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9 livros que estão em alta para incluir na sua lista de leitura

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De autobiografias a crônicas, poemas e obras que viraram filme

Juliane Romanini, no UOL

O mercado literário não para de lançar novidades para os apaixonados por narrativas reais ou fictícias. São dezenas de obras que tomam conta das prateleiras das livrarias e catálogos online, mas há sempre algumas que se sobressaem e conquistam a atenção do público – seja por seus personagens, história, autor ou assunto discutido .

Pra aqueles que procuram boas sugestões para passar o tempo ou simplesmente agregar conhecimento, veja 9 livros que estão em alta em 2018 :

Fome


Foto: Reprodução/Instagram @1livronovo | Reprodução/Instagram @globolivros / ObaOba

Roxane Gay sofreu abuso sexual aos 12 anos de idade e manteve esse segredo por muito tempo, um acontecimento que impactou (e impacta até hoje) sua vida. Após o ocorrido, a autora começou a lidar com vários problemas em relação ao seu corpo, e é neste livro autobiográfico intitulado ‘Fome’ que ela se abre de uma maneira profunda e sincera. Ao longo das páginas, Gay conta um pouco sobre sua batalha com a comida e julgamento alheio a fim de ajudar mulheres que estão em uma briga constante com si mesmas.

A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se


Foto: Reprodução/Site Livraria Cultura / ObaOba

Há quem diga que praticar o otimismo 24 horas por dia não é a melhor opção para ser bem sucedido na vida – e aliás, uma dessas pessoas é Mark Manson . No livro ‘A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se’ , o autor tenta aconselhar seus leitores sobre prioridades, estresse diário, angústias da vida moderna e até mesmo sobre inveja de um jeito descontraído. Para Manson, uma das maiores questões da vida é saber entender os seus limites e trabalhar de um jeito criativo uma verdade universal: você não é tão especial quanto pensa. A obra é uma ótima bíblia para lidar com fracassos, decepções e expectativas.

Outros Jeitos de Usar a Boca


Foto: Reprodução/Instagram @planetadelivrosbrasil | Reprodução/Instagram @planetadelivrosbrasil / ObaOba

Fenômeno mundial, Rupi Kaur já provou que seu dom mais natural de todos é se expressar através da poesia. A escritora, que é feminista assumida, fala sobre traumas, cura e abusos – assuntos que antes não eram tratados com a devida importância pelo mercado de livros . Kaur se torna uma amiga próxima através de suas palavras e toca profundamente até mesmo quem não tem um lado sentimental aguçado. A canadense, que nasceu na Índia, já tem dois livros lançados: ‘Outros Jeitos de Usar a Boca’ e ‘O Que o Sol Faz com as Flores’.

Textos Cruéis Demais para Serem Lidos Rapidamente


Foto: Reprodução/Instagram @textoscrueisdemais / ObaOba

Enquanto o imediatismo e a predominância de textos curtos aumenta entre as preferências da sociedade, o coletivo Textos Cruéis Demais para Serem Lidos Rapidamente luta contra isso. Conteúdos extensos, assuntos complexos e cutucadas em sentimentos frágeis são as principais características do grupo e do livro lançado por eles. É com calma e paciência que você irá digerir os textos cheios de alma e atitude da obra.

Na Minha Pele


Foto: Reprodução/Site Companhia das Letras | Reprodução/Instagram @olazaroramos / ObaOba

Movido pelo desejo de viver num mundo em que a pluralidade cultural, racial, étnica e social seja vista como um valor positivo, e não uma ameaça, Lázaro Ramos divide com o leitor suas reflexões sobre temas como ações afirmativas, gênero, família, empoderamento, afetividade e discriminação. Ainda que não seja uma biografia, em ‘Na minha pele’ Lázaro compartilha episódios íntimos e também suas dúvidas, descobertas e conquistas. Ao rejeitar qualquer tipo de segregação ou radicalismo, Lázaro nos fala da importância do diálogo. Não se pode abraçar a diferença pela diferença, mas lutar pela sua aceitação num mundo ainda tão cheio de preconceitos. Um livro sincero e revelador, que propõe uma mudança de conduta e nos convoca a ser mais vigilantes e atentos ao outro.

Atenção Plena


Foto: Reprodução/Site Saraiva / ObaOba

Ansiedade, estresse e exaustão são apenas algumas das características que impactam diretamente no foco e qualidade de vida do ser humano. Através do livro e o CD com meditações, o leitor terá a oportunidade de se libertar da pressão cotidiana e lidar com os problemas e dificuldades de uma maneira mais leve e menos torturante. Além disso, a obra ‘Atenção Plena’ explica de uma forma consistente o porquê da técnica mindfulness, que muitos consideram um estilo de vida, ser tão vantajosa e eficiente para os tempos atuais.

Propósito


Foto: Reprodução/Site Saraiva | Reprodução/Instagram @sriprembaba / ObaOba

Entre as diversas indagações mundanas do ser, a dúvida da existência terrena é uma das que mais fomentam sentimentos nas pessoas. Afinal, o crescimento individual de cada um é um caminho que precisa ser percorrido exatamente para quê? Em ‘Propósito’, Sri Prem Baba acalma a alma do leitor através de seus ensinamentos e dons naturais de enxergar a vida de uma forma ‘fora da caixa’. Ao longo dos capítulos, o mestre espiritual explica a essência do amor e porque é preciso cultivá-lo acima de tudo.

A Parte que Falta


Foto: Reprodução/Instagram @companhiadasletras / ObaOba

O livro ‘A Parte que Falta’ busca por completude e faz o leitor refletir sobre relacionamentos com a poesia singela de Shel Silverstein. O protagonista desta história é um ser circular que visivelmente não está completo: falta-lhe uma parte. Ao sair à procura do pedaço que lhe falta pelo mundo, ele acaba percebendo que a felicidade não está no outro, mas em nós mesmos.

O Conto da Aia


Foto: Reprodução/Site Saraiva / ObaOba

Escrito em 1985, o romance distópico ‘O conto da Aia’ , da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão (tornando-se propriedade do governo) e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump.

Você já pensou em se hospedar em uma livraria em Paris?

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La Librairie, do projeto Paris Boutik, que transforma antigos pontos comerciais da capital francesa em acomodações temáticas (Foto Reprodução)

O imóvel faz parte de um projeto que transforma antigos pontos comerciais em acomodações temáticas. Chamado de La Librarie, o apê tem 45 m² e conta com dois quartos, sala, cozinha e banheiro

Publicado na Casa e Jardim

Atenção amantes de livros: agora vocês podem se hospedar em uma livraria em Paris. Intitulado de La Librarie, o espaço – que é algo como um quarto de hotel – faz parte de um projeto chamado Paris Boutik, que transforma antigos pontos comerciais da capital francesa em acomodações temáticas e trazem a tona experiências e sensações do estilo de vida local.

O espaço de 45 m² conta com dois quartos, banheiro, sala e cozinha, além de mais de 4 mil livros expostos em estantes por todos os ambientes. O imóvel possui ainda um projeto especial de isolamento acústico, o que significa que de lá de dentro é praticamente impossível ouvir barulhos externos.

Além da livraria, o projeto já possui acomodação em uma mercearia e pretende abrir em breve novos quartos em uma loja de vinhos, uma venda de queijos e um estúdio de moda. Confira!

Fachada da La Librairie, do projeto Paris Boutik, que transforma antigos pontos comerciais da capital francesa em acomodações temáticas (Foto Reprodução)

Sala de estar da La Librairie, do projeto Paris Boutik, que transforma antigos pontos comerciais da capital francesa em acomodações temáticas (Foto Reprodução)

Quarto La Librairie com vista para a vitrine (Foto Reprodução)

Uma cortina transforma o ambiente em dois quartos (Foto Reprodução)

A cozinha da La Librairie, do projeto Paris Boutik, vem equipada com panelas, copos e até alguns alimentos não perecíveis (Foto Reprodução)

Banheiro La Librairie, do projeto Paris Boutik. (Foto Reprodução)

Escritora de autoajuda, a coreana Choi Yoon-Hee, comete suicídio

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Yoon-Hee deixou uma carta revelando uma doença e pedindo desculpas

Escrever mais de 20 livros de autoajuda não ajudou Foto: Reprodução / Article Joins

Escrever mais de 20 livros de autoajuda não ajudou
Foto: Reprodução / Article Joins

Publicado por Diário Catarinense

Contradizendo tudo o que pregava em seus mais de 20 livros e na televisão, a coreana Choi Yoon-Hee, famosa por prestar autoajuda para que as pessoas encontrassem a felicidade, cometeu suicídio, junto ao seu marido, aos 63 anos.

Conforme informam as agências de imprensa da Coréia, Yoon-Hee – também conhecida como a “sacerdotisa da felicidade” – enforcou-se junto com seu marido na habitação de um motel de Goyang, ao norte do Seul. Seu marido tinha 72 anos.

Yoon-Hee deixou uma carta pedindo desculpas aos seus seguidores, familiares e amigos, e explicando os motivos de suicidar-se. A carta foi divulgada pela polícia. “Tive um momento muito difícil porque sofro do pulmão e do coração”.

Em seus livros de autoajuda, a escritora pregoava fórmulas para alcançar a felicidade e a esperança no país desenvolvido que conta com a taxa de suicídios de mulheres mais alta do mundo e a segunda mais alta para os homens, depois do Japão.

As aquarelas originais de ‘O Pequeno Príncipe’

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Edson Caldas, no Buzz

O único livro infantil de Antoine de Saint-Exupéry acabou virando uma das obras mais amadas de todos os tempos. O que poucos sabem é que o escritor deu vida à história não em Paris, mas em Nova York, onde chegou em 1940, após a invasão nazista na França.

Em abril de 1943, logo após o livro ser publicado, Saint-Exupéry enfiou os manuscritos e desenhos de O Pequeno Príncipe em um saco de papel marrom e os entregou a sua amiga Silvia Hamilton. “Eu gostaria de lhe dar algo esplêndido”, disse a ela, “mas isso é tudo o que tenho”. Ele tinha 44 anos quando morreu durante uma missão militar.

O Pequeno Príncipe não foi publicado na França, terra natal do autor, até dois anos após a sua morte. Mesmo nos Estados Unidos, o sucesso inicialmente foi apenas moderado. Em 1968, The Morgan Library, em Nova York, adquiriu os manuscritos. Agora, uma nova exposição explora o processo criativo de Saint-Exupéry por meio dos escritos que excluiu da versão final — o original tem quase o dobro do tamanho livro publicado.

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Ilustração original de “O Pequeno Príncipe” (Foto: Reprodução)

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Ilustração original de “O Pequeno Príncipe” (Foto: Reprodução)

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Ilustração original de “O Pequeno Príncipe” (Foto: Reprodução)

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Ilustração original de “O Pequeno Príncipe” (Foto: Reprodução)

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Ilustração original de “O Pequeno Príncipe” (Foto: Reprodução)

Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos: relembre histórias que marcaram gerações

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Publicado por Estadão

Nesta quinta-feira, 30, completa-se 145 anos da publicação da primeira história em quadrinhos brasileira. Em 1869, foi publicada As aventuras de Nhô Quim (acima) na revista Vida Fluminense, com desenhos de Angelo Agostini. A data foi instituída como Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos pela Associação de Quadrinistas e Cartunistas do Estado de São Paulo. A seguir, relembre algumas das publicações de mais sucesso no Brasil.

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Foto: Reprodução/Estadão

A revista Tico-Tico, que surgiu em 1905 lançada pelo jornalista Luís Bartolomeu de Souza e Silva, foi a primeira a publicar exclusivamente histórias em quadrinhos no Brasil, e revelou artistas como J. Carlos. O protagonista era o personagem Chiquinho, inspirado em Buster Brown, de Richard Felton Outcault.

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Foto: Reprodução/Estadão

A HQ O Lobinho, lançada por Adolfo Aizen, é uma das mais antigas do País, lançada em 1939. Recentemente, o maior colecionador de HQs do Brasil, Antonio José da Silva, teve o seu conjunto com 200 primeiros exemplares de revistas como O Lobinho e O Gibi roubados. O lote teria valor estimado em R$ 300 mil – caso existissem no mercado, o que não é o caso.

Foto: Rafael Arbex/Estadão

Foto: Rafael Arbex/Estadão

Publicada por Ziraldo, a revista Pererê circulou entre 1960 e 1965, pela editora O Cruzeiro.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os quadrinhos da Turma da Luluzinha começaram a circular nos anos 1970 no País, em versão da americana ‘Little Lulu’.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os quadrinhos do Asterix, criados na França por Albert Uderzo e René Goscinny, fizeram sucesso em todo o mundo – e não foi diferente no Brasil. A série gerou, além de 34 revistas, adaptações para cinema, jogos e brinquedos.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os mangás fazem sucesso no País. A técnica de quadrinhos, em estilo japonês, têm estilo diferente das tradicionais ocidentais, e também viraram animes e desenhos, como a famosa série Dragon Ball Z (foto).

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Parte das leituras de infância de muitos brasileiros, o Sítio do Picapau amarelo teve adaptações para quadrinhos a partir dos livros de Monteiro Lobato. A franquia também virou desenho, filme e programa de televisão.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

O Menino Maluquinho, também adaptado em desenhos, filme e jogos, era originalmente uma história em quadrinhos criada por Ziraldo em 1980. Na foto, uma versão especial da HQ com participação de Calvin e Haroldo.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Versão brasileira do Uncle Scrooge, da Disney, o Tio Patinhas é uma invenção do cartunista Carl Banks. Com fama de pão duro e sovina, o personagem chegou às bancas brasileiras na década de 1950.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Os quadrinhos da Marvel (hoje pertencente à Disney) conquistaram muitos jovens com histórias de super-heróis como o Homem-Aranha, X-Men, Capitão América e o Quarteto Fantástico – franquias que são umas das mais bem sucedidas dos quadrinhos.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

Concorrente da Marvel, a DC Comics (da Time Warner) também tem o seu elenco de personagens famosos, como Flash, Batman e Superman.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

O Zé Carioca, um dos personagens mais curiosos da Disney, foi criado nos anos 1930 nos Estados Unidos (onde é conhecido como Joe Carioca) como parte de uma iniciativa para aproximar produtos da América Latina. O papagaio reproduzia algumas das principais características tidas como ‘cariocas’: a malandragem e o gosto por samba.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

A Turma da Mônica, talvez o mais conhecido dos quadrinhos brasileiros, é uma série de Maurício de Souza publicada até hoje no País (em versões para adolescentes, como a Turma da Mônica Jovem), e foi traduzida em diversas línguas. O quadrinho, criado em 1959, acompanhou várias gerações e fez parte da alfabetização de muitas crianças (que, muitas vezes, continuaram a acompanhar as aventuras de Cebolinha, Mônica, Cascão e Magali).

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

O Chico Bento, também criado por Maurício de Souza, é o líder da Turma do Chico Bento, que retrata a zona rural do País (inspirado em personagens do Vale da Paraíba). Rosinha, Zé Lelé, Anjo Gabriel e Zeca (seu primo da cidade) são alguns dos personagens do quadrinho.

Foto: Reprodução/Estadão

Foto: Reprodução/Estadão

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