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Chronos: Limites do Tempo | DarkSide Books lança 2º livro da premiada trilogia de Rysa Walker

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Em Chronos: Limites do Tempo, uma nova viagem pela História está marcada conquistar os fãs de viagens no tempo.

Guto Souza, no Feededigno

Os leitores brasileiros embarcaram em um salto temporal com a DarkSide Books e voltaram para casa com lembranças que vão durar para sempre. Em Chronos: Viajantes do Tempo, primeiro livro da premiada trilogia de Rysa Walker, acompanhamos a história de Kate Pierce-Keller, que não só descobriu que possui um gene que a permite viajar no tempo, como também saltou para o século XIX para impedir um homicídio e ajustar a linha temporal que desmanchou sua família.

Agora, em Chronos: Limites do Tempo, Kate está frente a frente com uma conspiração envolvendo os ciristas, um culto religioso que ameaça afetar o universo como o conhecemos ao fazer mudanças nas linhas temporais para aumentar sua rede de poder. Para impedi-los de alterar a realidade de maneira irreversível, ela foi incumbida de coletar todas as chaves Chronos através do tempo antes que elas parem nas mãos erradas.

Tudo precisa ser detalhadamente planejado e nada pode dar errado: um movimento em falso e os ciristas descobrem seu plano, comprometendo o futuro de milhões de inocentes. Conforme Kate revela as camadas da mente doentia de seu avô, uma das principais figuras envolvidas na ascensão do culto, e as memórias aterrorizantes de quando foi perseguida pelo serial killer H.H. Holmes a atormentam, sua missão fica cada vez mais complexa. Os aliados são poucos, e qualquer um pode ser um espião.

Em Chronos: Limites do Tempo, Rysa Walker faz o leitor presenciar momentos críticos e marcantes da história norte-americana: o assassinato do presidente John F. Kennedy, em 1963; a Boston de 1905, onde o escapista Harry Houdini apresentava seus truques; e o interior do estado da Georgia, em 1938, onde as leis de segregação racial ainda eram uma triste realidade.

Netflix: 2ª temporada de ’13 Reasons Why’ chega em meio a polêmicas

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13 reasons why; Os 13 porquês (Netflix/Divulgação)

Boa parte dos fãs da série se perguntam sobre a decisão de produzir mais episódios para a história, que chegam ao serviço de streaming na sexta-feira, 18

Publicado na Exame

São Paulo – Por que fazer uma segunda temporada para uma série sobre uma garota que tirou a própria vida? Especialmente quando tanto a morte quanto os motivos que a levaram a isso foram totalmente destrinchados no primeiro ano. É o que boa parte dos fãs de 13 Reasons Why, da Netflix, se perguntam sobre a decisão de produzir mais episódios para a história, que chegam ao serviço de streaming na sexta-feira, 18.

Em entrevista ao Estado, Alisha Boe, que vive a jovem Jessica Davis, responde. “Há tantas histórias a serem contadas”, diz a atriz. Após uma primeira temporada focada em Hannah, ela acredita que os personagens que a cercam merecem ter as próprias histórias ouvidas. “A vida continua depois que Hannah morre e estamos explorando esse lado.”

Alisha esteve na última semana no Brasil, acompanhada dos colegas Christian Navarro, que vive Tony Padilla, e Brandon Flynn, intérprete de Justin Foley, que também opina sobre as críticas. “Entendo que há um grupo de fãs de livros que se tornam produtos audiovisual. Há sentimentos diferentes quando você lê um livro ou vê uma série”, pondera.

“Mas desafio todas essas pessoas a ver a última temporada de Game of Thrones, foi muito boa!”, brinca o ator, que pede que as pessoas deem uma chance ao segundo ano de 13 Reasons Why.

Nesta temporada, o foco é o julgamento iniciado pela mãe de Hannah, a garota que comete suicídio, contra a escola Liberty, onde ela estudava. O objetivo é provar, usando como referência 13 fitas cassetes gravadas pela jovem em vida – o mote da primeira temporada – que sua morte veio em decorrência do bullying sofrido por ela no colégio, além de ter sido abusada sexualmente por um colega de classe, que também atacou uma amiga sua, Jessica.

Polêmicas

A discussão sobre abuso sexual na série vem no momento em que Hollywood fala sobre o tema, após denúncias contra o produtor Harvey Weinstein e outros nomes do entretenimento, como o autor do livro que deu origem a 13 Reasons Why, Jay Asher, que não tem envolvimento com a produção.

“O louco é que o roteiro ficou pronto duas semanas antes de começarmos a gravar, que foi quando saíram as notícias”, relembra Alisha. “Tudo isso me fez perceber como essa história é importante, especialmente para essa geração, que são os próximos líderes.” Ao mesmo tempo em que repudia a demora histórica para o assunto vir à tona, ela se diz aliviada. “Sou uma jovem atriz nessa indústria que, por causa de todas as mulheres que denunciaram, provavelmente nunca vou lidar com isso na minha carreira.”

Na primeira temporada, além da crueza das cenas de estupro, o momento em que Hannah tira a própria vida causou grande polêmica e fez serviços de prevenção ao suicídio, de vários países, se manifestarem contra a série. “Só queremos que as pessoas tenham conversas abertas sobre saúde mental”, diz Alisha.

“Queremos ser uma plataforma para pessoas perceberem que têm responsabilidade sobre elas mesmas”, completa Brandon. “Mesmo quando você é uma vítima, por mais difícil, você é responsável por seu bem-estar mental e físico. Às vezes, quem você acha que pode ajudar não ajuda.”

Diante da gravidade do tema, a Netflix criou alertas. Antes de iniciar os episódios, um vídeo com o elenco anuncia o site 13reasonswhy.info, que direciona os espectadores para centrais de apoio. Os atores também se ajudam. “Filmamos juntos num lugar que não é nossa casa. Conversamos sobre o que aconteceu no dia”, relata Navarro. “É importante poder falar e ser ouvido”, acrescenta ele.

Os fãs que torcem o nariz para a segunda temporada da série 13 Reasons Why têm como principal argumento o fato de que a história da protagonista, Hannah Baker, vivida por Katherine Langford, foi encerrada após o seu suicídio e a divulgação das 13 fitas cassetes gravadas por ela, nas quais ela revela a decisão de tirar a própria vida. Para contrariar esses fãs, Hannah está de volta na segunda temporada. Como isso vai acontecer, porém, é um mistério sobre o qual a Netflix faz segredo.

O certo é que a personagem é vista de volta tanto em trailers quanto em imagens de divulgação da segunda temporada da série, nas quais ela aparece interagindo, de alguma forma, com Clay Jensen (Dylan Minnette), o outro protagonista. Na primeira temporada, a interação entre os dois era por meio das fitas e por lembranças de momentos juntos, flertes e da amizade entre eles, abalada junto com os acontecimentos com a garota no colégio.

Além disso, há a batalha judicial que a mãe de Hannah, Olivia (Kate Walsh), move contra a escola Liberty, por conta de todo o bullying sofrido pela garota por lá, o que teria motivado o suicídio, algo que pode revelar memórias sobre a vida dela que ainda não foram exploradas na primeira temporada.

Seja como for, é fato que a Netflix e os produtores de 13 Reasons Why precisavam aproveitar o talento de Katherine Langford, revelada na série. Além do imenso sucesso entre o público, sua performance rendeu à jovem, que tem apenas 22 anos, recém-completados, uma indicação para o Globo de Ouro de melhor atriz em série de drama este ano, na mesma categoria em que concorriam Caitriona Balfe (Outlander), Claire Foy (The Crown), Maggie Gyllenhaal (The Deuce) e Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale), que foi a vencedora do prêmio.

Na última semana, Katherine chegou a ser, também, uma das convidadas do disputadíssimo baile de gala do MET Museum, em Nova York.

Entrevista com Ernest Cline, autor de “Jogador Número 1”

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Ernest Cline, autor de Jogador Número 1, livro que inspirou novo filme de Steven Spielberg (Foto: Divulgação/Wikimedia/Gage Skidmore)

 

Isabela Moreira, na Galileu

O livro Jogador Número 1 (Casa da Palavra, 464 páginas, a partir de R$ 26,90) conta a história de Wade, um adolescente que vive em um futuro distópico. No ano de 2045, o mundo está tão destruído que as pessoas recorrem à uma plataforma de realidade virtual como refúgio.

Chamada de OASIS, a ferramenta permite que os usuários criem avatares com novos nomes e aparências para desbravarem diversos planetas virtuais. A morte do criador da plataforma, James Halliday, gera uma caça ao tesouro dentro da realidade virtual, tudo embalado por centenas de referências da cultura pop da década de 1980, época da adolescência do empresário. “Me pareceu um conceito divertido fazer os personagens do futuro estudarem o passado para conseguirem avançar”, conta Ernest Cline, autor da obra.

Nerd de carteirinha, Cline adora videogames e, inclusive, já teve o próprio DeLorean, carro do filme De Volta para o Futuro. Para ele, trabalhar com o diretor Steven Spielberg na adaptação de Jogador Número 1 para as telas do cinema foi um sonho se tornar realidade.

“O filme final parece um dos que eu amava tanto na década de 1980, como De Volta para o Futuro, ET – O Extraterrestre e Jurassic Park. É o tipo de história que te leva em uma jornada.” Em entrevista por telefone à GALILEU, o escritor falou sobre a adaptação que chega aos cinemas brasileiros no dia 29 de março, a influência da tecnologia no presente e no futuro e, claro, cultura pop. Confira:

No livro você volta aos anos 1980 para construir uma versão do futuro, que se passa em 2045. Como foi desenvolver essa relação na sua história?
Quando comecei a pensar no futuro, várias referências da cultura pop me vieram à cabeça: desde a mitologia por trás do Santo Graal, sobre a qual ninguém sabe muito, mas todos querem encontrar, até a dificuldade de personagens em distinguir quem é do bem de quem é do mal. Usar referências dos anos 1980 nas pistas da minha caça ao tesouro no futuro me permitiu desenvolver esse mundo em que a realidade parece uma distopia e a realidade virtual, uma utopia. Me pareceu um conceito divertido fazer os personagens do futuro estudarem o passado para conseguirem avançar.

A realidade virtual evoluiu muito desde que o livro foi publicado em 2011. Você acredita que algo como a OASIS poderia se tornar realidade?
Sim, já está acontecendo. Há vários jogos e simulações de realidade virtual que entraram no mercado recentemente que têm grandes mundos virtuais que as pessoas podem explorar. Isso nunca tinha acontecido antes. Um dos primeiros jogos lançados foi Star Trek: Bridge Crew, no qual vários jogadores assumem papéis da tripulação do centro de comandos da nave Enterprise, viajar em missões e criar seus próprios episódios de Star Trek. Se as coisas estão assim em 2018, apenas imagine onde estarão nos próximos 20 anos.

O Gigante de Ferro faz uma aparição no universo da OASIS em Jogador Número 1 (Foto: Reprodução/Youtube)

A OASIS é bem detalhada no livro: durante a leitura me senti como se estivesse andando dentro do jogo. Como foi adaptar esse mundo virtual para as telas do cinema?
Foi bem divertido, ainda mais por poder fazer isso em parceria com o Steven Spielberg. A OASIS é como uma caixa mágica: você pode ser qualquer um em qualquer lugar e fazer o que quiser, desde participar de cenas dos seus filmes favoritos, escalar montanhas ou ter qualquer experiência do conforto da sua casa. Tudo isso já começou a ser discutido e será ainda mais nas próximas décadas.

Se você pudesse ter uma experiência como a fornecida pela OASIS, como seria o seu avatar?
Acho que eu criaria um avatar com a aparência que tenho no mundo real. O Wade, protagonista do livro, tem muito de como eu era durante a adolescência: se você não está satisfeito com quem você é ou com sua aparência, provavelmente vai querer criar um outro corpo com uma nova personalidade. Algumas pessoas já fazem isso ao jogarem videogames: dentro da realidade virtual, essa construção pode se tornar um vício.

Acho que eu provavelmente gostaria de mudar meu avatar o tempo todo de acordo com os diferentes jogos que estivesse jogando: um dia seria o Super-Homem, em outro um piloto de corrida, o que quisesse.

Quais são algumas das suas referências favoritas da cultura pop atual?
Acabei de terminar a última temporada de Black Mirror, que é uma série fantástica. Além disso, um dos meus livros favoritos, Altered Carbon, acabou de ser adaptado em uma minissérie da Netflix. Mas gosto um pouco de tudo, assisto a vários filmes que estão em cartaz — no momento estou lendo vários quadrinhos do Pantera Negra para me preparar para assistir ao filme do herói.

O filme é ótimo, acho que você vai gostar.
Estou torcendo para isso. [Risos]

Tye Sheridan como Wade, protagonista do filme Jogador Número 1 (Foto: Divulgação)

Voltando ao Jogador Número 1, o que os fãs do livro podem esperar do filme?
Acho que se eles já gostarem do livro e estiverem com a cabeça aberta, sem esperar ver todo e qualquer detalhe da narrativa na tela, terão uma surpresa bem positiva. O filme tem cerca de duas horas, bem mais curto do que a leitura do livro, mas a experiência parece uma montanha-russa: tive que assistir uma segunda vez porque não conseguia parar de pensar nele. Parece um dos filmes que eu amava tanto na década de 1980, como De Volta para o Futuro, ET – O Extraterrestre e Jurassic Park, o tipo de história que te leva em uma jornada.

O resultado final é parecido com o que você imaginou?
É uma visão diferente. Quando estava escrevendo o livro nem imaginava que poderia ser adaptado para os cinemas, principalmente por conta dos vários elementos da cultura pop que inclui nele. Não cheguei a pensar na narrativa como um filme, e sim como uma jornada guiada pelo leitor. Isso que é legal de escrever um livro: cada leitor interpreta a história de um jeito de acordo com suas experiências e conhecimento. Não tem como fazer uma adaptação que seja fiel à interpretação que cada um faz do livro, então o filme de Jogador Número 1 é uma versão condensada da história, com o mesmo espírito de aventura e diversão da fonte.

Suma divulga capa de A Incendiária, novo volume da Biblioteca Stephen King

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Editora presentei os fãs com um dos livros mais aguardados. Vendas começam em março

Fernando Rhenius, no Vavel

A editora Suma publicou nas redes sociais nesta terça-feira, 23, a capa de A Incendiária, quarto volume da Biblioteca Stephen King, coleção que resgata obras inéditas ou esgotadas do autor no Brasil.

(Foto: Divulgação)

Publicado pela primeira vez em 1980, a história se passa em cima de Andy McGee, sua esposa Vicky que passaram por experiências quando jovens. Da união do casal nasceu Charlene. “Charlie” acaba adquirindo o poder de atear fogo em tudo e em todos, o que acaba trazendo mais problemas do que benefícios.

Por conta disso, acaba chamando a atenção de uma sociedade secreta intitulada “Oficina” que usa humanos que tenham algum poder. Tentando salvar a filha, Andy passa pelas mais diversas situações. O livro chega as livrarias em março.

O livro ganhou uma adaptação para o cinema em 1984.

5 coisas que você não sabia sobre Game of Thrones

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GoT

Curiosidades que a grande maioria dos fãs da série nunca ouviram falar.

J. Bittencout no, Blasting News

Game of Thrones estreou em 2011. Hoje com 7 temporadas, a série [VIDEO] faz um imenso sucesso no mundo. A série é considerada única e possui uma superprodução que faz jus ao sucesso de Game of Thrones.

O último episódio lançado foi em agosto de 2017 e a nova temporada está prevista apenas para 2019, sem data oficial ainda. Enquanto isso os fãs anseiam pelos novos episódios, esperando fielmente a nova temporada. Enquanto isso, separamos algumas curiosidades sobre a série que você, fã de GoT pode achar interessante. Confira:

1 – Antes de Jack Gleeson, outro ator estava sendo cotado para Joffrey

Jack Gleeson (Joffrey) recebeu uma carta do autor George R.

R. Martin depois que o programa foi exibido, afirmando: “Parabéns pela sua maravilhosa performance. Todos os odeiam!”. Depois a mesma carta foi copiada e enviada para D.B. Weiss (criador da série), que teve uma conversa muito longa com George R. R. Martin em 2008 (quando o piloto da série estava sendo desenvolvido) sobre quem deveria desempenhar o papel de Joffrey Baratheon. D.B. Weiss insistiu em um ator da América do Sul chamado Alan Miller, que era um pouco mais relevante do que Gleeson em 2008. Weiss tinha visto alguns filmes de Goulart das décadas de 1990 e 2000, então ele estava sentindo que era o momento certo para lançá-lo para um série de TV internacional, como em 2008, Alan Miller já era muito experiente em filmes internacionais (no entanto, a maioria eram filmes independentes).

Então, a carta de George R. R. Martin a Jack Gleeson também era uma maneira suave de afirmar que a decisão de Martin para o papel tinha sido uma boa decisão, afinal.

2 – Diferença dos livros para a série

Maester Aemon Targaryen, da Patrulha da Noite, revela-se cego nos livros. Ele foi interpretado por Peter Vaughan, que era parcialmente cego.

3 – Daenerys e o sangue

Emilia Clarke (#Daenerys Targaryen) foi mergulhada em tanto sangue falso durante a cena do coração do cavalo na 1ª temporada, que ficou presa ao assento do banheiro durante uma pausa.

4 – Difícil juntar todo mundo

Os personagens nunca apareceram todos juntos num episódio. Somente três personagens apareceram em todos os episódios de uma determinada temporada durante o formato original de dez episódios: Cersei e Joffrey apareceram em todos os episódios da primeira temporada, e #Tyrion apareceu em todos os episódios da segunda e quinta temporadas. Tyrion, Daenerys, Jon, Littlefinger, Davos e Sansa apareceram em todos os episódios da sétima temporada, que foi abreviada.

5 – Lena Headey foi indicação de Peter Dinklage

Peter Dinklage (Tyrion Lannister [VIDEO]) e Lena Headey (Cersei Lannister) são amigos há anos, antes mesmo da série, tendo trabalhado anteriormente em Ultra (2006) e A Morte de Pete Smalls (2010). Foi no set do último que Dinklage leu o piloto e, posteriormente, recomendou Headey a David Benioff e D.B. Weiss.

E você, já sabia dessas curiosidades?

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