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Idris Elba poderá ser protagonista em A Torre Negra, adaptação da obra de Stephen King

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Idris Elba será o protagonista no longa 'A Torre Negra', uma adaptação de Stephen King (Foto: Divulgação)

Idris Elba será o protagonista no longa ‘A Torre Negra’, uma adaptação de Stephen King (Foto: Divulgação)

 

Publicado no Cinema 10

Após uma espera de quase 10 anos, o longa A Torre Negra, adaptação da obra de Stephen King, parece estar dando passos firmes em direção à sua definição. O site Deadline divulgou nesta quarta-feira (9), que o ator Idris Elba poderá ser o protagonista, no papel do pistoleiro Roland Deschain, que surgiu na primeira obra The Gunslinger.

Atualmente, Idris Elba é um forte candidato ao Oscar por sua atuação em Beasts of No Nation (2015), um filme original Netflix que conta a triste história de uma criança devastada pela Guerra Civil em seu país.

A Torre Negra (The Dark Tower) é uma série de sete livros do famoso autor Stephen King. Nele, o autor acaba conectando com outras histórias por ele escritas, além de pequenas referências aos livros It – Uma Obra Prima do Medo e O Nevoeiro.

O primeiro livro da série A Torre Negra é chamado The Gunslinger (O Pistoleiro), lançado em 1982. A obra é seguida por The Drawing of the Three, The Waste Lands, Wizard and Glass, Wolves of the Calla, Song of Susannah e The Dark Tower, além do mais recente oitavo livro da série, chamado The Wind Through the Keyhole.

Há cerca de 4 anos, o ator Javier Bardem recebeu a oferta para viver o protagonista no longa. Dentre os outros atores que foram sondados para o papel principal se encontram nomes como Matthew McConaughey, Viggo Mortensen, Christian Bale, Russell Crowe, Pedro Pascal e Daniel Craig.

Atualmente, Matthew McConaughey está escalado para viver o papel de Randall Flagg, também conhecido como Man in Black.

Em 2007, J.J. Abrams faria parte da equipe do longa como produtor e diretor, mas o próprio saiu do projeto. À época, ele havia informado que o filme necessitaria de um tempo que ele não teria, já que estaria trabalhando na série Lost.

Foi somente em 2010 que o nome de Ron Howard foi indicado como produtor e diretor, mas que acabou sendo substituído na direção por Nikolaj Arcel em junho de 2015. O roteiro inicial é de Akiva Goldsman (de A Quinta Onda e Uma Mente Brilhante).

De acordo com a Sony Pictures, o filme deverá ser lançado nos Estados Unidos em 13 de janeiro de 2017.

Franquia Jogos Vorazes pode ganhar ainda mais filmes!

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Publicado na Folha Vitória

Se você ainda não terminou de enxugar as lágrimas pelo fim da franquia Jogos Vorazes pode se preparar para comemorar: ainda existem chances de a saga voltar – tudo bem que não com Katniss, Peeta e Gale.

Afirmação foi feita pela vice-presidente da Lionsgate, produtora responsável pelo longa Foto: Agência Estrelando

Afirmação foi feita pela vice-presidente da Lionsgate, produtora responsável pelo longa
Foto: Agência Estrelando

 

Isso mesmo, de acordo com o Hollywood Reporter, Michael Burns, vice-presidente da Lionsgate, produtora responsável pelo longa, afirmou que a franquia ainda vai viver por muito tempo:

– A única coisa que as crianças dizem ter sentido falta dos primeiros filmes de Jogos Vorazes foram as arenas. Se formos mais para trás na história, obviamente teriam arenas [as competições mostradas nos longas não mostravam as arenas que eram citadas nos livros narrando edições anteriores dos Jogos].

Sucesso nos cinemas, ‘Quarto de Guerra’ vira livro e é lançado no Brasil

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 Livro é baseado no sucesso dos cinemas

Livro é baseado no sucesso dos cinemas

 

Projeto sai no país pela editora Thomas Nelson em dezembro

Publicado na Tribuna Hoje

Sucesso nos cinemas com mais de 2 milhões de espectadores pelo mundo, o filme Quarto de Guerra, que entrou em cartaz no Brasil nesta quinta-feira (03), agora ganha versão em livro.

A adaptação literária da história cristã será lançada no Brasil neste mês de dezembro pela editora Thomas Nelson. O autor da obra é Chris Fabry, apresentador do programa de rádio diário Chris Fabry Live!. Escritor de prestígio nos Estados Unidos, ele publicou mais de setenta livros de ficção e não ficção, alguns premiados com o Christy Awards e o Christian Book Awards.

A obra traz a história de Tony e Elizabeth, um casal que tem tudo para se considerar feliz. Ambos estão bem empregados e têm uma filha de 10 anos, que recebe pouca atenção dos pais.

Apesar de tudo parecer bem, Tony é Impaciente com a mulher e muito ocupado com o trabalho. Perdida e arrasada com tantas brigas, Elizabeth se afunda cada vez mais na amargura. Em mais de 300 páginas, a obra mostra como a oração é poderosa para mobilizar as pessoas e salvar relacionamentos.

História real que inspirou “Moby Dick” ganha contornos épicos na aventura “No Coração do Mar”

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Melville abre seu livro com várias citações da Bíblia, da literatura e da cultura popular às baleias e ao Leviatã, monstro marinho mítico, muitas vezes associado ao animal e a forças diabólicas. Reprodução

Melville abre seu livro com várias citações da Bíblia, da literatura e da cultura popular às baleias e ao Leviatã, monstro marinho mítico, muitas vezes associado ao animal e a forças diabólicas. Reprodução

 

Publicado no Chico Terra

SÃO PAULO (Reuters) – “Chamai-me Thomas” não é, mas caberia muito bem como a primeira fala em “No Coração do Mar” (2015), novo filme de Ron Howard que leva às telas do cinema o caso real que inspirou as páginas escritas por Herman Melville em sua obra-prima “Moby Dick” (1851).

O fato de grande parte da produção seguir o ponto de vista de Thomas Nickerson, um dos sobreviventes do naufrágio do baleeiro Essex em 1820, seria a razão mais lógica para citar a frase inicial tida como a mais famosa da literatura, segundo alguns especialistas.

Contudo, tal qual o escritor apresentou categoricamente seu narrador como Ismael, envolto em referências bíblicas ao filho ilegítimo de Abraão para compor a simbologia de um homem selvagem e rejeitado, que acompanha a vida em uma Arca de Noé da Humanidade, o cineasta usa a figura do órfão, cujo nome tem origem no apóstolo incrédulo do Evangelho, como interlocutor de uma história que beira a fantasia para alcançar o âmago de questões humanas sempre urgentes.

Charles Leavitt, roteirista de “Diamante de Sangue” (2006), adapta o premiado livro homônimo de Nathaniel Philbrick, publicado em 2000, que detalha os acontecimentos vividos pela tripulação do Essex.

Seu roteiro, porém, cria um fictício – ao que tudo indica – encontro de Melville (Ben Whishaw, o Q dos últimos “007”) e Nickerson (interpretado nesta parte por Brendan Gleeson, e nas recordações por Tom Holland) para introduzir claramente a ligação entre o naufrágio real e o ficcional.

Na realidade, o autor utilizara os relatos de outro sobrevivente retratado no longa como uma das fontes de inspiração para a sua obra, entre elas sua própria experiência em um baleeiro.
Mas se engana quem espera ver a mesma obsessão do capitão Ahab comandando as ações da embarcação, como lida no clássico ou vista no longa de John Huston de 1956; pelo menos a princípio. Howard volta a trabalhar com a rivalidade entre dois homens, que lhe foi cara em “Rush – No Limite da Emoção” (2013), contrapondo a diferença social, de personalidade e pensamentos, mas que ganha um viés ainda mais trágico aqui com a ambição de ambos.

Mais conhecido como intérprete do heroi Thor, Chris Hemsworth aqui atua como o imediato Owen Chase, filho de um pária que espera dar uma vida melhor a sua mulher (Charlotte Riley) e o futuro bebê a nascer, tornando-se capitão.

No entanto, a nomeação de George Pollard (Benjamin Walker, de “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), membro de uma poderosa família de Nantucket, ilha do Massachusetts que se especializou na caça e comércio de óleo de baleia, atrapalha seu sonho de estar à frente da próxima expedição.
A péssima impressão inicial que um tem do outro mina a relação dos dois dentro do Essex e expõe a tripulação aos riscos do alto mar, especialmente quando a vontade de se verem livres de seu respectivo desafeto os leva a encontrar a grande cachalote que aterroriza o centro do Pacífico.
A partir daí, só basta alertar que, diferente do que a imagem divulgada nos últimos dias faz pensar, Hemsworth aparece muito magro em pouquíssimas cenas. A questão do canibalismo é pouco desenvolvida pelo roteiro e direção com o Thomas jovem, cabendo à sua versão mais velha carregar a maior parte do dilema moral.

Cineasta versátil em gêneros e temáticas, Howard, que levou o Oscar por “Uma Mente Brilhante” (2001), tem a oportunidade de mostrar todo o seu apuro técnico nesta aventura marítima dramática, além de sua verve sentimental, embora tenha mais controle neste quesito com este trabalho.
Todavia, pode causar alguma estranheza o visual mais fantástico criado em CG para as tempestades e encontros com a baleia, quando confrontado com o realismo nas cenas de navegação e calmaria no mar, observados na fotografia de Anthony Dod Mantle, também ganhador do prêmio da academia por “Quem Quer Ser Um Milionário?” (2008).

Talvez essa diferença estética seja até valorizada, em 3D e/ou IMAX, formatos que estarão disponíveis nas versões brasileiras, mas outros aspectos dão a unidade necessária, a exemplo do competente elenco, a tensão conferida na montagem de seus antigos parceiros Daniel P. Hanley e Mike Hill e a grandiloquência da trilha sonora do espanhol Roque Baños.

Melville abre seu livro com várias citações da Bíblia, da literatura e da cultura popular às baleias e ao Leviatã, monstro marinho mítico, muitas vezes associado ao animal e a forças diabólicas.

O teólogo São Tomás de Aquino chegou a afirmar que ele era o demônio da inveja, entretanto, seu quase xará que relata o drama no navio aponta que a monstruosa baleia, enquanto objeto de desejo da cobiça humana, provoca o pecado dos homens, mas não é o mal em si.

Ron não alcança as várias interpretações suscitadas em “Moby Dick”, contudo, entrega a dose certa de entretenimento e mais reflexão do que o público espera em uma superprodução como esta.
Representações de um julgamento final, entre outras referências religiosas, continuam, enquanto o olhar mais atento de reconhecimento ao desconhecido e temido nutre questões sociais e filosóficas.
Porém, especialmente neste momento em que é realizada a Conferência do Clima em Paris, a discussão ambiental, que abarca também o âmbito econômico e político, é a que ganha mais destaque no embate do desmedido desejo humano com a força da natureza.

(Por Nayara Reynaud, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
Via R7

10 curiosidades sobre a história de “O Mágico de Oz”

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Personagens de "O Mágico de Oz" Créditos: Reprodução

Personagens de “O Mágico de Oz”
Créditos: Reprodução

 

Original de um livro de 1900, o enredo é sucesso até os dias atuais e inspiração para muitas outras obras

Nathália Tourais, no Guia da Semana

Ano que vem, o famoso e aclamado musical Wicked chega para deixar o cenário cultural na capital paulista ainda mais agitado. Para quem não conhece, a história conta sobre o que aconteceu antes de Dorothy aparecer e ser levada pelo ciclone para o fantástico mundo de Oz.

Na época, duas outras garotas se conheceram na Terra de Oz. Elphaba, nascida com a pele de cor verde-esmeralda e esperta, ardente e incompreendida; e Glinda, belíssima, ambiciosa e muito popular. Os acontecimentos trazem à tona os segredos que levam Elphaba a se tornar uma bruxa “má” e Glinda a ganhar a simpatia dos habitantes da Cidade das Esmeraldas, mostrando que toda história tem diversos pontos de vista.

Por isso, para entrar no clima da estreia, o Guia da Semana lista 10 curiosidades sobre a incrível, nostálgica e adorada história de “O Mágico de Oz”. Confira:

ORIGENS

“The Wonderful Wizard of Oz” nasceu pelas mãos do escritor L. Frank Baum. Ele deu vida a um conto de fadas dividido em 14 livros que relatavam as aventuras de Dorothy, a garota que vai do Kansas à Terra de Oz.

O título logo se transformou em um dos maiores sucessos editoriais da história, o que resultou em uma sequência de 14.

FILME

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O filme que a maioria das pessoas conhece até hoje, foi feito em 1939, nos Estados Unidos. Baseado no livro de Baum, o longa surpreendeu a época, afinal, fez uso da técnica technicolor: nas sequências que acontecem no Kansas, nota-se a cor marrom e, em seguida, em Oz, as cores aparecem.

O autor do livro recebeu 75 mil dólares por direitos autorais (quantia notável para a época) e para a produção do filme, participaram 5 diretores e 14 roteiristas.

CRIATIVIDADE

Na época em que foi gravado, a tecnologia não ajudava e os diretores e produtores precisavam ser extremamente criativos. Assim, para fazer o furacão do início do longa – que leva a casa de Dorothy para Oz, a equipe responsável pelos efeitos especiais usou uma meia calça para dar vida ao tornado. Além disso, os cavalos coloridos do filme foram pintados com pó de gelatina e o fogo que sai do sapato da protagonista foi feito com suco de maçã.

POLÊMICA NOS BASTIDORES

Existe uma lenda que ronda os bastidores do filme, que diz que um anão que interpretava um munchkin teria se suicidado no set durante as gravações e que, sem querer, apareceu em uma cena. Na época, o estúdio alegou que a figura ao fundo era um grande pássaro e, em seguida, mudou a versão, dizendo que era um guindaste. Algum tempo depois, uma nova cena foi feita e a imagem sumiu.

ACIDENTES EM CENA

Na cena do desaparecimento da Bruxa Má na Terra dos Munchkins, a atriz Margaret Hamilton teve parte do corpo queimado e precisou ficar afastada do set de gravação. Em seguida, uma dublê foi escalada para substituí-la, mas também sofreu queimaduras.

PINK FLOYD

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Outra lenda que envolve o filme é uma possível relação entre as cenas com o disco “The Dark Side of the Moon” da banda Pink Floyd. Algumas pessoas dizem, inclusive, que se ouvirmos o disco ao mesmo tempo que vermos o filme, as cenas e as músicas se encaixam perfeitamente. Apesar de toda a teoria, a banda nega.

UM LEÃO DE VERDADE

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Por muito pouco o personagem do Leão Covarde não foi interpretado por um animal real. A MGM queria (muito) usar o leão símbolo do estúdio como protagonista e que fosse dublado, tendo uma participação reduziada. Por algum milagre, a ideia absurda foi abaixo e, então, o ator Bert Lahr entrou em cena – A fantasia usada por ele era feita de pele de leão e pesava 90 quilos.

SAPATINHOS DE DOROTHY

Na história original do livro, os sapatinhos de Dorothy eram prateados. Entretanto (mais…)

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