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Heroínas de ‘Estrelas além do tempo’ inspiram garotas em trabalho de escola nos EUA

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Foto de meninas vestidas como trabalhadoras da Nasa retratadas no filme viralizou nas redes sociais.

Publicado no G1

Uma foto de três crianças vestidas como as protagonistas do filme “Estrelas além do tempo” viralizou em redes sociais e foi compartilhada pelas três atrizes do longa, Taraji P. Henson, Janelle Monae e Octavia Spencer.

A imagem foi criada para um trabalho de escola de Ambrielle-Baker Rogers, Morgan Coleman e Miah Bell-Olson em um colégio em Milwaukee, nos EUA. Elas tinham que criar um projeto para o Mês da História Afroamericana.

Meninas se vestem de protagonistas de 'Estrelas além do tempo' para trabalho de escola (Foto: Divulgação)

Meninas se vestem de protagonistas de ‘Estrelas além do tempo’ para trabalho de escola (Foto: Divulgação)

 

As meninas, então, resolveram imitar as três mulheres (Katherine Johnson, Dorothy Vaughan and Mary Jackson) que foram pioneiras entre trabalhadoras negras na NASA, e foram retratadas no filme. “A professora pediu para criar pôsteres que afirmassem positivamente a excelência dos estudantes e jogasse os holofotes na beleza da cultura afroamericana”, explixou a mãe de Jessica ao site “Huffington Post”.

Ameaçado de morte, autor de ‘Quatro Vidas de Um Cachorro’ conta a história por trás do filme

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W. Bruce Cameron, autor de "Quatro Vidas de Um Cachorro", com seu cão, Tucker imagem: Ute Ville/Divulgação

W. Bruce Cameron, autor de “Quatro Vidas de Um Cachorro”, com seu cão, Tucker imagem: Ute Ville/Divulgação

 

Renata Nogueira, no UOL

O escritor americano W. Bruce Cameron já está acostumado a ver seus livros ganharem adaptações para a TV ou o cinema. O que ele não imaginava é que uma grande polêmica atrapalhasse a adaptação logo de seu maior sucesso de vendas, “Quatro Vidas de Um Cachorro”. Lançado em 2010 nos EUA, o livro passou 52 semanas consecutivas na lista de mais vendidos do New York Times.

“Eu nunca escrevi um livro que não acabasse adaptado para televisão ou o cinema, então eu já esperava uma versão cinematográfica de ‘Quatro Vidas de Um Cachorro’. Mesmo assim é um processo bastante difícil, que nem sempre dá certo, então tentei ficar esperançoso e otimista”, conta o autor em entrevista exclusiva ao UOL.

O contrato para transformar a história narrada do ponto de vista do próprio cachorro foi assinado há sete anos, pouco tempo depois de o livro ir parar entre os mais vendidos dos Estados Unidos. No Brasil, a primeira versão foi lançada sem muito alarde, em 2011, e acabou ganhando uma nova edição em 2016 pela HarperCollins alguns meses antes da estreia do filme, que acontece nesta quinta-feira (26).

“Eu fiquei tão empolgado quando a DreamWorks quis fazer o filme. Quando nós levamos o livro para eles e outros estúdios, fomos avisados de que mais de um tinha interesse em produzir, mas já sabíamos que a DreamWorks seria a melhor para o nosso trabalho”, conta. Bruce fechou o contrato e se envolveu diretamente na adaptação, assinando o roteiro junto com sua mulher, a atriz e roteirista Cathryn Michon.

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Imagem: Divulgação

 

O sucesso do livro pode ser explicado pela fórmula leve e bem-humorada que Bruce usou ao narrar situações comuns a quem tem um cachorro, mas do ponto de vista do bicho, e não dos humanos. Além disso, o escritor buscou amenizar o momento mais temido desta relação: a morte do bichinho. “Em ‘Quatro Vidas de Um Cachorro’, o cachorro não morre – ele renasce!”, destaca.

E a morte de cada um dos quatro cães retratados no livro (no filme são cinco) é narrada com a aceitação de que ele cumpriu sua missão, até mesmo o cãozinho vira-lata que tem uma vida muito curta depois de ir parar ainda filhote na carrocinha. “Cachorros são simplesmente as criaturas mais queridas, otimistas e despreocupadas do planeta. Eu já até tentei viver como os cachorros, mas não consegui atingir o espírito elevado deles.”

Mas nem todo o amor demonstrado pelo escritor pelos cachorros foi suficiente para afastá-lo da polêmica lançada uma semana antes de o filme chegar aos cinemas. Um vídeo divulgado no site TMZ que mostra os bastidores de uma cena de ação que no filme dura pouco mais de 1 minuto foi o suficiente para arruinar todo o barulho que se fazia desde o lançamento do primeiro trailer, em agosto de 2016, visto por 10 milhões.

Como roteirista, W. Bruce Cameron acompanhou as gravações feitas no Canadá, em 2015. “Foi um trabalho muito divertido. Eu sei que eu deveria trocar ideias com os produtores, com o diretor e com os atores, mas eu só brinquei com os cachorros mesmo”, contou sobre sua função no set. Ele alega, no entanto, que não estava presente quando um pastor alemão foi supostamente forçado a entrar na água, e diz ter escolhido pessoalmente Gavin Polone como produtor justamente por seu histórico de ativismo no direito dos animais.

Ameaças de morte

Em pouco mais de uma semana, uma reviravolta aconteceu na vida de toda a equipe que trabalhou nos bastidores de “Quatro Vida de Um Cachorro”.

“Quando as pessoas gritam injúrias para você porque você se recusa a dizer que um cão ficou ‘traumatizado’ (ele entrou no tanque com bastante disposição um pouco depois) e ‘lutou pela vida’ (eu sei que Hercules está feliz e saudável) você não pode imaginar como é horrível enfrentar mais um dia”, explicou o escritor depois de garantir que acompanhou a investigação movida pela produtora do filme.

“Eu e minha família recebemos ameaças de morte”, revela o escritor após a polêmica, sem citar porém de onde vieram essas ameaças. Bruce vive na Califórnia com a sua mulher, Cathryn Michon, e com o cachorro deles, Tucker.

“A raiva fora de controle e os pedidos de boicote ao meu trabalho atrapalham meu sono, minha paz, e pior, a minha percepção sobre a humanidade. Eu sou uma pessoa que pode perdoar e acredito que a lição que devo tirar disso é que temos que tomar ainda mais cuidado com tudo o que fazemos. Mesmo sendo chamado de vendido e torturador, eu sigo apoiando o filme a mensagem por trás dele.”

Mesmo com toda a controvérsia envolvendo o filme, o escritor faz um apelo aos leitores brasileiros. “Por favor tentem ler o livro antes de assistir o filme. Tem tantas histórias e personagens que você vai entender melhor se puder ler o livro. Estou muito contente de saber que meu livro está disponível no Brasil. Quando eu era criança tive amigos que eram intercambistas e sempre achei os brasileiros afetivos e maravilhosos”.

Livro que inspirou filme indicado ao Oscar já tem edição no Brasil

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Obra baseada em fatos reais chega aos cinemas em fevereiro com três indicações à estatueta, incluindo Melhor Filme

Publicado no JC Online

Título original: Estrelas Além do Tempo: Livro inspirou filme indicado ao Oscar

A editora HarperCollins Brasil, que aposta em livros com adaptações cinematográficas, lançou em janeiro no Brasil a obra Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures, em inglês), que narra a história de três mulheres negras que trabalharam para a NASA e levaram o homem à Lua. A estreia do filme no país está prevista para fevereiro.

A obra é baseada em fatos reais e está entre as mais vendidas na lista do The New York Times. Protagonizado pelas atrizes Taraji P. Henson, Octavia Spencer, Janelle Monáe, Kirsten Dunst e pelo ator Kevin Costner, o longa recebeu duas indicações ao Globo de Ouro e três indicações ao Oscar 2017, incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz Coadjuvante.

Trama que concorre ao Oscar foi inspirado em livro já disponível no Brasil. Foto: Divulgação

Trama que concorre ao Oscar foi inspirado em livro já disponível no Brasil.
Foto: Divulgação

 

No livro Estrelas Além do Tempo, a autora Margot Lee Shetterly dá nome e voz às mulheres afro-americanas que trabalharam como “computadores humanos” no programa espacial. Graças aos cálculos feitos por Katherine, Dorothy e Mary, John Glenn se tornou o primeiro astronauta americano a fazer uma volta completa na órbita da Terra.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a indústria aeronáutica americana contratou matemáticas negras para suprir sua falta de mão de obra. Antes destinadas a darem aulas em escolas públicas, elas foram chamadas para trabalhar para a aeronáutica americana. O livro mostra que essas mulheres ficaram conhecidas por estimar com lápis, réguas e calculadoras os números que lançariam foguetes e astronautas para o espaço.

A autora também relata como essas matemáticas enfrentaram um ambiente extremamente hostil, em uma época de racismo e segregação. Contudo, o talento falou mais alto do que os obstáculos que enfrentaram e elas se tornam verdadeiras heroínas da corrida espacial dos Estados Unidos contra a União Soviética.

Confira o trailer do filme Estrelas Além do Tempo:

Confira as principais diferenças entre os livros e os filmes de ‘O Senhor dos Anéis’

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Uma toca na Vila dos Hobbits, Condado

Uma toca na Vila dos Hobbits, Condado

 

Adaptação cinematográfica de clássico da literatura possui algumas diferenças.

Publicado no Blasting News

Adaptações de clássicos da literatura para o cinema nem sempre são totalmente fiéis. Recentemente, esta polêmica ressurgiu em críticas aos filmes adaptados do clássico de J.R.R. Tolkien, ”O Hobbit”, que conta com cenas bastante modificadas e até com personagens que somente existem nos cinemas, como é o caso da elfo Tauriel e seu romance com o anão Kili. A saga de ”O Senhor dos Anéis” também apresenta algumas diferenças entre suas versões literária e cinematográfica, abaixo estão listadas as principais e mais chamativas:

A idade com que Frodo deixa o Condado

No primeiro filme da Trilogia, A Sociedade do Anel, o tempo que transcorre entre a festa de 111 anos de Bilbo e a visita de Gandalf, alarmado por sua descoberta de que anel herdado por Frodo seria de fato o Um, parece relativamente curto. No entanto, nos #Livros, Gandalf leva 17 anos para concluir que o anel de Bilbo não era um anel comum. Frodo tinha então seus 50 anos quando deixou o Condado em sua missão de transportar o Um Anel até Valfenda, e, posteriormente, até Mordor.

Tom Bombadil

Quem somente assistiu aos filmes da trilogia ‘’O Senhor dos Anéis’’ deve estar se perguntando: quem raios é Tom Bombadil? Isso porque, nos filmes, Tom Bombadil não é sequer citado, apesar de ser personagem bastante importante na primeira parte da saga do Anel. Tom Bombadil salva Frodo e os hobbits de duas situações de perigo (também ocultadas nos filmes) logo no início de sua jornada e também acolhe os hobbits em sua casa, guiando-os posteriormente de volta a estrada quando eles se perdem na Floresta Velha, da qual Tom é senhor e sobre a qual exerce seu poder. Tom Bombadil é uma figura bastante misteriosa, cuja descrição dos livros diz que ‘’estava ali antes dos rios e das árvores’’. Ele também não é afetado pelo Um Anel, e várias teorias acerca de quem – ou o que – ele é afinal rondam a internet.

Arwen e o resgate de Frodo

Nos livros, o papel da elfo Arwen – nos filmes interpretada pela atriz Liv Tyler – é mais reduzido. Ela não resgata Frodo depois de ele ser atingido pela lâmina Morgul no Topo do Vento; quem faz isso é um elfo chamado Glorfindel, levando-o para Valfenda e fugindo dos Nazgûl. Em ambos as versões, livro e filme, Arwen tem um romance com Aragorn.

Narsil

Narsil é a espada do rei dos Dúnedain, Elendil, que foi quebrada durante sua luta com Sauron. Elendil morreu e seu herdeiro, Isildur, cortou o Um Anel da mão de Sauron com a espada quebrada. No filme, a espada quebrada permanece em Valfenda, enquanto no livro, Aragorn, herdeiro de Isildur, carrega consigo os pedaços de Narsil. Em ambas as versões, no entanto, a espada é reforjada em Valfenda durante a Terceira Era e rebatizada de Andúril.

O expurgo do Condado e a morte de Saruman

Nos filmes, Saruman morre esfaqueado por Grima no topo da torre de Orthanc, antes mesmo do Anel ser destruído. Porém, nos livros, Saruman vive um pouquinho mais para praticar suas maldades. Após a destruição do Um Anel, Saruman assume o controle do Condado, transformando a vida dos hobbits em um inferno; estes se revoltam e o expulsam do Condado, porém ainda é Grima que lhe dá o golpe final, matando-o. O capítulo do livro ”O Expurgo do Condado” sequer é citado nos filmes.

O olho de Sauron

Apesar da imagem do Olho no topo da torre de Barad-dûr já ter se tornado popular como uma representação de Sauron, observando e controlando vários lugares da Terra Média, essa imagem figurativa de um olho foi uma invenção de Peter Jackson. Sauron já tinha forma física durante a Guerra do Anel. No livro Sauron recebe nomes como o Olho sem Pálpebra ou o Olho de Barad-dûr, mas isso apenas fazia refererência a sua vigilância constante sobre a Terra Média à procura de seu Anel. Sauron não precisava do Anel para recobrar seu corpo físico e sim para recobrar seu poder.

Morre William Peter Blatty, autor de ‘O exorcista’, aos 89 anos

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William Peter Blatty, Linda Blair e William Friedkin - Dave Allocca / AP

William Peter Blatty, Linda Blair e William Friedkin – Dave Allocca / AP

 

Notícia foi divulgada pelo diretor da famosa adaptação para o cinema

Publicado em O Globo

RIO – O escritor e cineasta William Peter Blatty, autor do best-seller “O exorcista”, de 1971, morreu na última quinta-feira, cinco dias após completar 89 anos. A notícia foi divulgada por William Friedkin, diretor da famosa adaptação para o cinema, que deu a Blatty o Oscar e o Globo de Ouro de melhor roteiro adaptado, em 1974.

“William Peter Blatty, amigo querido e irmão que criou ‘O exorcista’, morreu ontem”, disse Friedkin em seu Twitter. A causa da morte ainda não foi anunciada. Blatty escreveu e dirigiu “O exorcista III”, de 1990, bem como outras histórias de terror, como “A nona configuração”, também adaptado por ele para o cinema, e que lhe valeu seu segundo Globo de Ouro.

No cinema, Blatty ainda manteve uma longa parceria com Blake Edwards, tendo escrito os roteiros de filmes como “Um tiro no escuro” (1964), estrelado por Peter Sellers, e “Lili, minha adorável espiã”, com Julie Andrews e Rock Hudson (1970).

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