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Flip 2017: Após ameaça de morte, Anderson França cancela vinda a Paraty

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Anderson França - Mauro Ventura / O GLOBO

Anderson França – Mauro Ventura / O GLOBO

Escritor carioca faria debate na programação paralela do evento

Liv Brandão e Mateus Campos, em O Globo

PARATY — O escritor carioca Anderson França, que participaria de uma mesa nesta sexta-feira, às 15h, na Casa de Cultura de Paraty, cancelou sua vinda à cidade após sofrer ameaças de morte. Ao lado de Cássio Aguiar e Chris Salles, Anderson, que é bastante popular no Facebook, participaria do debate, intitulado “Literatura em todas as plataformas”. Agora, sua presença na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) será apenas por videoconferência, ao vivo.

O debate que traria Anderson a Paraty é organizado pela TV Globo, em parceria com a Flip. Em nota, a emissora e a organização da festa explicaram o ocorrido: “Atendendo a uma orientação da Flip, a Globo redefiniu a participação do escritor Anderson França na mesa ‘Literatura em todas as plataformas’, realizada em parceria pelas duas instituições e prevista na programação da FlipZona. A sua presença está confirmada através da entrada, ao vivo, por videoconferência. A decisão foi tomada em comum acordo com o escritor a fim de garantir a sua participação e o diálogo com o público presente.”

A ameaça, de que um atentado seria realizado contra o autor no horário da mesa, ocorreu por e-mails enviados ao próprio Anderson e à organização da Flip. No último domingo, a equipe do GLOBO também recebeu e-mails anônimos sobre o atentado ao autor de “Rio em shamas” (Objetiva), e aos espectadores do debate, caso a sua participação fosse mantida.

Imediatamente, o jornal comunicou à organização da Flip, que informou que já estava ciente do fato, havia informado a polícia e vinha conversando sobre como proceder. Um boletim de ocorrência foi registrado na polícia. O GLOBO decidiu não publicar nada sobre as ameaças, à espera de uma definição sobre a investigação policial acerca de sua veracidade.

Após reuniões, os organizadores do debate conversaram com autor e decidiram, como medida de segurança, suspender a vinda de Anderson, que falará por vídeo.

ATAQUES PELO FACEBOOK

No dia 19 de julho, Anderson publicou, em sua página do Facebook, a imagem de um anúncio em que um anônimo identificado apenas como “Homem Aranha” estaria oferecendo R$ 15 mil em dinheiro para “meter bala” no escritor durante a palestra em Paraty para o qual ele foi convidado.

As mensagens recebidas pela equipe do GLOBO, com ofensas racistas e homofóbicas, foram enviadas pelo mesmo endereço de e-mail listado no anúncio e falavam em R$ 30 mil pagos a um matador de aluguel.

Não é a primeira vez que algo do tipo acontece na Flip. Em 2015, o jornalista e escritor Roberto Saviano, que participaria de uma mesa da programação oficial da Flip, também cancelou sua vinda a Paraty. Jurado de morte pela máfia italiana, tema de seu livro “Gomorra”, o autor comunicou, à época, que não foi autorizado “pelos responsáveis pela sua segurança a deixar o continente europeu”.

Um ano antes, durante a mesa de encerramento da Flip, o líder ianomâmi Davi Kopenawa, também escalado para a programação oficial do evento, subiu ao palco para relatar as ameaças de morte que vinha sofrendo por denunciar invasões de territórios indígenas na Amazônia. Diferentemente de Anderson França e de Saviano, Kopenawa participou normalmente do evento, dividindo o espaço com a fotógrafa Claudia Andujar. Nada aconteceu.

Facebook faz “feitiço” quando você publica sobre Harry Potter

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Publicado na Exame

O Facebook criou uma maneira divertida para os fãs de Harry Potter celebrarem os 20 anos da série de livros na rede social.

Ao escrever o nome do bruxo ou de uma das casas de Hogwarts, a escola de magia onde Harry estudou, no Facebook, um feitiço será feito por uma varinha, que aparecerá na tela. Para ver o truque mágico novamente, basta clicar na palavra.

Além disso, o nome da casa será exibido em sua cor tradicional – Sonserina ficará verde, Grifinória ficará vermelho, Lufa-Lufa ficará amarelo e Corvinal ficará azul. Vale lembrar que é preciso comentar os nomes da casas em inglês (Slytherin, Gryffindor, Hufflepuff e Ravenclaw) para que o “feitiço” funcione.

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No dia 26 de junho de 1997, a escritora inglesa J.K. Rowling publicou o primeiro livro da série, Harry Potter e a Pedra Filosofal. Os sete volumes da saga foram traduzidos para 79 idiomas em 200 países e venderam um total de 450 milhões de exemplares desde o seu lançamento, segundo a editora britânica Bloombury.

Hoje, a autora escreveu um agradecimento aos fãs do mundo mágico em sua conta no Twitter. “Há 20 anos, um mundo em que vivi sozinha foi subitamente aberto aos outros. Tem sido maravilhoso. Obrigada.”

Estudantes perdem vagas em Harvard por memes ofensivos no Facebook

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Posts ofensivos compartilhados em grupos privados de mensagens na rede social teriam causado a expulsão de 10 calouros da universidade.

Publicado no IDGNow

Pelo menos 10 calouros perderam suas vagas na universidade de Harvard, nos EUA, uma das mais prestigiadas e caras do mundo, no último mês de abril após a direção da instituição descobrir a participação dos estudantes na criação e publicação de memes preconceituosos e ofensivos em grupos no Facebook.

Segundo o jornal da universidade, o Harvard Crimson, que obteve screenshots dos memes, os posts ofensivos que causaram a expulsão dos estudantes faziam piadas com assuntos como o Holocausto, abuso infantil, assédio sexual e minorias – um dos memes chamada o hipotético enforcamento de uma criança mexicana de “piñata time”.

A reportagem do Crimson aponta ainda que esses memes eram compartilhados principalmente em um grupo privado de mensagens chamado “Harvard Memes For Horny Bourgeois Teens” (algo como “Memes de Harvard para Jovens Burgueses Excitados”).

Esse grupo de mensagens privado teria sido criado por alguns alunos que participavam de outro grupo no Facebook, chamado Harvard College Class of 2021, no Facebook, segundo revelou a estudante da turma Cassandra Luca em uma entrevista ao Crimson, sem ter nenhuma relação direta com a universidade.

“O Comitê de Admissões ficou desapontado em saber que vários estudantes em um grupo privado de mensagens para a Turma de 2021 enviaram mensagens que continuam mensagens ofensivas e explícitas”, afirma um e-mail obtido pelo Crimson que teria sido enviado pela universidade para os estudantes envolvidos no caso.

De acordo com o Crimson, a decisão de Harvard pela não aceitação dos calouros é final. A expulsão dos estudantes foi chamada de radical por algumas partes, que destacaram que tratava-se de um grupo privado na rede social e sem nenhum afiliação oficial com a universidade.

Filho leva mãe de 52 anos à escola e comove a Web

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Jovem aprendiz conta na Internet a emoção da mãe no primeiro dia de aula no Ensino Fundamental de uma escola pública do Rio. ‘Agora é a vez de retribuir’, disse

Caio Barbosa, em O Dia

 'Ela adorou a escola, os professores. E me impressionou a alegria em voltar me mostrando os trabalhos que fez', Vanderson Nascimento, 22 anos, filho da Dona Marília Reprodução Facebook

‘Ela adorou a escola, os professores. E me impressionou a alegria em voltar me mostrando os trabalhos que fez’, Vanderson Nascimento, 22 anos, filho da Dona Marília
Reprodução Facebook

Rio – Uma simples foto retratando um imenso gesto de carinho fez sucesso nas redes sociais esta semana, com mais de 40 mil curtidas e 15 mil compartilhamentos. Funcionário do programa Jovem Aprendiz, do Metrô Rio, Vanderson Nascimento, de 22 anos, mostrou ao mundo uma foto com a sua mãe, Dona com o uniforme completo da rede municipal de ensino rumo ao seu primeiro dia de aula. Aos 52 anos, Marília é a nova matriculada na Escola Municipal Presidente Juscelino Kubitschek, em Manguinhos. Foi o bastante para o sucesso.

Na postagem, Vanderson transcreveu o diálogo que teve com a mãe, que trabalha como diarista, no fim da tarde de segunda-feira. “Mãe, são 17h, já está na hora de se arrumar”, disse. A mãe respondeu: “Você vai lá comigo?”. Ele respondeu “Tá bom, mãe. Vou, sim”. E encerrou com a seguinte mensagem no post: “Olha, ela já fez e ainda faz tanto por mim que agora chegou a minha vez de fazer por ela”, escreveu.

O jovem contou que decidiu postar a foto para que outros jovens se sensibilizem com o sonho de seus pais. E se espantou com o sucesso da publicação no Facebook. “Eu estava voltando da igreja e não entendi nada quando os amigos me pararam para dizer que o post estava bombando em toda a internet. Abri para ver e estava mesmo. Foi uma alegria muito grande não só para mim, como para a minha mãe. Ela ficou muito emocionada com as mensagens, os comentários. Tudo isso serviu como um incentivo a mais para ela”.

Vanderson explicou que sua mãe só havia conseguido estudar na infância, até a segunda série do Ensino Fundamental. Ela tentou voltar aos estudos, mais tarde, mas nunca teve condições de conciliar trabalho, longe de casa, com escola e a criação dos filhos. O drama de Dona Marília chegou ao fim na segunda-feira, dando lugar ao sonho de frequentar os bancos escolares.

“Ela adorou a escola, os professores. Estava muito emocionada. Eu também fiquei. E me impressionou a evolução dela e a alegria em voltar me mostrando os trabalhos que fez. Me fez lembrar de quando eu fazia isto com ela. Agora é a vez de retribuir”.

Turma da Mônica homenageia uma das mais influentes escritoras negras do Brasil

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Foto: Facebook/Turma da Mônica / Reprodução

Foto: Facebook/Turma da Mônica / Reprodução

 

Carolina de Jesus foi a mulher escolhida para representar o projeto #DonasdaRua, em parceria com a ONU Mulheres

Publicado no Zero Hora

Uma postagem feita nesta segunda-feira na página da Turma da Mônica no Facebook movimentou as redes em torno de uma figura ainda pouco lembrada na história nacional. Os personagens de Mauricio de Sousa homenagearam Carolina de Jesus (1914-1977), uma das primeiras e mais relevantes escritoras negras do Brasil.

Moradora da favela do Canindé, em São Paulo, Carolina trabalhava como catadora e registrava o cotidiano de sua comunidade em cadernos encontrados no lixo. No final da década de 1950, foram descobertos mais de 20 diários da escritora, que mais tarde deram origem ao livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada. A publicação foi recusada por diferentes editoras na época, e acabou sendo impressa apenas em 1960.

A iniciativa faz parte do projeto Donas da Rua, lançado pela Turma da Mônica ainda no ano passado em parceria com a ONU Mulheres. A ideia é reforçar a autoestima de meninas de todo o Brasil e a defesa de seus direitos. A iniciativa já destacou outras brasileiras importantes, como a professora Dorina Nowill (1919-2010), pedagoga cega e uma das maiores ativistas pela inclusão de pessoas com deficiência visual no Brasil.

“Conhecer e honrar as guerreiras do passado é uma das formas de cultivar um futuro mais justo para as meninas. E nesse quesito, não temos nem o que dizer sobre Carolina de Jesus. Dona da Rua nata!”, destaca a publicação que já foi compartilhada quase 5 mil vezes, e movimentou as redes sociais no começo da semana.

Para acompanhar as homenagens do projeto, basta seguir a hashtag #DonasdaRua ou acessar o site da Turma.

carolina

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