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Um céu com mais de meio milhão de estrelas

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A culpa é das estrelas ultrapassa 500 mil cópias na lista dos mais vendidos

Publicado por PublishNews

Parece a lista da semana passada, mas não é! Foram tão poucas mudanças, que em ficçãoautoajuda e negócios, os quatro primeiros livros são os mesmos, e apenas em ficção a ordem é diferente da semana passada. Só em não ficção uma novidade entre os quatro primeiros: Harry Potter – a magia do cinema (Panini) saiu da quinta para a segunda posição. Vale destacar o livro Não se apega, não (Intrínseca) que alcançou o quarto lugar na lista geral com 6.214 exemplares vendidos. Até os números de vendas do bestseller A culpa é das estrelas (Intrínseca) são parecidos. Na semana passada vendeu 18.967 e nessa semana 18.438. Já na lista anual o livro alcançou a marca de 500.066 exemplares, superando as vendas totais do segundo lugar de 2013 e só ficando atrás do campeão, Nada a perder 2 (Planeta), que vendeu 849.600. Por sinal, já vendeu o dobro do segundo colocado na lista anual atual, Destrua esse diário (Intrínseca). No ranking semanal das editoras, Sextante voltou ao primeiro lugar com 14 títulos, Intrínseca com 12 e Record com 11. Na lista anual, Record e Sextante seguem empatadas com 42 títulos, Intrínseca com 30 e Companhia das Letras na cola com 24.

Carioca coordena 2 mil voluntários que gravam livros para cegos

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Atriz Analu Palma é personagem do quadro ‘Os Cariocas’ do RJTV. Veja como se tornar voluntário do projeto Acessibilize-se.

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O quadro “Os Cariocas” do RJTV mostra semanalmente gente do bem que contribui para fazer do Rio uma cidade solidária, boa de se viver. Neste sábado (28), a série mostra o trabalho da atriz Analu Palma, que coordena o projeto Acessibilize-se e, com 2 mil voluntários, grava livros para levar cultura aos deficientes visuais. Analu e os amigos dos cegos são os “ledores” dos livros falados.

A voz da atriz são os olhos de muita gente. Carioca de Inhaúma, ela decidiu partilhar o prazer da leitura com quem não consegue ler, por gosto ou necessidade. O estudante Júlio César Careira, por exemplo, faz faculdade de psicologia. Estuda graças à iniciativa de Analu. De tanto ler no ônibus, ele sofreu um deslocamento de retina e perdeu a visão. As publicações em braile não são suficientes.

“As pessoas que são voluntárias não fazem ideia do quanto nos ajudam”, diz Júlio. “Aqui encontramos todo o necessário para ter um futuro melhor”

A programadora de computador Rita também tem deficiência visual. Para ela, é mais fácil entender de linguagens complicadas e números quase indecifráveis do que simplesmente ter acesso a um livro.

Analu começou o projeto por conta própria. Gravava os livros e publicava na internet. Depois, percebeu que, sozinha. seria difícil ajudar o tanto de gente que precisava.Criou uma metodologia e formou voluntários. “Ledores”, como ela chama. Ao todo, 2 mil já fizeram o curso pelo país todo e mais de 600 títulos já foram gravados.

Os alunos aprendem as partes do livro, a lidar com um programa de computador para gravar a narração e têm aulas de colocação da voz. A psicóloga Monique Leal, é voluntária do projeto há três meses e pretende ficar ainda por muito tempo. Cada minuto livre é usado para gravar os livros. “A gravação faz parte do meu dia a dia”, conta.

A voz e o gesto de Analu vêm corrigindo injustiças. Discreta e serenamente, Analu e sua turma vão espalhando palavras preciosas para quem está ansioso por ouvi-las.

Veja como se tornar voluntário do projeto no site http://www.livrofalado.pro.br. Se você conhece alguém que ajuda a melhorar a vida de quem mora no rio, conte para a gente. Envie sua sugestão para o quadro “Os Cariocas”.

Por mensalidade baixa, brasileiro escolhe cursar medicina na Rússia

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Economia no pagamento da mensalidade de despesas foram determinantes.
Segundo a Aliança Russa. n° de interessados aumentou 40% neste ano.

Anaísa Catucci, no G1

Brasileiros que escolheram fazer o curso no exterior (Foto: Marcos Freitas/ Arquivo Pessoal)

Brasileiros que escolheram fazer o curso no
exterior (Foto: Marcos Freitas/ Arquivo Pessoal)

Apesar da polêmica sobre a revalidação do diploma de médicos formados em instituições estrangeiras para atuar em programas do governo federal como o “Mais Médicos”, dezenas de estudantes deixam o Brasil para cursar medicina na Rússia, a 11 mil quilômetros de distância e que tem temperatura média anual de 5ºC .
A experiência cultural e a concorrência nas instituições públicas são alguns pontos levados em consideração na escolha. No entanto, o chamariz que tem atraído alunos de classe média é o preço cobrado pelo curso, com uma mensalidade que equivale a R$ 920, valor inferior aos cobrados pelas faculdades particulares, que dificilmente cobram mensalidades menores do que R$ 2,7 mil.

Depois de analisar os valores, o estudante de Campinas (SP) Marcos Vinícius de Freitas resolveu encarar o desafio, enfrentar ao menos seis anos de invernos rigorosos e as dificuldades do idioma para realizar o sonho de ser médico. “Medicina sempre foi um sonho pra mim. Somando mensalidades, custo de vida, eu vou ter uma economia de 300%”, revela. Para ajudar nas despesas, Freitas contará com o apoio financeiro da família, que ficou no interior paulista.

O curso de Medicina na Universidade Estatal Médica de Kursk, que fica a 500 km de Moscou, custa US$ 2.450, em torno de R$ 5,5 mil, por semestre e é cobrada uma taxa para a reserva de alojamento, também semestral.

Segundo dados da Aliança Russa, o número de interessados pelo curso nas seleções feitas entre abril e setembro deste ano aumentou em 40% se comparado com o mesmo período de 2012, mas são selecionados de 80 a 100 estudantes. Com a conclusão do curso, o profissional também adquire o passe livre para trabalhar em toda a Europa. No caso de Freitas, a ideia é fazer uma especialização no exterior antes do retorno.

Família de Marcos no aeroporto no embarque para a Rússia (Foto: Marcos de Freitas/ Arquivo Pessoal)

Família de Marcos no aeroporto no embarque para
a Rússia (Foto: Marcos de Freitas/ Arquivo Pessoal)

Plano de estudos
Antes de iniciar o curso de graduação, os brasileiros fazem a Faculdade Preparatória e terão aulas de Ciências Biológicas em inglês, que integra o processo de adaptação à metodologia russa para praticarem o idioma oficial das aulas. A grade curricular é padrão em toda a Rússia e têm mais de 11 mil horas, sendo que a carga mínima aceita no Brasil é de 7.350 horas. A oferta de vagas para os brasileiros ocorrem de abril a outubro.

A aventura também tem suas barreiras afirma Freitas, como o preconceito, a distância da família e dos amigos. “Acho que todo mundo tem um preço a pagar para alcançar seus sonhos. Enquanto isso, só nos resta a internet mesmo para matar a saudade”, desabafa.

Atrativos
Segundo Carolina Perecini, diretora da Aliança Russa, o interesse do governo da Rússia é atrair brasileiros para apresentar a cultura. O Brasil é o único país da América Latina para o qual vagas do programa são oferecidas. A triagem dos alunos é feita por meio de currículo, notas escolares e análises de perfis com entrevistas com os interessados e os responsáveis.

Revalida
Para quem busca concluir o sonho e trabalhar no país, após superar as adversidades do período de aulas, o profissional ainda terá que revalidar o diploma para exercer a profissão. Segundo a Aliança Russa, dos três alunos formados em 2012, dois ficaram na Rússia fazendo residência médica e um fez a inscrição neste ano e passou na primeira fase. Dos 11 formados em 2013, todos estão trabalhando no programa “Mais Médicos”.

Marcos com duas amigas que irão fazer medicina na Rússia (Foto: Marcos de Freitas/ Arquivo Pessoal)

Marcos com duas amigas que irão fazer medicina na Rússia (Foto: Marcos de Freitas/ Arquivo Pessoal)

10 livros famosos que foram escritos atrás das grades

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Você sabia? Algumas das obras mais importantes da literatura mundial foram produzidas enquanto seus autores cumpriam sentença. Quer saber quais são elas? Confira a seguir

Publicado no Universia Brasil

10 livros famosos que foram escritos atrás das grades

(Crédito: Shutterstock.com)
Poucas pessoas sabem, mas obras consideradas grandiosas foram produzidas enquanto seus autores cumpriam sentenças pelos mais variados crimes

Embora poucas pessoas saibam, obras consideradas grandiosas foram produzidas enquanto seus autores cumpriam sentenças pelos mais variados crimes. Se você é um amante da literatura, confira a seguir uma lista com 10 obras que foram produzidas enquanto seus escritores estavam atrás das grades.

1. Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes

Dom Quixote foi produzido na prisão em Sevilha, em 1597, quando Cervantes, como coletor de impostos, foi preso por se apropriar de dinheiro público após diversas contas do autor terem sido investigadas.

2. Mein Kampf, de Adolf Hitler

O livro foi escrito por Hitler na prisão de Landsberg, no verão de 1924. O nazista estava lá depois de ter sido condenado a cinco anos de prisão por planejar e executar o golpe fracassado em Munique. O livro descreve as principais ideias que o regime alemão completou durante seu governo.

3. Cancionero y Romancero de Ausencias, de Miguel Hernández

Com a eclosão da Guerra Civil Espanhola, Hernández entrou para o grupo republicano Bando. Ao fim da guerra, tendo pertencido ao lado perdedor, foi condenado à morte, mas depois comutou a sentença para 30 anos. Enquanto esteve na prisão, escreveu a coleção de poemas que apresenta uma nova linguagem e marca o início de uma mudança de estilo.

4. A História me Absolverá, de Fidel Castro

Trata-se da alegação de autodefesa de Fidel Castro antes de seu julgamento pelos ataques aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes. No ensaio, Fidel mostra a licenciatura Civil que decide levar em sua própria defesa.

5. Lazarillo de Tormes, de autor desconhecido

Ainda que a história tenha declarado o conto clássico como sendo de autor desconhecido, o nome de Diego Hurtado de Mendoza, poeta e diplomata espanhol, foi o mais apontado como um provável autor. A história conta que Hurtado foi governador de Siena e acusado de irregularidades financeiras, o que o levou a prisão de La Mota. Diz-se que durante o tempo em que esteve preso ele redigiu esta obra.

6. De Profundis, de Oscar Wilde

O livro é uma longa e emocional epístola que Oscar Wilde escreveu para seu amante, Alfred Douglas, diretamente da prisão onde cumpria pena por comportamento indecente e sodomia. Na carta, datada de 1897, Wilde apresenta os sentimentos, preocupações e ressentimentos para com seu amante.

7. Justine, de Marquês de Sade

Justine ou “Os Infortúnios da Virtude” é um romance escrito pelo Marquês de Sade em 1787, durante uma de suas estadias na prisão da Bastilha. A obra é considerada um “trabalho maldito”, uma vez que expõe os pensamentos mais sombrios do autor.

8. De los Nombres de Cristo, de Frade Luis de León

Frade Luis de León foi um poeta e humanista espanhol que passou um tempo preso por traduzir a Bíblia para o vernáculo sem licença. Na prisão, escreveu “Em nome de Cristo”, trabalho composto por três livros que mostra a definitiva elaboração dos temas e ideias delineados em seus poemas que discutiam as várias interpretações dos nomes dados a Cristo na Bíblia.

9. Décimas, de Miguel Hidalgo

Miguel Hidalgo foi um padre e soldado que se destacou na primeira fase da Guerra da Independência do México. Hidalgo liderou a primeira parte do movimento, mas após uma série de derrotas foi capturado, em 1811, e levado como prisioneiro para a cidade de Chihuahua, onde foi julgado e executado quatro meses depois. A obra é uma coleção de poemas escritos na parede de sua cela antes da execução. Eles agradecem o carcereiro, o chefe da prisão e bom tratamento que tinha recebido.

10. La Muerte de Arturo, de Sir. Thomas Malory

Sir. Thomas Malory saqueou e se comportou de maneira cruel e irresponsável durante a Guerra das Rosas. Após ser derrotado, Malory se encontrava em uma situação desesperadora, com diversas dívidas e sendo acusado até mesmo de estupro, o que o levou para a cadeia. Enquanto estava preso escreveu o romance.


 

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