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Papel e Película: um livro para ler no hiato de ‘The Walking Dead’

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‘The Walking Dead: A Queda do Governador – parte 2’ já está a venda

Cena da quinta temporada de 'The Walking Dead' (Foto: Divulgação)

Cena da quinta temporada de ‘The Walking Dead’ (Foto: Divulgação)

Sarah Mund, na Revista Monet

Os novos episódios da quinta temporada de ‘The Walking Dead‘ só retornam em fevereiro e a maioria dos fãs está se perguntando como lidar com toda essa ausência (eu pelo menos estou… rsrsrs). Aqui vai minha sugestão: ‘The Walking Dead: A Queda do Governador – parte dois’.

O quarto livro da série escrita por Robert Kirkman e Jay Bonansinga encerra a trajetória do Governador (papel de David Morrissey na TV). Com mais personagens e a história ligeiramente diferente da mostrada no seriado, o volume retoma a narrativa depois de Michone (Danai Gurira na atração) torturar o líder de Woodbury.

The Walking Dead: A Queda do Governador - parte dois (Foto: Divulgação)

The Walking Dead: A Queda do Governador – parte dois
(Foto: Divulgação)

Depois que ele se recupera dos ferimentos, Philip Blake retoma a liderança com mais sede de vingança que nunca e começa a arquitetar o plano para atacar o presídio. Embora esse momento já tenha ficado no passado na cronologia da atração, é interessante acompanhar os acontecimentos da perspectiva dos moradores da cidade.

Isso se dá principalmente através das experiências de Lilly Caul, que parte do medo e ódio para passar a apoiar as decisões do Governador, desde que possa permanecer em segurança no lugar que acostumou chamar de lar. Ainda mais agora, que ela luta não só por si mesma, mas também pelo seu bebê ainda no útero.

CONFIRA CENAS DOS EPISÓDIOS INÉDITOS DE ‘THE WALKING DEAD’:

Brasileiros buscam verba para poder finalizar obra em escola na África

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Campanha tenta arrecadar R$ 20 mil até o dia 30 de junho.
Líder do projeto teve malária e febre tifoide e emagreceu 14 quilos.

Moradores de Fendell também ajudam na construção da escola que tem o bambu como principal matéria-prima (Foto: Escola de Bambu/ Divulgação)

Moradores de Fendell também ajudam na construção da escola que tem o bambu como principal matéria-prima (Foto: Escola de Bambu/ Divulgação)

Vanessa Fajardo, no G1

Dois brasileiros que estão na África desde fevereiro deste ano com a missão de construir uma escola na comunidade de Fendell, nas imediações de Monróvia, capital da Libéria, ainda precisam de R$ 20 mil para conseguir concluir as obras. O líder do projeto é o jornalista Vinicius Zanotti, de 27 anos, que durante a temporada na África contraiu malária e febre tifoide e emagreceu 14 quilos. O construtor Fabio Ivamoto Peetsaa, de 34 anos, também está no local e teve malária.

Para conseguir arrecadar a verba necessária, os ‘bambuzeiros’, grupo de 30 voluntários que trabalham no projeto, lançaram um ‘crowdfunding’, campanha na internet de mobilização. É possível doar cotas a partir de R$ 25 pelo site, clique aqui.

Se a meta de R$ 20 mil não for alcançada em até 30 de junho, os valores de quem já contribuiu serão devolvidos, será “tudo ou nada”. No total, o projeto “Escola de Bambu” já arrecadou R$ 140 mil com uma campanha que começou em 2011. Venda de produtos como camisetas, DVDs, rifas e doações espontâneas ajudaram a chegar neste montante. As obras começaram na África, enquanto a campanha continuava no Brasil, pois já era previsto que R$ 140 mil não seriam suficientes para concluir todo o projeto.

Vinicius Zanotti e Peetsaa na Libéria no vídeo para a campanha (Foto: Reprodução)

Vinicius Zanotti e Peetsaa na Libéria no vídeo para
a campanha (Foto: Reprodução)

Escola de bambu
A escola vai substituir uma unidade erguida em 2009 com paredes de ripas de bambu trançado e teto de folhas de zinco, sem energia elétrica e banheiros, que atende cerca de 300 crianças de Fendell em condições precárias.

As obras estão caminhando bem, segundo Zanotti, porém, se o grupo não conseguir arrecadar mais R$ 20 mil, algo não será concluído. “Toda a estrutura está pronta. Finalizamos o telhado do prédio um e dois. Devemos terminar o telhado do prédio três e quatro, no máximo, em uma semana. Estamos fazendo os tijolos de adobe e subindo as paredes do prédio um. Começamos nesta semana a parte hidráulica. Se não conseguirmos os R$ 20 mil, algumas coisas faltarão, mas ainda é cedo para prever o quê.” As construções precisam ser finalizadas até julho, quando começa a temporada de chuvas na região e não há mais como trabalhar nas obras.

O projeto da escola é inspirado em obras já existentes na Índia e no México. Além do bambu, matéria-prima abundante na comunidade, os construtores utilizam blocos de tijolo adobe, fabricado com cimento e terra locais. Como o local não possui energia elétrica, água encanada e coleta de esgoto, o projeto prevê soluções sustentáveis.

As paredes terão entrada de luz solar para iluminação das salas de aula e para ventilação natural e haverá sistema de captação e reuso de água da chuva. Serão criados uma fossa biogestora que transforma excrementos em adubo para as plantações e um gerador de energia feito com imãs de HD de computadores quebrados e rodas de bicicletas, projetados pelo construtor Peetsaa.

Peetsaa na extração de bambu na Libéria (Foto: Vinicius Zanotti/ Divulgação)

Peetsaa na extração de bambu na Libéria
(Foto: Vinicius Zanotti/ Divulgação)

“Em três meses de trabalho conseguimos construir bastante coisa, conseguimos ensinar a biotecnologia de construção, o tratamento do bambu, a fossa com filtro biológico de bananeira. Como a gente sabe, não se faz nada sozinho nesse mundo, a união realmente faz a força. A agora é o momento de nos juntarmos mais uma vez”, afirma Peetsaa no vídeo da campanha para captar a verba final.

A ideia

A empreitada foi iniciada em março de 2010 quando Zanotti viajou para a Libéria e realizou o sonho que tinha desde adolescente de conhecer a África. A temporada que duraria 15 dias foi prolongada por dois meses porque ele contraiu malária pela primeira vez e precisou de cuidados médicos. Neste período, o jornalista conheceu o líder liberiano Sabato Neufville, de 35 anos, fundador de uma ONG chamada “Movimento dos Jovens Unidos contra a Violência.”

Foi Sabato quem ergueu a escola de bambu em setembro de 2009 e com o próprio salário contratou os professores. Com a remuneração de US$ 800 mensais que recebe da Organização das Nações Unidas (ONU), também sustenta as nove crianças órfãs de guerra que adotou. “Sabato fazia o papel do estado. Na Libéria não existe educação gratuita, até as escolas públicas são pagas. Quando entrei na escola pela primeira vez e vi as crianças sentadinhas tendo aula naquele espaço, surgiu o estalo de fazer algo”, diz Zanotti.

Interessado e sempre envolvido em causas sociais, o jornalista se sensibilizou com a situação da escola e com o trabalho de Sabato e decidiu gravar um documentário para embasar a campanha de arrecadação de fundos e dar melhores condições e perspectiva de vida à comunidade.

Garoto da comunidade de Fendell que vai ser beneficiado pela nova escola (Foto: Vinicius Zanotti/ Divulgação)

Garoto da comunidade de Fendell que vai ser beneficiado pela nova escola (Foto: Vinicius Zanotti/ Divulgação)

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Produção de tijolos de adobe; meta é chegar na marca de 7.500 unidades (Foto: Vinicius Zanotti/ Divulgação)

Projeto De mão em mão distribui livros em parques de SP

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Publicado por PublishNews

Ação ocorre nos Bosques da Leitura do Carmo, Ibirapuera, Luz e Santo Dias

Amanhã, 23/02, das 10 às 16h, o projeto De mão em mão estará distribuindo livros gratuitamente em quatro parques paulistanos: Ibirapuera, Luz, Carmo e Santo Dias, em pontos chamados de Bosques da Leitura. 

A ação comemora o sucesso da iniciativa, que terá sua primeira fase encerrada em 26 de fevereiro.

O projeto foi criado em 2011, uma parceria entre a prefeitura de São Paulo e a Editora Unesp, e desde então oito títulos foram lançados e mais de 150 mil livros já foram distribuídos.

O funcionamento do projeto é simples: o leitor pega um livro gratuitamente e se compromete a devolvê-lo em um dos pontos de distribuição, ou passá-lo a outra pessoa.

Além disso, os oito livros da coleção também estão disponíveis em versão digital, que pode ser obtida gratuitamente no site.

Dono de zoológico lê livro para cobras de estimação nas Filipinas

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O proprietário de um zoológico nas Filipinas, Emmanuel Tangco, lê livro para cobras de estimação em Manila neste domingo (3). O Ano Novo Lunar começa no dia 10 de fevereiro em 2013 e marca o Ano da Cobra (Foto: Erik De Castro/Reuters)

O proprietário de um zoológico nas Filipinas, Emmanuel Tangco, lê livro para cobras de estimação em Manila neste domingo (3). O Ano Novo Lunar começa no dia 10 de fevereiro em 2013 e marca o Ano da Cobra (Foto: Erik De Castro/Reuters)

Publicado no G1

Emmanuel Tangco também faz apresentações com cobras em piscina. Ano Novo Lunar começa no dia 10 de fevereiro e marca o Ano da Cobra.

Aluna de 14 anos passa em 5° lugar na UFMS e Justiça garante matrícula

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Aos 14 anos, Nathaly Gomes Tenório é a mais jovem estudante da UFMS
Aos 14 anos, Nathaly Gomes Tenório é a mais jovem estudante da UFMS

Celso Bejarano, no UOL

Nascida em 5 de maio de 1998, Nathaly Gomes Tenório, 14, se tornou ontem a mais jovem estudante da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Após conseguir boas notas no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012, ela recorreu à Justiça para ter o direito de se matricular em artes visuais.

Até dezembro passado, Nathaly estudava o primeiro ano do ensino médio e, em fevereiro, ia cursar o segundo ano. Por influência da mãe, Edelária Gomes, 33, advogada, a adolescente resolveu trocar a sala da escola municipal Arlindo Andrade Gomes, em Campo Grande (MS), pela UFMS.

Antes do Enem Nathaly queria estudar moda, mas desistiu da ideia porque sua ambição exigiria a mudança de Estado.

“Não tinha pretensões de entrar logo na universidade, fiz o Enem como treineira. Passei em 5º lugar e minha mãe teve a ideia de entrar na Justiça”.

A matrícula no curso foi feita por meio de liminar. O desfecho da questão judicial de Nathaly deve ser anunciado daqui uns seis meses quando ela tiver completado o primeiro semestre da vida universitária. “Geralmente a decisão confirma a liminar”, aposta a mãe.

Nathaly disse que gosta de artes, mas tem a intenção de cursar também jornalismo, depois direito. “Vou tentar jornalismo no meio do ano, quero fazer as duas [cursos] ao mesmo tempo, depois estudo direito, que é vontade de minha mãe”, disse a garota.

“Quero fazer Artes e Jornalismo porque gosto de lidar com projetos sociais, que envolvam as pessoas, a comunidade”, disse ela.

A caloura disse que a idade não deve influenciar seu desempenho. “Vou continuar fazendo as mesmas coisas, indo ao cinema, curtindo amigos, namorando”, diz.

Desde cedo

Nathaly, segundo a mãe, conhece o mundo acadêmico desde os cinco anos. “Por necessidade, ela seguia comigo para a universidade, onde eu estudava direito. Foram anos juntas”, contou empolgada.

Até a tarde desta terça-feira (22), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul havia concedido doze liminares a estudantes que não haviam completado o ensino médio, mas conseguiram passar em universidades.

Dessas, seis são de estudantes que vão ingressar na UFMS, outras seis para a UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul). As decisões favoreceram alunos de 15 a 17 anos de idade.

Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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