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Posts tagged filme

‘A Livraria’ mostra a doce luta de uma mulher apaixonada por literatura

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Emily Mortimer no papel de Florence Green. Foto: Cineart Filmes

André Carmona, no Estadão

A Livraria começa com uma descrição em tom literário, como se o trecho de um romance estivesse sendo lido para o espectador. Assim, somos apresentados à história de Florence Green (Emily Mortime). Ela é uma viúva, cheia de boas intenções, que se muda para uma pequena cidade costeira da Inglaterra alimentando o sonho de abrir o próprio negócio – justamente uma loja de livros. Mas, para isso, terá de lutar. Contra tudo e contra todos.

O filme, adaptação da diretora espanhola Isabel Coixet para a obra homônima de Penelope Fitzgerald, é ambientado nos anos 1950. A população do pequeno e conservador vilarejo, ainda que sem motivo aparente, logo passa a se opor à ideia de uma livraria ali. Todos querem distância de Florence Green e de seu ‘subversivo’ empreendimento cultural.

Atacada, principalmente, pela elite local, a protagonista ameniza seu drama encontrando refúgio nas poucas e incipientes amizades. Uma delas é o sr. Brundich (Bill Nighy). Leitor inveterado, o milionário recluso desperta, ao mesmo tempo, a curiosidade e a admiração de todos. Juntos, os dois travam diálogos interessantes e, de certa maneira, cômicos sobre como lidar com a situação.

A atriz Emily Mortime se encaixa harmoniosamente na personagem que interpreta. É verdade que seu jeito frágil e a feição de eterno sofrimento contrastam com o discurso atual de empoderamento feminino, de mulheres fortes e prontas para a guerra. Nem por isso somos menos cativados por sua doce luta literária.

Netflix adquire os direitos da adaptação de “Para todos os garotos que já amei”

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Bárbara Allen, no Cabana do Leitor

Já estávamos enlouquecendo sem notícias dessa adaptação, mas agora temos algo muito legal e que vale apena uma comemoração. De acordo com o site Variety, a Netflix, adquiriu os direitos de Para todos os garotos que já amei, e para completar ainda anunciou que o lançamento está previsto para o meio do ano.

O filme é inspirado no livro autora americana Jenny Han e terá no elenco Lana Condor, de X-Men: Apocalipse, e John Corbett, de Casamento grego. Além dos dois, Noah Centineo dará vida ao apaixonante Peter Kavinsky; Janel Parrish será Margot, a irmã mais velha da protagonista; Israel Broussard vai interpretar Josh e Anna Cathcart será Kitty, a fofa irmã mais nova.

Susan Johnson e Matt Kaplan são os diretores do filme, enquanto Brett Bouttier, Robyn Marshall e a própria Jenny Han são produtores executivos.

“Para todos os garotos que já amei” conta a história de Lara Jean, uma garota atrapalhada e ingênua, mas muito forte. Romântica, ela escreve cartas para os garotos por quem se apaixonou. Mas tem um detalhe: nunca as envia. Como nada é perfeito, sua vida sai do controle quando essas cartas de amor são enviadas para cada um dos seus crushs e a vida amorosa da personagem ganha outro rumo.

Já estamos ansiosos para ver como ficou essa adaptação. Vale lembrar que a história faz parte de uma trilogia e que os outros dois livros ainda não têm uma confirmação sobre ter ou não um filme.

Livro que vai virar filme de Spielberg tem direitos de publicação comprados no Brasil

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Mario Anzuoni | Reuters

Clarissa Stycer no Blog do Lauro Jardim

A editora Record foi a compradora no Brasil dos direitos de publicação de “Daughters of the Resistance”, livro que vem dando o que falar.

A obra só será lançada, em qualquer lugar do mundo, em 2020. Mesmo assim, a adaptação da trama para o cinema já foi garantida pela produtora de Steven Spielberg, Amblin Partners, com a DreamWorks.

“Daughters of the Resistance”, de Judy Batalion, conta a história ainda desconhecida de jovens mulheres judias que lutaram na Segunda Guerra, reforçando a resistência contra os nazistas.

A narrativa é inspirada em escritos reais, em iídiche, descobertos pela própria autora.

Disney lança ‘Uma dobra no tempo’, filme com diretora negra, elenco multirracial e orçamento de US$ 100 milhões

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Reese Witherspoon e Storm Reid em cena do filme ‘Uma dobra no tempo’ (Foto: Divulgação)

Longa de Ava Duvernay com Oprah Winfrey, Reese Witherspoon e Chris Pine estreia nesta sexta-feira (9) nos EUA. Livro infantil que o inspirou retrata empoderamento da mulher negra.

Publicado no G1

Um mês depois que “Pantera Negra” enalteceu a cultura negra por meio de um filme de super-herói, “Uma dobra no tempo” quer fazer o mesmo através de um amado livro infantil norte-americano.

Dirigido pela cineasta negra Ava DuVernay (“Selma: Uma luta pela igualdade”), o filme da Disney transforma a história de ficção científica sobre a angústia e a imaginação da adolescência, publicada em 1962 pela autora Madeleine L’Engle, em uma visão de empoderamento da mulher negra.

O filme, que estreia no Estados Unidos nesta sexta-feira (9), também marca a primeira vez em que uma mulher negra dirigiu um filme de ação de Hollywood com um orçamento maior do que US$ 100 milhões e com um elenco tão multirracial.

Oprah Winfrey em cena do filme ‘Uma dobra no tempo’ (Foto: Divulgação)

No Brasil, “Uma dobra no tempo” entra em cartaz em 29 de março.

Oprah Winfrey, Mindy Kaling e Reese Witherspoon interpretam as três criaturas sobrenaturais que ajudam a guiar Meg Murry, uma menina de 13 anos que ama física, na procura por seu pai desaparecido, que envolve salvar o universo do mal.

“Olhem o que está no centro dessa história. Essa linda jovem menina, que é uma pessoa negra, que entra nessa incrível aventura para descobrir seu pai e, então, descobre o melhor de si mesma no processo”, disse Oprah Winfrey, que vive a sobrenatural Sra. Which.

Chris Pine em cena do filme da Disney ‘Uma dobra no tempo’ (Foto: Divulgação)

DuVernay escolheu a atriz Storm Reid para viver a adolescente Meg, e encheu o filme de atores de diversas etnias.

“Todos não deveriam ter um lugar na mesa? Isso é tudo que estamos dizendo aqui”, disse DuVernay.

“Pantera Negra”, também da Disney, recebeu excelentes críticas e arrecadou US$ 921 milhões nas bilheterias do mundo todo em três semanas, rompendo com a noção de Hollywood de que filmes sobre ou realizados por pessoas negras não geram dinheiro.

The House of Tomorrow | Drama adolescente com Asa Butterfield ganha primeiro trailer

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Baseado no livro de Peter Bognanni, o filme conta a história de um adolescente criado pela avó em um domo de vidro.

Marta Brod, no Cinema com Rapadura

A revolução não será televisionada, mas acontecerá nas telas do cinema. Ao menos, é o que o trailer de “The House of Tomorrow” (“A Casa do Amanhã“, em tradução livre), novo filme de ficção científica estrelado pelo ator Asa Butterfield (“O Espaço Entre Nós”), promete (via Entertainment Weekly). Assista ao vídeo abaixo (em inglês):

Dirigido pelo estreante Peter Livolsi (da série “Project Runway”), o filme, que é baseado no livro de Peter Bognanni, conta a história de Sebastian Prendergast (Butterfield), que é criado por sua avó, Josephine (interpretada por Ellen Burstyn, da série “House of Cards”). Os dois vivem em uma cúpula geodésica, uma estrutura resistente e que serve para cobrir grandes espaços. Essa “casa” foi criada originalmente pelo arquiteto futurista R. Buckminster Fuller, um personagem real e que, no filme, é a inspiração para a educação opressora que a avó aplica ao menino.

Um novo pôster da produção também foi revelado:

Como todo adolescente, Sebastian faz novos amigos e descobre um novo mundo para além do seu domo de vidro. A história fica mais intensa quando a sua avó sofre um derrame e ele precisa descobrir o mundo como ele realmente é. Em entrevista, Peter Livolsi falou sobre sua nova obra:

“O livro de Peter Bognanni é cheio de ótimos personagens, onde nenhum deles é Buckminster Fuller, um homem cujas ideias são tão espetaculares que elas parecem ficção. Ele fez as coisas do seu jeito igual os heróis punk que os meninos na história aspiram ser.”

O filme tem ainda em seu elenco Alex Wolff (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), Nick Offerman (da série “Will and Grace”), Maude Apatow (da série “Girls”) e Michaela Watkins ( da série “Casual”).

“The House of Tomorrow” ainda não tem data de estreia definida.

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