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O triunfo das narrativas femininas na literatura e no cinema

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Baseado no livro de memórias de Cheryl Strayed, o filme ‘Livre’ retoma o gênero das narrativas femininas. Elas misturam casamentos fracassados, aventura e autodescoberta

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Nina Finco, na Época

O desejo de viajar para mudar a vida parece ser parte da mais profunda natureza humana. Inúmeras histórias contaram, ao longo dos séculos, as jornadas de heróis e desbravadores que saíram em busca de aventura e reconhecimento. Modernamente, foi no final dos anos 1950, com o surgimento da cultura beatnik nos Estados Unidos, que a literatura viveu seu último grande boom de relatos “pé na estrada”. A cultura americana, que associa mobilidade e liberdade de forma quase direta, produziu autores nômades, como Jack Kerouac, William S. Burroughs e Allen Ginsberg. Uma característica comum a essas histórias é que seus protagonistas são sempre homens. As mulheres são citadas apenas na condição de acompanhantes das poéticas e atormentadas almas masculinas. Não que elas mesmas não estivessem por lá, vagando. Estavam, atravessando os Estados Unidos a pé ou de carro. Mas suas histórias não costumavam ser ouvidas. Até recentemente. Nos últimos anos, uma leva de escritoras de sucesso está mudando esse cenário.

É o caso de Cheryl Strayed. Seu livro Livre (Objetiva, 376 páginas, R$ 39,90) conta a caminhada solitária de 1.800 quilômetros pela Costa Oeste dos Estados Unidos que Cheryl iniciou em 1995, aos 26 anos. Durante três meses, ela atravessou desertos, montanhas e gelo enquanto tentava lidar com a morte prematura da mãe e as consequências dessa perda. Cheryl se viciou em heroína e traiu o marido seguidamente, até destruir seu casamento. O relato ferozmente sincero da autora comoveu os leitores. O livro ficou sete semanas consecutivas no primeiro lugar da lista dos mais vendidos do jornal The New York Times, em 2012, e foi traduzido para 30 idiomas. Acabou chamando a atenção da atriz Reese Witherspoon. Ela estrelou e produziu a adaptação para os cinemas que estreou no Brasil na quinta-
feira, 15 de janeiro. Na semana passada, foi indicada a concorrer ao Oscar de Melhor Atriz pelo papel. “As pessoas se identificam com minha história porque viajar faz parte de nossos instintos mais antigos”, disse Cheryl em entrevista por telefone a ÉPOCA. “Quando nos colocamos fora de nossa zona de conforto, aprendemos sobre quem somos. Entendemos mais sobre a condição humana.” Em cartaz desde dezembro nos Estados Unidos, o filme já conseguiu US$ 30 milhões, considerado um bom resultado. A crítica adorou o filme. A.O. Scott, do The New York Times, o chamou de “um clássico do feminismo moderno”.

heryl não é a única desbravadora no território das narrativas femininas sobre viagens e transformações existenciais. No ano passado, o filme Tracks (ainda sem tradução para o português) colocou nas telas do cinema a história da australiana Robyn Davidson (interpretada por Mia Wasikowska). Em 1977, ela cruzou 2.700 quilômetros no deserto australiano, a pé, acompanhada de quatro camelos e sua cachorra – depois de ter convivido com aborígenes e caipiras numa cidade do sertão poeirento do país. Depois da viagem – registrada pelo fotógrafo da revista National Geographic Rick Smolan –, Robyn tornou-se uma espécie de propagandista das culturas nômades. Escreveu diversos livros sobre o assunto. As memórias que deram origem ao filme só foram escritas em 1995. Durante a caminhada, Robyn teve de se haver com a morte da mãe, que se matou quando ela tinha 11 anos.

Não é apenas a morte que move as mulheres em direção ao mundo da aventura. Em dois grandes sucessos de venda e bilheteria, o ponto de partida das protagonistas foi a falta de perspectivas e o divórcio. Luto afetivo, portanto. Em 2006, Elizabeth Gilbert lançou suas memórias sobre uma viagem à Itália, à Índia e a Bali após dolorosa separação. Apesar de ter financiado a aventura mundial com US$ 200 mil de uma editora – o que produziu acusações posteriores de que sua “jornada interior” seria apenas uma tarefa bem paga –, as descobertas sobre o amor que Elizabeth relata conquistaram leitores mundo afora. Comer rezar amar vendeu 9 milhões de cópias e tornou-se queridinho da apresentadora Oprah Winfrey, talvez a maior formadora de gosto e opinião do planeta. O filme, lançado em 2010 com Julia Roberts no papel de Elizabeth, obteve mais de US$ 80 milhões em bilheteria.

“As mulheres não saem em jornadas mais frequentemente porque são vistas como agentes de preservação da ordem social, não como agentes de mudança”, afirma a escritora americana Vanessa Veselka, de 46 anos. Ela fez duas grandes viagens pelos Estados Unidos e pela Europa aos 15 e 19 anos. Vanessa, que é divorciada e tem uma filha, diz que, mesmo descontentes com suas vidas, as mulheres ficam presas ao cotidiano por obrigações impostas a elas tradicionalmente pela sociedade, como cuidar da casa e dos filhos. O medo dos perigos da estrada também é um enorme impedimento à exploração feminina. “A possibilidade de estupro e morte está em toda parte para as mulheres”, afirma. Isso acontece, segundo ela acredita, pela falta de divulgação de relatos de mulheres viajantes. “As narrativas nos tornam mais seguras porque permitem que sejamos vistas”, diz ela. “Pior que ter histórias bobas sobre mulheres na estrada é não ter nenhuma história.”

Sob o sol da Toscana conta uma aventura sem estrada. A escritora americana Frances Mayes acabara de passar por um divórcio envenenado por disputas financeiras quando decidiu tirar férias na Itália, no verão de 1990. Lá, faz uma escolha inesperada: usa todo o seu dinheiro para comprar uma casa abandonada de 200 anos e reformá-la. No processo, faz amigos, cura feridas e reencontra o amor. O livro ficou dois anos na lista dos mais vendidos e virou filme em 2003. A história com homens e mulheres felizes com mais de 40 anos virou a bíblia romântica dos maduros em busca de novos horizontes. “É um refresco glorioso passar algum tempo com personagens que não têm 20 anos, uma esposa chorosa e outros arquétipos redutores”, afirmou, na época, o crítico Desson Thomson, do Washington Post.

Um relato que também mistura ficção e realidade é Expresso Marrakesh. A história acompanha uma garotinha de 5 anos numa viagem ao Marrocos com a mãe e a irmã mais velha. A autora, Esther Freud, neta do psicanalista Sigmund Freud, escreveu o livro com base em sua infância incomum: em 1972, sua mãe deixou Londres e levou Esther e sua irmã a uma viagem de autodescobrimento inspirada pelo movimento hippie. A história virou filme em 1998, estrelado por Kate Winslet.

Existem outras narrativas mais antigas sobre mulheres que saem em jornadas de autodescobrimento. Mas são ficcionais. O caso mais conhecido é o filme Thelma & Louise, de 1991. O grande filme dirigido por Ridley Scott tem um componente de violência e fantasia que não se encontra nas histórias de mulheres reais. Márcio Markendorf, professor adjunto do curso de cinema da Universidade Federal de Santa Catarina, diz que as narrativas femininas modernas refletem o espírito do tempo, que se tornou muito mais favorável à liberdade e à autoexpressão das mulheres. Há mais histórias surgindo e elas se tornam mais visíveis. “Está ocorrendo uma passagem da personagem testemunha para a de heroína. Isso sublinha as conquistas éticas, estéticas e políticas das mulheres”, diz ele.

O momento não poderia ser mais oportuno. Elizabeth Cardoso, professora do programa de pós-graduação em literatura e crítica literária da PUC-SP, diz que existe uma demanda por histórias reais no cinema e na literatura. É parte da cultura de reality shows que se impôs nos últimos anos. “Todas as artes estão em diálogo com a realidade”, afirma. “Por esse caminho, a perspectiva feminina vem ganhando espaço.” O público, que vota com o bolso cada vez que entra no cinema ou compra um livro, aprova a tendência. O sucesso das narrativas femininas sugere que elas terão vida longa.

Livros do universo Star Wars para ler enquanto espera pela chegada de ‘O Despertar da Força’

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Livros do universo Star Wars para ler enquanto espera pela chegada de 'O Despertar da Força'

Fábio Mourão, no Dito pelo Maldito

Esperamos por quase uma década até que fosse anunciado mais um filme da franquia Star Wars, e quando aconteceu, a força despertou seu tremor nas redes sociais com tanta potência, que já tem gente criando mil teorias de enredo a partir de um único trailer que já foi liberado para o público.

E se tem algo que pode acalmar toda essa ansiedade até a chegada de O Despertar da Força, é a leitura de um bom livro. E se pudermos ler algo que seja diretamente ligado ao universo de Star Wars (pelas barbas de Obi-Wan), melhor ainda!

É sabido que o chamado ‘Universo Expandido’ de Star Wars é tão extenso quanto se pode imaginar, e é composto por pelo menos uma centena de livros e quadrinhos. O que torna tudo que ocorre fora dos filmes oficiais, uma tremenda confusão. Para evitar a fúria dos mais fanáticos, para o início dessa nova leva de filmes, foi simplesmente decidido que todas essas histórias alternativas seriam esquecidas e um novo leque de futuro seria aberto para a franquia.

Como aqui no Brasil muito pouco, ou quase nada, desses extras foram publicados por aqui, ainda podemos dizer que a nossa linha de raciocínio sobre os acontecimentos da saga Star Wars permanece pura, seguindo basicamente apenas a linha de raciocínio principal dos filmes e animações. E o mesmo vale para as poucas publicações ligadas ao universo que aqui chegaram.

Abaixo você encontra alguns desses livros que estão disponíveis no mercado nacional, e que podem aliviar a sua espera pelo filme Despertar da Força.

Livros do universo Star Wars para ler enquanto espera pela chegada de 'O Despertar da Força'

✔ Star Wars: A Trilogia, Special Edition

Livros do universo Star Wars para ler enquanto espera pela chegada de 'O Despertar da Força'
A saga que atravessou o espaço e inúmeras gerações de fãs retorna ao público brasileiro em grande estilo. As histórias clássicas de Luke Skywalker, Han Solo, Princesa Leia, Mestre Yoda e Darth Vader ganham as páginas luxuosas de Star Wars, A Trilogia.

A obra reúne os romances inspirados nos três primeiros filmes do universo fantástico criado por George Lucas: Uma Nova Esperança, O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi. Os três títulos chegaram a ser lançados no Brasil, sendo o último deles em 1983. Mas esta é a primeira vez que a trilogia completa é editada em nosso país num único volume, em capa dura.

O acabamento segue o padrão quase psicopata de qualidade da editora DarkSide.

✔ Star Wars – Herdeiro do Império, de Timothy Zahn

Livros do universo Star Wars para ler enquanto espera pela chegada de 'O Despertar da Força'
O primeiro volume da consagrada trilogia Thrawn.

Luke, Han e Leia enfrentam uma nova ameaça. Cinco anos após a destruição da Estrela da Morte, a ainda frágil República luta para restabelecer o controle político e curar as feridas deixadas pela guerra que assolou a galáxia. O Império, porém, parece não ter morrido com Darth Vader e o imperador. Habitando os confins da galáxia, o grão-almirante Thrawn, gênio militar por trás de diversas ações imperiais, ainda luta para reconquistar o poder perdido. A bordo do destroyer estelar Quimera, ele descobre segredos que lhe darão a chance de destruir definitivamente o que restou da Aliança Rebelde, para assim retomar o domínio da galáxia e controlar os últimos dos Jedis.
Herdeiro do Império é considerado um dos mais importantes marcos do universo expandido de Star Wars. Desde seu lançamento, tem sido aceito pelos fãs da franquia como a verdadeira continuação da trilogia original. Além disso, a obra foi usada como base criativa para vários outros produtos da série, incluindo elementos de jogos, filmes e animações.

✔ Star Wars: O Caminho Jedi

Livros do universo Star Wars para ler enquanto espera pela chegada de 'O Despertar da Força'
Um manual para os estudantes da Força!

Que a saga Star Wars é um dos maiores fenômenos de todos os tempos não é novidade. Que os personagens são mania mundial, também não. Para apimentar mais essa febre e satisfazer um desejo antigo dos fãs, é lançado O Caminho Jedi, manual de treinamento da Ordem.

O livro funciona como um almanaque dos guadiões da paz nas galáxias. Nele são apresentados os maiores mestres, a história dos clãs, os armamentos, o vestuário, os golpes de lutas, entre outros.

Em O Caminho Jedi, o leitor vai desvendar os segredos e partilhar do conhecimento passado de geração para geração – aprendendo, inclusive, as nuances do combate de sabre de luz e a hierarquia Jedi. Além disso, conhecerá novos personagens, novas criaturas e novas naves.

Passado de mão em mão de Mestre para Padawan, de Yoda e Obi-Wan Kenobi para Anakin e Luke Skywalker, este exemplar recebeu as anotações de cada Jedi que tocou e estudou suas páginas – adicionando suas experiências pessoais e as lições aprendidas.

✔ Stars Wars: Livro dos Sith

Livros do universo Star Wars para ler enquanto espera pela chegada de 'O Despertar da Força'
Segredos do Lado Negro

Que a saga Star Wars é um dos maiores fenômenos de todos os tempos não é novidade. Que os personagens são mania mundial, também não. Para apimentar mais essa febre e satisfazer um desejo antigo dos fãs, chega às livrarias, após o lançamento de O caminho Jedi, o Livro dos Sith, manifesto do lado negro da Força.

Ao longo dos séculos, à medida que os Lordes Sith ascendiam ao poder, alguns deles registravam sua filosofia e seus esquemas para assumir o controle da galáxia. Ao serem derrotados, esse conhecimento desapareceu. Ou, pelo menos, era o que parecia.

Seus escritos foram passados entre Sith selecionados e, até mesmo Jedi, que acrescentaram suas reflexões a essas raras páginas. Na busca por domínio, Darth Sidious foi atrás do que sobrou dos cinco textos mais lendários do lado negro. A partir desse conhecimento, ele escreveu um sexto texto – seu próprio manifesto. Reunidos, esses documentos formam o Livro dos Sith.

Nele são apresentados os maiores mestres, o surgimento do clã, os armamentos, o vestuário, os segredos obscuros, entre outros.

Harry Potter continua rendendo livros fantásticos

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Carol Botelho, no Portal It

As criaturas fantásticas dos livros e dos filmes do bruxinho inglês Harry Potter ainda estão rendendo pano pra manga, ou melhor, páginas de livros. E não somente para J.K. Rowling, a criadora do bruxo mais famoso do cinema e da literatura, mas também para outros escritores que, de tão aficcionados pelas histórias, acabaram resolvendo eles mesmos escrever seus próprios livros inspirados em Harry.

Harry Potter continua rendendo livros fantásticos

O Livro das Criaturas de Harry Potter, de Jody Revensen (208 páginas, R$ 65,84, Editora Galera Record), lançado mês passado, sem dúvida deve atiçar a curiosidade dos fãs do bruxinho que aprendeu truques de magia na Escola Hogwarts.

Elfos domésticos, assustadores dementadores, dragões, lobisomens, sereias nada convencionais, corujas, hipogrifos (seres metade cavalo, metade pássaros). Impossível esquecer desses personagens, criaturas mágicas que, principalmente nos filmes, onde foram materializadas em terceira dimensão, faziam das aventuras de Harry, Hermione e Rony algo muito mais fantástico.

Harry Potter continua rendendo livros fantásticos

A obra traz perfis detalhados de várias criaturas, ilustrações, fotografias de bastidores e segredos cinematográficos para tornar possível retirar do papel as criações de Rowling. Com capa dura e belas fotografias e ilustrações, o livro ainda traz um pôster com todas as criaturas, além de um catálogo interativo do Empório das Corujas. Publicação indispensável para qualquer fã que se preze, e ainda uma leitura relax para os dias de dolce far niente da galera geek.

Na telona, está sendo esperado para 2016 o próximo filme inspirado no universo do bruxinho: Animais Fantásticos e Onde Habitam. Que bom que vem mais por aí. Esperamos que chegue ao Brasil com a velocidade de uma potente vassoura Nimbus!

7 Trilogias para ler enquanto espera o próximo filme de ‘Jogos Vorazes’

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Fábio Mourão, no Dito pelo Maldito

Sempre que corremos os olhos pelas prateleiras de uma livraria e nos deparamos com o primeiro volume do que seria uma trilogia literária, é comum esperar que nossas cabeças se encham de dúvidas. Quanto tempo você terá que esperar até sair a sequencia? E sendo um livro de fora, será que a editora vai mesmo investir em todos os exemplares da saga aqui no Brasil? Como que a série acaba? Será que corremos o risco de investir algumas dezenas de horas de leitura em três livros, só pra descobrir que o final é decepcionante?

Bem,… Se esse é o seu caso, talvez você esteja com sorte. Não precisa desistir do formato de trilogias só porque acha que jamais encontrará um outro ‘Jogos Vorazes’ que te cative. Da fantasia épica até o universo steampunk, nós separamos algumas trilogias que valem a pena começar a leitura enquanto espera a conclusão da saga no cinema.

Todas elas já foram fechadas em seus países de origem, mas a maioria está desembarcando os seus primeiros livros por aqui só agora. Porém, acreditamos que tudo que as editoras precisam para continuar com as publicações até a conclusão dessas séries, é o incentivo incondicional dos nossos leitores.

O Que Restou de Mim, de Kat Zhang

✔ O Que Restou de Mim, de Kat Zhang
Uma história original sobre a busca da identidade! Eva e Addie nasceram como todas as outras crianças: duas almas entrelaçadas no mesmo corpo. À medida que cresciam, começavam os olhares de censura e os questionamentos: Por que elas não estão se definindo? Definindo. Todo ser humano se define ainda na infância, o que significa que a alma recessiva deve partir para que a dominante possa ter uma vida normal. Mas isso nunca acontecia e Eva, a alma recessiva, continuava lá… escondida no próprio corpo.

Eva e Addie eram híbridas. Considerados instáveis e perigosos, os híbridos foram perseguidos e eliminados das Américas. Por isso, Addie e Eva vivem da forma mais discreta possível. Mas Eva descobre que há uma chance de voltar a andar, falar e sorrir por conta própria, e agora está disposta a tudo para conseguir isso. O problema é que não estará arriscando apenas a própria vida. Afinal, ela nunca está sozinha.

Poseidon - O Legado de Syrena, de Anna Banks

✔ Poseidon – O Legado de Syrena, de Anna Banks
Além da beleza fora do comum, com seu cabelo quase branco e seus olhos cor de violeta, Emma chama a atenção por ser um pouco desajeitada. Ela não se sente muito à vontade em lugar nenhum… e não sabe que sua misteriosa origem é a fonte dessa sensação.

Galen, príncipe dos Syrenas, vasculha a terra procurando uma garota especial, capaz de se comunicar com os peixes – e que poderá salvar seu reino. Quando ele se encontra com Emma, a conexão é imediata: embora não saiba, Emma parece ter o dom que Galen procura.
Mas, então, por que ela não conseguiu salvar sua melhor amiga do ataque do tubarão?
Cabe ao príncipe convencer a teimosa Emma a enfrentar sua real natureza e aceitar o desafio. E nada pode impedi-lo de alcançar seu objetivo.

Estilhaça-Me: Meu Toque é Letal, Meu Toque é Poder, de Tahereh Mafi

✔ Estilhaça-Me: Meu Toque é Letal, Meu Toque é Poder, de Tahereh Mafi
Juliette nunca se sentiu como uma pessoa normal. Nunca foi como as outras meninas de sua idade. O motivo: ela não podia tocar ninguém. Seu toque era capaz de ferir e até matar. Durante anos, Juliette feriu e, segundo seus pais, arruinou o que estava à sua volta com um simples toque, o que a levou a ser presa numa cela. Todo dia era escuro e igual para Juliette até a chegada de um companheiro de cela, Adam. Dentro do cubículo escuro, Juliette não tinha notícias do mundo lá fora. Adam ia atualizando-a de tudo.

Juliette não entendeu bem o que estava acontecendo quando foi retirada daquela cela e supostamente libertada, ao lado de Adam, e se vê em uma encruzilhada, com a possibilidade de retomar sua vida, mas por caminhos tortuosos e totalmente desconhecidos. Estilhaça-Me é um romance fantástico, que intriga, angustia e prende o leitor até a última página com uma história surreal que mistura amor, medo, aventura, mistério e traz um desfecho surpreendente.

Never Sky: Sob o Céu do Nunca, de Veronica Rossi

✔ Never Sky: Sob o Céu do Nunca, de Veronica Rossi
Primeiro livro de uma eletrizante trilogia ambientada em um futuro imaginado, mas assustadoramente possível, Never Sky: sob o céu do nunca chega ao Brasil rodeado de grande expectativa por parte dos fãs de distopias. Não é para menos.

O livro figura entre os melhores do gênero, segundo a opinião do público e crítica, nos EUA; teve os direitos de adaptação vendidos para a Warner Bros; e a continuação, Through the Ever Night, publicada em janeiro de 2013, estreou entre os mais vendidos do jornal The New York Times.

Em um cenário pós-apocalíptico, a população do planeta se dividiu entre aqueles que conseguiram esconder-se em cidades encapsuladas, conhecidas como núcleos, e as que sobreviveram nas áreas externas, mas tornaram-se primitivas. Através de um dispositivo eletrônico, os habitantes dos núcleos podem frequentar diferentes Reinos, cópias virtuais e multidimensionais do mundo que elas deixaram para trás.
Neles se pode fazer qualquer coisa, ser qualquer pessoa, sem consequências (mais…)

Steven Spielberg seleciona novata para estrelar adaptação de livro infantil

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Fantasia The BFG acompanha a história de uma menina que faz amizade com um gigante estigmatizado.

Ruby Barnhill main pic (Photographer Paul Worpole).jpgJoão Vitor Figueira, no Adoro Cinema

A menina Ruby Barnhill, de 10 anos de idade, foi escolhida para protagonizar The BFG, próximo filme de Steven Spielberg. A jovem atriz inglesa vai interpretar a personagem Sophie na adaptação para os cinemas do livro infantil homônimo escrito pelo galês Roald Dahl (1916 – 1990) e publicado originalmente em 1982. Este é o primeiro trabalho de Barnhill nos cinemas. Ela atua há dois anos em peças de teatro e já trabalhou na série infantil 4 O’Clock Club, exibida pela BBC.

“Eu acho que Roald Dahl teria achado Ruby tão maravilhosa quanto nós a achamos. Nós descobrimos um incrível Sophie em Ruby Barnhill”, afirmou Spielberg em comunicado oficial.

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Na trama, Sophie é uma menina orfã que inicia uma amizade com um Grande Gigante Amigável (traduzido de “Big Friendly Giant”, que também está representado na sigla “BGF” que dá nome ao filme e ao livro). BFG é um ser de mais de 7 metros de altura que tem uma audição privilegiada e uma incrível velocidade. Seu objetivo de vida é coletar e distribuir bons sonhos para as crianças. Sophie e BFG se unem para enfrentar os gigantes malvados, que querem devorar os humanos.

O ator Mark Rylance, de Intimidade, A Outra e Anjos E Insetos, já está confirmado no papel do BFG.

The BFG estreia nos cinemas dos Estados Unidos no dia 1º de julho de 2016. No Reino Unido, o longa desponta nos cinemas dias 22 de julho de 2016. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

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