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Torcida para ver Ryan Gosling em ’50 tons de cinza’ já ganhou até trailer, veja!

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Pedro Willmersdorf, no Jornal do Brasil

É grande a torcida para que a febre 50 tons de cinza esquente também as poltronas dos cinemas. Por enquanto, nem o roteirista da adaptação do livro para as telonas foi definido, mas as especulações sobre o possível intérprete de Christan Grey não param e o coro mais forte grita pelo nome de Ryan Gosling.

O fã-clube é forte, bem organizado e sabe tudo de programas de edição de vídeo, tanto que já lançou diversos teasers falsos do filme na internet dando como certa a escalação de Ryan para o papel principal. Na tentativa de dar credibilidade ao vídeo, até falsas aspas do renomado crítico de cinema americano Peter Travers foram incluídas entre as cenas de diversos filmes já feitos por Gosling, como Drive, Tudo pelo poder e Amor a toda prova.

Brincadeira tão perigosa quanto os jogos sadomasoquistas de Christian Grey.

Livro de Danilo Gentili vai virar filme

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Obra de Gentili vai para as telonas
Foto: Reprodução

Publicado originalmente no AdNews

Segundo informações da colunista Mônica Bergamo, o primeiro livro de Danilo Gentili vai virar longa. O apresentador do Agora é Tarde, da Band, negociou os direitos de “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola” com a produtora Clube Filmes.

Segundo a colunista, a direção será assinada por Fabrício Bittar, que já comandou o “MTV Sports” e atuou na novela “Mulheres de Areia”.

Em abril, a Justiça de São Paulo firmou acordo com a Editora Original para que a obra de Gentili ganhasse um selo na capa informando que a leitura é inadequada para menores de 18 anos.

[Night shit]

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britney: anos e anos de ‘night shit’

Publicado originalmente no Manual Prático de Bons Modos em Livrarias

Freguesa: boa noite, tem aquele livro ‘night shit’?

(‘Noite de merda’, é isso mesmo, galera do fundão?)

Livreira: a senhora poderia repetir o título, por favor?

Freguesa: n i g h t – s h i t

(Livreira consulta o título solicitado pela freguesa e fuén fuén fuén)

Livreira: senhora, tem certeza que…

Freguesa: ai, menina, é aquele famoso… ‘quando night shit chorou’, que virou filme até.

(OLHA)

Manual prático de bons modos em livrarias: tudo bem não saber falar inglês, tudo bem mesmo. problema é inventar e ainda querer sambar na cara da sociedade livresca. daí rola uma mágoa, daí rola um rancor.

 

 

Dica do João Marcos

9 autores que odeiam a versão dos seus livros para o cinema

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Máquina de escrever
Rafael Aloi, na Exame.com

Adaptações

São Paulo – Walter Salles lança no dia 13 de julho o filme “Na Estrada”, baseado em um dos livros mais cultuados nos Estados Unidos: “On the Road” (“Pé na Estrada” em português).

O livro foi escrito em 1960 e levou 52 anos até que algum diretor tivesse a coragem de adaptá-lo para os cinemas. Como todo livro que possui muitos fãs, pode acontecer de o filme de Salles receber muitas críticas por parte deles. Mas, pelo menos, ele não terá que lidar com a opinião de Jack Kerouac, autor do livro, que faleceu em 1969.

Outros diretores não tiveram a mesma sorte. Clique nas imagens acima para conferir alguns autores que não gostara das adaptações para o cinema de suas obras.

O Iluminado

O Iluminado
O aclamado filme de Stanley Kubrick, lançado em 1980 e considerado uma das obras-primas do suspense, é um terror para Stephen King, que escreveu o livro em 1977.

Segundo o New York Daily News, King disse não gostar de Jack Nicholson como Jack Torrance, personagem pelo qual o ator é sempre lembrado. Segundo o escritor, Nicholson já interpretava um louco mesmo antes do protagonista se tornar um.

Para King, Stanley Kubrick fez um filme visualmente bonito, mas que não tem nada a ver com o terror e os aspectos sobrenaturais que ele narrou em seu livro. Em entrevista à revista Writers Digest, o autor disse que assistir a um formigueiro por 3 horas é mais emocionante do que o filme de Kubrick e que esta é a única adaptação de seus livros que ele se lembra de ter odiado.

Em 1997, o escritor coproduziu e escreveu uma versão de “O Iluminado” para TV, que foi transmitido pela rede ABC, mas que não chegou aos pés do sucesso do filme de Kubrick.

Watchmen
O quadrinista Alan Moore criou diversos personagens, entre eles os heróis de Watchmen que foram levados para o cinema em 2009. Moore odiou o filme. Em entrevista para o Los Angeles Times, antes de o filme ser lançado ele afirmou que estava colocando uma praga sobre o filme.

Na verdade, Moore odeia Hollywood. Ele considera os milhões de dólares gastos nas superproduções como dinheiro jogado fora e que seria muito melhor aplicar a grana para recuperar o Haiti. Para Moore, os filmes nunca chegarão perto do poder de qualquer livro existente.

Outras obras de Alan Moore já foram adaptadas para o cinema (e todas ele odeia), como “A Liga Extraordinária” e “V de Vingança”. Este último ele pediu para ter seu nome retirado dos créditos.

Forrest Gump
O filme de 1994 ganhou seis estatuetas do Oscar, incluindo os de melhor filme e melhor ator. Mas o autor do livro Winston Groom não ficou muito satisfeito com o resultado final.

Groom não gosta da interpretação de Tom Hanks e, segundo o New York Times, preferia que o ator John Goodman interpretasse Forrest nos cinemas. O autor ainda disse que a adaptação poliu o personagem, retirando as partes mais profanas do livro para deixá-lo mais aceitável aos olhos do público.

Em 1995, Groom escreveu a continuação do livro Gump & Co. A primeira frase desta segunda obra é: “Nunca deixe alguém fazer um filme sobre a sua história”.

Mary Poppins
O clássico da Disney que mistura animação e atores reais ganhou dois Oscars em 1965: melhor atriz (Julie Andrews) e melhor direção de arte. Mas o que poucas pessoas sabem é que Pamela Travers, a autora da série sobre Mary Poppins, chorava de decepção na première do filme.

Segundo o jornal britânico Telegraph, durante a produção do filme, Pamela pediu várias alterações no roteiro. Ela odiava as sequências de animação e queria que fossem retiradas.

A autora considerava Julie Andrews muito bonita para interpretar Poppins e disse também que a atriz tinha toda a capacidade para fazer o papel, mas foi completamente mal dirigida.

Segundo o jornal, Walt Disney não convidou Pamela para a première do filme, mas ela conseguiu um ingresso e foi do mesmo jeito. Ela disse que sua personagem foi completamente traída por Walt Disney e que o “filme trazia muita fantasia e pouca mágica”.

Eu Sou a Lenda
O livro de Richard Matheson lançado em 1954 já foi adaptado três vezes para o cinema. E nenhuma delas foi de seu agrado.

O primeiro filme, de 1964, foi chamado de “Mortos que Matam” no Brasil e foi coescrito pelo próprio Matheson. Porém o autor não gostou do resultado final e pediu para que seu nome fosse retirado dos créditos. No lugar, entrou seu pseudônimo, Logan Swanson.

O último filme foi lançado em 2007 com Will Smith no papel principal e, diferente do livro, a história se passa em Nova York e não mais em Los Angeles.

Segundo a revista Mental Floss, Matheson disse na época do lançamento do filme que não entendia porque Hollywood ainda era fascinada com o seu livro já que “eles nunca se importaram em filmá-lo da maneira como foi escrito.”

Cena do filme Bússola de Ouro com Nicole Kidman e Dakota Blue Richards

Bússola de Ouro
Impulsionado pelo grande sucesso da série Harry Potter e da trilogia do Senhor dos Anéis, em 2007, foi lançado o primeiro filme da trilogia Fronteiras do Universo escrita por Philip Pullman.

No começo, Pullman ficou feliz de saber que seus livros seriam transformados em filmes, mas após o lançamento do primeiro filme, veio a decepção. O filme se encerra antes de muitos eventos importantes do livro. Em uma entrevista para o Guardian, o escritor afirmou que os produtores o informaram que usariam as cenas que faltaram no primeiro filme como o começo do segundo.

Aí veio mais uma decepção para o autor. “A Faca Sutil” e “A Luneta Ambar”, segundo e terceiros livros respectivamente, não tem previsão de produção.

A produtora diz que não sabe se será possível continuar a série devido ao boicote da comunidade cristã americana ao primeiro filme, o que fez com que a bilheteria dentro do país fosse baixa. A Liga Católica dos EUA acusa a série de Philip Pullman de atrair as crianças para o ateísmo.

A Fantástica Fábrica de Chocolate
Roald Dahl, o autor da história de Charlie e Willy Wonka, chegou a escrever partes do roteiro para o primeiro filme lançado em 1971. Mas o escritor não gostou nem um pouco da versão final.

Segundo a BBC, Dahl não gostou que o foco da história passou para Willy Wonka ao invés do garoto Charlie, o verdadeiro protagonista do livro. Até o título original do filme foi alterado de “Charlie and the Chocolate Factory” para “Willy Wonka and the Chocolate Factory”.

Segundo a BBC, o filme foi patrocinado pela Quaker que estava lançando os chocolates Wonka na época.

A decepção de Dahl foi tão grande que ele não deixou que a continuação da história, “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”, virasse outro filme. O autor também proibiu outras versões da Fantástica Fábrica de Chocolate. Somente após sua morte, em 1990, é que começaram as negociações para um novo filme, que foi lançado em 2005 e produzido por Tim Burton.

Laranja Mecânica
Stanley Kubrick parece não ter uma relação amigável com os autores dos livros que adapta para o cinema. Anthony Burgess que escreveu o livro “Laranja Mecânica” também não ficou nada satisfeito com o filme feito pelo diretor em 1971.

Segundo a revista Mental Floss, Burgess disse o seguinte sobre o filme: “O livro pelo qual eu sou mais conhecido, ou conhecido apenas por ele, foi reduzido a uma glorificação da violência e do sexo. O filme tornou fácil para as pessoas não entenderem sobre o que o livro se trata, e este mal-entendido vai me perseguir até a minha morte”.

Solaris
O livro de Stanislaw Lem já foi adaptado duas vezes para o cinema. A primeira foi em 1972 e a segunda em 2002.

Lem não ficou satisfeito com nenhuma das duas versões . Para ele, nenhuma conseguiu reproduzir de forma decente a história sobre uma inteligência alienígena tão grande que chega a ser classificada como um planeta.

Em seu site oficial, Lem fez algumas críticas sobre a última versão nos cinemas, ele disse que: “Não se lembra do livro ser sobre problemas sexuais de pessoas no espaço sideral” e que o único objetivo com o seu livro era “criar um encontro humano com alguma outra forma de vida que realmente existe, mas que não pode ser reduzida a conceitos humanos, imagens ou formas. Por isso o livro se chama Solaris e não Amor no Espaço Sideral”.

Último livro de ‘Jogos Vorazes’ será dividido em dois filmes

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Jennifer Lawrence é a estrela de  Jogos Vorazes. Foto: Divulgação

Jennifer Lawrence é a estrela de Jogos Vorazes
Foto: Divulgação

Publicado originalmente no Terra.com

O terceiro livro da série Jogos Vorazes será dividido em dois filmes, cujos lançamentos acontecerão em 21 de novembro de 2014 e 20 de novembro de 2015. No entanto, ainda não se sabe quem será o diretor dos longas, depois de Francis Lawrence ter pego o lugar de Gary Ross no segundo filme da série, Jogos Vorazes: Em Chamas.

O último livro da trilogia de Suzanne Collins vê Katniss – interpretada por Jennifer Lawrence – levando um empurrão contra o governo do país inventado e está previsto para ser lançado em 22 de novembro de 2013.

O primeiro filme arrecadou US$ 678,2 milhões em todo o mundo. Philip Seymour Hoffman estará no segundo filme, como Plutarco Heavensbee, o líder de uma rebelião no subsolo do Distrito 13.

Jennifer voltará a interpretar Katniss, enquanto Josh Hutcherson e Liam Hemsworth também vão repetir os papéis de Peeta Mellark e Gale Hawthorne, respectivamente.

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