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Poeta Pablo Neruda é tema do novo filme do diretor de “O clube”

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Luis Gnecco vive o ganhador do Nobel de Literatura de 1971 e senador comunista na cinebiografia "Neruda" Foto: imovision / Divulgação

Luis Gnecco vive o ganhador do Nobel de Literatura de 1971 e senador comunista na cinebiografia “Neruda” Foto: imovision / Divulgação

Produção assinada por Pablo Larraín representa o Chile na corrida por uma indicação ao Oscar 2017

Roger Lerina, no Zero Hora

O chileno Pablo Larraín vem despontando no cinema internacional como um dos mais inventivos realizadores latino-americanos. O jovem diretor de filmes elogiados e premiados como Tony Manero (2008), No (2012) e O clube (2015) encerra 2016 emplacando dois longas entre os mais comentados do ano, ambos inspirados em personalidades históricas: Jackie, cinebiografia da ex-primeira-dama norte-americana Jacqueline Kennedy (1929 — 1994), que acaba de render uma indicação ao Globo de Ouro à atriz Natalie Portman, e Neruda.

Representante do Chile na disputa pelo Oscar de melhor filme estrangeiro, o singular perfil do poeta Pablo Neruda (1904 — 1973) foi exibido na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes e chegou nesta quinta-feira aos cinemas brasileiros. O retrato que Larraín traça do escritor chileno ganhador do Nobel de Literatura de 1971 está longe da hagiografia: Neruda lança luz sobre o amálgama de talento, vaidade, engajamento, egoísmo, paixão e convicção que forjou uma das figuras mais influentes da cultura ocidental no século 20.

Da mesma forma que outro filme chileno recente sobre o escritor, igualmente chamado Neruda (2014), a produção em cartaz na Capital também situa-se em 1948, quando o já consagrado intelectual destaca-se na política como senador e liderança da esquerda no país. Quando o presidente Gabriel González Videla – interpretado pelo ótimo Alfredo Castro, ator-fetiche dos filmes de Larraín – consegue a aprovação da chamada Lei Maldita, a cruzada anticomunista do governo obriga Pablo Neruda (Luis Gnecco) a esconder-se em um apartamento em Santiago ao lado da esposa, a artista plástica argentina Delia del Carril (Mercedes Morán), à espera que seus camaradas organizem um plano para tirá-lo do país. Na clandestinidade, Neruda começa a escrever o que muitos consideram sua obra-prima: o livro de poemas Canto geral.

Se no Neruda dirigido por Manuel Basoalto o lado resistente e heroico do poeta militante em luta contra a repressão e em fuga pelo sul do Chile, atravessando os Andes até a Argentina, era apresentado de maneira convencional, no título de Pablo Larraín a forma narrativa inusitada ganha relevo. O roteiro de Guillermo Calderón acrescenta um fascinante antagonista ficcional aos episódios reais da trama: o chefe de investigações federais Óscar Peluchonneau — vivido pelo ator mexicano Gael García Bernal, que também estrelou No — leva a incumbência de localizar e prender Neruda ao nível da obsessão pessoal. O policial torna-se um contraponto do protagonista, alternando-se entre o desprezo e a admiração pelo artista e pontuando o filme com comentários perspicazes e derrisórios sobre as contradições do caráter e os gostos burgueses de seu célebre fugitivo, apresentados na tela como uma narração sobreposta às imagens.

Além do pitoresco introduzido por esse recurso – que evoca no filme o estilo do romance policial e elogia o poder de fabulação da literatura —, Neruda ganha também vivacidade graças a expedientes curiosos como transpor subitamente os personagens para cenários diferentes no meio dos diálogos, sem interromper as conversas, e ao artificialismo de algumas falas e situações, cujo objetivo parece ser o de alertar o espectador de que ele está assistindo a uma encenação. O resultado lembra outra ótima cinebiografia de tons farsescos: Il divo (2008), de Paolo Sorrentino, sobre o morfético ex-primeiro-ministro italiano Giulio Andreotti.

Um gato de rua chamado Bob estreia nos cinemas

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Um gato de rua chamado Bob, – best-seller mundial que estreará nos cinemas – relata a história real de como um gato ajudou um homem a superar as drogas

Publicado no Visto Livre

A segunda edição do best-seller Um gato de rua chamado Bob, publicada pelo grupo Grupo Editorial Novo Conceito, chega as livraria em dezembro com novo visual. Depois de conquistar milhares de pessoas em 26 países ao redor do mundo e permanecer por 52 semanas consecutivas na lista dos mais vendidos da Inglaterra, a obra ganha no mesmo mês a versão cinematográfica com a participação do próprio Bob.

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Acompanhando James, um músico pedinte das ruas, o leitor conhece Bob, um gato diferente de qualquer outro. Ex-dependente químico em processo de desintoxicação, o cantor encontra o felino alaranjado pelos corredores do prédio onde mora e descobre o norte que faltava para dar um novo rumo na vida.

“Não sei por que, mas a responsabilidade de cuidar dele blindou-me um pouco. Senti como se tivesse um propósito extra em minha vida, algo de positivo a fazer por alguém – ou por um animal – além de mim mesmo.” p.21

James Bowen conduz o leitor a uma incrível jornada de superação. Por meio de relatos pessoais, o autor conta como o pequeno animal foi essencial para a reabilitação das drogas e a própria transformação, passando de alguém absolutamente sozinho para um homem que encontrou o verdadeiro valor da amizade.

Após o lançamento da obra em 2012, Bob tornou-se uma sensação no mundo inteiro. Além do livro Um gato de rua chamado Bob, James publicou dois outros títulos: O mundo pelos olhos de Bob e Bob – Um gato fora do normal, todos lançados pela editora Novo Conceito. A história comovente dessa improvável amizade comprova que, às vezes, é preciso sete vidas para salvar uma.

SOBRE O AUTOR James Bowen nasceu na Inglaterra em 1979. Em 2007, vivendo em uma casa para dependentes químicos, encontrou um gato alaranjado nos corredores do abrigo; deu-lhe o nome de Bob, amarou-lhe um cadarço como coleira e passou a viver o tempo todo ao lado do gato, seu “motivo para acordar todos os dias”. Seus livros Um gato de rua chamado Bob, O mundo pelos olhos de Bob e Bob – Um gato fora do normal foram best-sellers internacionais. James agora dedica seu tempo ajudando várias obras de caridade que envolvem alfabetização e bem-estar animal.

Best-seller “O Vendedor de Sonhos” vira filme

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Fabiana Schiavon, no Agora São Paulo

O psiquiatra e escritor paulista Augusto Cury vendeu mais de 3 milhões de exemplares e foi traduzido para 60 idiomas só com um de seus livros, “O Vendedor de Sonhos”.

O romance foi transformado em filme, já em cartaz nos cinemas, com a direção de Jayme Monjardim.

Como o livro, o longa se dedica a levar mensagens de otimismo ao público.

A história central gira em torno de Júlio César (Dan Stulbach), um renomado psiquiatra que não vê mais solução para a própria vida e decide tentar o suicídio.

Do alto de um edifício em São Paulo, ele é convencido por um morador de rua, conhecido apenas como Mestre (César Trancoso), a desistir.

Surpreso ao ser salvo por um desconhecido, Júlio Cesar acaba seguindo a rotina do Mestre e aprende importantes lições de vida.

“Gostei de fazer esse filme porque ele tem o compromisso de tentar gerar alguma mudança no público, não é só para entreter. De alguma maneira, creio que estamos criando um novo gênero, talvez seja um filme de mensagem”, diz Monjardim.

Autora de ‘Fallen’, Lauren Kate causa furor entre adolescentes, em estreia de filme na Barra

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Lauren Kate | Marcos Ramos

 

Cleo Guimarães, em O Globo

Atriz de séries como “Californication” e “Law & Order”, a americana Addison Timlin (se tiver mais de 30 anos, joga no Google) esteve no Rio para lançar o filme “Fallen”, baseado no best-seller de mesmo nome — uma espécie de “Crepúsculo” com anjos no lugar de vampiros e lobisomens. Lauren Kate, autora do livro, que está em primeiro lugar da lista dos mais vendidos pelo The New York Times, também veio, e as duas causaram comoção quando passaram pelo tapete vermelho do UCI New York City Center, anteontem.

Addison Timlin | Marcos Ramos

Addison Timlin | Marcos Ramos

 

A cena que se viu na aparição das duas foi aquela, clássica do furor adolescente diante de seus ídolos: empurra-empurra, gente se esgoelando para pedir autógrafos e selfies etc. Numa conversa com a coluna, Addison, 25 anos, comparou os Estados Unidos de Trump com o Brasil de Temer. “Acho que vocês estão passando por uma situação muito parecida com a nossa, de muito conservadorismo”, disse, ajeitando a “trança simétrica invertida”, penteado dos mais complexos, que ela mesma fez.

Lauren, a escritora, também estava por dentro do que acontece por aqui e aproveitou para passar uma mensagem típica dos livros de autoajuda. “Os escândalos que têm acontecido aqui são parecidos com os nossos, nos Estados Unidos. É hora de parar para pensar sobre o que é importante para nós e agir em prol de um mundo melhor”. (Adalberto Netto)

Adaptação da saga Fallen estreia dia 8 de dezembro nos cinemas

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Publicado em O Grito

0 milhões de exemplares vendidos depois, a saga Fallen chega ao Brasil no dia 8 de dezembro. O longa mostra a história de amor entre uma adolescente e dois anjos. Com três volumes já lançados, a obra, escrita por Lauren Kate tornou-se sucesso editorial também no Brasil com mais 1,2 milhão de livros vendidos.

O roteiro do filme foi escrito por Michael Ross, a partir da adaptação para o cinema do texto de Lauren Kate, a cargo da dupla Nichole Millard e Kathryn Price. Lauren é creditada como Produtora Executiva da versão cinematográfica de seu romance.

A estreia do longa foi antecipada no Brasil após forte campanha dos fãs nas redes sociais – a escritora chegou a comentar a possível data de estreia no Twitter.

Na trama, a jovem Luce (Addison Timlin) é responsabilizada pela misteriosa morte de seu namorado e mandada para o reformatório Sword & Cross, onde se aproxima de Daniel Grigori (Jeremy Irvine), sem saber que ele é um anjo apaixonado por ela há milênios. Ao mesmo tempo, a protagonista da trama não consegue se manter afastada de Cam Briel (Harrison Gilbertson), que também é um anjo e há tempos luta pelo amor de Luce.

Veja o trailer:

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