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Ex-vedete brasileira lança livro na Noruega

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Jussara Calmon – ex-vedete lança livro na Noruega /Foto: Arquivo pessoal


Bruno Astuto, na Revista Época

Musa do extinto jornal O Pasquim, precursora dos seios de fora no Carnaval carioca e estrela do primeiro filme erótico nacional, Coisas Eróticas, que está completando 30 anos, Jussara Calmon está na Noruega para lançar a biografia Jussara Calmon – Muito Prazer, escrita por Fábio Fabrício Fabretti, em que narra os episódios de sua trepidante vida.

“Lancei para a comunidade latina em Aalesund (onde mora com o marido) e, no fim de novembro, vou levar o livro para uma cidade que se chama Mold. Em 2013, vamos fazer o lançamento em Oslo e Bergen com a ajuda da embaixada do Brasil daqui. O livro está tendo muita procura pelos brasileiros que moram aqui e os noruegueses estão bem curiosos”, diz Jussara à coluna.

“Já estou estudando propostas de editoras daqui que estão interessadas em traduzi-lo”, adianta a autora, que na publicação relata a violência do pai alcoólatra, os abusos do tio pedófilo, o trabalho como empregada doméstica e a vida nas ruas do Espírito Santo. Entre as passagens mais picantes, está o encontro com o ator americano Robert de Niro. “Ele ficou cinco dias atrás de mim até conseguir um encontro. Quando cheguei ao quarto, fui recebida por um rapaz brasileiro. De repente, Robert saiu de dentro do armário com uma toalha amarrada na cintura. Ele era um parque de diversões na cama”, conta.

Filme adaptado por Ben Affleck, “Argo” chega ao Brasil em versão impressa

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Cena da versão cinematográfica de “Argo”, dirigida e protagonizada pelo ator americano Ben Affleck

Jessika Gresko, no UOL.com

Pergunte a quase todo adulto norte-americano sobre a crise dos reféns do Irã e você vai ter os contornos de uma história bem conhecida: militantes que atacam a embaixada americana em Teerã, em 1979, e fazem dezenas de reféns por 444 dias.

Agora, em “Argo”, o mestre dos disfarces da CIA Antonio Mendez conta uma história bem menos conhecida sobre a crise. Na confusa e caótica tomada, seis americanos escaparam.

Durante quase três meses, o grupo se escondeu no Irã, protegido pelo governo canadense. Mas a situação tornou-se cada vez mais precária. No fim das contas, a CIA enviou dois agentes para o país para resgatar o grupo. Como cobertura, a CIA inventou uma história elaborada, envolvendo um filme de Hollywood.

Mendez desenvolveu um plano para disfarçar os americanos como um grupo de Hollywood procurando locações para um filme de ficção científica falso chamado “Argo”. Mendez não fez nada pela metade. Ele obteve um script, anunciou o filme, imprimiu cartões, e alugou um escritório e contratou pessoal em Hollywood no caso de alguém no Irã verificar sua história. Então, posando como o produtor do filme, ele entrou em Teerã, ajudou a transformar os funcionários da embaixada em tipos de Hollywood e constrabandeou os americanos em um avião para a Suíça.

Durante anos, porém, a história completa do envolvimento da CIA era um segredo. Isso mudou em 1997, no 50 º aniversário da CIA. Mendez foi homenageado pela agência naquele ano, e ele relatou a história de “Argo” para o jornalista Dan Rather.

Agora, no que é uma ironia, a história do filme falso está se tornando o enredo de um filme de Hollywood real. O lançamento está previsto para 12 de outubro, e Ben Affleck dirige e estrela como Mendez.

Os leitores que quiserem a versão não-hollywoodiana vão descobrir que além de ser um espião talentoso, Mendez também é um contador de histórias talentoso. Este habitante de Maryland escreveu anteriormente sobre o seu trabalho clandestino em “O Mestre do Disfarce” e “Spy Dust”. Seu último livro é muito fácil de ler apesar do fato de os leitores sabem desde o início como a história vai acabar. Ainda assim, manter as biografias e personalidades dos seis fugitivos em linha reta não é fácil. Talvez assistir ao filme primeiro ajudaria bastante.

Torcida para ver Ryan Gosling em ’50 tons de cinza’ já ganhou até trailer, veja!

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Pedro Willmersdorf, no Jornal do Brasil

É grande a torcida para que a febre 50 tons de cinza esquente também as poltronas dos cinemas. Por enquanto, nem o roteirista da adaptação do livro para as telonas foi definido, mas as especulações sobre o possível intérprete de Christan Grey não param e o coro mais forte grita pelo nome de Ryan Gosling.

O fã-clube é forte, bem organizado e sabe tudo de programas de edição de vídeo, tanto que já lançou diversos teasers falsos do filme na internet dando como certa a escalação de Ryan para o papel principal. Na tentativa de dar credibilidade ao vídeo, até falsas aspas do renomado crítico de cinema americano Peter Travers foram incluídas entre as cenas de diversos filmes já feitos por Gosling, como Drive, Tudo pelo poder e Amor a toda prova.

Brincadeira tão perigosa quanto os jogos sadomasoquistas de Christian Grey.

Livro de Danilo Gentili vai virar filme

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Obra de Gentili vai para as telonas
Foto: Reprodução

Publicado originalmente no AdNews

Segundo informações da colunista Mônica Bergamo, o primeiro livro de Danilo Gentili vai virar longa. O apresentador do Agora é Tarde, da Band, negociou os direitos de “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola” com a produtora Clube Filmes.

Segundo a colunista, a direção será assinada por Fabrício Bittar, que já comandou o “MTV Sports” e atuou na novela “Mulheres de Areia”.

Em abril, a Justiça de São Paulo firmou acordo com a Editora Original para que a obra de Gentili ganhasse um selo na capa informando que a leitura é inadequada para menores de 18 anos.

[Night shit]

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britney: anos e anos de ‘night shit’

Publicado originalmente no Manual Prático de Bons Modos em Livrarias

Freguesa: boa noite, tem aquele livro ‘night shit’?

(‘Noite de merda’, é isso mesmo, galera do fundão?)

Livreira: a senhora poderia repetir o título, por favor?

Freguesa: n i g h t – s h i t

(Livreira consulta o título solicitado pela freguesa e fuén fuén fuén)

Livreira: senhora, tem certeza que…

Freguesa: ai, menina, é aquele famoso… ‘quando night shit chorou’, que virou filme até.

(OLHA)

Manual prático de bons modos em livrarias: tudo bem não saber falar inglês, tudo bem mesmo. problema é inventar e ainda querer sambar na cara da sociedade livresca. daí rola uma mágoa, daí rola um rancor.

 

 

Dica do João Marcos

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