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Livros em perigo! Bombas de grande potencial explosivo são achadas em biblioteca

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Creative Commons/Flickr Abhi Sharma Quando algumas bombas foram encontradas em uma biblioteca americana, seus funcionários entraram em pânico

Creative Commons/Flickr Abhi Sharma
Quando algumas bombas foram encontradas em uma biblioteca americana, seus funcionários entraram em pânico

Os projéteis datam da época da Guerra Civil Americana, e por mais incrível que pareça, eles ainda representavam perigo à cidade de Carlisle, nos EUA

Publicado no IG

Certas situações desconfortáveis podem acontecer em um primeiro dia de trabalho, mas às vezes, o cenário fica fora de controle e algumas pessoas podem acabar traumatizadas. Foi o que aconteceu com uma bibliotecária americana, que, em suas primeiras horas de expediente, encontrou algumas bombas no seu escritório. “Apenas” isso.

O caso aconteceu na cidade de Carlisle, em Massachusetts, Estados Unidos, quando na manhã da quinta-feira (20), a nova funcionária encontrou uma antiga caixa com um bilhete assustador. Segundo Abby Noland, o diretor da Biblioteca Pública de Gleason, contou ao “The Boston Globe”, a mensagem alertava que bombas da Guerra Civil Americana (1861-1865) estavam ali dentro e ainda poderiam representar perigo.

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Explosões rápidas e seguras

Imediatamente a polícia foi chamada, e com o apoio do esquadrão estadual de explosivos, evacuou todo o prédio, transferindo os projéteis para o centro de resíduos do município, onde foram detonados de forma segura.

De acordo com o portal “Boston Herald”, os explosivos fazem parte de uma coleção de artefatos da Batalha de Gettysburg (1863), que fora doada para a cidade de Carlisle muitos anos atrás. Apesar de bastante assustador, as chances de uma explosão ocorrer dentro do prédio da biblioteca eram mínimas.

John Fisher, chefe de polícia da cidade americana, ainda assinalou que “a biblioteca fez o correto ao nos notificar quanto à presença das bombas assim que elas foram localizadas. Nós agradecemos a assistência da polícia estadual para detonar os projéteis , e eu gostaria de agradecer o público por toda a paciência durante o processo”, segundo o mesmo site.

Conheça a maravilhosa fonte da biblioteca pública de Cincinnati

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(Foto: Flickr/Jean-François Schmitz)

 

Publicado na Galileu

Aqui na GALILEU nós somos fascinados por livros e por bibliotecas. Acreditamos na existência de algo mágico dentro delas, representando uma espécie de templo democrático do saber.

Já falamos sobre o Clementinum, uma das bibliotecas mais incríveis do mundo, localizada em Praga, na República Tcheca, e continuamos buscando por lugares tão maravilhosos quanto ao redor do mundo. É o caso da Fonte Memorial de Amelia Valerio Weinberg, monumento que fica na frente da Biblioteca Pública de Cincinnati e do Condado de Hamilton, em Cincinnati, no estado de Ohio, nos Estados Unidos.

O monumento é conhecido como a “fonte dos livros” e foi construído em 1990 por um escultor chamado Michael Frasca. “A escultura conta com água caindo em cascata por cima de uma pilha de livros, representando o livre fluxo da informação e de ideias por meio das palavras impressas”, explica o site da biblioteca.

Já estamos marcando a biblioteca de Cincinnati como lugares para visitarmos no futuro, e vocês?

O homem que criou um negócio milionário ajudando os amigos nas tarefas da faculdade

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Poliglota, sul-coreano Simon Lee costumava fazer traduções de trabalhos para colegas na universidade; até que viu nisso uma grande oportunidade de negócio.

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Publicado no G1

Desde pequeno, o sul-coreano Simon Lee era viciado em novos idiomas.

Hoje, ele é um empreendedor muito bem-sucedido aos 32 anos de idade. Lee fala seis línguas – coreano, inglês, francês, árabe, mandarim e japonês – e diz que ainda tem planos de estudar outros idiomas no futuro.

Com tal habilidade linguística, o empresário sul-coreano nunca precisou usar nenhum serviço de tradução. Mas depois que seus colegas de sala na Universidade de Seul começaram a lhe pedir ajuda com os trabalhos de inglês na faculdade, viu que ali existia uma grande oportunidade de negócio.

Assim, lançou sua primeira empresa: a Flitto, nascida em setembro de 2012 e hoje com mais de 5 milhões de usuários ao redor do mundo. De lucro, a companhia registra cerca de US$ 2,1 milhões por ano.

Diferente da maioria das empresas do ramo, Lee não emprega tradutores de maneira direta.

Ele convida as pessoas que sabem mais de um idioma a oferecerem seus serviços no site e no aplicativo para celulares da Flitto. São mais de um milhão de tradutores cadastrados em 170 países que podem traduzir até 17 idiomas distintos. Cada um cobra pelo trabalho que faz – e a Flitto fica com uma porcentagem do valor.

Uma vida nômade
Mas vale a pena olhar a história de Lee para entender sua paixão pelas línguas estrangeiras. Por conta do trabalho de seu pai em uma empresa multinacional, Lee passou a maior parte da vida fora da Coreia do Sul.

Ele nasceu no Kuwait, onde passou seus quatro primeiros anos de vida, antes que seus pais decidissem se mudar para o Reino Unido.

Três anos mais tarde, outra mudança, desta vez para os Estados Unidos. E outra, para a Arábia Saudita, um ano depois.

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Sua educação em escolas internacionais fez com que aprendesse muito rápido inglês, francês e árabe, que se somaram ao coreano, a língua materna.

“Conheci pessoas de todos esses países diferentes”, conta.

“Me dei conta que todos nós seres humanos somos iguais, mas a diferença nos idiomas que falamos geram mal-entendidos.”

Depois de sete anos na Arábia Saudita, Lee e sua família voltaram à Coreia do Sul, onde ele terminou a escola e foi estudar na prestigiada universidade coreana.

Mal sabia ele que dali sairia a ideia de seu negócio milionário.

Fonte de inspiração
Nos primeiros meses da faculdade, seus amigos já começaram a pedir ajuda para traduzir trabalhos e tarefas para o inglês, que era parte dos requisitos acadêmicos dos cursos que faziam na universidade. “Meus colegas me diziam: ‘Simon, se você traduzir isso para mim, te pago o jantar.”

“E cada vez mais e mais amigos me pediam ajuda com isso. Aí comecei a ficar sem tempo para ajudar a todos”, disse.

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Foi aí que ele descobriu o potencial dos serviços de tradução e começou a pedir ajuda a outros poliglotas do seu círculo de amizadas.

Seu negócio estava só começando – e ele decidiu mudar da Coreia do Sul para investir nele.

“Queria ir para um lugar diferente, não tinha dinheiro e se ficasse em Seul e me comparasse com meus amigos, iria ficar deprimido por não poder ter acesso ao que eles tinham.”

Foi assim que decidiu se mudar para Londres, um destino muito popular por ser uma cidade multicultural e por apresentar uma pluralidade de idiomas falados nas ruas todos os dias.

Lá, em um escritório compartilhado com várias outras start-ups que precisavam de suporte financeiro, Lee pensou em uma maneira inovadora de atrair atenção para o seu site e aplicativo. Ele precisava conquistar o interesse tanto de potenciais clientes, como de tradutores voluntários.

Famosos
A resposta que achou para divulgar a Flitto foi copiar tuítes de pessoas famosas, como a Lady Gaga, e motivar as pessoas a traduzi-los em diferentes idiomas, oferecendo em troca prêmios de merchandising relacionados com a celebridade em questão.

Funcionou. A ideia de usar nomes de famosos garantiu a ele uma divulgação global.

A Flitto logo começou a crescer, e a marca foi reconhecida com um número crescente de tradutores que mostravam interesse pelo projeto.

Hoje, a empresa de Lee tem sua sede em Seul, com 34 empregados e uma média de 70 mil pedidos de tradução por dia: desde pessoas que precisam de ajuda com alguns parágrafos até empresas que contratam traduções de grandes volumes de texto.

Cada tradutor – mais de um milhão deles – é classificado em um sistema de estrelas, de acordo com o grau de satisfação do cliente com cada trabalho entregue.

Além disso, a Flitto tem sua própria loja com mercadorias da marca, que vão desde uma linha de roupas até capinhas de celulares.

Lee conta que, por não ter tradutores como empregados diretos, sua empresa tem custos reduzidos com relação a outras companhias do mesmo ramo.

Ele diz que não se sente ameaçado pelo crescimento exponencial dos serviços de tradução automática oferecidos na internet porque “eles nunca serão tão precisos como o de uma pessoa.”

Sem descanso
Mas a vida de Lee não teve só ideias bem-sucedidas. Uma tentativa parecida de criar uma empresa de tradução em 2007 fracassou completamente.

“O problema é que não havia smartphone na época”, afirmou, e a tarefa se fazia mais lenta, porque não havia tantas opções na hora de trabalhar.

Lee se define como um “viciado em trabalho” – e foi capaz de ficar sem férias por seis anos.

Foram seus colegas de trabalho que lhe obrigaram a tirar alguns dias.

“Eles me forçaram a tirar férias, eu nunca quis. Me disseram: ‘Simon, você não está bem. Não está saudável. Achamos que você precisa de um tempo para relaxar’.”

“Quando meus empregados me perguntam ‘Simon, você aconselha que eu tenha meu próprio negócio?’. Eu digo: ‘olha, é muito estresse!'”

Ainda assim, Lee reconhece que vale a pena tentar.

“Siga seu sonho e acredite em você mesmo, esse é o meu conselho”, aponta o empreendedor sul-coreano.

6 livros para quem gosta de moda

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Dhyogo Oliveira, no Moda para Homens

Por moda se tratar de um tema em que todos temos acesso -afinal, todos somos consumidores-, muita gente acredita entender como a moda funciona e acaba falando besteira por aí por falta de pesquisa ou boas leituras sobre o assunto. A verdade é que os próprios títulos que temos hoje, dependendo do autor ou editora, acabam não tendo uma fonte muito segura de informações e, errando datas, dados históricos e informações sem embasamento. Se você acessa o Moda Para Homens é porque, de alguma maneira, gosta de moda e se interessa pelo assunto. Então para aprofundar o conhecimento sobre o tema, listei abaixo alguns títulos que vão te ajudar a entender um pouco melhor esse universo e tudo que envolve o processo da moda. Existem uma infinidade de livros, sobre os mais diversos nichos – estilistas, movimentos, história, figurino, marketing, têxtil, etc- mas listei os básicos e para quem é leigo no assunto, essa lista é um bom começo.

1. Moda de A a Z

Alex Newman e Zakee Shariff, Editora Publifolha.

Se você fica perdido quando surgem alguns termos técnicos ou novas peças aparecem na temporada com nomes estranhos e difíceis até de pronunciar, esse livro é para você. É um dicionário como qualquer outro: você procura por ordem alfabética, e os 2 mil termos são divididor por categorias como acessórios, bolsas,  tecidos, etc. O legal é que ele também dá a origem histórica e cultural determinada peça.

R$59,90 no site da Livraria Saraiva.

 

2. ISMOS

Mairi Mackenzie, Editora Globo.  

A Ismos para entender a moda é prática por ter um tamanho compacto, fino, ilustrado e bem direto. Esse livro serve como um guia rápido de movimentos da moda, com uma linha tempo que acompanha a história da humanidade. É bem importante ler o índice: ele explica símbolos e códigos que são usados em cada página e te ajudam aprofundar a pesquisa, caso você se interesse. Apesar de ter uma abordagem rasa dos temas, é ideal para quem quer entender um pouco de tudo sobre como a moda evolui durante as década e se aprofundar em uma pesquisa mais apurada depois.R$39,90 no site da Livraria Cultura.

3. Cronologia da Moda 

Nj Stevenson, Editora Zahar

Eu poderia dizer que este livro faz a mesma abordagem do ISMOS, porém mais profunda e conceitualizada. Mostra também com embasamento histórico, os principais movimentos da moda, com partes especiais sobre o traje usado em cada década. Ponto positivo por mostrar como a moda masculina evolui (geralmente os livros são mais focados em moda feminina). Ótimo para quem gosta de entender como a moda pode servir como ferramente para entender a história – e vice-versa.

R$53,90 no site da Livraria Saraiva.

4. Moda, Uma Filosofia 

Lars Svendsen, Editora Zahar

De Lars Svendsen, filósofo moderno, é um livro como uma análise sociológica e filosófica da moda. Ele exige que o leitor já tenha um conhecimento básica sobre principais estilistas e movimentos históricos (ou vai te motivar a pesquisar mais e mais). aborda temas como Moda e Arte, O que é novo, A relação da moda com o corpo e jornalismo de moda. Todos os temas, embasados em correntes filosóficas, o que dá o toque especial do livro. Foi meu melhor amigo quando entrei na faculdade. R$36,90 no Submarino.

5. Estilistas mais influentes do mundo 

Noel Palomo-lovinski, Editora Girassol

É uma pequena biografia dos principais estilistas do mundo. Mostra origem, principais coleções, influenciadores e influenciados. O mais rico do livro, é que ele divide os estilistas em grupos de acordo com a similaridade nas criações ou que tiveram as mesmas influencias. Só deixa a desejar quanto ao formato. Por ser grande, fica difícil de levar na bolsa ou até mesmo guardar na estante junto com o outros. R$59,90 no site da Livraria Saraiva.

6. Guia Prático Dos Tecidos 

Maria Helena Daniel, Editora Novo Século

Esse é para você que quer entender a etiqueta que vem na peça. Eu explico: este livro é sobre como são fabricados os tecidos, o nome de cada processo, tipos de fibras, etc. Com ele, você entende o porquê de determinado tecido ter um caimento melhor ou pior que outro, um amassar mais que outro, ou de um ser mais caro e nobre que outro. Também é um guia prático de início para quem não entende nada sobre os tecidos. É um ótimo começo!

R$99,90 no site da Livraria Cultura.

Dica do Tom Fernandes

Games em bibliotecas podem incentivar a leitura, diz pesquisa

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Conclusão é de um estudo realizado por uma associação de mídia dos Estados Unidos

João Gustavo Reva no TecMundo
Games em bibliotecas podem incentivar a leitura, diz pesquisa
                         (Fonte da imagem: Reprodução/The New York Times)

Nos Estados Unidos, já existem bibliotecas que oferecem não apenas livros e filmes, mas também jogos e consoles de última geração, conectados a televisores para serem utilizados no local. Uma pesquisa realizada pela organização de mídia NPR chegou à conclusão que esse tipo de oferta não só aumenta o tempo de permanência das pessoas, mas também a quantidade de livros emprestados por elas.

De acordo com Sandy Farmer, uma das diretoras da Biblioteca Pública de Houston, a circulação de publicações aumentou de 15% a 20% desde que a instituição adquiriu consoles portáteis e de mesa, além de algumas dezenas de games, para experimentação no local. O crescimento ocorreu, principalmente, entre as crianças e adolescentes, que passaram a emprestar mais quadrinhos e livros infantis.

Já a BiBlioteca Pública de Nova York criou um programa chamado NYPLarcade, que não apenas incentiva o consumo de games como também a discussão sobre os títulos. Os papos vão além de estratégias para jogar melhor e chegam até mesmo ao caráter de desenvolvimento deles, além dos temas que abordam e de que forma os títulos são capazes de ensinar lições. Aqui, também, crianças e adolescentes constituem boa parte do público.

Keri Adams, bibliotecária da BiBlioteca Pública de Nova Jersey Johnson, afirma que a criação de um espaço sadio e controlado para os pequenos terá grande influência na formação deles. Aqui, porém, vale uma regra: nenhum jogo com censura acima de 17 anos está permitido.

Via BJ

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