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IV Bienal do Livro de Sergipe tem inicio hoje em Itabaiana

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Publicado no Infonet

Para contribuir com a expansão da IV Bienal do Livro, empresários sergipanos se juntaram a organização do evento para tornar a maior feira literária de Sergipe ainda mais especial. Ao todo, 14 colaboradores dos mais diversos segmentos da economia contribuíram para a realização do evento neste ano. A festa da literatura acontece nos dias 20 e 21 (das 10h às 22h) e dia 22 (14h às 22h) no Shopping Peixoto, em Itabaiana. Um dos livros que será apresentado na bienal é o ‘Surpresas No Cabelo’ do escritor Matheus Luamm Bispo.

A estrutura montada para recepcionar os convidados, escritores e visitantes durante a 4ª edição da Bienal do Livro, será separada em oito setores para distribuir de maneira organizada o fluxo de pessoas, facilitando o contato dos autores com os admiradores da arte. A feira literária é declarada pela Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) como Patrimônio Cultura e Imaterial de Sergipe.

Grande admirador da cultura e apaixonado pela leitura de livros, o itabaianense e o ex-deputado Federal, José Carlos Machado, declarou todo seu amor pela literatura contribuindo com a realização do evento. “Desde o nascedouro percebi que era um projeto que iria se sobressair e não ficaria somente divulgando a cultura do povo itabaianense, iria extrapolar as fronteiras, inclusive de Sergipe. A Bienal nasceu de uma boa intenção e nos acreditamos”.

A valorização dos escritores, artistas e músicos da terra foi o fator primordial que levou o empresário do ramo da construção civil, Edson Passos, a contribuir de maneira efetiva na Bienal do Livro. “Acreditei neste projeto literário desde o início por isso resolvi me tornar um dos incentivadores desta empreitada dos sonhadores Carlos Eloy, Júnior da Perfil e Jamisson que pretendiam divulgar e incentivar a cultura e o turismo desta região”.

Ressaltando a admiração por todos que abraçaram a Bienal do Livro ajudando a torna-la no maior evento cultura de Sergipe, o organizador Honorino Júnior, agradeceu o apoio irrestrito. “Estes empresários que tem uma vida assoberbada de compromisso, não mediram esforços e dedicaram parte do seu precioso tempo para ajudar na organização por acreditar que somente através da educação que se muda o mundo”.

Bienal do Livro

A IV Bienal do Livro montou na área externa do Shopping Peixoto três espaços: Exposição de mais de 100 carros antigos; a Feira da Cultura Sergipana, destinados para sebo de livros, Cosplay, exposição fotográfica, artesanatos, academias literárias, cordelistas e oficinas. E a Tenda Cultural será o espaço destinado aos municípios e as escolas a apresentarem um pouco da sua cultura.

Na parte interna terão outros cinco espaços. No Palco da Palavra Abrahão Crispim, localizado na Praça de Alimentação; Talk Show, local onde serão debatidos os mais variados temas; Praça dos Escritores Bartolomeu Peixoto, destinado ao contato dos escritores com o público; Cinema será realizado a abertura oficial e o debate com figuras ilustres; E a Praça da Imprensa João Batista Santos, será destinada para os comunicadores trabalharem confortavelmente tendo a disposição mesa, cadeira e internet.

Bienal do Livro: faltam dois dias para o maior evento literário de Sergipe

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Publicado no Itnet

Faltam apenas dois dias para o início da IV Bienal do Livro de Itabaiana, maior evento literário de Sergipe. Este ano, a Bienal será realizada no Shopping Peixoto, em um espaço amplo e repleto de diversidades para a realização das atividades. A expectativa é de que mais de 50 mil pessoas participem do evento durante os três dias.

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A Bienal revelará e lançará diversos talentos, tanto de Itabaiana como também de todo o estado. Com uma programação bastante diversificada, haverá além de lançamentos de livros também exposições culturais, muita música, arte e homenagens. Confira a programação completa da IV Bienal do Livro através do site: Bienal do Livro de Sergipe Venha viajar com a gente!

Ilustrador de Atômica fará sessão de autógrafos em São Paulo

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A editora brasileira Darkside Books também irá sortear exemplares da graphic novel no evento

Thais Stagni, no IGN

A editora brasileira Darkside Books revelou nesta terça-feira (12), por meio de um comunicado à imprensa, que o ilustrador Sam Hart, de Atômica, fará três sessões de autógrafo na cidade de São Paulo durante o mês de setembro.

A primeira sessão vai acontecer nesta quarta-feira (13), a partir das 19h, na loja Geek.etc.br, no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista. O evento será aberto ao público e a editora pretende sortear um exemplar para quem for prestigiar o ilustrador da graphic novel que inspirou o filme homônimo, protagonizado por Charlize Theron.

As próximas sessões vão acontecer em 21 e 30 de setembro na Gibiteria e na Comix, respectivamente. No evento do dia 21, Hart também terá um bate-papo com os fãs a partir das 19h, enquanto o evento na Comix vai começar a partir das 14h — e os exemplares da graphic novel também serão sorteados.

Atômica conta a história de uma espiã que, “após a queda do muro de Berlim, é enviada a cidade alemã para recuperar um dossiê de valor inestimável. Ela se une ao chefe da estação local, David Percival e se envolve em um jogo letal de espiões”.

Serviço

O que: Sessão de autógrafos com Sam Hart
Quando: 13, 21 e 30 de setembro, a partir das 19h nos dois primeiros dias e a partir das 14h no último.
Onde:

13 de setembro: Geek.etc.br (Conjunto Nacional, Avenida Paulista).
21 de setembro: Gibiteria (Praça Benedito Calixto, 158).
30 de setembro: Comix (Alameda Jaú, 1998)

Para mais informações, acesse o evento do Facebook do dia 13 (aqui), do dia 21 (aqui) e do dia 30 de setembro (aqui).

Lançada 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas

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Reitora Valéria Correia discursa durante solenidade de lançamento da 8ª Bienal (Foto: Sandro lima)

Reitora Valéria Correia discursa durante solenidade de lançamento da 8ª Bienal (Foto: Sandro lima)

 

Evento é organizado pela Ufal em parceria com o Governo do Estado e Prefeitura de Maceió

Carlos Amaral, na Tribuna Hoje

Foi realizado na manhã desta quarta-feira (6), no Hotel Ponta Verde, o lançamento da 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, organizada pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e em parceria com a Prefeitura de Maceió e o Governo do Estado.

A Bienal ocorrerá entre os dias 29 de setembro de 8 de outubro no Centro de Convenções Ruth Cardoso e terá como tema os 200 anos de Alagoas.

Para a reitora da Ufal Valéria Correia, a expectativa é que o evento deste ano tenha mais gente participando do evento. Contudo, ela revelou ter havido a possibilidade de não realiza a Bienal neste ano.

“A crise econômica que o país esta atravessando, especialmente as universidades públicas brasileiras, foi sim uma preocupação nossa. Avaliamos, inclusive, se íamos realizar ou não Bienal neste ano. Essa situação nos preocupou bastante, mas superamos isso graças às parcerias que conquistamos com instituições privadas como o Sebrae e a Braskem, e também o Governo do Estado e a Prefeitura, que estão dando apoio integral e realizando o evento conosco”, diz a reitora da Ufal.

O prefeito em exercício de Maceió, Marcelo Palmeira, enfatiza que a Bienal já faz parte do calendário da capital de Alagoas e que tem o poder de estimular os mais jovens ao hábito da leitura.

“É um evento de suma importância, principalmente para nossas crianças e adolescentes compreenderem o valor da leitura, do livro, na vida de cada um de nós”, pontua Marcelo Palmeira.

Quem representou o Governo do Estado no lançamento da 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, foi o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Régis Cavalcante. Para ele, o evento ajuda a libertar as pessoas através da leitura.

“Principalmente num país onde temos tanta dificuldade em questão da leitura, sobretudo na região nordestina. É um fato marcante que a nossa Universidade, junto com os parceiros, possa realizar um evento de tanta magnitude, que ajuda a libertar pelo conhecimento, pela leitura, o povo alagoano”, afirma Régis Cavalcante.

A programação completa da 8ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas pode ser acessada aqui.

Bienal debate feminismo e literatura na segunda noite do evento

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Riocentro

As escritoras Ana Paula Maia, Giovana Madalosso e Antonia Pellegrino refletiram sobre a mulher do século XX

Jan Niklas, em O Globo

RIO – Seguindo a proposta de estar antenada aos debates e tendências da atualidade, um dos destaques da segunda noite da Bienal do Livro do Rio de Janeiro foi o debate “Feminismo Hoje”. Com mediação da jornalista Marina Gonçalves, as escritoras Ana Paula Maia, Giovana Madalosso e Antonia Pellegrino refletiram sobre a mulher do século XXI através da literatura.

Para as autoras, a escrita é historicamente um espaço que possibilitou um ganho de visibilidade para as mulheres. Além de um meio de se expressar, seria um modo de se posicionar socialmente.

— A escrita é uma ferramenta muito feminina. Escrever é um front nosso, sempre foi uma forma de conseguir se colocar no espaço público sem ser tão diretamente hostilizado – disse Antonia Pellegrino.

No entanto, a escritora e roteirista Giovana Madalosso destacou que nem sempre é fácil exercer essa função numa sociedade construída pelo machismo.

— Eu mesma já escutei de pessoas “para de ler tanto livro senão não vai arrumar marido, vai ler uma revista” — lembrou Giovana. — Acho que a literatura vem para dar nos dar mais voz.

Mesmo com a importância da valorização do debate da mulher como autora, as participantes defenderam que deve haver uma liberdade total na hora da criação artística. O feminismo e todas questões políticas em torno da mulher na sociedade não poderiam tornar-se amarras na hora de escrever.

— Eu detestaria ser cobrada de escrever na literatura do ponto de vista feminino. Acho que tenho que poder falar de tudo — afirmou Giovana Madalosso.

A autora Ana Paula Maia usou sua própria obra para defender a necessidade da liberdade de assunto como um posicionamento feminista.

— Eu mesma só escrevo sobre homens, são meus musos inspiradores. E quero escrever sobre homens brutamontes ou caçadores de javalis, enfim, sobre o que quiser.

Para as autoras, atualmente há uma grande visibilidade em torno da questão feminista. A constante luta por mais direitos dos movimentos de mulheres, além de novas plataformas de atuação na esfera política como a internet, foram alguns dos fatores citados pelas participantes.

— As redes trazem como novidade essa capacidade de viralizar debates políticos como nunca antes. Um exemplo foi a campanha do “#primeiro assedio” Aquilo agiu como um rastro de pólvora que incendiou o debate público num momento e criou diálogos que de outra forma poderiam não ter acontecido — afirmou Antonia Pellegrino. — Com essa diversidade de ferramentas, as mulheres estão ampliando suas vozes. E não somente nos livros, mas através de blogs ou vídeos.

Já Giovana Madalosso destacou que alguns temas antes evitados e invisibilizados estão hoje sendo discutidos diariamente.

— Acho que está havendo uma humanização de questões como a maternidade, por exemplo. Ela está deixando de ser tão romantizada. Ou o estupro, que não é mais algo das sombras, escondido. Os abusos são muito mais relatados e problematizados.

Como inspiração para a mesa, as participantes lembraram a escritora Júlia Lopes de Almeida, romancista do fim do séx XIX. Figura pouco conhecida atualmente, foi uma das primeiras autoras a questionar o papel e a representação da mulher na sociedade, como uma mulher deveria se comportar naquela época. Uma das principais articuladoras na criação da Academia Brasileira de Letras, Júlia acabou tendo seu nome excluído pela decisão dos fundadores de manter a academia exclusivamente masculina, à semelhança da sua inspiração francesa.

*Estagiário, sob supervisão de Leonardo Cazes

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