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Cinco diferenças entre o filme e o livro Me Chame Pelo Seu Nome

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(Sony Pictures/Intrinseca/Divulgação)

Maria Eduarda, no Mundo Estranho

A adaptação cinematográfica do livro homônimo Me Chame Pelo Seu Nome (Call Me By Your Name) tem sido discutida e aclamada tanto pelo público como pela crítica desde o seu lançamento. O filme, indicado a quatro categorias do Oscar 2018 (e vencedor da estatueta de Melhor Roteiro Adaptado), ganhou prêmios importantes, como de Melhor Roteiro Adaptado no BAFTA.

Na história, que se passa no interior da Itália nos anos 80, um professor universitário recebe um estudante americano, Oliver (Armie Hammer) durante o verão para passar seis semanas com ele, seu filho Elio (Timothée Chalamet) e sua mulher. Oliver e Elio acabam desenvolvendo uma história de amor complexa, afetada por desejos e inseguranças.

Quem leu o livro que deu origem ao filme sabe que o diretor Luca Guadagnino se esforçou para preservar muitos dos temas e passagens originais. Mas é claro que muita coisa precisou ficar de fora. Aqui vai uma lista de cinco coisas que se diferem (e fazem falta) entre o livro e o filme.

1) Os relacionamentos hetero de Elio e Oliver

(Reprodução/Sony)

No livro, tanto Elio quanto Oliver se envolvem com mulheres antes de formarem o casal foco da trama. No livro, Oliver conhece Chiara e Elio se aproxima mais de sua amiga Marzia. As escapadas de Oliver com Chiara são bem despretensiosas, enquanto Elio e Marzia desenvolvem até que uma espécie de sentimento (além do envolvimento carnal).

No filme, Chiara tem no máximo duas cenas e Marzia parece gostar muito de Elio, mas de forma não correspondida. Elio parece realmente só estar usando a menina. Oliver tem em Chiara só mais um passatempo também. Dá para creditar essa mudança à falta de espaço para contar o livro todo, mas é inegável que as relações hetero davam mais profundidade aos personagens.

2) A narração de Elio

(Reprodução/Sony)

O livro é a materialização do meme “não consigo falar, só sentir”. Narrado por um Elio crescido a partir de suas memórias, ele mistura lembranças do passado com jornadas de autoconhecimento e reflexões sobre as angústias do garoto.

Esse fator traz uma intimidade gigante ao livro, passando a sensação de que se trata de um velho amigo contanto daquele verão em que vocês não se viram, mas que ele gostaria que você soubesse como foi. As ações que levam Elio a sentir o que conta são apenas pontos de partida, colocando total ênfase no sentimento e em como ele absorveu aquilo.

Com tanta subjetividade e descrições extremamente detalhadas e profundas, é difícil imaginar como tudo aquilo seria passado fielmente num filme linear. Sem o constante ponto de vista do personagem principal, essa condução psicológica se perde. Não fica claro no filme, por exemplo, por que Elio ignora o primeiro avanço de Oliver (quando este lhe massageia), sendo que já tem sentimentos por ele naquele momento. No livro, é explicado que Elio tomou um susto com a situação, mas gostou.

Mesmo que os sentimentos mais importantes tenham sido passados para o filme com a ajuda das expressões de Timothée Chalamet, isso não se compara à história superenvolvente que nos conduz durante o livro.

3) A ambientação dos anos 80

(Reprodução/Sony)

Na leitura, é complicado dizer em que ano aquele verão se passa, o que no filme é extremamente explicito, tanto pelos comentários dos personagens como pela trilha sonora (muito boa, diga-se de passagem). A sensação é de atemporalidade, como se o vilarejo na Itália que serve de plano de fundo estivesse livre da ação do tempo.

No entanto, a década escolhida ajudou no charme do filme, com a ausência de tecnologia reforçando o isolamento da família.

4) Os personagens secundários

(Reprodução/Sony)

Apesar de os diversos figurantes no filme e uma gama de, no máximo, sete personagens secundários importantes, nenhum deles teve a importância que tem no livro. Na obra, há uma personagem chamada Vimini, vizinha da família, que é uma menina de dez anos com leucemia. Ela participa bastante da história e é muito influente na trama, especialmente para Oliver.

As já citadas Marzia e Chiara são, ates de tudo, pessoas que já vinham participando da vida de Elio e têm no livro um significado maior do que simples interesse sexual. No filme, tudo gira tanto em torno do casal principal que apaga um pouco a dinâmica da família, cuja casa era originalmente retratada como sempre cheia de convidados. O filme ficou mais romântico assim? Ficou, mas também menos complexo.

5) Três dias em cinco minutos

(Reprodução/Sony)

Na parte final do livro, os protagonistas saem do vilarejo em que passaram as últimas seis semanas para ficar três dias em Roma a convite do editor do livro de Oliver. Os três dias são narrados com detalhes, dando ênfase para a última noite deles na cidade, quando aparecem numa livraria a convite do editor.

A noite boemia do meio cultural, o calor do verão, a magia do compromisso de todos ali em viverem o momento, o modo inexperiente com que Elio olha para tudo aquilo, tudo isso induz o leitor a uma viagem no tempo. Grande parte de todo o sentimento de efemeridade, de “seja eterno enquanto dure” está nessas 42 páginas do livro.

A mesma passagem ocorre no filme, mas de forma completamente diferente: eles viajam porque querem e não encontram com ninguém no meio do caminho, a não ser por um trio de completos estranhos que estão ouvindo música numa viela. Nada tão impactante quanto foi a noite narrada no livro. Esse foi de longe o maior pecado no roteiro adaptado, que ganhou o Oscar, mas deixou escapar a possibilidade de deixar o filme ainda mais excêntrico.

Han Solo ganhará livros e quadrinhos antes do lançamento do filme

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Publicações terão ligação direta com o novo longa

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

Além de Han Solo: Uma História Star Wars, a Disney planeja lançar uma série de livros que mostrarão outras histórias envolvendo o mercenário. A EW revelou detalhes das publicações, que terão ligação direta com o filme e responderão dúvidas envolvendo o novo longa baseado no personagem.

Ron Howard assumiu o comando do filme após a saída de Phil Lord e Chris Miller – saiba mais. O elenco conta com nomes como Alden Ehrenreich, Donald Glover, Woody Harrelson, Emilia Clarke e Thandie Newton. A estreia no Brasil está marcada para 24 de maio.

Han Solo foi originalmente interpretado por Harrison Ford na franquia Star Wars, enquanto Lando Calrissian foi vivido por Billy Dee Williams em O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi.

Autobiografia da cantora Rita Lee vai virar filme

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O livro “Rita Lee – Uma Autobiografia” vai virar filme com lançamento previsto para 2019! || Créditos: Divulgação / Reprodução Facebook

Publicado no Glamurama

A semana termina com uma ótima notícia para os fãs da cantora Rita Lee: a autobiografia dela, “Rita Lee – Uma Autobiografia”, vai virar filme. Depois de se enveredar pelo mundo literário onde já lançou três livros desde 2013, incluindo “Dropz”, uma coletânia de 61 contos e o “Storynhas”, a cantora acaba de anunciar por meio de comunicado oficial que a produtora Biônica Filmes é quem será a responsável pelo longa que contará em vídeo sua vida.

Com lançamento previsto para 2019, o filme ainda não possui uma Rita Lee para chamar de seu e a busca pela atriz que interpretará Rita nas telonas deve começar ainda este semestre. O melhor? Um documentário e uma série também estão previstos em contrato – ambos ainda sem data de lançamento.

Autor da saga Maze Runner é acusado de abuso sexual e perde seu agente

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James Dashner, autor da saga Maze Runner.

Adolfo Molina, no Observatório do Cinema

James Dashner, autor da saga Maze Runner, que ganhou adaptações cinematográficas de sucesso, perdeu seu agente após alegações de abuso sexual.

Segundo informações do site The Hollywood Reporter, Michael W. Bourret, o agente e empresário de James confirmou que não irá mais representar o escritor, comentando: “Eu não poderia continuar trabalhando com James de consciência limpa, então eu o deixei ontem”.

Dashner foi acusado de assédio e comportamento inadequado no site da School of Library Journal. No mesmo blog, o autor de 13 Reasons Why também foi acusado, o que lhe custou sair da produção da série da Netflix, além de ter sido banido da Sociedade dos Escritores e Ilustradores de Livros Infantis na segunda (12).

Maze Runner: A Cura Mortal, terceiro e último filme da trilogia que adaptou os livros de Dashner estreou em janeiro de 2018.

Morte no Nilo | Continuação de Assassinato no Expresso do Oriente ganha data de estreia

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Fox planeja filme para 2019

Natalia Bridi, no Omelete

Depois do sucesso de Assassinato no Expresso do Oriente, que arrecadou US$ 349,6 milhões mundialmente para um orçamento de US$ 55 milhões, a Fox marcou a data da já anunciada continuação Morte no Nilo. O filme baseado no livro de Agatha Christie chegará aos cinemas dos EUA em 8 de novembro de 2019.

Michael Green voltará como roteirista e Kenneth Branagh retorna como o protagonista, o inspetor Hercule Poirot, e deve permanecer na direção. Publicado em 1937, Morte no Nilo mostra Poirot de férias no Egito, onde ele investiga um caso de homicídio que resultou de um triângulo amoroso. O livro já virou filme em 1978, com Bette Davis, Mia Farrow, Maggie Smith e Peter Ustinov como Poirot.

Kenneth Branagh declarou em dezembro que seu objetivo é cria universo compartilhado de Agatha Christie nos cinemas.

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