A História do Futuro de Glory O'brien

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Descubra como revisar o conteúdo das matérias antes de uma prova de maneira mais eficiente

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Prova

Publicado no Amo Direito

Fazer uma boa revisão antes de uma prova é importante estratégia para obter um bom resultado. Descubra como revisar o conteúdo de maneira eficaz.

Independentemente da maneira como você prefere estudar, a revisão de conteúdo é a maneira ideal para se preparar para a prova. Por isso, é importante que você preste atenção a como você costuma revisar a matéria e conheça estratégias para melhorar suas revisões.

Segundo o jornal The Guardian, o primeiro passo para melhorar os seus estudos antes de uma prova é entendendo como o seu cérebro funciona. Quando você estuda os neurônios fazem mais conexões e estimulam uma área chamada hipocampo – estrutura responsável pela memória. Entretanto, nem todas as informações são registradas por essa área: algumas delas são simplesmente perdidas. E agora, como contornar isso?

Uma das maneiras mais comuns de estimular a memorização de um conteúdo no hipocampo é pela repetição. Se você precisa decorar a anatomia de uma árvore para a aula de biologia, por exemplo, comece a repetir várias vezes as suas partes. Ao longo do dia, faça exercícios para recordar esses nomes e os escreva em uma folha de papel.

Outra técnica que pode ser utilizada é a repetição espaçada, ou seja, o ato de repetir um conteúdo estudado em períodos diferentes. Ao aprender uma nova informação, você deve estudá-la no mesmo dia. Depois, estudar novamente depois de alguns dias. Após isso, estudar mais uma vez após semanas. Estimular o seu hipocampo a recuperar essa informação em tempos espaçados faz com ela esteja mais registrada na memória e seja dificilmente esquecida.

Além disso, o The Guardian frisa que o hipocampo precisa de atenção e foco para conseguir memorizar uma informação. Ao dar atenção exclusiva a um único assunto, o cérebro entende que aquele momento é importante e, por isso, deve ser memorizado. Por isso, quando você estudar uma matéria difícil, evite mexer no celular ou escutar música. Seu cérebro deve estar totalmente focado nos estudos para que você memorize o conteúdo.

Os descansos também são importantes. Quando o hipocampo entra em contato com muitas coisas novas em pouco tempo ele tende a filtrar essas informações e memorizar somente algumas. Evite estudar por horas seguidas e tire pausas de aproximadamente 30 minutos para descansar.

Por fim, não deixe de dormir bem. Enquanto dormimos nosso cérebro, principalmente o hipocampo, consolida tudo o que foi aprendido ao longo do dia e registra essas memórias. Pessoas que não dormem bem têm mais problemas de memória e isso pode ser prejudicial para estudantes.

Essas técnicas poderão facilitar os seus momentos de estudo e melhorar seus resultados em provas e trabalhos. Bons estudos!

Fonte: Universia Brasil

Os 11 livros que Antonio Candido considerava fundamentais para entender o Brasil

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candidoantonio

Rodrigo Casarin, no Página Cinco

Em setembro de 2000, Antonio Candido publicou na revista “Teoria e Debate” uma lista com os 11 livros que ele considerava incontornáveis para quem deseja conhecer o Brasil. Mesmo reconhecendo que a tarefa era um tanto ingrata e que deixaria muita coisa boa de fora, se propôs a apontar aqueles que, na sua visão, abordam aspectos fundamentais sobre o país para quem deseja “adquirir boa informação a fim de poder fazer reflexões pertinentes, mas sabendo que se trata de amostra”.
Eis os títulos:

“O Povo Brasileiro”, de Darcy Ribeiro – “livro trepidante, cheio de ideias originais, que esclarece num estilo movimentado e atraente o objetivo expresso no subtítulo”.

“Raízes do Brasil”, de Sérgio Buarque de Holanda – “análise inspirada e profunda do que se poderia chamar a natureza do brasileiro e da sociedade brasileira a partir da herança portuguesa, indo desde o traçado das cidades e a atitude em face do trabalho até a organização política e o modo de ser”.

“História dos Índios do Brasil”, organizada por Manuela Carneiro da Cunha – “redigida por numerosos especialistas, que nos iniciam no passado remoto por meio da arqueologia, discriminam os grupos linguísticos, mostram o índio ao longo da sua história e em nossos dias, resultando uma introdução sólida e abrangente”.

“Ser Escravo no Brasil”, de Kátia de Queirós Mattoso – “uma excelente visão geral desprovida de aparato erudito, que começa pela raiz africana, passa à escravização e ao tráfico para terminar pelas reações do escravo, desde as tentativas de alforria até a fuga e a rebelião”.

“Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre – “Verdadeiro acontecimento na história da cultura brasileira, ele veio revolucionar a visão predominante, completando a noção de raça (que vinha norteando até então os estudos sobre a nossa sociedade) pela de cultura; mostrando o papel do negro no tecido mais íntimo da vida familiar e do caráter do brasileiro; dissecando o relacionamento das três raças e dando ao fato da mestiçagem uma significação inédita”.

“Formação do Brasil Contemporâneo, Colônia”, de Caio Prado Júnior – “É admirável, neste outro clássico, o estudo da expansão demográfica que foi configurando o perfil do território – estudo feito com percepção de geógrafo, que serve de base física para a análise das atividades econômicas (regidas pelo fornecimento de gêneros requeridos pela Europa), sobre as quais Caio Prado Júnior engasta a organização política e social, com articulação muito coerente, que privilegia a dimensão material”.

“A América Latina, Males de Origem”, de Manuel Bonfim – “depois de analisar a brutalidade das classes dominantes, parasitas do trabalho escravo, mostra como elas promoveram a separação política para conservar as coisas como eram e prolongar o seu domínio”.

“Do Império à República”, de Sérgio Buarque de Holanda – “expõe o funcionamento da administração e da vida política, com os dilemas do poder e a natureza peculiar do parlamentarismo brasileiro, regido pela figura-chave de Pedro II”.

“Os Sertões”, de Euclides da Cunha – “livro que se impôs desde a publicação e revelou ao homem das cidades um Brasil desconhecido, que Euclides tornou presente à consciência do leitor graças à ênfase do seu estilo e à imaginação ardente com que acentuou os traços da realidade, lendo-a, por assim dizer, na craveira da tragédia”.

“Coronelismo, Enxada e Voto”, de Vitor Nunes Leal – “análise e interpretação muito segura dos mecanismos políticos da chamada República Velha”.

“A Revolução Burguesa no Brasil”, de Florestan Fernandes – “uma obra de escrita densa e raciocínio cerrado, construída sobre o cruzamento da dimensão histórica com os tipos sociais, para caracterizar uma nova modalidade de liderança econômica e política”.

Pesquisa: maior parte dos estudantes não ingressa na universidade por falta de dinheiro

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Foto: Agência O Globo

Foto: Agência O Globo

 

Publicado no Extra

Pesquisa divulgada nesta terça-feira (25) revelou que 70% dos estudantes brasileiros que se formam no Ensino Médio não ingressam em uma faculdade por falta de dinheiro. O dado é da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), que entrevistou 1.200 pessoas nas cinco regiões do país, entre pais, alunos e ex-alunos do Ensino Médio.

De acordo com o levantamento, 23% dos entrevistados não continuaram os estudos porque não conseguiram passar em uma instituição pública. Destes, 62% desejavam ter ingressado em uma universidade logo após a conclusão do Ensino Médio.

No município do Rio, 54% dos estudantes entrevistados que já se formaram no Ensino Médio não pensavam em cursar uma faculdade. Para 42% deles o motivo principal para ter adiado o sonho foi o fato de não terem condições de pagar. Outros 31% indicam que pararam de estudar porque começaram a trabalhar; e 20% porque não conseguiriam passar em uma universidade pública. Apenas 7% declararam não ter interesse e 4% optaram por curso técnico.

Cerca de 62% dos cariocas que não deram continuidade aos estudos não pretendem retomá-lo. Entre os 38% que desejam voltar a estudar, 87% pretendem fazê-lo nos próximos dois anos. Em São Paulo, 54% não querem mais voltar para a faculdade.

A pesquisa mapeou ainda aqueles que pararam de estudar em algum momento durante o Ensino Médio. Em todo o Brasil essa porcentagem chega a 22%. No Rio, 85% dos que deixaram a escola afirmam ter abandonado porque conseguiram um emprego. Já em Salvador, o principal motivo apontado para deixar de estudar nessa etapa foi a existência de problemas de desempenho (89%).

EXPECTATIVA DOS PAIS

O estudo perguntou aos pais que importância atribuem ao Ensino Superior. Para 98% deles, o ingresso em uma universidade é importante. A maior parte dos entrevistados atribui o diploma universitário à possibilidade de obtenção de um bom emprego.

De acordo com a pesquisa, 78% dos pais entrevistados consideram o ensino superior o caminho natural a ser trilhado após o Ensino Médio. Entre os pais, 62% afirmam que postergariam os estudos dos filhos caso eles não conseguissem entrar em uma universidade pública, e 32% porque não teriam condições de pagar a mensalidade em uma instituição privada.

4 motivos científicos para começar a escrever mais

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(Foto: Reprodução/Tumblr/psychicdisco)

(Foto: Reprodução/Tumblr/psychicdisco)

 

Publicado na Galileu

Não é à toa que tantas pessoas são entusiastas dos diários e agendas: escrever faz bem para a saúde. Separamos cinco estudos que mostram os diferentes efeitos da prática. Leia abaixo — e separe um bloquinho e caneta para começar suas anotações:

1 – Escrever pode literalmente te curar

Em pesquisa conduzida pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, um grupo de pessoas entre os 64 e 97 anos escreveu sobre seus problemas pessoasi durante três dias seguidos. Duas semanas depois, uma biópsia foi feita em seus braços e um acompanhamento foi feito durante 21 dias: 76% daqueles que escreveram sobre seus sentimentos já haviam se curado totalmente no 11º dia, em comparação com apenas 42% do grupo que não fez nada. Os pesquisadores acreditam que a prática ajuda a acalmar o indíviduo, reduzindo os hormônios ligados ao estresse no corpo, melhorando o sistema imunológico.

2 – Escrever ajuda você a lidar melhor com seus problemas

Um estudo que acompanhou engenheiros em situação de desemprego mostrou que aqueles que escreviam sobre as dores do fracasso conseguiram achar um novo trabalho mais rapidamente. Após oito meses, em torno de 48% deles já estavam empregados em comparação com apenas 19% dos que não tinham esse hábito. Segundo a pesquisa, os profissionais relataram sentir menos raiva em relação ao chefe antigo, além de beberem muito menos.

3 – Usar sua letra cursiva te ajuda a reter melhor a informação

Em um experimento realizado na Noruega, um grupo de adultos precisou aprender um novo alfabeto. Aqueles que aprenderam a nova língua a partir de escrita manual se saíram muito melhor do que aqueles que utilizaram um teclado. Os especialistas acreditam que isso acontece por causa do tempo e esforço dispensados na escrita manual, o que facilita a fixação da memória.

4 – Fazer uma lista de coisas pelas quais você é grato pode melhorar sua qualidade de vida

Cinco frases simples, uma vez por semana. Essa é a receita para dormir melhor, ser mais otimista, ter menos problemas de saúde e até mesmo ter mais vontade de fazer exercícios físicos. É o que indica um estudo na Universidade da California. Os resultados não foram só observados pelos participantes, mas também por suas esposas e maridos, que notaram grande melhora na qualidade de vida dos parceiros.

Como se preparar para o Enem e vestibulares gastando pouco

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(wutwhanfoto/iStock)

(wutwhanfoto/iStock)

 

O GUIA foi atrás de soluções para quem precisa estudar, mas tem poucos recursos

Carolina Vellei, no Guia do Estudante

Quando a grana está curta, fica difícil imaginar como conseguir estudar para o vestibular. Mensalidades caras de cursinhos, livros que custam dezenas ou centenas de reais, taxas de vestibulares que dão vontade de parcelar no boleto em 12 vezes sem juros. E tudo isso misturado com os gastos de alimentação, transporte… Calma! Se você sentiu seu bolso chorar, fique tranquilo. O Guia do Estudante foi atrás de soluções para quem precisa estudar gastando pouco ou mesmo nada.

A estudante Paula Faria (Paula Faria/Arquivo pessoal)

A estudante Paula Faria (Paula Faria/Arquivo pessoal)

Cursinhos populares

“Tenho uma nota ao lado do computador onde está escrito ‘Quando se nasce pobre, o maior ato de rebeldia contra o sistema é ser estudioso’. Sempre me dá uma gotinha de esperança quando leio”, revela a estudante Paula Faria, de 19 anos, que se prepara para o vestibular de Geografia. Ela estuda há um ano e meio em cursinhos populares, desde que se formou no Ensino Médio. Atualmente aluna da Rede Emancipa, Paula também já frequentou o cursinho do Núcleo de Consciência Negra (NCN) da Universidade São Paulo (USP). Ambos são gratuitos, voltados à preparação para os vestibulares. “Lá me ajuda principalmente com o incentivo. Durante a semana estudo sozinha, e em determinados momentos, querendo ou não, a gente acaba desanimando, e no Emancipa tem aquela dose de ânimo, tanto dos colegas, como dos professores”, explica Paula.

Os cursinhos populares são uma alternativa para quem precisa de auxílio com os estudos e não pode pagar as mensalidades de cursinhos tradicionais. Joice Mendes, coordenadora e professora de Literatura e Redação da unidade Vladimir Herzog da Rede Emancipa, no Grajaú, explica o diferencial das aulas gratuitas: “A grande diferença é sobre valores e acesso. Um cursinho popular muito provavelmente não cobra mensalidade e procura conquistar com o aluno a conscientização do acesso que temos para os espaços públicos da cidade e do estado. O grande intuito é fazer com que o pobre também ocupe lugares que são seus por direito, como a universidade pública”.

Essa postura é elogiada pelo estudante João Vilar de Souza Júnior, que faz as aulas da Rede Emancipa aos sábados e do NCN durante a semana. Ele conta que na sala de aula os professores são atenciosos e querem que você aprenda de verdade. “Os professores não estão preocupados em apenas passar o conteúdo, eles querem se certificar de que estamos preparados para o que vier quando estivermos lá dentro [da universidade] pois aí sim é que o negócio realmente complica!”, conta João. Marina Alves Martins Siqueira, diretora executiva e professora de química do curso pré-vestibular MedEnsina, que oferece aulas gratuitas em São Paulo, acredita que esse processo de estabelecer um bom conhecimento de base é fundamental para o futuro universitário. “Diferente de um cursinho tradicional, buscamos sempre acolher as demandas dos alunos da melhor forma possível e tentamos promover atividades que levem à formação do espírito crítico. Cada aluno representa um caso de superação e busca a realização de um sonho, muito além de um número a mais na lista de aprovações”, explica.

(João Vilar/Arquivo pessoal)

(João Vilar/Arquivo pessoal)

Fontes de materiais de estudo

Além de recorrer aos cursinhos populares espalhados pelo Brasil, o estudante que busca entrar em uma universidade gastando pouco pode fazer uso de duas ferramentas poderosas: livros e internet. “Livros didáticos, aqueles mesmos que utilizamos na escola, são boas ferramentas de pesquisa. A internet também facilita pela abrangência de conhecimento, pois há materiais muito bons para estudar”, diz Joice Mendes.

Os livros podem ser conseguidos principalmente em bibliotecas públicas. Além de serem ótimos ambientes para estudo, elas também estão repletas de saber gratuito. O estudante João Vilar é um dos adeptos ao estudo pelos livros. “Uso muito pouco a internet, prefiro os livros didáticos da escola. Eu nunca tinha aberto um deles, mas quando abri me interessei pelo seu rico conteúdo”, revela. Para ele, a internet é usada como ambiente para tirar dúvidas e para fazer exercícios mais difíceis das matérias.

Caso o estudante prefira ter seus próprios livros, ele pode recorrer a sebos, lojas que vendem livros usados por um preço mais em conta. Marina, professora do MedEnsina, conta que também é possível adquirir materiais de diversos cursinhos, doados por pessoas que passaram recentemente no vestibular e que optam por doá-los a quem precisa: “As redes sociais, por exemplo, possuem grupos de doação de materiais, em que o aluno pode demonstrar interesse pelas doações e combinar com o doador a entrega desse material”.

Cursinhos e aulas online

Além dos cursinhos populares gratuitos, existem também diversos cursos online preparatórios para o Enem e vestibulares a preços acessíveis. Alguns deles oferecem planos com assinaturas mensais, trimestrais e anuais. Caso o aluno se interesse em estudar por algum deles, é preciso verificar a estrutura de aulas disponíveis e também se o valor da mensalidade não pesa no bolso. A professora Marina alerta sobre a necessidade de avaliar o conteúdo acessado e explica que há opções gratuitas de qualidade na rede. “Sites como Projeto Medicina e História Online são bons exemplos de acesso a exercícios, teoria e videoaulas”, recomenda.

Alessandro Paulino Pereira, aluno da rede pública de São Paulo e da Rede Emancipa, atualmente usa a plataforma Hora do Enem, oferecida de graça pelo Ministério da Educação (MEC) para os candidatos que estão se preparando para o exame. Ele quer cursar Relações Internacionais na USP e estuda para o vestibular há um ano e meio. “Estudo pelo Hora do Enem, que usa a plataforma do Geekie Games. Eles têm uma licença gratuita para estudantes do 3º ano do Ensino Médio da rede pública. Os conteúdos são bons e servem de complemento ao cursinho. Utilizo muito as videoaulas para sintetizar as coisas que aprendo principalmente nas matérias de exatas”, explica o estudante. Qualquer pessoa pode utilizar os recursos gratuitos da plataforma Hora do Enem, que oferece videoaulas, simulados e questões comentadas de edições anteriores do exame.

O YouTube também é uma excelente fonte de conteúdo. São inúmeros os canais que oferecem aulas para vestibular e Enem. O estudante Michel Brito, que se prepara para cursar Geografia na faculdade, recomenda o canal Carecas de Saber. O grupo de professores do canal tem como objetivo oferecer conteúdo gratuito para ampliar o acesso à educação. O vestibulando João Vilar usa principalmente os canais Ferreto Matemática e do POTI (Polos Olímpicos de Treinamento Intensivo), voltados à resolução de exercícios de matemática. Já a estudante Paula Faria recomenda os vídeos do canal AulaDe, com professores de todas as áreas do Ensino Médio.

Aplicativos de celular e redes sociais

Vilãs para uns, boas ferramentas para outros, as redes sociais são sempre alvo de preocupação para os professores. “As redes sociais devem ser utilizadas com cuidado pelos alunos. Durante o tempo destinado ao estudo, o acesso a elas pode prejudicar a concentração. Entretanto, também proporcionam vários benefícios quando usadas corretamente”, diz a professora Marina. Para ela, as redes sociais podem servir como meio de comunicação entre professores e colegas para discutir dúvidas, aproveitar sugestões de materiais de estudo e sites com conteúdo interessantes. A professora Joice Mendes concorda e sugere um uso consciente, principalmente do Facebook. “Se o estudante ficar horas no Facebook sem nenhum intuito, não alcançará nada, porém a rede social é uma boa ferramenta para grupos de estudo”, explica. Já existem diversos grupos voltados para o Enem e para tirar dúvidas no Facebook, basta escolher um por meio da pesquisa do site e começar a participar.

Da mesma forma, o celular também pode ser usado para o “bem”. Como ferramenta de estudo, é possível aproveitá-lo para estudar nos momentos livres. “Quando não tenho nada a fazer fico me desafiando a responder a algumas questões”, conta o vestibulando Michel Brito. Ele usa o AppProva, um aplicativo para o Enem, que contém um banco com questões já aplicadas pelo exame. Todas precisam ser respondidas em até três minutos e é possível escolher pelos níveis de dificuldade. Já Alessandro Paulino Pereira usa o Pense+Enem, que disponibiliza provas antigas do Enem para os estudantes treinarem e se acostumarem com o formato e o tempo de realização de cada questão. Além dessas sugestões existem vários outros com a mesma proposta disponíveis na Play Store do Google e na App Store do iOS.

(Giphy/Giphy)

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