precisa de atenção e foco para conseguir memorizar uma informação. Ao dar atenção exclusiva a um único assunto, o cérebro entende que aquele momento é importante e, por isso, deve ser memorizado. Por isso, quando você estudar uma matéria difícil, evite mexer no celular ou escutar música. Seu cérebro deve estar totalmente focado nos estudos para que você memorize o conteúdo.

Os descansos também são importantes. Quando o hipocampo entra em contato com muitas coisas novas em pouco tempo ele tende a filtrar essas informações e memorizar somente algumas. Evite estudar por horas seguidas e tire pausas de aproximadamente 30 minutos para descansar.

Por fim, não deixe de dormir bem. Enquanto dormimos nosso cérebro, principalmente o hipocampo, consolida tudo o que foi aprendido ao longo do dia e registra essas memórias. Pessoas que não dormem bem têm mais problemas de memória e isso pode ser prejudicial para estudantes.

Essas técnicas poderão facilitar os seus momentos de estudo e melhorar seus resultados em provas e trabalhos. Bons estudos!

Fonte: Universia Brasil

Os 11 livros que Antonio Candido considerava fundamentais para entender o Brasil

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Rodrigo Casarin, no Página Cinco

Em setembro de 2000, Antonio Candido publicou na revista “Teoria e Debate” uma lista com os 11 livros que ele considerava incontornáveis para quem deseja conhecer o Brasil. Mesmo reconhecendo que a tarefa era um tanto ingrata e que deixaria muita coisa boa de fora, se propôs a apontar aqueles que, na sua visão, abordam aspectos fundamentais sobre o país para quem deseja “adquirir boa informação a fim de poder fazer reflexões pertinentes, mas sabendo que se trata de amostra”.
Eis os títulos:

“O Povo Brasileiro”, de Darcy Ribeiro – “livro trepidante, cheio de ideias originais, que esclarece num estilo movimentado e atraente o objetivo expresso no subtítulo”.

“Raízes do Brasil”, de Sérgio Buarque de Holanda – “análise inspirada e profunda do que se poderia chamar a natureza do brasileiro e da sociedade brasileira a partir da herança portuguesa, indo desde o traçado das cidades e a atitude em face do trabalho até a organização política e o modo de ser”.

“História dos Índios do Brasil”, organizada por Manuela Carneiro da Cunha – “redigida por numerosos especialistas, que nos iniciam no passado remoto por meio da arqueologia, discriminam os grupos linguísticos, mostram o índio ao longo da sua história e em nossos dias, resultando uma introdução sólida e abrangente”.

“Ser Escravo no Brasil”, de Kátia de Queirós Mattoso – “uma excelente visão geral desprovida de aparato erudito, que começa pela raiz africana, passa à escravização e ao tráfico para terminar pelas reações do escravo, desde as tentativas de alforria até a fuga e a rebelião”.

“Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre – “Verdadeiro acontecimento na história da cultura brasileira, ele veio revolucionar a visão predominante, completando a noção de raça (que vinha norteando até então os estudos sobre a nossa sociedade) pela de cultura; mostrando o papel do negro no tecido mais íntimo da vida familiar e do caráter do brasileiro; dissecando o relacionamento das três raças e dando ao fato da mestiçagem uma significação inédita”.

“Formação do Brasil Contemporâneo, Colônia”, de Caio Prado Júnior – “É admirável, neste outro clássico, o estudo da expansão demográfica que foi configurando o perfil do território – estudo feito com percepção de geógrafo, que serve de base física para a análise das atividades econômicas (regidas pelo fornecimento de gêneros requeridos pela Europa), sobre as quais Caio Prado Júnior engasta a organização política e social, com articulação muito coerente, que privilegia a dimensão material”.

“A América Latina, Males de Origem”, de Manuel Bonfim – “depois de analisar a brutalidade das classes dominantes, parasitas do trabalho escravo, mostra como elas promoveram a separação política para conservar as coisas como eram e prolongar o seu domínio”.

“Do Império à República”, de Sérgio Buarque de Holanda – “expõe o funcionamento da administração e da vida política, com os dilemas do poder e a natureza peculiar do parlamentarismo brasileiro, regido pela figura-chave de Pedro II”.

“Os Sertões”, de Euclides da Cunha – “livro que se impôs desde a publicação e revelou ao homem das cidades um Brasil desconhecido, que Euclides tornou presente à consciência do leitor graças à ênfase do seu estilo e à imaginação ardente com que acentuou os traços da realidade, lendo-a, por assim dizer, na craveira da tragédia”.

“Coronelismo, Enxada e Voto”, de Vitor Nunes Leal – “análise e interpretação muito segura dos mecanismos políticos da chamada República Velha”.

“A Revolução Burguesa no Brasil”, de Florestan Fernandes – “uma obra de escrita densa e raciocínio cerrado, construída sobre o cruzamento da dimensão histórica com os tipos sociais, para caracterizar uma nova modalidade de liderança econômica e política”.

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