Ansiedade 3 - Ciúme

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Google lança mapa interativo da Terra Média

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Página é inspirada no filme ‘O Hobbit: a desolação de Smaug’

Publicado em O Globo

RIO – Os fãs do mundo fantástico criado pela mente de J.R.R. Tolkien podem viajar pelas terras de trolls, elfos e magos no Chrome Experiment “Jornada pela Terra Média”, lançado esta semana pela Google. O mapa interativo é inspirado no filme “O Hobbit: a desolação de Smaug” e traz informações sobre lugares e personagens da história.

Com gráficos 3D, o mapa permite explorar a Mata dos Trolls, a cidade élfica de Valfenda e a fortaleza de Dol Guldur. Em breve, novos locais serão adicionados.

A “Jornada pela Terra Média” foi desenvolvida pela North Kingdom, em parceria com a Warner Bros, New Line Cinema e MGM Pictures. O site está disponível tanto em computadores, como em tablets e smartphones. Para acessar, clique aqui

 

Documentário faz homenagem aos quadrinhos de ‘Calvin e Haroldo’

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Beatriz Montesanti, na Folha de S.Paulo

Já faz mais de 15 anos que o cartunista Bill Watterson parou de produzir os quadrinhos de Calvin e Haroldo, mas nem por isso seus leitores deixaram as tirinhas na gaveta.

É esta a paixão que o diretor americano Joel Allen Schroeder, 33, quis retratar em seu primeiro filme, “Dear Mr. Watterson”, lançado nos cinemas dos EUA e disponível para compra pela internet.

As tirinhas –que narram a história de um menino hiperativo de seis anos e seu inseparável tigre de pelúcia– foram publicadas nos Estados Unidos de 1985 a 1995, influenciando uma geração de jovens da qual Schroeder faz parte. Segundo ele, o documentário surgiu de uma carta para Watterson que nunca foi além da primeira linha.

Em 2007, voltou-se às câmeras e passou a recolher depoimentos de fãs e quadrinistas que o ajudaram contando como Calvin influenciou suas vidas. Há declarações de artistas sobre como aprenderam inglês com as tirinhas, como esperavam pela edição de domingo para encontrar algo positivo entre os acontecimentos noticiados ou até como se tornaram cartunistas inspirados pela obra.

Garota lê tirinhas de Calvin e Haroldo em cena do documentário 'Dear Mr. Watterson' (Divulgação)

Garota lê tirinhas de Calvin e Haroldo em cena do documentário ‘Dear Mr. Watterson’ (Divulgação)

De acordo com o diretor, porém, o filme não é apenas uma carta de amor a Watterson: “Quero levantar a discussão sobre o poder dos quadrinhos como arte, como algo que tem um impacto real na vida das pessoas”, explica.

Além dos depoimentos, o documentário registra uma visita de Schroeder à Changrin Falls, nos EUA, cidade na qual Watterson cresceu, revelando a semelhança do cenário local com o dos quadrinhos. O diretor ainda passa pela biblioteca do condado, onde descobre obras do começo da carreira do cartunista.

No entanto, Bill Watterson, o próprio, não chegou a ser procurado. “Ele é uma pessoa muito discreta, que claramente prefere sua privacidade”, comenta. “Tive muito cuidado para não transformar o filme em uma busca por ele.”

O cartunista é conhecido por nunca ter permitido a comercialização da imagem dos personagens, impedindo que ela fosse vendida para estampar produtos. No documentário, o quadrinista Stephen Pastis lamenta que esta decisão tenha privado milhares de crianças de terem um tigre de pelúcia como Haroldo.

O filme, além de contar com as histórias de fãs, foi financiado por eles. A produção conseguiu arrecadar U$101 mil (cerca de R$ 235 mil) a partir de duas campanhas em um site de financiamento coletivo.

A carta para Watterson, afinal, não foi completamente engavetada: Schroeder enviou o filme pronto ao criador de Calvin e Haroldo. “Sei que ele viu e que apreciou nossas escolhas de não tornar o filme intrusivo. Isso foi muito gratificante para nós”, disse o diretor à Folha.

Em São Paulo, fãs de ‘Jogos Vorazes’ recriam cenas do filme e do livro

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Cosplay, reprodução de lutas e caça ao paraquedas foram as gincanas. Segundo assessoria, mais de 600 pessoas participaram de evento.

Publicado no G1

Fãs da saga 'Jogos vorazes' participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10)  (Foto: Divulgação)

Fãs da saga ‘Jogos vorazes’ participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10) (Foto: Divulgação)

Fãs da saga “Jogos vorazes” participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10). Estrelado por Jennifer Lawrence, Liam Hemsworth e Josh Hutcherson, o segundo longa-metragem da série, intitulado “Em chamas”, estreia nesta sexta-feira (15).

Segundo a assessoria de imprensa da Paris Filmes, mais de 600 pessoas se inscreveram nas atividades propostas pela organização do evento.

Nas gincanas, os fãs puderam recriar cenas do filme e dos livros, como, por exemplo, as de lutas; além de procurar pelo paraquedas – famoso objeto da saga -, tirar fotos de pessoas pelo parque, segurando o pôster de “Em chamas”, e participar de uma competição de cosplay.

Fãs da saga 'Jogos vorazes' participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10) (Foto: Divulgação)Fãs da saga ‘Jogos vorazes’ participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10) (Foto: Divulgação)
Fãs da saga 'Jogos vorazes' participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10) (Foto: Divulgação)Fãs da saga ‘Jogos vorazes’ participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10) (Foto: Divulgação)
Fãs da saga 'Jogos vorazes' participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10) (Foto: Divulgação)Fãs da saga ‘Jogos vorazes’ participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10) (Foto: Divulgação)
Fãs da saga 'Jogos vorazes' participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10) (Foto: Divulgação)Fãs da saga ‘Jogos vorazes’ participaram de um encontro no Parque do Ibirapuera, na tarde deste domingo (10) (Foto: Divulgação)

‘Cine Holliúdy’ traz a língua e o sucesso do Ceará ao Sudeste

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Trajetória impressionante para uma produção de baixo orçamento

Flavia Guerra, no Estadão

Cine Holliúdy, o filme que ‘butou pra discatitar’. “Ou seja, ‘butou pra voá as banda’. Entendeu?”, pergunta o ator Edmilson Filho, protagonista do longa de Halder Gomes. “Vou esclarecer: é que botou para quebrar.”

Divulgação / Edmilson Filho vive dono de cinema

Divulgação / Edmilson Filho vive dono de cinema

De fato. O filme chega na sexta-feira aos cinemas do Sudeste e Centro-oeste com a marca de R$ 4,5 milhões arrecadados, público de 446 mil, e como o único a bater a bilheteria de Titanic no Ceará, mantendo a média de 2,3 mil espectadores por cópia. Trajetória impressionante para um filme de baixo orçamento (R$ 1 milhão), rodado totalmente no Nordeste, e que conta a história de um homem comum. Ou quase. A trama de Cine Holliúdy se passa nos anos 70 e narra a saga de Francisgleydisson, dono de um cinema no interior do Ceará, apaixonado pela sétima arte. Tanto que, ao ver a TV chegar à cidade, teme que o cinema seja abandonado e decide fazer o impossível para mantê-lo vivo.

Há algo de Cinema Paradiso e Amarcord do sertão em Cine Holliúdy, estrelado por atores cearenses que não são conhecidos do grande público de TV e falado em ‘cearensês’. Sim, o filme é exibido com legendas em português. “No começo, ia legendar só algumas partes. Mas o Bruno Wainer, da Downtown, a distribuidora, começou a fazer sessões no Sudeste e o pessoal não entendia muito. Ele me aconselhou a legendar tudo. Deu certo”, conta Gomes, que é cearense e sempre sonhou em trabalhar com cinema, mas antes se formou em administração de empresas, fez pós-graduação em marketing e foi dono de academias de artes marciais.

O que esse currículo tem a ver com a carreira no cinema? “Tudo. Cresci em uma cidadezinha onde não acontecia nada. A janela para o mundo era o cinema, os filmes que vinham de Hong Kong, kung fu, western. Sempre fui apaixonado por cinema e artes marciais”, explica. E a administração? “Eu já tinha a academia de artes marciais, participava de campeonatos internacionais, mas queria fazer cinema. Só não sabia como”, conta. “Vários amigos atuavam como dublê de luta em Hollywood. E foi aí que comecei a frequentar sets. Mas percebi que tinha tudo a ver com administração, pois cuidar de um filme é cuidar de uma empresa. Fazer tudo acontecer, funcionar, lidar com as pessoas. Eu já tinha isso. Faltava aprender a fazer cinema”, relembra.

Stephen King diz estar nervoso com continuação de ‘O Iluminado’

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Escritor conta que não gostou de adaptação para o cinema do primeiro romance e afirma que leitores estão mais difíceis de assustar.

Publicado no G1

Stephen King admitiu estar nervoso sobre a reação para seu próximo livro, uma continuação do romance de horror O Iluminado, de 1977.

Stephen King diz estar nervoso com continuação de 'O Iluminado' (Foto: BBC)Stephen King diz estar nervoso com continuação de ‘O Iluminado’ (Foto: BBC)

Em entrevista à BBC, o escritor americano disse esperar que 95% das resenhas sobre o livro Doctor Sleep (ainda sem título em português) sejam uma comparação com a obra anterior.

‘Você se depara com essa comparação e é natural que ela te deixe nervoso, porque muitas águas já passaram sob a ponte (desde o primeiro livro). Sou um homem diferente’, afirmou.

Ele disse ainda que visita sites sobre literatura na internet para saber o que os fãs estão dizendo sobre o livro mesmo antes do lançamento.

Aos 65 anos, o veterano da literatura de suspense acredita que a qualidade de seus livros aumentou desde que escreveu O Iluminado, quando tinha 28 anos.

‘O que muitas pessoas estão dizendo é ‘okay, eu devo ler (Doctor Sleep), mas não vai ser tão bom quanto O Iluminado’. Mas eu sou otimista e quero que elas mudem de opinião ao terminarem de ler. O que quero realmente é que achem melhor que O Iluminado.’

Filme ‘frio’

O autor também afirma que não gostou da versão do diretor Stanley Kubrick para O Iluminado, uma das adaptações mais famosas de seus livros para o cinema.

‘(O filme) É muito frio. Eu não sou uma pessoa fria. Acho que uma das coisas que as pessoas gostam nos meus livros é que há uma proximidade, algo que diz ao leitor ‘quero que você seja parte disso”, disse.

‘E com O Iluminado de Kubrick era como (os personagens) fossem formigas em uma fazenda, pequenos insetos fazendo coisas interessantes.’

Durante a entrevista, ele também fez críticas às performances de Jack Nicholson, que interpreta Jack Torrance, e Shelley Duvall, que interpretou sua esposa Wendy.

‘O Jack Torrance do filme parece louco desde o início. Eu tinha visto todos os filmes de motoqueiro de Jack Nicholson nos anos 60 e achei que ele estava só trazendo de volta o personagem’, afirmou.

‘Já Shelley Duvall como Wendy é um dos personagens mais misóginos já colocados em um filme. Ela basicamente está lá para gritar e ser burra, e essa não é a mulher sobre a qual eu escrevi.’

O escritor revelou que o personagem de Jack Torrance é o mais autobiográfico que ele já escreveu.

‘Quando eu escrevi o livro eu estava bebendo muito. Eu não me enxergava como um alcoólatra, mas os alcoólatras nunca se enxergam assim. Então eu o via como um personagem heroico que estava lutando sozinho contra seus demônios, como os ‘homens americanos fortes’ devem fazer.’

Assustar ficou mais difícil

Em entrevista ao editor de artes da BBC Will Gompertz, King disse ter receio de que as pessoas que leram ainda jovens sua primeira história sobre a família Torrance no Hotel Overlook tenham as mesmas expectativas com Doctor Sleep.

‘Acho que as pessoas liam aqueles livros sob as cobertas com lanternas quando elas tinham 12, 14 anos de idade e por isso tinham medo. Meu receio é que elas voltem esperando se assustar novamente como naquela época, e isso simplesmente não acontece. Eu quis escrever um livro mais adulto’, diz.

Para ele, é mais difícil assustar os leitores hoje, porque ‘eles estão mais espertos a respeito dos truques que os escritores e cineastas usam para provocar sustos’.

No entanto, o autor ainda acredita ser possível assustar as pessoas ‘de um jeito honrado, se elas se importam com os personagens’.

‘Quero que o público se apaixone por esses personagens e se importe com eles. E isso cria o suspense de que se precisa. O amor cria o horror.’

O novo livro começa um ano depois que o hotel Overlook, onde a família Torrance se hospeda, é destruído e mostra o crescimento do garoto, Danny Torrence.

‘As pessoas me perguntavam o que aconteceu com o garoto de O Iluminado. Eu fiquei curioso sobre o que aconteceria com ele, porque ele era realmente um filho de uma família disfuncional.’

Já adulto, Danny trabalha como enfermeiro em uma casa de repouso, que usa suas habilidades psíquicas para ajudar pessoas que estão morrendo a passarem deste mundo para o próximo, de acordo com o autor.

Ele conhece uma menina que tem as mesmas habilidades e é perseguida por ‘vampiros psíquicos’, que vivem da essência de crianças como ela.

 

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