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Romance policial “E Não Sobrou Nenhum”, de Agatha Christie, ganhará novo filme

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Pedro Barrote, no Pizza de Ontem

A “Dama do Crime” está perto de voltar às telonas. Os livros de Agatha Christie, a autora mais associada ao suspense policial do mundo, volta e meia são adaptados para televisão, cinema, teatro ou servem de inspiração para criação de outros personagens. Mas já estávamos com saudades de suas histórias surpreendentes. Neste tempo onde o que mais se vê no cinema são remakes e adaptações, “E Não Sobrou Nenhum”, considerado um dos melhores livros de suspense policial não só da autora, mas da história, não poderia ficar de fora.

O romance já ganhou um filme em 1965 intitulado no Brasil como O Caso dos Dez Negrinhos (Ten Little Indians). Em 2003, quase 40 anos depois, o livro ganhou uma nova adaptação chamada “Identidade”, que fez a autora remexer no túmulo de tão ruim. Agora finalmente a obra será retratada como merece. Pelo menos é o que parece, pois será comandada por Morten Tyldum, diretor do impecável longa “O Jogo da Imitação“. Mas ainda não foram divulgadas maiores informações.

No livro, dez estranhos são misteriosamente convidados para passar alguns dias em um ilha e logo após chegarem uma tempestade começa e se torna impossível qualquer comunicação com o continente. Na primeira noite, após o jantar, uma voz ecoa acusando cada um de um crime oculto cometido no passado e, a partir desse dia, um a um vão sendo mortos.

O obra foi lançado como “O Caso dos Dez Negrinhos” (Ten Little Niggers), titulo considerado racista por muitas pessoas e movimentos culturais, o que fez com que seu nome fosse alterado para “E Não Sobrou Nenhum” (And then there were none) em publicações mais recentes.

Se você curte um filme antigo, vale a pena dar uma conferida no longa lançado em 1965. Dá uma olhada no trailer:

Escritor critica filme baseado no livro dele

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Publicado no Cineset

Embora tratem da mesma história, o livro “No Ar Rarefeito” e o filme “Evereste”, que chegou aos cinemas brasileiros na última quinta-feira, 24, têm diferenças importantes. Pelo menos é essa a opinião de um dos personagens da história.

Jon Krakauer, autor de “No Ar Rarefeito” e um dos sobreviventes do desastre retratado pelo filme, compareceu recentemente a uma sessão de “Evereste” e deu o seu veredito ao jornal L.A. Times: “É uma besteira completa”, disse. “Qualquer um que vá ver o filme e queira conhecer uma história baseada em fatos vai precisar ler o livro”, completou.

Krakauer, que é autor de seis outros livros – incluindo “Na Natureza Selvagem”, que também foi adaptado para o cinema em 2007 – não gostou de uma cena que o mostra (interpretado pelo ator Michael Kelly) se recusando a ajudar em uma tentativa de resgate. “Eu nunca tive essa conversa”, disse Krakauer ao jornal, mencionando também que Kelly, ator de House of Cards, nunca o procurou para falar da história.

Resposta

O diretor Baltasar Kormákur já havia dito, em uma entrevista ao site Entertainment Weekly, que foram usadas gravações inéditas de conversas entre os alpinistas e o acampamento base para a criação do roteiro.

Em relação a Krakauer, Kormákur disse: “Para ser honesto, eu não estava interessado em contar uma história sobre um escritor em uma montanha. Eu vi um monte de filmes sobre escritores. Seu livro é um relato em primeira pessoa e há um monte de coisas que ele acha ou pensa que não aconteceram. Esta é a história de um grupo de pessoas que vão até esta montanha e eu queria ser fiel a isso”, disse.

Tragédia e polêmica

O filme narra os acontecimentos dos dias 10 e 11 de maio de 1996, quando dois grupos de alpinistas fizeram uma excursão ao topo do Monte Everest, o pico mais alto do mundo, com 8.848 metros de altitude.

Naquela tarde, uma forte nevasca fez com que oito pessoas, entre guias, auxiliares e esportistas de maior ou menor experiência, morressem na tentativa de alcançar o topo da montanha, que fica na Cordilheira do Himalaia, na fronteira entre a China e o Nepal.

Na época da publicação do livro, há 18 anos, o próprio Krakauer foi criticado sobre o que seria a verdadeira versão dos acontecimentos daqueles fatídicos dois dias de 1996.

O alpinista russo Anatoli Boukreev escreveu um livro chamado “A Escalada”, publicado em 1997, contradizendo a versão de Krakauer.

do site UOL

Filme mostra vida pessoal de Malala, ganhadora do Prêmio Nobel

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A maioria das pessoas sabe quem é a paquistanesa Malala Yousafzai, ganhadora do prêmio Nobel da Paz, que foi baleada pelo Taliban em 2012 por exigir o direito das meninas à educação, mas poucos ouviram falar da heroína afegã do século 19 na qual sua família se inspirou ao escolher seu nome.

Segundo a tradição pashtun, Malalai de Maiwand estimulou seus compatriotas a vitória contra as tropas britânicas em 1880, indo ao campo de batalha para unificar uma força afegã desmoralizada com um verso sobre o martírio. Ela mais tarde foi atacada e morta.

A lenda é contada em “He Named Me Malala” (Ele me deu o nome de Malala), um novo documentário sobre Malala Yousafzai, agora com 18 anos, cujo ataque quando estava em um ônibus escolar chocou o mundo.

“Você lhe deu o nome de uma menina que falou e foi morta. É quase como se você dissesse que com ela seria diferente”, disse o diretor Davis Guggenheim sobre o pai de Malala, Ziauddin, no filme. “Você está certo”, ele responde.

Filmado ao longo de 18 meses, o retrato íntimo mostra uma adolescente mais à vontade no palco mundial -falando, por exemplo, na sede da ONU em Nova York – ou abordando estudantes em campos de refugiados sírios, do que com os colegas de sala de aula na Grã-Bretanha, para onde foi levada para uma cirurgia após o atentado.

“Nesta nova escola, é difícil”, diz ela, admitindo a falta de experiências compartilhadas com as outras meninas. Embora se saiba muito sobre o trabalho de Malala, o documentário levanta o véu sobre a sua vida familiar no centro de Inglaterra, com muito humor da parte de seus dois irmãos.

“Ela é um pouco desobediente”, diz o irmão mais novo de Malala, que ela apresenta como “um bom menino”, em contraste com seu outro irmão, que ela chama de “o mais preguiçoso”.

No exterior, o filme deve estrear em 2 de outubro. No Brasil, a previsão é 19 de novembro.

Depois de Crepúsculo, Jogos Vorazes e Divergente, Lionsgate vai investir em franquia sobre Júlio César

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Emperor será baseado nos livros de Conn Iggulden.

João Vitor Figueira, no Adoro Cinema

O estúdio Summit Entertainment, subsidiário da Lionsgate, irá produzir o filme Empire, desenvolvido para ser o primeiro longa-metragem de uma franquia que foca na ascenção do imperador romano Júlio César e sua inicial amizade com seu futuro inimigo mortal Marco Júnio Bruto.

A Lionsgate é famosa por produzir as populares franquias Crepúsculo, Jogos Vorazes e Divergente, baseadas em séries de livros de ficção distópica voltada para adolescentes.

Emperor será baseado nos livros “O Imperador I – Os Portões de Roma” e “O Imperador II – A Morte dos Reis”, do escritor Conn Iggulden, famoso por seus livros de ficção baseados em fatos históricos. A série de livros O Imperador conta ainda com os volumes “O Imperador III – Campo de Espadas”, “O Imperador IV – Os Deuses da Guerra” e “O Imperador V – Sangue dos Deuses”.

No primeiro filme, Júlio e Marco serão mostrados inicialmente em suas infâncias. De acordo com o site Deadline, o filme terá intrigas políticas, batalhas, personagens sedentos por poder e irá explorar situações sexuais, à exemplo da fórmula bem sucedida apresentada na série Game Of Thrones.

O roteiro do filme está sendo escrito por William Broyles Jr (Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo, A Conquista da Honra), Stephen Harrigan (da série de TV Cleopatra), Burr Steers (Orgulho e Preconceito e Zumbis, Como Perder um Homem em 10 Dias) e Ian Mackenzie Jeffers (A Perseguição).

Emperor ainda não tem previsão de estreia.

James Foley é o favorito para comandar sequência de “Cinquenta Tons de Cinza”

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Publicado no CineSet

De acordo com o site do The Hollywood Reporter, três diretores estão na disputa para comandar “Cinquenta Tons Mais Escuros”, a segunda parte da trilogia “Cinquenta Tons de Cinza”, baseada nos livros da autora E. L. James. O favorito dos três nomes é o de James Foley. O artesão Foley fez filmes de destaque nos anos 1990, como “O Sucesso a Qualquer Preço” (1992), com Al Pacino e Jack Lemmon, e “Medo” (1996), com Mark Wahlberg. Nos últimos anos, estava se dedicando à TV, onde dirigiu recentemente episódios de “Hannibal” e “House of Cards”.

A informação é de que o estúdio Universal estaria interessado em fazer da continuação um filme mais voltado para o suspense, por isso Foley seria o diretor mais cotado. Ele é também o mais experiente dentre os nomes apontados.

Os outros dois nomes que o THR informa como candidatos ao posto são Mark Pellington, de “O Suspeito da Rua Arlington” (1999), e Tania Wexler, do filme “Hysteria”.

Devido a desentendimentos com E. L. James, a diretora do filme original, Sam Taylor-Johnson, não retornará para dirigir os demais filmes da trilogia. Dakota Johnson e Jamie Dornan estão confirmados para retornar. “Cinquenta Tons Mais Escuros” já tem data de estreia para chegar aos cinemas: 14 de fevereiro de 2017.

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