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Stephen King aponta principal motivo para o fracasso de ‘A Torre Negra’

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Publicado no Cineset

Stephen King não é muito acostumado a gostar das adaptações cinematográficas de suas obras. Que o diga Stanley Kubrick com “O Iluminado”. Mas, criticar “A Torre Negra” passa longe de ser difícil, afinal, a produção estrelada por Matthew McConaughey e Idris Elba fracassou nas bilheterias e é considerada uma das piores do ano pela imprensa especializada.

Em entrevista ao site da Entertainment Weekly, Stephen King explicou qual foi o principal motivo do filme dirigido por Nikolaj Arcel não ter funcionado: a baixa classificação indicativa. “O problema real, no que me diz respeito, para este filme foi a posição do estúdio de querer fazer um filme PG-13 (recomendado para maiores de 13 anos). Eles quiseram fazer um filme para todo mundo, queriam a certeza de atrair pessoas desde 12 anos até 35. É o que queriam”, declarou o escritor, acrescentando que tal decisão tirou a dureza da trama e perdeu o senso de ineditismo que o projeto poderia ter.

Outra escolha errônea na visão de Stephen King foi decidir iniciar o filme pelo meio do livro. “Eu pensei comigo mesmo: ‘bem, as pessoas vão ficar realmente confusas com isso’. Então, sim, também houve problemas desse tipo”, disse. Segundo o escritor, ele chegou a procurar a Columbia Pictures para questionar e alertar sobre o fato, mas, o estúdio seguiu em frente com a decisão.

“A Torre Negra” mostra o pistoleiro Roland Deschain percorrendo o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto, passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

Autora de “O Diabo Veste Prada” anuncia continuação da história

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O lançamento do livro está previsto para 2018

Letícia Rocha, no DM

Lauren Weisberger, a autora da história “O Diabo Veste Prada” que virou filme, anunciou que em 2018 irá lançar mais um livro que dará continuação a história.

O novo livro foi intitulada “When Life Gives You Lululemons” que traduzido significa “Quando a Vida te dá Lululemons”.

O livro vai contar a história de outra assistente de Miranda, Emily Charlton após ela sair da revista. O livro vai trazer muitas novidades, uma vez que o público está mais habituado a história de Andy, que é a personagem principal do primeiro livro e também do filme.

A previsão é de que a obra seja lançada entre junho e setembro de 2018.

Star Wars: Os Últimos Jedi | Livro sobre segredos do filme dá detalhes do passado de Snoke

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Longa está em cartaz nos cinemas

Mariana Canhisares, no Omelete

O livro Star Wars – The Last Jedi: The Visual Dictionary, que conta os segredos dos bastidores do Episódio VIII, revelou mais detalhes sobre o passado de Snoke (via ComicBook).

“A comitiva de Snoke inclui navegadores aliens mudos das Regiões Desconhecidas. Se não fossem pelas trilhas anciãs no hiperespaço, marcadas por estes imponentes servos, os sobreviventes do Império que fugiram para esse reino inexplorado certamente teriam perecido. Eles que criaram e operaram o objeto que permite Snoke ter visão de longo alcance, localizado na sua sala do trono.”

Star Wars: Os Últimos Jedi está em cartaz nos cinemas brasileiros

Guerra do Velho | Netflix irá adaptar aclamado livro de ficção científica

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Martinho Neto, no Cinema com Rapadura

Os fãs do gênero de ficção científica receberam uma ótima notícia. O ovacionado Guerra do Velho, primeiro de uma série de seis livros escritos por John Scalzi, irá virar um filme original da Netflix. A informação é do Deadline.

A trama segue John Perry, viúvo com 75 anos recém-completos que acaba de se alistar nas Forças Coloniais de Defesa, equipe com tecnologias muito avançadas e responsável pelas viagens interestelares e pela colonização de outros planetas.

Por vezes lembrando o clássico Tropas Estelares, escrito por Robert A. Heinlein e no qual se baseia o filme homônimo de 1997, o livro aborda de forma bastante original temas como a guerra, o passado, a vida e a perda, mas sem perder a essência do sci-fi, trazendo extraterrestres, naves, tecnologia e batalhas muito bem descritas.

A produção será realizada pela Jon Shestack Productions, responsável por “Antes que Eu Vá” (2017), em parceria com a Madhouse Entertainment, que produziu “Os Suspeitos” (2013).

Outras informações ainda são desconhecidas.

Assassinato no Expresso Oriente: entrevista com Michelle Pfeiffer

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(John Phillips/Getty Images)

(John Phillips/Getty Images)

O filme é a estreia da semana e tem Michelle Pfeiffer, Judi Dench e Kenneth Branagh no elenco, inspirado no livro de Agatha Christie

Isabella D’Ercole, na Claudia

Eu tinha 10 anos e adorava aulas de biblioteca. Não sei se as crianças têm isso hoje. Naquela época íamos até a biblioteca do colégio (a do meu era uma sala pequena, mas cheia de livros incríveis) e líamos juntos. Tinha gente que amava, gente que odiava. Votavamos num livro, a professora lia e discutíamos toods. Depois íamos embora com outro exemplar qualquer pra ler durante a semana.

Mas voltando aos 10 anos e ao livro escolhido naquele mês qualquer: O Assassinato no Expresso Oriente. Impressionante desde o título. A autora, Agatha Christie, era a mestre mundial do suspense, best-seller e amada pela professora. Foi minha primeira expedição com Hercule Poirot, o detetive imbatível que povoa os livros de Agatha.

E, um trem, acontece um assassinato (essa parte dá para adivinhar pelo título). Ninguém sai até descobrirem o autor das facadas num dos passageiros. Poirot investiga, interroga e, muitas páginas depois, eu e meus colegas da quarta série ficamos sabendo do desfecho.

Agora pula pra 17 anos depois. O livro continua sendo um dos meus preferidos da vida e uma nova versão para cinema é lançada. Só gente boa demais no elenco. O Poirot é interpretado pelo inglês Kenneth Branagh, que também dirige o filme. Tem Judi Dench, Penélope Cruz, Daisy Ridley (de Star Wars). Tem também Michelle Pfeiffer, que deu essa entrevista exclusiva pra gente, feita pela Elaine Lipworth. Vocês tão pirando? Eu também. Vejam o que ela falou e não percam esse filme maravilhoso!

CLAUDIA: Há uma versão cinematográfica de Assassinato no Expresso Oriente de 1974. Você já tinha visto?
MICHELLE: Não, acredita? E o Kenneth pediu para não vermos. A ideia era fazer uma versão totalmente original.

Como era o clima no set?
Parecia um trem de verdade. Ele se mexia e as projeções dos cenários externos nas janelas dava a sensação de estarmos lá. Mas o Ken queria o clima de mistério, então ele nos lembrava que havia um assassino entre nós, espalhava medo. Dá pra sentir essa tensão na atmosfera.

Por que gostamos tanto de suspenses?
É da natureza humana querer desvendar mistérios. Ainda mais se for antes dos amigos ou da família. Esse filme é ideal pra isso. Eu sou assim, pelo menos. Não posso ver algum problema que já quero ir lá resolver. No set, arrumo cenário, figurino (risos).

Como foi trabalhar com esse elenco incrível?
Fiquei um pouco intimidada para dizer a verdade. Tive que fazer uma cena na frente de todo mundo no primeiro dia e pensava: “Estou dando vexame na frente da Judi Dench”. Talvez eu nem estivesse dando vexame, mas estava impressionada com o talento dos outros. Eles são tão incríveis.

Você é perfeccionista com seus personagens?
Sem dúvida! E não gosto de me assistir. Mas a gente sabe que nada é perfeito nas artes dramáticas nem em nenhuma arte. É até estranho eu ter escolhido essa carreira. O fato é que me entedio facilmente, menos com meu trabalho.

Como escolhe seus projetos?
O fato é que já fiz muitas escolhas erradas e que paguei um alto preço por isso. Agora dedico muito tempo às minhas decisões. Muitas coisas podem dar errado em um filme, mas se a gente acredita nele, ajuda. Se eu acreditar na personagem, no projeto, no processo, tudo corre bem do começo ao fim. Essa é força que tem me orientado.

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