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Henry Cavill divulga foto dos últimos dias de treinamento para série de The Witcher

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João Abbade, no Nerd Bunker

O ator Henry Cavill publicou no seu Instagram uma foto dos bastidores dos últimos dias de treinamento para a série de The Witcher, na qual ele viverá o protagonista Geralt de Rivia. A imagem mostra Cavill descansando em seu trailer do lado de um cachorro nos bastidores do set da série da Netflix.

Sabe o que é mais legal? O motorhome que Henry Cavill está alojado ganhou um nome bastante característico da saga de livros poloneses: Kaer Morhen. O nome faz referência a antiga fortaleza dos bruxos da escola dos Lobos, onde Geralt foi treinado e viveu durante toda sua vida.

Na legenda da publicação, o ator escreve: “Mais uma semana de treinamento bruxo completo em Kaer Morhen. Os testes finais estão chegando rapidamente.”

Veja a foto:

A trama de Witcher gira em torno do bruxo Geralt, um caçador de monstros que se livra de enormes pestes por um bom dinheiro. Mutante, ele luta para encontrar seu lugar em um mundo no qual as pessoas frequentemente se mostram mais cruéis do que as criaturas que ele enfrenta. O bruxo também tem uma filha adotiva, a Ciri, personagem importante nos livros e jogos que também atua como uma guerreira e feiticeira.

Andrzej Sapkowski, autor das obras originais, será consultor de roteiro para a Netflix. Tomasz Bagiński, que dirigiu os vídeos de apresentação dos três jogos da série de videogames, vai comandar pelo menos um episódio na temporada da cadeira de direção. Lauren S. Hissrich, de Demolidor, será a responsável por trazer coesão a série e escrever todos os roteiros da primeira temporada no cargo de showrunner.

Alik Sakharov, conhecido por dirigir vários episódios de Game of Thrones e The Americans, vai comandar certos episódios da série.

Já o elenco da produção da Netflix é composto por Henry Cavill (Homem de Aço) como Geralt, Freya Allan (Into the Badlands) como Ciri e Anya Chalotra (Wanderlust) interpretará a feiticeira Yennifer. Entre os coadjuvantes temos: Jodhi May (Game of Thrones) como a Rainha Calanthe; Bjorn Hlynur Haraldsson (Fortitude) como Eist; Adam Levy (Knightfall) interpretando o druida Mousesack; MyAnna Buring (Downton Abbey) dando vida a Tissaya; por fim, Millie Brady (Rei Arthur) será a princesa Renfri.

O autor da obra original, Sapkowski, tem uma história bastante particular envolvendo até um concurso de contos — saiba mais sobre o escritor.

A série de The Witcher está agendada para estrear em 2019, na Netflix.

Fahrenheit 451 | Adaptação da HBO tem sua primeira foto divulgada

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Telefilme ainda não tem previsão de estreia

Athur Eloi, no Omelete

O telefilme de Fahrenheit 451 da HBO teve sua primeira imagem divulgada, que mostra Michael B. Jordan (Creed) e Michael Shannon (Homem de Aço) com um lança-chamas – veja abaixo:

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Baseada na obra de Ray Bradbury, a história de Fahrenheit 451 mostra um futuro aterrorizante, no qual as pessoas sofrem lavagem cerebral de programas de televisão idiotizantes de um governo ditatorial. O corpo de bombeiros é obrigado a iniciar incêndios, tendo como alvo qualquer tipo de literatura (451 é a temperatura em graus fahrenheit da queima dos livros).

O herói, papel de B. Jordan, é um desses bombeiros, e o conflito começa quando ele questiona o sistema. Shannon faz o chefe e mentor do bombeiro. Já Sofia Boutella (A Múmia) viverá Clarisse, uma informante que se encontra dividida entre os interesses do protagonista e do mentor.

O livro teve uma versão para as telas em 1966, dirigida por François Truffaut (1932-1984). A nova versão tem roteiro e direção de Ramin Bahrani com Amir Naderi, e seu parceiro de 99 Casas – longa de 2014 que foi estrelado por Shannon.

Ainda não há previsão de estreia para o telefilme de Fahrenheit 451 na HBO.

Foto registra fantasma no hotel que inspirou O Iluminado

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Publicado no Literatura Policial

FANTASMA – Uma foto do que parece ser uma pessoa em pé, parada no topo das escadas de um hotel, tem gerado polêmica nos Estados Unidos. Em visita ao Colorado, o diretor e relações públicas de um museu de Houston, Henry Yau, quis conhecer o famoso Hotel Stanley, depois de saber que o lugar inspirou o escritor Stephen King a escrever um de seus livros mais famosos.

Ele disse que utilizou um recurso panorâmico do celular para capturar uma foto apenas da escada, no hall de entrada, e que normalmente não gosta de fotografar pessoas. Porém, quando olhou o resultado da foto no dia seguinte, havia uma pessoa parada no topo das escadas. Então ele postou a foto no Facebook, com um círculo vermelho ao redor da figura estranha. Veja aqui:

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O lugar tem mesmo a fama de ser mal assombrado, como já escrevemos em um post publicado anteriormente aqui no blog. Construído em 1909, o Hotel Stanley apresenta atividade paranormal desde 1970. Uma das explicações é que ele é habitado pelos antigos proprietários F.O. Stanley e sua esposa Flora, geralmente “vistos” na Sala de Bilhar ou fazendo o piano da sala de música tocar sozinho. Em 1974, Stephen King se hospedou no quarto 217 e foi lá que ele se inspirou para escrever O Iluminado.

(Fonte: Via ClickHouston – Imagem: Henry Yau)

Machado de Assis aparece em foto, ao lado de princesa Isabel, numa missa que homenageou o fim da escravidão

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Reprodução

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Autores como Sidney Chalhoub, Alfredo Bosi, John Gledson e Roberto Schwarz mostram que o autor de Memórias Póstumas de Brás Cubas não era alienado

Euler de França Belém, no Jornal Opção

Durante anos, leituras apressadas e redutoras frisaram que Machado de Assis (1839-1908), o maior escritor brasileiro, autor do seminal romance “Memórias Póstumas de Brás Cubas” — que influenciou, entre outros, Philip Roth —, era politicamente “alienado”. Não era, claro. Mas sua sutileza verbal, sua linguagem apurada e irônica e sua ambiguidade à Henry James não são percebidas por leituras à realismo socialista. Sua prosa, cada vez mais estudada no e fora do Brasil, por expert como o brasileiro Alfredo Bosi e o britânico John Gledson, está sempre revelando coisas novas, descortinando seu tempo e, ao seu modo, dialogando com o futuro. Pode-se dizer que Machado de Assis passou a ser mais conhecido na medida que escritores começaram a “repeti-lo”, mesmo sem citá-lo diretamente, e os críticos passaram a lê-lo com mais atenção. Agora, os jornais revelam mais uma “surpresa” do criador de “Dom Casmurro”. Uma fotografia o mostra — tudo indica que se trata do escritor — numa missa campal realizada no dia 17 de maio de 1888, há 127 anos, em São Cistovão, no Rio de Janeiro.

Era uma homenagem à abolição escravidão e Machado de Assis estava presente — próximo da Princesa Isabel e do marido desta, o conde D’Eu. O portal Brasiliana Fotográfica ampliou a fotografia — 15 vezes — e, por isso, ficou mais fácil identificá-lo. A “Folha de S. Paulo” ouviu especialistas em Machado de Assis e eles concordam que a pessoa é mesmo muito parecida com o escritor.

“A foto é uma representação muito importante do contexto da época, e ainda demonstra que Machado estava próximo da questão abolicionista”, disse Sergio Burgi, coordenador de fotografia do Instituto Moreira Sales, à “Folha”.

Ubiratan Machado, autor do “Dicionário de Machado de Assis”, afirma que “a presença” do autor de “O alienista” na missa era “fato até hoje desconhecido pelos biógrafos”. O que prova que o autor que morreu há 107 anos — no ano em que nasceu Guimarães Rosa, o Machado de Assis do modernismo literário — ainda é um enigma e carece de novas pesquisas. O livro “Machado de Assis Historiador”, de Sidney Chalhoub, revela que o escritor tinha uma compreensão poderosa de seu tempo — inclusive (talvez sobretudo) da escravidão. Roberto Schwarz e Raymundo Faoro, nos seus clássicos, mostraram o tanto que Machado de Assis era atento ao seu tempo e o registrou com a finura do escritor, não com o registro às vezes seco e frio do historiador.

“Não bato o martelo de que é o Machado, mas realmente parece muito com ele”, disse Valentim Facioli, mestre aposentado da USP, à “Folha”. “Se for realmente ele, é mais uma prova para desqualificar as bobagens de que Machado era indiferente à escravidão. Sempre foi um abolicionista, mas à moda dele, sem militar em grupos ou comícios”, afirma. O livro de Sidney Chalhoub comprova, em detalhes, que as preocupações sociais de Machado são expostas, ainda que não de maneira engajada, na sua prosa perspicaz e antenada.

O pesquisador britânico John Gledson, um dos maiores machadianos internacionais, concorda com seus pares: “Parece realmente o Machado daquele período. Me surpreende que ele estivesse tão perto da princesa. Ele não era exatamente membro da elite, embora já fosse famoso na época”. Se foi uma jogada de “marketing” da princesa, tê-lo tão perto, o tempo mostra que foi um acerto. A fotografia indica que tanta a aristocrata quanto o intelectual plebeu tinham sensibilidade social e estavam conectados com os tempos ventos-tempos.

Carta de Karl Marx é vendida por US$ 678 mil em leilão na China

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Foto: Reprodução/Xiling Yinshe

Foto: Reprodução/Xiling Yinshe

Publicado por BOL Notícias

Uma carta do filósofo alemão Karl Marx, junto com uma fotografia do pensador, foi vendida por US$ 678 mil em um leilão realizado na China.

Segundo informou nesta terça-feira o jornal “China Daily”, o lote foi oferecido em um leilão especial sobre documentos originais dos pioneiros do comunismo realizado na casa Xiling Yinshe da cidade chinesa de Hangzhou (província de Zhejiang, leste do país).

Na fotografia leiloada, é possível ver Marx com os cabelos e a barba longos e envelhecidos, vestido com um traje escuro e uma camisa branca sobre a qual destaca-se um monóculo que leva pendurado ao pescoço, apoiando sobre uma mesa seu braço direito enquanto coloca o dedão na gola de sua jaqueta.

A carta vendida ontem foi escrita em 2 de junho de 1881 pelo filósofo, que morreu em Londres em 1883 aos 63 anos de idade.

Como consequência de sua má saúde, o intelectual baixou notavelmente sua produção em seus últimos anos de vida, por isso que esta carta é um dos poucos escritos que foram conservados desta etapa.

No documento, que ocupa uma página (incluindo um longa post scriptum), o autor de “O capital” menciona Friedrich Engels e a sua esposa e se refere aos pensamentos progressistas do século XIX.

Esta carta assinada por um dos pais do comunismo já foi publicada na versão chinesa das Obras Completas de Marx e Engels e em uma monografia russa sobre o pensador.

Na República Popular da China, os estudos da obra de Marx e das ideias marxistas são obrigatórios na educação média e universitária, já que nelas se inspirou a construção de seu sistema político atual, que entrou em vigor em 1949.

No entanto, em um leilão que aconteceu em julho em Xangai, no qual foi colocada à venda outra carta do filósofo alemão, ninguém ofereceu os US$ 1,34 milhão que era pedido para começar o leilão.

dica do Guilherme Massuia

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