A História do Futuro de Glory O'brien

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Autora de ‘Fallen’, Lauren Kate causa furor entre adolescentes, em estreia de filme na Barra

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Lauren Kate | Marcos Ramos

 

Cleo Guimarães, em O Globo

Atriz de séries como “Californication” e “Law & Order”, a americana Addison Timlin (se tiver mais de 30 anos, joga no Google) esteve no Rio para lançar o filme “Fallen”, baseado no best-seller de mesmo nome — uma espécie de “Crepúsculo” com anjos no lugar de vampiros e lobisomens. Lauren Kate, autora do livro, que está em primeiro lugar da lista dos mais vendidos pelo The New York Times, também veio, e as duas causaram comoção quando passaram pelo tapete vermelho do UCI New York City Center, anteontem.

Addison Timlin | Marcos Ramos

Addison Timlin | Marcos Ramos

 

A cena que se viu na aparição das duas foi aquela, clássica do furor adolescente diante de seus ídolos: empurra-empurra, gente se esgoelando para pedir autógrafos e selfies etc. Numa conversa com a coluna, Addison, 25 anos, comparou os Estados Unidos de Trump com o Brasil de Temer. “Acho que vocês estão passando por uma situação muito parecida com a nossa, de muito conservadorismo”, disse, ajeitando a “trança simétrica invertida”, penteado dos mais complexos, que ela mesma fez.

Lauren, a escritora, também estava por dentro do que acontece por aqui e aproveitou para passar uma mensagem típica dos livros de autoajuda. “Os escândalos que têm acontecido aqui são parecidos com os nossos, nos Estados Unidos. É hora de parar para pensar sobre o que é importante para nós e agir em prol de um mundo melhor”. (Adalberto Netto)

Adaptação da saga Fallen estreia dia 8 de dezembro nos cinemas

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Publicado em O Grito

0 milhões de exemplares vendidos depois, a saga Fallen chega ao Brasil no dia 8 de dezembro. O longa mostra a história de amor entre uma adolescente e dois anjos. Com três volumes já lançados, a obra, escrita por Lauren Kate tornou-se sucesso editorial também no Brasil com mais 1,2 milhão de livros vendidos.

O roteiro do filme foi escrito por Michael Ross, a partir da adaptação para o cinema do texto de Lauren Kate, a cargo da dupla Nichole Millard e Kathryn Price. Lauren é creditada como Produtora Executiva da versão cinematográfica de seu romance.

A estreia do longa foi antecipada no Brasil após forte campanha dos fãs nas redes sociais – a escritora chegou a comentar a possível data de estreia no Twitter.

Na trama, a jovem Luce (Addison Timlin) é responsabilizada pela misteriosa morte de seu namorado e mandada para o reformatório Sword & Cross, onde se aproxima de Daniel Grigori (Jeremy Irvine), sem saber que ele é um anjo apaixonado por ela há milênios. Ao mesmo tempo, a protagonista da trama não consegue se manter afastada de Cam Briel (Harrison Gilbertson), que também é um anjo e há tempos luta pelo amor de Luce.

Veja o trailer:

Roteirista de Carol irá adaptar romance de Patricia Cornwell

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A ideia é criar uma franquia com uma protagonista feminina forte.

Robinson Samulak Alves, no Cinema com Rapadura

A roteirista Phyllis Nagy (“Carol“) ficará responsável pela adaptação dos livros de Patricia Cornwell para os cinemas. Os filmes serão lançados pela Fox 2000, que pretende iniciar uma franquia da saga Scarpetta. A informação é do The Hollywood Reporter.

O objetivo do estúdio é criar uma franquia com uma protagonista feminina forte, assim como nos livros. Nagy já demonstrou sua habilidade nesse tipo de adaptação com “Carol”, baseado no livro homônimo, de Patricia Highsmith e que conta com Cate Blanchett (“Cavaleiro de Copas“) e Rooney Mara (“Lion – Uma Jornada Para Casa“) no elenco. “Carol” rendeu uma indicação ao Oscar de melhor roteiro adaptado à Nagy neste ano.

Patricia Cornwell é jornalista e romancista. Em 1990, lançou seu primeiro romance, Postmortem, livro que inicia a saga de Kay Scarpetta, médica legista e protagonista principal dos romances policiais de Cornwell.

Mortal Engines | Adaptação cinematográfica de Peter Jackson chega às telonas em 2018

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Publicado no Jovem Nerd

A Universal Pictures e a MRC anunciaram que Mortal Engines, longa baseado nos livros de Philip Reeve, vai chegar às telonas em dezembro de 2018.

Peter Jackson e Fran Walsh estão produzindo o filme e co-escreveram o roteiro com a ajuda de Philippa Boeyens. As gravações devem começar na Nova Zelândia no primeiro semestre de 2017. Ken Kamis será o produtor-executivo.

A direção vai ficar por conta de Christian Rivers. Zane Weiner, Amanda Walker e Deborah Forte também são produtores ao lado de Peter Jackson e Fran Walsh.

Mortal Engines se passa em um futuro muito distante. Nesse mundo, as cidades da Terra agora giram ao redor do mundo em grandes rodas e destroem umas às outras por conta dos recursos escassos. Em uma dessas cidades sobre rodas gigantescas, Tom Natsworth tem um encontro inesperado com uma mulher misteriosa que irá mudar a vida dele para sempre.

Nos Estados Unidos, o filme chega em 14 de dezembro de 2018. A data de estreia no Brasil não foi anunciada.

5 romances distópicos essenciais, segundo o autor de ‘Laranja Mecânica’

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(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

 

Nathan Fernandes, na Galileu

O futuro é sombrio. Pelo menos, é assim que os escritores de distopias enxergam o mundo: um lugar pós-apocalíptico no qual a pressão é a ordem — o contrário da utopia. O escritor britânico Anthony Burgess, autor do clássico Laranja Mecânica (adaptado para o cinema pelo não menos genial Stanley Kubrick) sabe bem disso.

No livro 99 Novels, Burgess fez uma seleção com as principais obras distópicas que o influenciaram e comentou cada uma delas. Leia um trecho dos comentários abaixo ou o original (em inglês) aqui:

Os Nus e os Mortos, Norman Mailer

“O espírito de revolta entre os homens é incitado por um acidente: os soldados tropeçam em um ninho de abelhas e fogem, deixando as armas e os equipamentos — os nus deixam os mortos para trás. Um impulso pode conter a semente da escolha humana: ainda não nos tornamos inteiramente máquinas.

O pessimismo de Mailer ainda viria mais tarde — em Parque dos Cervos, Barbary Shore e Um Sonho Americano — mas aqui, com os homens se permitindo a optar pelo suicídio coletivo da guerra, há uma visão animadora da esperança. É um livro surpreendentemente maduro para um autor de 25 anos [foi o primeiro romance do escritor]. Continua sendo o melhor de Norman Mailer, e, certamente, o melhor romance de guerra dos Estados Unidos.”

1984, George Orwell

“É uma das distopias (ou cacotopias) que mudaram nossa forma de pensar. É possível dizer que o futuro horripilante previsto por Orwell não surgiu apenas porque ele predisse: nós fomos avisados a tempo. Por outro lado, é possível pensar neste romance menos como uma profecia do que como uma obra cômica que junta duas coisas diferentes — uma imagem de como era a Inglaterra nos pós-guerra, uma terra de tristeza e escassez, e a bizarra e impossível noção de intelectuais britânicos tomando o governo do pais.”

Justiça Facial, L.P Hartley

“A Inglaterra acaba de emergir da 3º Guerra Mundial. Há ataques nucleares e a sociedade começa a ressurgir de esconderijos em cavernas. O novo estado está aflito com um senso profundo de culpa, e cada um de seus cidadãos recebem um nome em homenagem a um assassino. Por isso, a heroina da obra foi batizada como Jael 97. Uma tentativa de formular uma nova moralidade resulta na proibição da inveja e do impulso competitivo. Não devem existir pessoas excepcionalmente bonitas (…). Por carecer dos horrores esperadas da ficção cacotopiana, é menos apreciado do que 1984.”

A Ilha, Aldous Huxley

“Ninguém é condicionado cientificamente a ser feliz: este novo mundo é realmente admirável. O lugar aprendeu uma grande lição filosófica e das religiões orientais, mas está preparado para pegar o melhor da ciência, da tecnologia e da arte ocidental. As população é composta por um tipo de raça eurasiana ideal, equipada com corpos esbeltos e cérebros “huxelianos”, e eles leram todos os livros que Huxley leu.

Parece um jogo intelectual, um sonho sem esperança em um mundo em fuga, mas Huxley é realista o suficiente para saber que há lugar para o otimismo. Na verdade, nenhum professor pode ser pessimista, e Huxley é essencialmente um professor. Em A Ilha, a vida boa é eventualmente destruída por um brutal, estúpido e materialista rajá que quer explorar os rucursos minerais do ambiente.”

Riddley Walker, Russell Hoban

“Inglaterra… Depois da guerra nuclear, o país está tentando organizar uma cultura tribal após a destruição total da civilização industrial centralizada. O passado foi esquecido, e até o dom de fazer fogo precisa ser reaprendido. O romance é essencial não só por conta da sua linguagem, mas também pela presença de rituais, mitos e poemas inventados. Hoban construiui um mundo inteiro a partir do zero.”

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