State Ibirapuera

Posts tagged fala

Professora que fala 35 idiomas vence ‘Nobel da Educação’

0

Andria Zafirakou, Nobel da Educação. Para ela, o cumprimento é a maneira mais simples de fazer com que seus alunos se sintam parte da comunidade escolar (Foto: Divulgação/Varkey Foudation )

 

Britânica superou 9 concorrentes, inclusive um brasileiro

Publicado na Época Negócios

A professora de artes britânica Andria Zafirakou foi eleita neste domingo (18/03) em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a melhor educadora do mundo na edição 2018 do “Global Education & Skills Forum”, considerado o “Nobel da Educação”. Zafirakou foi premiada com US$1 milhão na cerimônia organizada pela Varkey Foudation – organização sem fins lucrativos criada para promover a educação. Ela superou outros noves concorrentes, dentre eles, o brasileiro Diego Mahfouz Faria Lima, de São José do Rio Preto, por seus esforços para promover a integração educacional se destacando não só dentro da sala de aula, mas fora dela.

Zafirakou ensina na Alperton Community, escola de ensino médio no distrito de Brent, em Londres. O local é um dos lugares com etnias diversas e cerca de 35 idiomas são falados na escola. A professora, inclusive, sabe dizer “bom dia” em todas as línguas – entre elas, hindi, árabe e português.

Segundo Zafirakou, o cumprimento é a maneira mais simples de fazer com que seus alunos se sintam parte da comunidade escolar.

Além disso, dentre suas atividades de destaque está a inserção de aulas de música e esportes na rotina dos estudantes. O objetivo é mantê-los longe do tráfico que domina a região. O evento, apresentado pelo comediante sul-africano Trevor Noah, também contou com a participação do piloto britânico de Fórmula 1, Lewis Hamilton, do presidente da Argentina, Mauricio Macri, além da primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May.

7 livros leves e divertidos para devorar na beira da praia

0

 

Veja nossa seleção de leituras para você curtir enquanto coloca o bronzeado em dia

Geiza Martins, na Revista Glamour

Como escreveu Fernando Pessoa, “ler é sonhar pela mão de outrem”. E nada como aproveitar a tranquilidade das férias de verão para embarcar em um sonho literário e divertido, né? Para provar que a nossa literatura não tem somente histórias massudas, buscamos 7 livros escritos por autoras brasileiras contemporâneas para renovar a sua cabeceira e a sua bolsa de praia!

Jeanne Damas (Foto: Instagram/Reprodução)

O mais bacana é que, por viverem na mesma época e no mesmo país que nós, elas abordam temas que estamos acostumados a vivenciar. Ou seja, a sensação de empatia é garantida. Vem ver (e devorar) em clima de #MulherBacanaLê!

“Depois a Louca Sou Eu”, de Tati Bernardi (Editora Companhia Das Letras)

Rir de si mesma é o melhor remédio para enfrentar essa coisa nada fácil chamada vida. Neste livro, Tati Bernardi escreve crônicas confessionais sobre ansiedade, crise de pânico, remédios tarja-preta e tudo o mais. Seria triste, se não fosse o seu estilo escrachado e ágil, que já é velho conhecido nosso. Tanto é que os textos têm uma pitada de humor que leva muita gente às gargalhadas e gera muita empatia, claro.

“Surtando”, de Gika Mendonça (Amazon Kindle)

Gika Mendonça vem ganhando leitores adeptos de e-books por suas crônicas – na mesma plataforma, ela já escreveu “O Guarda-Chuva Vermelho”. Aqui, a escritora fala, de forma leve, sobre os devaneios de ser uma mulher trintona, solteira e sem filhos. As 17 crônicas se passam no Rio de Janeiro e falam sofrência, relacionamentos e recomeços. Algumas leitoras podem achar o assunto muito clichê, outras podem se identificar com os pensamentos de Gika.

“Morri por educação”, de Nathalie Lourenço ( Editora Oito e Meio)

Se você curte tragicomédia (mistura de acontecimentos trágicos e risíveis), aqui está um livro de contos que foge do clichê. As mãos ágeis da escritora estreante Natalhie Lourenço nos levam por histórias com temas pesados, mas cheias de situações que, de tão inusitadas, despertam riso e choro. Assim como a autora, os personagens pensam de forma inesperada. São 17 histórias curtas contadas em uma linguagem gostosa e atualíssima.

“Breve passeio pela História do Homem”, de Ivana Arruda Leite (Editora Reformatório)

Recém-saído da gráfica, o romance da experiente e celebrada Ivana Arruda Leite chega para ampliar nossas personagens brasileiras fortes e, por que não dizer, atrevidas? A protagonista é Lena, uma viúva de 75 anos que ocupa a vida fazendo cursos e se diz “uma macaca velha de bom humor”. De forma irreverente, Ivana escreve sobre velhice, evolução e estupidez humana. Eis uma viagem para rir, mas também matutar da galhofa que envolve nós, a humanidade.

“Trinta e Oito e Meio”, de Maria Ribeiro (Editora Língua Geral)

A atriz Maria Ribeiro tem o costume de escrever cartas para amigos e desconhecidos, mas nunca as envia. Agora, elas estão reunidas em um livro de crônicas, cheio de reflexões, desabafos e também senso de humor e desconstração. Vale para quem é fã de Maria Ribeiro, ou para quem quer conhecê-la melhor, pois a atriz se coloca de corpo e alma nesses textos. Detalhe: o livro ainda traz ilustrações da ex-estilista Rita Wainer.

“Frango Ensopado da Minha Mãe”, de Nina Horta (Companhia das Letras)

Ainda não conhece as crônicas de Nina Horta? Saiba que elas são apaixonantes. Nina é considerada a grande cronista da gastronomia brasileira. Isso porque quando ela escreve sobre cozinha, na verdade ela fala de uma vida sem esnobismos. Seus textos reúnem quitutes e memórias. Não à toa, o livro foi vencedor do Prêmio Jabuti de Gastronomia de 2016. Recomendadíssimo!

“Calcinha no Varal”, de Sabina Anzuategui (Companhia das Letras)

Esse é um romance profundo que os leitores tendem a devorar. Lançado em 2005 e escrito por Sabina Anzuategui, o livro fala de juventude e amadurecimento, mas principalmente sobre a busca da identidade. Narrado em primeira pessoa (é bastante coloquial), tem como protagonista a universitária Juliana, que vive o primeiro ano na faculdade e passa por situações típicas dessa época, como o primeiro namorado, drogas, gravidez… O romance foi comparado com o clássico “Feliz Ano Velho”, de Marcelo Rubens Paiva.

A polêmica reforma educacional na Turquia, que deixou de ensinar evolução e agora fala de jihad

0
Trecho de livro didático sobre a tentativa de golpe no país em 2016 cita o Alcorão ao dizer que 'coragem significa enfrentar cruéis' (Foto: Ministério da Educação da Turquia)

Trecho de livro didático sobre a tentativa de golpe no país em 2016 cita o Alcorão ao dizer que ‘coragem significa enfrentar cruéis’ (Foto: Ministério da Educação da Turquia)

 

Críticos afirmam que novos livros didáticos são sexistas e representam um golpe contra a educação laica; para governo, oposição apenas tenta criar propaganda negativa.

Publicado no G1 [via BBC Brasil]

As escolas na Turquia começaram o novo ano letivo com um currículo controverso: deixa de fora a teoria da evolução e traz o conceito de jihad.

Para o governo – que tem bases islâmicas – a ideia é adotar uma nova “educação de valores”. Já os críticos acusam os novos livros didáticos de serem sexistas e anticientíficos, e reclamam do que veem como um golpe contra a educação laica.

“Ao incorporar uma educação de valores jihadistas, eles tentam encher as cabeças das nossas crianças pequenas com o mesmo tipo de pensamento que transforma o Oriente Médio em um banho de sangue”, diz Bulent Tezcan, do partido de oposição CHP, que defende o Estado laico.

O governo, no entanto, acusou a oposição de criar propaganda negativa e de polarizar o país por estar de olho nas eleições de 2019.

“Quando dizemos valores, eles entendem outra coisa. Temos orgulho de nossos valores conservadores e democratas, mas não queremos que todos sejam iguais a nós”, diz o ministro da Educação, Ismet Yilmaz.

Críticos dizem que os livros didáticos definem o papel da mulher como o de 'esposa', enquanto o homem é retratado como 'mais forte' (Foto: Ministério da Educação da Turquia)

Críticos dizem que os livros didáticos definem o papel da mulher como o de ‘esposa’, enquanto o homem é retratado como ‘mais forte’ (Foto: Ministério da Educação da Turquia)

 

Recuperando o conceito

Livros didáticos explicando a ideia de jihad estão sendo distribuídos nos colégios vocacionais religiosos do país, conhecidos como escolas Imam-Hatip. Eles serão oferecidos a alunos do ensino médio como disciplina optativa em um ano.

Um livro chamado “Vida de Maomé, O Profeta” está atraindo críticas específicas tanto por suposto machismo quanto por explicar a jihad – definida como “guerra religiosa” pelo dicionário do Instituto de Língua Turca.

Mas os funcionários do ministério da Educação dizem que o conceito foi explorado indevidamente por grupos jihadistas como o autodenominado Estado Islâmico (EI).

O ministro da Educação diz que o conceito deveria ser introduzido como parte do Islã dentro do contexto de “amar uma nação”.

“A jihad é um elemento da nossa religião. Nosso dever é ensinar todos os conceitos e corrigir as coisas que são compreendidas da maneira errada”, diz ele.

O mesmo livro controverso define a “obediência” da mulher ao homem como uma forma de “adoração”. Mas, segundo o governo, isso é compreensível, já que a obra é sobre o Islã e cita versos do Alcorão.

“Alá diz isso, não eu. Eu deveria corrigi-lo, é isso?” diz Alpaslan Durmus, presidente do Conselho de Educação.

Reações

Dois grandes protestos ocorreram no fim de semana, com hashtags como #NoToSexistCurriculum (“não ao currículo machista”), #SayNoToNonScientificCurriculum (“diga não ao currículo não científico”) e #DefendSecularEducation (“defenda a educação laica”) dominando as redes sociais na Turquia.

Um líder sindical convocou os militantes a “dizer não para um currículo ultrapassado, que bane a ciência em pleno século 21”.

Opositores têm acusado o partido do presidente Recep Erdogan, o Partido da Justiça e Desenvolvimento (AKP), de substituir fundações laicas da república turca por valores islâmicos e conservadores.

Declarações do próprio presidente sobre criar uma “geração devota” também causaram alarme.

O ministro da Educação, porém, diz que os críticos são “extremamente ignorantes” ao dizer que a evolução foi completamente excluída do currículo.

Assuntos como mutação, modificação e adaptação são explicados em livros de biologia, mas sem citar especificamente a evolução. A teoria estaria “acima do nível dos alunos (de ensino médio)” e deveria ser ensinada na universidade, diz o ministro.

Aysel Madra, da Iniciativa pela Reforma Educacional, afirma que isso só irá confundir os estudantes. Para o grupo, é estranho afirmar que as crianças e os jovens conseguem entender a jihad, mas não a evolução.

Associações de professores estão divididas sobre o debate.

O sindicato Egitim Sen vê a iniciativa do governo como “ideológica e deliberada”. Um grupo rival, mais conservador, acusa os críticos de usarem argumentos anti-islâmicos.

“De acordo com o Instituto Turco de Linguagem, o significado principal de jihad é ‘guerra religiosa'”, diz Feray Aydogan, o líder do Egitim Sen. “Qual é o objetivo de explicar somente o segundo e o terceiro significados?”

“Na escola, seguimos escravos”, diz professora que emocionou a Flip

0
Lázaro Ramos se emociona com a fala da professora Diva Guimarães. Foto: Iberê Perissé/Divulgação Flip

Lázaro Ramos se emociona com a fala da professora Diva Guimarães. Foto: Iberê Perissé/Divulgação Flip

A mulher que comoveu o Brasil com seu relato conta sua trajetória

Wellington Soares, na Nova Escola

“Não sei o que me deu.” É assim que a professora aposentada Diva Guimarães explica a sua fala na Feira Literária Internacional de Paraty (Flip). Ela falou por exatos 13 minutos e 16 segundos, tempo suficiente para produzir um discurso magnético. Viralizou – e por bons motivos. A participação de Diva tocou em feridas abertas sobre o racismo no Brasil. A base das reflexões foram sua própria vida: dos tempos como estudante à experiência em sala de aula e o seu abrir de olhos sobre a situação dos negros no país.

Ao final do discurso emocionado, um apelo do ator e escritor Lázaro Ramos, que palestrava: “A gente precisa fazer um pacto de investir em Educação pública de qualidade”. Aplausos.

Em entrevista por telefone a NOVA ESCOLA, Diva reforça o discurso de Lázaro. Afirma que a falta de qualidade é ainda mais grave na abordagem de questões raciais. “São poucos os professores que conseguem contar a verdadeira história da África, do povo negro, dos indígenas.”

Na entrevista abaixo, ela relaciona a própria trajetória como aluna e professora da Educação Básica ao racismo no país e diz acreditar na Educação como principal motor de mudança.

NOVA ESCOLA O que motivou sua fala naquela sessão da Flip?

DIVA Não sei. Não foi pensado, mas foi a oportunidade que eu tive de falar sobre o meu sentimento e o sentimento das pessoas negras. Em Paraty, eu pude participar, pela primeira vez, de uma mesa com negros e que falasse sobre os negros. Durante a semana, participei de várias palestras que foram me tocando e, naquela mesa, quando começaram a falar sobre o racismo no passado de Portugal, eu pensava: não, isso não acontece em Portugal. Isso é o que acontece aqui, agora. Eu queria falar com o Lázaro depois porque ele mexeu muito com as minhas emoções, mas aquela foi a oportunidade que eu encontrei.

Foto: Bruno Santos/Folhapress

Foto: Bruno Santos/Folhapress

Na palestra você disse que somos escravizados até hoje. É uma colocação forte. O que você quis dizer?

DIVA São as oportunidades que nos dão que nos escravizam. É só perguntar para qualquer pessoa negra, ou de periferia, ou indígena. Quando era pequena, tive a oportunidade de fazer o primário em um colégio interno, mas eu era obrigada a trabalhar lá. Além disso, passava por situações que os alunos brancos de classe média não passavam: apanhava muito e evito até hoje as coisas que eu comia lá – uma sopa de lentilha com gosto de mofo e pão molhado no café com leite. No ginásio, passei a dar aulas em troca de moradia e de um tempo livre para estudar pela manhã. Nada mudou desde o período da escravidão, nem para mim nem para o mundo. Seguimos escravos.

Além dos maus-tratos, como foi a experiência escolar para você?

DIVA Estive sempre cercada de uma maioria de pessoas brancas. No colégio interno, todas as minhas colegas negras eram as pessoas que estavam ali por serem assistidas – estavam ali nas mesmas condições que eu. No ginásio e no magistério, tinha uma ou outra colega com a cor da pele como a minha. Nas aulas, aprendi o que estava nos livros. Não tinha nada de bom que a gente [os negros] fazia. Você não se via nas páginas escolares como negro. Você estudava a história dos Estados Unidos – às vezes a gente até tinha que decorar palavras em inglês –, estudava sobre a Europa, mas nada sobre a África. Tudo o que diziam era que a gente veio de lá escravizado para trabalhar no Brasil. Eu passava mal. Ficava revoltada quando falavam da escravidão porque as pessoas começavam a olhar para mim porque eu era a única negra.

Esse sentimento de revolta foi muito presente na sua vida?

DIVA Sim. Sempre briguei muito e fui muito revoltada… Não, eu era justiceira. Lembro de ler um livro sobre a vida do Lampião e ele se tornar meu ídolo. Ele foi um oprimido: viu toda a família morrer quando era criança porque roubaram as terrinhas deles, depois se salvou e cresceu e foi se vingar. Eu tinha vontade de me vingar também. Não tinha oportunidade, mas tinha vontade. Eu fiz até o plano de fugir para me juntar ao bando dele. Era uma revolta contra a discriminação – hoje a gente fala bonito, fala bullying! A minha vingança, felizmente, é a Educação. Você não precisa pegar em armas, com a Educação, com a leitura, você passa a saber quem você é, quais os seus direitos e seus deveres. A coisa muda. Pela arma ninguém muda ninguém.

Então a revolta passou?

DIVA Ah, ainda tem horas que eu tenho vontade de explodir. [ela gargalha e volta rápido ao tom sério que dominou a conversa] Quando eu vejo a matança de jovens negros… Não só de negros, mas das pessoas da periferia – em que a maioria é negra. Vão empurrando a gente cada vez mais para os cantos.

Se a escola não a preparou, como você criou consciência sobre o que é ser negro?

DIVA Eu aprendi pela leitura. Teve uma mãe de família para quem a minha mãe lavava roupas que me incentivou demais. Pelos livros, eu fui despertando. Li Darcy Ribeiro, que fala muito bem sobre a África, sobre os negros. O que me ajudou muito também os livros do Jorge Amado que são livros-denúncia. Tem outro que acho espetacular, que eu acho que são fantásticos é o José Mauro de Vasconcelos, autor de Meu Pé de Laranja Lima. Muitos livros são aparentemente romanceados, mas são denúncias! O Jorge Amado fez a denúncia da exploração sexual de crianças negras lá nos anos 1930 e 1940.

Como as escolas hoje podem fazer diferente?

DIVA Eu acredito principalmente na força da fase da pré-escola. O preconceito que as crianças têm, elas trazem da orientação de casa e vão se tornando assim, se nada é feito. E nada é feito, porque a maioria deste país é branca. Quer dizer, a maioria é negra, mas eles são mais bem protegidos – não vou nem dizer que eles têm mais força, porque se eles tivessem mais força a gente nem existiria.

Você disse que não mudamos até hoje. Você tem esperança de que mudemos no futuro?

DIVA Eu tenho esperança na Educação. A geração de hoje, em que muitos são cotistas, e os filhos deles vão ter outra cabeça. Muitos jovens vieram conversar comigo em Paraty. Muitos mesmo. A gente pensa que eles não estão ligados em tudo o que acontece, mas eles estão muito ligados. A mudança vem daí. Vai demorar um tempo, mas vai mudar.

10 livros baseados em fatos reais que você precisa ler

0

livros-e-reportagens-que-fizeram-historia-e-vai-te-emocionar-www-blastingnews-com_1174003

Para os amantes da leitura, esses livros baseados em fatos reais vão prender do início ao fim.

Luciana de Queiroz, no Blasting News

Se você não é fã de livros de ficção, histórias reais são escolhas excelentes e lhes prenderão do início ao fim da leitura. O estilo literário no formato de reportagem costuma ser sensacional e, quando o leitor começa a leitura, não quer parar antes de terminar.

Por tratarem de relatos reais, os #Livros-reportagens são bem detalhistas e, por isso, os leitores conseguem inserir-se na #História de uma maneira incrível, como se estivessem, de fato, na cena. Alguns autores são feras nesse tipo de escrita, tais como, Joseph Mitchel, Norman Mailer e Gay Talese. Confira 10 livros separados com carinho para você.

1- “Honra teu Pai” é um livro escrito por Gay Talese e fala da história de Joseph, que vive no #Mundo da máfia italiana. Mais conhecido como Joe Bananas, ele controla, em Nova York, cinco famílias, além de seu filho Bill. É uma guerra bem sangrenta entre os mafiosos, até que Joe é sequestrado, aos 26 anos de idade.

2- “A Luta”, de Norman Mailer, fala sobre um lutador e campeão de boxe que perdera seu título porque recusou-se a apresentar-se durante a Guerra no Vietnã,mesmo sendo convocado. Quem o desafiava para a luta era simplesmente Muhammad Ali e, claro, ele não queria perder essa batalha. O livro relata essa luta em si, que ficou marcada na história.

3- “Hiroshima”, escrito por John Hershey, relata sobre seis sobreviventes da bomba atômica, que matou milhares de pessoas em Hiroshima e Nagasaki. Os hibakushas descritos nos livros eram as pessoas que foram afetadas pelas bombas e seus efeitos, graças às armas nucleares.

4- “O Segredo de Joe Gould” foi escrito por Joseph e relata a história de um mendigo que vivia em um bairro boêmio em Nova York. Apesar de ser andarilho, ele escrevia um livro, que só foi encontrado após 20 anos de sua morte e, na publicação, revela muitos mistérios.

5- “O Reino e o Poder”, do escritor Gay Talese, fala da história do fundador do jornal mais famoso do mundo, o The New York Times. É um relato sobre as mudanças que o jornal sofrera durante sua existência e sobre as reportagens mais incríveis já publicadas.

6- “Abusado – O Dono do Morro Santa Marta”, do jornalista Caco Barcellos, relata o tráfico de drogas e ações criminosas no Rio de Janeiro. A publicação cita o Comando Vermelho e como tudo acontecia dentro das favelas.

7- “Chico Mendes, Crime e Castigo”, do escritor Zuenir Ventura, conta a história de Chico Mendes, seringueiro e ativista que vivia no Acre e foi assassinado por saber demais sobre o desmatamento na Amazônia. O livro divide-se em três partes e conta com relatos impressionantes.

8- “A Feijoada que Derrubou o Governo”, escrito por Joel Silveira, falas sobre os ex-presidentes Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros e João Goulart e, entre vários relatos, entra a história do próprio autor.

9- “O Livro das Vidas”, escrito por diversos autores, conta histórias de obituários de pessoas comuns, que foram retratadas de forma enfática pelo jornal The New York Times.

10- “A mulher do Próximo”, escrito por Gay Talese, fala sobre as mudanças dos costumes sexuais nos Estados Unidos. Conta sobre as seitas de livre amor, nudismo e repressão da homossexualidade.

Go to Top