Os Meninos Que Enganavam Nazistas

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Netflix vai adaptar Caixa de Pássaros estrelando Sandra Bullock

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(Imagem: Divulgação)

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Publicado no Literatura Policial

Via Bookriot – A Netflix anunciou a adaptação de “Caixa de Pássaros”, thriller psicológico de Josh Malerman lançado no Brasil pela Editora Intrínseca. Sandra Bullock será Malorie, mãe de duas crianças pequenas que sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

Susanne Bier, dinamarquesa vencedora do Oscar (In a Better World, Brothers, Serena), vai dirigir o filme. Eric Heisserer, indicado para o Oscar (The Arrival) escreveu o roteiro. O produtor Scott Stuber estava desenvolvendo o filme na Universal, mas trouxe o projeto com ele quando migrou para a Netflix. A produção começará em agosto.

200 anos após a morte de Jane Austen, sua obra segue atual

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Bridget Jones é uma das inúmeras personagens inspiradas na obra de Jane Austen DIVULGAÇÃO

Bridget Jones é uma das inúmeras personagens inspiradas na obra de Jane Austen DIVULGAÇÃO

Publicado em O Globo

Com passeios em sua Hampshire natal, exposições e, inclusive, uma nota com seu retrato, a Inglaterra homenageia a romancista Jane Austen, que, 200 anos depois de sua morte, é um ícone da literatura que transcende fronteiras.

Quando faleceu, em 18 de julho de 1817, aos 41 anos, já começava a ser reconhecida e hoje é uma das autoras preferidas dos britânicos.

Seus seis romances já venderam milhões e suas tramas, que dissecam a pequena nobreza provincial do início do século XIX, inspiraram centenas de adaptações.

“No teatro é Shakespeare e, no romance, Jane Austen”, proclama a escritora francesa Catherine Rihoit, que prepara uma biografia e destaca o fato de como a autora inglesa consegue atingir leitores de países tão distantes e culturas tão diferentes.

Virginia Woolf também destacou a genialidade de Austen, assim como Vladimir Nabokov.

Cada um tem seu romance favorito, apesar de Orgulho e Preconceito ser alvo de um culto particular e ter produzido adaptações de todos os tipos, do cinema indiano ao estilo Bollywood (Noiva e Preconceito), passando pelo gênero fantástico (a minissérie Lost in Austen) até o terror (Orgulho e Preconceito Zumbi).

A personagem vivida por Renée Zellweger, Bridget Jones, também é inspirada em Lizzie Bennet, a heroína austeniana que prefere se casar por amor e não por dinheiro.

Outro filme que brinca com a questão do amor e das aparências e males-entendidos é Mensagem para Você, em que Orgulho e Preconceito é explicitamente citado.

Mais um sucesso inspirado em um livro de Austen é Patricinhas de Beverly Hills, que traz para um contexto supermoderno e igualmente crítico o romance Emma, a história de uma adolescente de natureza independente, mas com pendores casamenteiros.

Em O Clube de Leitura de Jane Austen (2007), a vida dos personagens se misturam com as tramas de Austen. E até a autora da saga Crepúsculo se declarou apaixonada pela autora e produziu Austenland (2013), um mergulho no universo austeniano.

Feminista
A trama de seus livros, entre bailes, chistes em torno de uma xícara de chá e busca de casamentos convenientes para jovens mal saídas da adolescência, levou alguns críticos a injustamente comparar Austen com Barbara Cartland, a rainha do romance açucarado britânico.

“É muito mais que isso”, assegura Louise West, curadora da exposição, que tenta dar uma nova luz à vida desta mulher sobre a qual pouco se sabe, depois que sua irmã, Casandra, destruiu quase toda sua correspondência.

Outra curadora da mostra, Kathryn Sutherland, professora de literatura na Universidade de Oxford, destaca que, além da visão de uma Inglaterra idealizada, com suas lindas mansões e campina verde, Austen se mostra “uma escritora que fala de ética, de responsabilidade social em uma sociedade de classes”, com as guerras napoleônicas e a conquista dos mares como pano de fundo.

Austen também ilumina de maneira precisa as relações humanas e a condição das mulheres, cujo único futuro repousava no casamento.

“Ela tinha um conhecimento arguto da situação desesperada das mulheres, de sua dependência econômica dos homens e isso a frustrava”, diz Kathryn Sutherland, que a considera uma verdadeira feminista.

Uma das adaptações mais recentes de Orgulho e Preconceito, de 2005, mostra uma Elizabeth Bennet (vivida por Keira Knightley, indicada ao Oscar de melhor atriz por sua interpretação) ainda mais independente ante sua atração pelo sr. Darcy, o grande galã de Austen, neste filme interpretado com mais sensibilidade do que arrogância por Matthew McFadden.

O casamento é uma forma de escapar da pobreza, apesar de não para Austen, que permaneceu solteira, apesar de ter sido pedida em casamento.

Um filme de 2007, Amor e Inocência, especula a respeito desse episódio na vida da autora. Anne Hathaway vive Jane Austen, que se enamora de um advogado e é pedida por ele em casamento.

Filha de um pastor anglicano, viveu toda a vida no limite da pobreza. “Sempre tinha que calcular as finanças, fingir estar bem de situação”, explica Catherine Rihoit. Por isso se pôs a escrever livros, para ganhar a vida.

O manuscrito de Razão e sensibilidade foi finalmente aceito por um editor em 1811, depois de várias tentativas infrutíferas.

“Infelizmente, morreu quando o sucesso e o dinheiro começaram a chegar”, constata Rihoit, autora de uma biografia da autora.

O túmulo de Jane Austen, na Catedral de Winchester, ou as casas onde morou em Chawton, ao norte, em Bath, ou na região de Somerset, atraem anualmente milhares de admiradores que seguem os passos de seus personagens ou buscam indícios sobre a personalidade da autora.

No entanto, mesmo seu rosto continua sendo um enigma, destaca Kathryn Sutherland, que pela primeira vez reuniu em um mesmo lugar os poucos retratos que supostamente são da autora.

As certezas a respeito da eterna Jane Austen são tantas que deixam abertas as portas para a imaginação. (AFP)

As Crônicas de Nárnia – Filmagens de novo longa devem começar em novembro

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Publicado no Tommo

O novo longa da franquia As Crônicas de Nárnia acaba de ganhar novas informações! Segundo a própria Sony as filmagens de A Cadeira de Prata deve ter inicio em setembro.

As informações divulgadas pelo estúdio citam o já anunciado diretor Joe Johnston (Capitão América: o Primeiro Vingador) e confirma nomes como o designer de produção Andy Nicholson (Gravidade), o compositor Thomas Newman (007 – Operação Skyfall) e a designer Jacqueline West (O Regresso).

Já as filmagens devem acontecer por cinco meses, em locações na Nova Zelândia e nos estúdios de Henderson Valley. Não há informações sobre o elenco.

Quarto livro da série criada por C.S. Lewis, e o primeiro sem a presença dos irmãos Pevensie, A Cadeira de Prata se passa 70 anos depois de A Viagem do Peregrino da Alvorada no tempo de Nárnia, o que permite a entrada de um novo elenco. Na trama, Eustáquio volta a Nárnia na companhia de sua amiga Jill Pole.

David Magee, de As Aventuras de Pi, escreve o filme. O Sobrinho do Mago, que trata das origens de Nárnia e do guarda-roupa do primeiro filme, chegou a ser cotado como o quarto longa da série cinematográfica, mas o estúdio e os herdeiros de C.S. Lewis decidiram seguir a ordem cronológica dos livros.

Ansiosos para o próximo filme do universo de Nárnia?

Harry Potter | Este filme feito por fã sobre a origem de Voldemort poderia ser oficial

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João Abbade, no Jovem Nerd

Alguns filmes feitos por fãs se destacam, mas a grande maioria não se aproxima das produções oficiais por diversas razões que vão desde orçamento, até os processos judiciais que chegam das distribuidoras. Dito isso, um grupo de fãs está produzindo sua própria prequel de Harry Potter, um filme de origem sobre aquele que não deve ser nomeado. O primeiro trailer de Voldemort: Origins of the Heir foi divulgado essa semana e o filme parece absolutamente incrível para uma produção não-oficial.

A equipe de vinte pessoas da Tryangle Films está trabalhando no filme desde o início de 2016. O plano inicial era criar um Kickstarter para arrecadar fundos, e eles até chegaram a criar a página, mas a Warner enviou uma nota judicial pedindo a remoção da campanha. Com o lançamento do teaser, o time revelou na página do Facebook que chegaram a um acordo com a Warner e que o filme será lançado sem financiamento coletivo:

O filme estará disponível de graça no Youtube no fim de 2017. E no que diz respeito a direitos autorais, nós conversamos com a Warner e chegamos a um acordo, sem preocupações.

Com o fechamento do Kickstarter e o lançamento gratuito, temos indícios que a Warner concordou com a produção do filme desde que não haja um lançamento ou campanha comercial.

Voldemort: Origins of the Heir originou-se de uma re-leitura de O Enigma do Príncipe, onde a equipe questionou que fez Tom Riddle virar Voldemort? O que aconteceu quando ele retornou a Hogwarts. Eles acharam algumas pistas nos livros e nos contos expandidos e decidiram juntar estes pedaços.

O filme segue Grisha Mac Laggen, a herdeira de Grifinória que investiga o assassinato de Hepzibah Smith, uma descendente da família lufa-lufa. Indo a fundo no caso, a bruxa descobre magia negra dentro de Hogwarts e um estudante envolvido com essa confusão.

Voldemort: Origins of the Heir será lançado no fim de 2017 no Youtube.

As Crônicas de Nárnia | Reboot ganha diretor de Capitão América

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Longa pretende reviver a franquia de C.S. Lewis

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

Joe Johnston foi confirmado como o diretor de Narnia: The Silver Chair, filme que pretende reviver As Crônicas de Nárnia nos cinemas (Via Variety).

O cineasta esteve por trás de longas como Capitão América: O Primeiro Vingador e a produção original de Jumanji. Agora, ele terá a missão de dar sequência a franquia e foi elogiado por Mark Gordon, produtor do longa.

“Joe é um contador de história maravilhoso que sente-se confortável filmando grandes franquias e, ao mesmo tempo, trabalhando o íntimo dos personagens. Como a história de C.S. Lewis é icônica e épica, mas ao mesmo tempo afetuosa e emocional, ele é a escolha perfeita”, afirmou ao site.

Quarto livro da série criada por C.S. Lewis, e o primeiro sem a presença dos irmãos Pevensie, A Cadeira de Prata se passa 70 anos depois de A Viagem do Peregrino da Alvorada no tempo de Nárnia, o que permite a entrada de um novo elenco. Na trama, Eustáquio volta a Nárnia na companhia de sua amiga Jill Pole.

David Magee, de As Aventuras de Pi, escreve o filme. O Sobrinho do Mago, que trata das origens de Nárnia e do guarda-roupa do primeiro filme, chegou a ser cotado como o quarto longa da série cinematográfica, mas o estúdio e os herdeiros de C.S. Lewis decidiram seguir a ordem cronológica dos livros.

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